7 de dez de 2018

Damares e a masturbação dos bebês de sete meses, assista. Vamos virar chacota…


Não dá para fazer muitos comentários sobre a futura ministra dos Direitos Humanos.

É covardia tripudiar sobre sua capacidade de dizer bobagens.

Nem é bom imaginar o que fará, com sua ânsia em produzir frases de efeito como a de hoje, de que “a gravidez é um problema que só dura nove meses”.

O essencial, nesta história, é como o novo governo enxerga a questão dos direitos humanos, que se expressa na sua escolha.

É uma espécie de formalidade, quase um quartinho de despejo onde se jogam as questões de “menor importância”.

Nas quais, aliás, foi colocada também a questão indigenista, quando se colocou ali a Funai e o destino dos remanescentes dos povos originais do Brasil.

Afinal, reuniram-se sob a estupidez da pastora Damares todas as minorias que, ou se adequam ou devem desaparecer.

Damares é uma chacota e fala bobagens hoje em escala menor, muito menor, do que já falou nos últimos anos.

Como neste vídeo em que diz que Marta Suplicy, quando prefeita de São Paulo, tinha programas para “masturbar as crianças a partir dos sete meses de idade”.

Não dá para comentar.

Duvida do que eu digo? Assista:




Fernando Brito
No Tijolaço




ONG de Damares foi denunciada por discriminar indígenas

A ONG Movimento Atini - Voz Pela Vida, comandada pela pastora Damares Alves, futura ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos do governo de Jair Bolsonaro (PSL), já foi denunciada pelo Ministério Público Federal (MPF) "dano moral coletivo decorrente de suas manifestações de caráter discriminatório à comunidade indígena". Indicação de Damares para o ministério, que irá comandar a Fundação Nacional do Índio (Funai), causou irritação entre os servidores e preocupa outras entidades ligadas à defesa dos direitos indígenas.

A denúncia do MPF contra a ONG, que diz ter como missão "promover a conscientização e a sensibilização da sociedade sobre a questão do infanticídio de crianças indígenas", foi feita em 2015, após a Atini divulgar um vídeo sobre a questão do infanticídio indígena. Na ação, o MPF pede que a ONG pague R$ 1 milhão a título de danos morais, além da proibição da veiculação do documentário "Hakani – A história de uma sobrevivente".



Para os procuradores, o filme buscava "chamar atenção acerca do tema 'infanticídio indígena' para "legitimar as ações missionárias no interior das comunidades indígenas". O vídeo foi produzido em parceria com a instituição Jovens Com Uma Missão (Jocum), denominação adotada no Brasil pela organização evangélica norte-americana Youth With a Mission.

Ainda segundo o MPF, o vídeo causou "profunda indignação na sociedade, gerando manifestações preconceituosas e discriminatórias em face das comunidades indígenas", além de "atingir a dignidade humana deste grupo perante a sociedade".

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