11 de mar de 2019

Bolsonaro entrega Alcântara a Trump

O C Af quer saber por onde andam os militares nacionalistas

Na foto, enclave americano no Maranhão
Reprodução: Estadão
Do Estadão:

Brasil e EUA fecham acordo sobre base de Alcântara

Brasil e Estados Unidos concluíram na semana passada as negociações do novo Acordo de Salvaguardas Tecnológicas (AST), que permite o uso comercial da base de Alcântara, no Maranhão. O tema é debatido pelos dois países desde 2000, quando o governo Fernando Henrique Cardoso assinou o acordo, rejeitado na sequência pelo Congresso Nacional. Em entrevista ao Estado, o embaixador do Brasil nos EUA, Sérgio Amaral, revelou parte das mudanças no novo texto. Para ele, as negociações reduziram a ingerência americana no Brasil e atenderam, dessa forma, críticas levantadas anteriormente pelo Congresso.

“Essa negociação encerra quase 20 anos em que estamos tentando lançar da base de Alcântara mísseis de maior capacidade, de maior porte e que podem ser utilizados no uso comercial sobretudo de lançamento de satélite”, afirma Amaral. Depois de 2002, quando o AST fracassou no Congresso, o Brasil ensaiou outras vezes uma nova negociação com os EUA, mas as rodadas de conversa sobre o tema deslancharam em maio do ano passado. Os parlamentares brasileiros alegaram nos anos 2000 que o AST fere a soberania nacional.

O acordo de salvaguardas tecnológicas prevê a proteção de conteúdo com tecnologia americana usado no lançamento de foguetes e mísseis a partir da base de Alcântara. Atualmente, 80% do mercado espacial usa tecnologia americana e, portanto, a ausência de um acordo de proteção limita o uso da base brasileira. O texto também é um acordo de não proliferação de tecnologias de uso dual – quando as tecnologias podem ser usadas tanto para fins civis como militares, caso do lançamento de mísseis. (...)
Nem o maior dos entreguistas (até agora...), o Príncipe da Privataria, conseguiu entregar Alcântara aos americanos.

O bravo brasileiro então deputado Waldir Pires desfechou uma heróica resistência e o maestro da Privataria Tucana recuou.

Pires tinha o apoio explícito e velado de militares nacionalistas.

Onde estão eles?

Alcântara é uma joia rara.

O melhor ponto da Terra para colocar satélites em órbita!

O “acordo” celebrado pelo embaixador do Brasil (sic) em Washington, Sérgio Amaral, foi nomeado pela chanceler Careca, o maior dos ladrões.

Serra é aquele que saiu do Estádio Nacional do Chile, onde Pinochet depositava os marcados para morrer, e reapareceu numa universidade americana.

Precisa desenhar?

O acordo Serra/Bolsonaro tem os seguintes ignóbeis ingredientes:

- brasileiros não poderão entrar no enclave americano em Alcântara;

- brasileiros não terão nenhum acesso à tecnologia sensível que os americanos estacionarão em solo da Pátria!

Porto Rico teria mais dignidade!

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