16 de fev de 2019

Xavier: Bebianno já era. Faltam...

Flávio, Carlos, Eduardo, Fabrício, Lorenzoni, Salles, Damares, Murilo, Guedes, Heleno, Moro


O Conversa Afiada publica artigo sereno (cada vez mais sereno!) do exclusivo colUnista Joaquim Xavier:

Com uma camisa pirateada, chinelos e paletó mal ajambrado, o chefe da famiglia Bolsonaro resolveu demitir o ministro Gustavo Bebianno, nada mais nada menos que o responsável pela secretaria–geral da Presidência.

Bebianno é acusado de irrigar o imenso laranjal que roubou dinheiro do povo para eleger Jair Bolsonaro. Os filhos trataram de jogar nas costas de Bebianno toda a culpa pela empreitada. Nesta esfera, não há ética nem lealdade. Só a fumaça de tiros e corpos pelo chão.

Se Bolsonaro pensa que a demissão basta para limpar a fachada de um governo manchado por fraudes, ilegalidades e corruptos, está redondamente enganado.

Há uma lista infindável de “ministros” com ficha suja que permanecem na ribalta.

Onyz Lorenzoni é caixa quatro – duas vezes pilhado em esquemas de caixa-dois. Paulo Guedes é réu em processos de roubo de dinheiro de fundos de pensão. Ricardo Salles, do ½ Ambiente, foi condenado em primeira instância por manipular mapas em favor de mineradoras. Damares dispensa comentários. Murilo do Turismo é laranja notório. Augusto Heleno se orgulha das mortes que provocou, general para quem o Brasil não passa de um Haiti. Sérgio Moro é um criminoso de papel passado.

Isso para ficar em apenas alguns nomes.

Mais grave: e a famiglia?

Flávio, o 01, é entusiasta de milícias paramilitares, aquelas que executaram a sangue-frio a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson.

É o chefe de Fabrício Queiróz, operador da máquina de assalto em favor da famiglia (aliás, onde anda todo este pessoal?????).

Carlos, o 02, notabilizou-se como porta-voz do Planalto e carrasco dos inimigos do pai. Twiteiro de ofício, incinera inimigos em nome do pai.

Eduardo, o 03, faz o que a famiglia manda.

Gang dos quatro.

A demissão de Bebianno, em vez de aplacar a crise, só vai agravá-la.

Por que só ele? E o resto, vai ser mantido no cargo? A famiglia será desfeita? Difícil. O cheiro de podre continua no ar, ainda mais forte.

A fonte do odor tem nome e sobrenome: Jair Bolsonaro.

Joaquim Xavier
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Bebianno publica texto no Instagram em tom de ameaça e insinua que Bolsonaro é desleal

Mensagem termina com trecho o desleal, coitado, vivera sempre esperando o mundo “desabar na sua cabeça”

Prestes a deixar o governo, em mais uma crise política, Gustavo Bebianno, ministro da Secretaria-Geral da Presidência, resolveu desabafar. Na madrugada deste sábado (16), ele usou seu Instagram para mandar um recado em tom de ameaça:

“O desleal, coitado, viverá sempre esperando o mundo desabar na sua cabeça”.  Apesar de não citar o nome de Jair Bolsonaro, Bebianno insinua que o presidente foi desleal.

O texto, atribuído ao escritor Edgard Abbehusenm diz, ainda: “Saímos de qualquer lugar com a cabeça erguida ao carregar no coração a lealdade”, de acordo com informações de Jussara Soares, de O Globo.

Foto: Reprodução

Após uma semana repleta de reviravoltas, em que tentou articular sua manutenção no cargo, Bebianno recusou o convite para ocupar a diretoria de uma estatal e deve mesmo deixar o governo na segunda-feira (18), em uma clara demonstração de “ingratidão”, segundo ele.

“A lealdade constrói pontes indestrutíveis nas relações humanas. E repare: quando perdemos por ser leal, mantemos viva nossa honra”, diz um dos trechos do texto.

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Mino Carta: "Bolsonaro sabe que o Sínodo é chance de criticar as políticas erradas do Brasil"




Em sua coluna semanal em vídeo, o diretor de redação, Mino Carta, apresenta a capa da semana, que destaca o Papa Francisco como "comunista". Ele explica o por quê:

"O Papa merece a capa porque, segundo o General Heleno e o governo Bolsonaro em geral, ele é um inimigo, já que convoca um sínodo que vai reunir 250 bispos e oficialmente já foi inaugurado mas só se dará em outubro próximo, sobre a Amazônia, seus povos e seus problemas. Evidentemente, em defesa dos pobres e do ambiente."

"Eu acho que a questão do sínodo tem uma complexidade. No fundo, no fundo, eles sabem que é uma oportunidade de baixar a lenha no Brasil, nas suas políticas erradas, selvagens, no seu atraso bestial, enfim", completa Mino, que diz ser admirador do Papa Francisco, "o único estadista no mundo atualmente", segundo ele.

"Eles acham que ele é comunista, que ele é um Papa vermelho. Aliás, fica bem essa definição: Papa vermelho. Gosto", completa.

Além disso, Mino e o diretor executivo Sergio Lirio, que participa da conversa, também comentam sobre a possível influência dos Estados Unidos na América do Sul. "Confirma-se uma sina diabólica que nos aflige há tanto tempo...", encerra.
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Bibi Ferreira | Histórias & Canções (Show Completo)


Em homenagem a Bibi Ferreira, grande dama do teatro nacional, a Biscoito Fino disponibiliza o show completo "Histórias & Canções" gravado ao vivo em março de 2013 no Palácio das Artes em Belo Horizonte.



HISTORIAS E CANÇÕES, com a atriz Bibi Ferreira é um daqueles espetáculos considerado sucesso absoluto de público e crítica, tanto no Brasil quanto em Lisboa e Nova York. Bibi encanta o espectador com músicas ecléticas em gêneros e idiomas, intercaladas por histórias que nortearam sua vida nestas quase oito décadas de carreira, que enriqueceram o cenário artístico brasileiro.

Gravado em espetáculo no Palácio das Artes, em Belo Horizonte, no qual Bibi foi acompanhada pela Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, com 58 músicos, e regida pelo Maestro Flávio Mendes. Bibi Ferreira mostra toda sua força dramática com uma interpretação única aliada a um variado repertório brasileiro e um emocionante passeio pelo fado, tango, ópera, musical americano e pelo repertório de Piaf.

Alguns momentos marcantes de sua carreira, como Minha querida Lady (adaptação de 1962 do musical “My fair lady”), Alô Dolly (de 1965, adaptação de “Hello, Dolly”), Gota d’água (Chico Buarque 1975), Piaf, a vida de uma estrela da canção (1983) e Bibi Ferreira vive Amália Rodrigues (2001). Também fazem parte do musical números inéditos, interpretações de canções de compositores como Chico Buarque, Noel Rosa, Tom Jobim e Vinícius de Moraes, além de brincadeiras com óperas clássicas e textos nacionais.
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