8 de out de 2018

Filho acusa Alexandre Frota, o queridinho de Bolsonaro


Filho de Alexandre Frota, Mayã Frota, de 18 anos, chama o pai, eleito deputado federal por São Paulo, com 153 mil votos, de “ex-ator pornô e ex-viciado em cocaína”, além de acusá-lo em uma série de posts no twitter de não pagar a pensão alimentícia requerida na Justiça. Por fim, Mayã sugere também que o pai queria que ele fosse abortado.


Alexandre Frota respondeu ao filho e foi –de novo– nojento. “Não sei se você sabe de tudo, mas quando foi concebido em um quarto de hotel em Brasília, eu e sua mãe, um bar tender na época, que conheci e na mesma noite saiu comigo para uma noitada, já havíamos enchido a cara na festa e resolvemos ir para o hotel. No hotel estávamos bebendo cheirando, fumando e fazendo sexo, ambos bem loucos. Eu e ela ok.”


Detalhe: na época em que ficaram juntos, a mãe de Mayã Frota, a personal trainner Samantha Gondin, era menor de idade, segundo o jornal carioca “Extra”.

Mas isso tudo, a tradicional família paulista, que acaba de eleger Alexandre Frota deputado federal, com 153 mil votos, considera irrelevante. Bom mesmo é que ele apóia Jair Bolsonaro e sua luta contra o PT. #SQN

E assim rasteja a hipocrisia desses moralistas imorais.

Em entrevista à Revista Quem, Alexandre Frota falou sobre Mayã.

“É um bloqueio muito simples o que eu tenho com o Mayã. Meus pais se separaram quando eu tinha 9 anos. Muito cedo eu estava sozinho na guerra. Outra coisa: eu não me preparei para ter esse filho. Ele não é fruto de um amor. É fruto de uma transa. A criança não tem culpa, é a frase chavão. Só que eu também não. Nasceu. Eu não fujo das minhas obrigações como pai. Dou dinheiro e faço tudo para estar junto nas datas, minha mãe e minha irmã são loucas por ele. Só que eu tenho que ser sincero. Eu não aceito. E não vou para psicólogo, para analista nenhum, não é a hora. Mais para frente, se eu quiser procurar ele e ele me aceitar está ótimo, se não quiser, está valendo. A vida é assim. Só que há poucos dias, eu comecei a conviver com o Enzo Gabriel, que tem 4 anos e é filho da minha namorada. Levo o Enzo para a escola, troco fralda, vou ao judô, ao cinema, ao teatro, brinco. Eu comecei a pensar, sabe… eu perdi um tempo com o meu filho. Uma criança de 4 anos está ensinando um homem de quase 50 anos a viver. Isso talvez um dia me aproxime do Mayã”.

No Jornalistas Livres

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