17 de nov de 2018

Escravos substituem 1/3 do trabalho formal

Folha: empresário adorou a “reforma”



Da fAlha:

Contratos intermitentes avançam e chegam a 1/3 das profissões formais

Um terço das ocupações do mercado formal já usou o emprego intermitente, embora o número de vagas geradas nesse tipo de contrato — criado pela reforma trabalhista aprovada há um ano — seja considerado baixo.

Entre abril e setembro, período para o qual há dados oficiais desagregados, 857 das cerca de 2.500 profissões tiveram movimentação trabalhista na nova modalidade, que é caracterizada pela ausência de jornadas fixas.

Embora a contratação no modelo intermitente envolva o registro na carteira de trabalho, o profissional é convocado quando o empregador precisa de sua mão de obra e pode atender ou não ao chamado.

Se forem considerados os trimestres isoladamente, o número de ocupações com registro de contratação ou demissão usando esses novos contratos saltou de 635 entre abril e junho para 734 entre julho e setembro. Isso indica que a modalidade tem sido mais testada por empregadores.

O número de vagas criadas, no entanto, ainda é modesto na opinião de especialistas, que atribuem isso a fatores como a recuperação lenta da economia e dúvidas jurídicas que permeiam as novas modalidades de contratação na ausência da regulamentação sobre pontos como contribuição previdenciária. (...)

No CAf



Mino Carta: "Trabalhador foi vítima da reforma trabalhista de Temer e será ainda mais de Bolsonaro"

Em seu comentário semanal, o diretor de redação Mino Carta apresenta a capa mais recente da revista, cujo destaque é o trabalhador brasileiro, a principal vítima do governo Jair Bolsonaro, que pretende aprofundar a reforma trabalhista de Temer.

Além disso, Mino também fala sobre seu editorial da semana, que trata sobre o general Villas Bôas, e das diferenças de posicionamento entre as Forças Armadas.

Por fim, o diretor de redação fala ainda sobre o depoimento de Lula no caso do sítio de Atibaia, que aconteceria nesta quarta 14, horas depois da gravação deste vídeo. Ao seu lado, participa da conversa o diretor executivo, Sérgio Lirio.

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