14 de mar de 2019

Caso Marielle para idiotas

Esse matador é especialista em fuzil. Quem estava no carro que fechou Anderson obrigando-o a parar? Quem surrupiou as imagens das câmeras em torno do local do crime?


‘Promotora explica como atirador foi identificado

Elisa Fraga, promotora de justiça e coordenadora da Coordenadoria de segurança e inteligência, explicou como o atirador foi identificado.

(…)

“Recebemos uma imagem feita na casa das pedras (sic), a imagem foi gerada por uma câmara de infravermelho. (…)

“Nessa imagem obtida, havia um braço direito do atirador. Fizemos a análise e com a comparação de outras imagens do Ronnie Lessa, observamos uma compatibilidade do réu com o atirador”, disse ainda Elisa.’

A imagem de um braço do atirador que possibilitou a identificação do acusado se assemelha à da mostrada acima.

Após 1 ano inteiro de investigações realizadas por dezenas de pessoas, a promotoria nos revela uma história cujo enredo parece ter sido inventada às pressas, em substituição à farsa contada pela “testemunha chave”, detonada semanas atrás pela Procuradoria Geral da República por tê-la envolvido no imbróglio.

A omissão deliberada de detalhes adicionais pelas promotoras, alegadamente para manter o sigilo da investigação, parece tentar ocultar incongruências ainda mais gritantes.



Aos 18s “isso é Quebra-mar Barra da Tijuca, dali foi de onde eles partiram”.

Essa é a imagem que incrimina o matador, que segundo as notícias fazia ponto ali.

Note que data e horário estão apagados; a data vai aparecendo aos poucos. Na imagem seguinte, após corte, o horário é 18:51 h, anteriormente a 17:43 h no Alto da Boa Vista.

Às 18:45 h chega ao centro.

Também vale tentar imaginar algum motivo para que um morador de condomínio de luxo da Barra convencesse um comparsa a matar uma vereadora então desconhecida fora de seus círculos de atuação, nas favelas.

É a vitória da Franquia do crime.

As promotoras se dirigem a idiotas.

P.S. O assassinato de 2 policiais está sendo esquecido nas notícias sobre o acusado.

Uma peculiaridade do caso consiste no tratamento respeitoso concedido por todos os jornais  aos ilustríssimos suspeitos de assassinato, evitando–lhes a tradicional  imputação de apelidos.

Esse matador é especialista em fuzil.

Quem estava no carro que fechou Anderson obrigando-o a parar?

Quem surrupiou as imagens das câmeras em torno do local do crime?

Gustavo Gollo
No GGN

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