7 de abr. de 2019

Datafalha: Bolsonaro é um desastre!

De onde menos se espera daí mesmo é que não vem nada...


Da Fel-ha, responsável pelo Datafalha e, em parte significativa, pelo golpe dos canalhas e do Conge, que botou Bolsonaro no Palácio das Milícias, segundo o Bessinha:

Após 3 meses, Bolsonaro tem a pior avaliação entre presidentes de 1º mandato

Envolto em contínua crise política e sem assistir a uma melhora na economia, Jair Bolsonaro (PSL) registra a pior avaliação após três meses de governo entre os presidentes eleitos para um primeiro mandato desde a redemocratização de 1985.

Mas 59%, segundo o Datafolha, ainda acreditam que ele fará uma gestão ótima ou boa. O presidente completa cem dias de mandato na próxima quarta-feira (10).

Segundo o instituto, 30% dos brasileiros consideram o governo de Bolsonaro ruim ou péssimo, índice semelhante ao daqueles que consideram ótimo ou bom (32%) ou regular (33%). Não souberam opinar 4% dos entrevistados.

O instituto ouviu 2.086 pessoas com mais de 16 anos em 130 municípios nos dias 2 e 3 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Antecessores de Bolsonaro nas mesmas condições tiveram melhor desempenho. Fernando Collor (então no PRN) era reprovado por 19% em 1990, enquanto Fernando Henrique Cardoso (PSDB) marcava 16% de índices ruim ou péssimo em 1995.

Os petistas Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, alvos frequentes de críticas do atual presidente, eram mal avaliados apenas por 10% e 7% da população ao fim dos primeiros três meses do governo.

Na série histórica, Dilma é quem teve numericamente a melhor avaliação a esta altura do mandato, com 47% de ótimo/bom em 2011. (...)
O Datafalha revela também:

- as mulheres detestam o produto do Golpe mais do que os homens;

- os ricos são os que mais apoiam o produto do Golpe canalha;

- Bolsonaro, produto do Golpe do Conge é o que menos fez nos primeiros cem dias de governo, em comparação a Lula e Dilma;

- o Nordeste é a região que mais repudia o produto do Golpe Conge-canalha.

Não por acaso os governadores do Nordeste se uniram para se defender do governo atual.

E Flavio Dino e Ricardo Coutinho estão ao lado de Boulos com o mesmo objetivo: unir a maioria da população que repudia Bolsonaro e formular uma política de Oposicão que leve a centro-esquerda ao poder daqui a quatro anos menos cem dias (nefandos).




Datafolha: brasileiros acham que Bolsonaro é burro e trabalha pouco

Dizem Mauro Paulino, diretor do Datafolha, e Alessandro Janoni no jornal:

“Para conseguir maior apoio da opinião pública e consolidar suas propostas de governo, Bolsonaro deve adequar-se ao cargo e mostrar serviço — metade dos brasileiros acha que ele trabalha pouco e é antiquado, imagem muito pior do que a de seus antecessores petistas”.

Para 57% dos brasileiros, ele é autoritário; para 44%, despreparado; para 42%, indeciso.

Em comparação a Lula e Dilma, mais um dado curioso e sintomático: 39% da população acham o sujeito pouco inteligente.

O cidadão é um desastre, em resumo.

Tem um lado bom: o de que a população acordou cedo.


Kiko Nogueira



Datafolha: mais da metade dos eleitores das regiões que impulsionaram Bolsonaro está arrependida

A comparação dos dados da nova pesquisa Datafolha com os resultados obtidos por Jair Bolsonaro na eleição oferece termômetro expressivo da queima de capital político nos três primeiros meses de governo.

Na região Sul, onde o presidente alcançou seu maior índice de votação, 68%, apenas 39% classificam seu governo como ótimo ou bom — e 54% dizem que ele fez menos do que o esperado. No Sudeste, onde conquistou 65,4% dos votos válidos, o percentual de frustrados chega a 59%.

Só o Nordeste ultrapassa o Sudeste no índice de eleitores que dizem que Bolsonaro fez menos do que eles esperavam no primeiro trimestre: 68%. Mas, na região, Fernando Haddad (PT) bateu quase 70% dos votos válidos.




Datafolha mostra que os brasileiros concordam com Bolsonaro: não nasceu para presidente


O país concorda com Bolsonaro: ele não nasceu para ser presidente.

A conclusão do Datafolha de domingo, dia 7, é que o ex-mito não deve passar o réveillon do ano que vem no Palácio da Alvorada.

A pesquisa comparou presidentes desde Collor após cem dias e no primeiro mandato e sua avaliação é a pior.

Pelo menos 30% o consideram ruim ou péssimo e 33% regular.

Os 32% que acham o governo ótimo ou bom são os doentes que demorarão mais a cair na real, mas cairão.

O resultado é ainda pior do que o apresentado pelo Ibope no mês passado, que dava 24% de ruim ou péssimo.

Os próximos levantamentos trarão números mais desastrosos por razão de inércia e, sobretudo, porque esse bando é especializado em achar um alçapão embaixo do poço.

Ninguém pode se declarar surpreso.

O Datafolha mostra também queima de capital político em pouco tempo.

“Na região Sul, onde o presidente alcançou seu maior índice de votação, 68%, apenas 39% classificam seu governo como ótimo ou bom —e 54% dizem que ele fez menos do que o esperado. No Sudeste, onde conquistou 65,4% dos votos válidos, o percentual de frustrados chega a 59%”.

Não há nada que indique que o comandante dessa nau sem rumo vai tomar juízo e pôr alguma ordem na casa, a começar pelos três patetas que criou.

Bolsonaro teria que deixar de ser Bolsonaro, Olavo de Carvalho teria que se comportar como gente.

A tese dessa turma, explicitada pelo secretário da Presidência, Filipe Martins, é a de que o sujeito deve reinar com o apoio popular e não com o Congresso.

Que apoio popular?

Eles confundem o povo com os cachorros e robôs que vivem nas redes sociais e que fazem parte da camada mais rica que não largou Bolsonaro — por enquanto.

Ninguém suporta incompetência com o ambiente de guerra, tóxico, criado pelo bolsonarismo.

Ao invés de medidas para criação de emprego, Bolsonaro fala em lombada eletrônica e pesca, num esquete ruim de humor.

A solução apresentada para as “más notícias” dadas pelo IBGE: destruir o IBGE.

Jair não poderá fazer o mesmo com o povo brasileiro.

Kiko Nogueira
No DCM

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