13 de mar de 2019

A milícia contra ataca


O afastamento do delegado Giniton Lages, do caso Marielle, é um sinal de que os milicianos infiltrados no governo Witzel estão se movimentando - e rápido - para tentar desvincular os assassinos da família Bolsonaro.

Ao mesmo tempo, tenta-se consolidar a tese ridícula de que dois assassinos de aluguel, um deles flagrado com 117 fuzis, teriam matado Marielle e Anderson por ódio ideológico.

Essas antas, como 100% dos bolsomínions, entendem, sim, de ódio, mas são completamente analfabetos sobre ideologia. Como Bozo, repetem chavões de apostilas da Guerra Fria sem nenhuma relação com a realidade. É gado alimentado com ração de veneno.

Vem aí um novo delegado, dessa vez, adestrado para falar só o que interessa aos Bolsonaro e a Witzel, o cara de pau que está capitalizando para si uma investigação sobre a qual não teve nenhuma participação. E, pior, jogando com a covardia da triste imprensa carioca, que não teve coragem de lembrar a participação dele no ato fascista que destruiu a placa de Marielle.

Leandro Fortes, Jornalista e integrante da Rede de Jornalistas pela Democracia

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