7 de dez de 2018

Bolsonaro: a China não cumpre as leis!

Um conselho de empresários vai abrir tudo aos EUA

Se Meng escapar da cadeia nos Estados Unidos, daqui não passará!
No mesmo dia em que Trump manda e o Canadá prende a empresária chinesa Meng Wanzhou, filha do dono da gigantesca Huawei, sob a suspeita de fazer espionagem industrial - Huawei C.F.O. Is Arrested in Canada for Extradition to the U.S. -, o ministro de fato das relações exteriores do Brasil, o deputado Eduardo Bolsonaro, em entrevista a Fabio Murakawa, do PiG cheiroso, não apenas endossa as acusações de Trump à China, como diz que a China se tornou a maior parceira comercial do Brasil por razões (sic) ideológicas (quá, quá, quá!)!

Eduardo Bolsonaro defende guinada na relação com EUA

Bolsonaro: Os EUA sempre foram o principal parceiro econômico do Brasil. Só não foram em dois momentos da nossa história. Um nos anos 1930, quando o presidente Getúlio Vargas se aproximou de Hitler, e nós tivemos a Alemanha nazista como principal parceiro comercial do Brasil. E novamente agora, por razões ideológicas, a China, que desde 2009 é a principal parceira comercial do Brasil.

Valor: Não é importante o comércio com a China?

Bolsonaro: Eu acho que a China indiscutivelmente sempre estará no topo desse ranking, mas a gente ouviu muita reclamação dos EUA com relação à burocracia, incerteza, falta de segurança jurídica, voltar ao chamado "rule of law", para ter segurança jurídica para eles poderem investir. Outros reclamaram que não conseguem investir por conta das licenças ambientais ou se deparam com algum tipo de corrupção. Então, nisso daí, a gente consegue se abastecer e ver do lado de cá o que pode ser feito. E eu sonho em fazer através da intermediação do ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, uma câmara direta, formada por notáveis da área dos negócios, entre uma parte brasileira, uns 10, 15 nomes. E do lado de lá uma parte americana, com 10, 15 nomes, a fim de se debruçar em como fazer um negócio mais pujante entre o Brasil e os Estados Unidos.

(...)

Valor: A mudança da embaixada para Jerusalém sai mesmo?

Bolsonaro: Sai. O negócio é quando. Eu sou entusiasta para que seja no primeiro mês do governo.

Valor: A representação da Palestina aqui no Brasil continua?

Bolsonaro: Isso vai ser tratado pelo ministro Ernesto Araújo. Mas eu creio que essa embaixada, exatamente ao lado da Presidência, não é algo visto com bons olhos. A embaixada de ninguém, não só da Palestina, mas de qualquer outro país.

Em tempo: a Huawei é a maior fornecedora de equipamentos de telecomunicações no Brasil. As operadoras estão com o chamado... na mão. Os executivos das operadoras votaram no Bolsonaro! Quá, quá, quá! - PHA

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