4 de set de 2018

Empiricus: Investidor brasileiro é preso pelo FBI acusado de roubar US$ 750 mil

Um antagonista
Marcos Elias estava preso na Suíça e agora foi extraditado para os Estados Unidos acusado de criar um esquema para roubar um banco em Nova York

A Justiça dos Estados Unidos anunciou no último dia 28 de agosto que o gestor fundo Galleas, Marcos Eduardo Elias, que havia sido preso em junho na Suíça, foi extraditado para o país. Ele é acusado de participar de um esquema que roubou US$ 750 mil de um banco em Nova York.

De acordo com as autoridades norte-americanas, o esquema envolvia uma empresa de fachada no Panamá e uma conta bancária em Luxemburgo. O FBI (Polícia Federal dos EUA) diz que Elias fingiu ser funcionário do titular da conta na instituição e se aproveitou dessa mentira para roubar “centenas de milhares de dólares”.

“Ele agora foi trazido de volta aos Estados Unidos para enfrentar a justiça e devolver o dinheiro que roubou”, afirmou o diretor assistente do FBI, William F. Sweeney Jr..

O Departamento de Justiça dos EUA explicou que, desde pelo menos 2012, uma empresa brasileira mantinha uma conta em uma instituição financeira com sede em Manhattan e, a partir de junho de 2014, Elias esteve em correspondência com um vice-presidente sênior do banco em relação à conta do cliente.

A partir de então, este vice-presidente sênior passou a receber e-mails de um suposto funcionário de seu cliente pedindo que fossem transferidas quantias para uma conta em Luxemburgo. Com isso, a empresa transferiu cerca de US$ 752 mil, acreditando que ela era legítima e que tinha sido solicitada pelo seu cliente.

Depois, foi descoberto que esta conta era de Marcos Elias em nome de uma empresa do Panamá. A Justiça diz ainda que o gestor tentou obter dinheiro de uma segunda instituição financeira sediada em Manhattan, usando o nome e o passaporte de um correntista sem autorização.

No Infomoney



dom, 03/08/2014

Processado pela SEC, sócio dos EUA inspirou marketing anti-Dilma de consultoria


A campanha "Se proteja se a Dilma ganhar" foi uma boa sacada da consultoria Empiricus. De fato, o mercado antecipa estratégias de investimento dependendo de cada situação prevista. E o noticiário dos jornais tem enfatizado – forçando a barra – a ideia de que a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT) seria um risco para a estabilidade econômica. Embora seja uma análise terrorista, influencia investidores. 

A visibilidade, no entanto, trouxe à tona métodos polêmicos encampados pela consultoria, que resultaram em gestores punidos por conselhos de ética do mercado e em associação com grupos norte-americanos igualmente polêmicos – e sob a mira da SEC dos EUA.

A Empiricus notabilizou-se por relatórios informais, repletos de chistes e questões pessoais, mais adequados a perfis de Facebook do que da sobriedade que se exige dos relatórios financeiros.

Responsáveis pelas análises da Empiricus em 2011, Marcos Eduardo Elias, Rodolfo Cirne Amstalden e Roberto Altenhofen Pires Pereira resolveram explorar o noticiário de jornais em uma campanha contra o frigorífico Marfrig Alimentos S/A.

Nos relatórios de análise, promoveram uma empreitada quase que pessoal ferindo a imagem da companhia e de seus controladores, Marcos Molina e Ricardo Florence. Acusaram-nos de fraude contábil e divulgaram análises e comentários negativos, enquanto negociavam com ações da companhia.

Em janeiro de 2012, a Superintendência de Analista de Valores Mobiliários da Apimec (Associação de Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais) determinou a instauração de processo administrativo.

Os ataques à Marfrig começaram, segundo a Empiricus, após a corretora ter sido supostamente ridicularizada em público, durante um evento com a presença de diversos analistas e de auditores da KPMG. "Por uma questão de sobrevivência de mercado", ou “para salvar a reputação”, a Empiricus teria dado início à campanha para demonstrar supostas inconsistências dos balanços da Marfrig.

O relatório do julgamento reproduz trechos que confirmam que o teor das declarações da Empiricus contra a Marfrig é pior do que o de "brigas de botecos". Marcos Eduardo Elias – autor de sentenças ácidas como “demitam Ricardo Florence, ele é um sujeito gago” – acabou sendo punido com a suspensão por 12 meses do credenciamento de analista. Ele deixou a empresa em novembro de 2012. Os dois outros foram condenados a pagar multas de R$ 2 mil e não recorreram da sentença.

Além disso, a Marfrig abriu um processo (nº 0106655-70.2012.8.26.0100) no Tribunal de Justiça de São Paulo, que corre em segredo de Justiça, onde cobra dos analistas uma indenização de R$ 1 milhão por danos morais.

Construção de riqueza

O episódio com a Marfrig não é a única polêmica envolvendo a Empiricus.

Nos últimos tempos seu estilo se radicalizou depois de uma associação com o grupo norte-americano Agora Inc. e com seu promotor Mark Ford. Ambos - Agora e Ford - já foram alvos de investigação pela SEC por manobras no mercado de capitais.

O modelo de atuação consiste em fabricar um guru de mercado, inundar o mercado com newsletters de estilo informal e, a partir delas, montar estratégias de investimento pouco ortodoxas, garantindo ganhos extraordinários e sem risco.

Em seu site (www.empiricus.com.br), a corretora promove o “Clube de Construção de Riqueza - WBC Brasil”. O grupo se apresenta como “a forma mais rápida de construir uma fortuna séria no Brasil atual”. E recomenda: “Esqueça esquemas de pirâmide, esqueça jogos de azar. Há um método consistente e legítimo para alcançar seu primeiro milhão, e até mais.”

O segredo consiste em aplicar as fórmulas inspiradas no americano Mark Ford, hoje um empresário que ultimamente se dedicou ao ramo imobiliário e que, segundo os releases, "fez amigos no Brasil graças ao jiu-jitsi".

O público visado é formado pelo pequeno investidor, “milhares de indivíduos que ainda não conseguiram juntar o patrimônio necessário para uma vida de independência financeira.” O método de Mark Ford é propagado pelos fãs associados à Empiricus como “11 segredos”. A apresentação do sistema é eivada de lugares-comuns, com cálculos básicos de juros compostos e promessas que só se materializam em caluladoras financeiras.

Na justiça internacional

Mark Ford, entretanto, é alvo de reportagens veiculadas em jornais gringos por ter sido parte, em mais de uma ocasião, de negócios que acabaram sendo investigados pelas autoridades norte-americanas.

Em 1991, por exemplo, o Serviço de Inspeção Postal dos Estados Unidos apreendeu 6,6 milhões de dólares em contas bancárias detidas por Ford e seu sócio, Joel Nadel. O órgão sustentou que ambos estavam metidos num esquema que envolvia fraude postal e lavagem de dinheiro. 


Ford e Nadel supostamente operavam sorteios por correspondência eletrônica, através de um grupo de mídia de propriedade deles, que rendia cerca de 8 milhões de dólares por mês. A disputa judicial entre o Serviço de Inspeção Postal e os acusados atrasaram o pagamento das vítimas do suposto golpe. De acordo com publicação do The News de 1993, Nadel e Ford nunca assumiram a culpa pela fraude.

Segundo o portal Friends in Business, a operação consistia em emitir e-mails para milhares de pessoas avisando que elas ganharam um “prêmio valioso” em um suposto sorteio. Tudo o que o vencedor precisava fazer para retirar o prêmio era pagar uma pequena taxa de manutenção para a empresa de sorteios. Porém, os itens ditos valiosos nunca chegaram às mãos dos vencedores ou, se chegaram, valiam bem menos do que a taxa que eles pagaram.

Lucrando com a Copa 2014

A Empiricus chegou a Mark Ford através de uma associação com a Agora Inc. que injetou R$ 2 milhões na consultoria para promoção de vendas.

No Brasil, um grupo que se diz fã dos ensinamentos de Mark Ford relata no portal Cartas da Iguatemi como consegue fazer dinheiro. Um dos seguidores que se auto denomina “privilegiado por ser o membro número zero do clube de construção de riqueza WBC Brasil” conta como conseguiu ganhar lucrar com a Copa do Mundo.

A ideia brilhante foi a de colocar o apartamento que um amigo possui no Rio de Janeiro, numa região bem localizada, à disposição dos estrangeiros. Quatro argentinos fecharam o aluguel do espaço pelo valor diário de R$ 760, durante 25 dias. O “número zero do clube" vai embolsar R$ 7 mil do total de R$ 19 mil angariados com o negócio.

O mesmo espírito em Agora e a subsidiária Stansberry & Associates

Mark Ford é um dos responsáveis pelo crescimento milionário da Agora Inc., uma editora de jornais, livros e boletins que tem como subsidiária a Stansberry & Associates Investment Research (S&A). Esta, por sua vez, é outra editora privada com assinaturas em mais de 100 países. No portal da S&A, Ford é apontado como editor convidado.

A S&A tem como um de seus fundadores Frank Porter Stansberry, um profissional do mercado financeiro conhecido por elaborar e publicar notícias e conteúdo associados “aos interesses dos conservadores dos EUA e da ala direitista da política”. Em 2010, ele publicou um viral de 77 minutos intitulado "End of America”.

No vídeo, Porter Stansberry afirma que há anos atrás avisou aos investidores americanos que era melhor evitar empresas como Lehman Brothers, General Motors, Fannie and Fredies e dezenas de outras companhias que entraram em colapso durante a crise de 2008 – situação que ele também afirma ter previsto.

Feita a promoção pessoal, Porter dá sequência ao vídeo alertando para um novo evento drástico para a economia mundial. Isso dois anos antes da reeleição de Barack Obama.

Stansberry afirma, no material, que aguarda um fenômeno ainda relacionado à crise financeira de 2008, mas “infinitamente ainda mais perigoso”, porque vai afetar diretamente a conta-corrente, poupança, aposentadoria, modo de trabalho e o estilo de vida de cada cidadão americano.

O fenônemo estaria para atingir o “tesouro americano” e, diante da situação, Stansberry se propõe a ensinar onde os americanos podem aplicar seu dinheiro sem sofrer represálias do poder público. O empresário promete enviar um relatório gratuito explicando passo a passo.

Os relatórios falsos de mil dólares

Assim como Mark Ford, Porter Stansberry, um dos editores do Agora, também se meteu em imbróglios judiciários em mais de uma ocasião.

Em 2003, a SEC (Securities and Exchange Commission) trouxe à tona um esquema da S&A de comercialização de “falsas informações privilegiadas sobre a USEC Inc., uma empresa de Maryland que abastece usinas nucleares com urânio enriquecido”.

Stansberry assinava – sob o pseudônimo Jay McDaniel – um relatório com as informações que nortearam os investimentos de 1.217 pessoas, em 2002. Cada relatório foi vendido por mil dólares. A USEC afirmou a SEC que nunca repassou a Stansberry informações privilegiadas.

Em 2007, a S&A foi condenada pelo Tribunal Distrital dos EUA a pagar 1,5 milhão de dólares em restituição e penalidades civis por ter fraudado as informações aos assinantes nesse esquema. Ágora Inc. também era réu no julgamento, mas a corte entendeu que apenas a subsidiária deveria sofrer sanções.  Pouco mais de 200 compradores pediram o reembolso pela compra do relatório.

Segundo o juiz a Marvin Garbis, “a gravidade do dano, neste caso, não se limita à quantidade de dinheiro que cada comprador gastou com o Relatório Especial”. Todos eles, acreditando que as informações no documento eram verdadeiras, perderam de 20 a 25 por cento do dinheiro aplicado em compra de ações recomendada pela Stansberry. Alguns acumularam prejuízos de 28 mil dólares. Já a Stansberry lucrou pelo menos 1 milhão de dólares com o negócio.

A Agora invocou a Primeira Emenda (liberdade de expressão) para se defender. O episódio suscitou um rico debate sobre os limites da liberdade de expressão (clique aqui) e (clique aqui).

A criatividade da Empiricus

Voltando aos segredos de Mark Ford – que usa o pseudônimo de Michael Masterson em seus best Sellers – aplicados pela Empiricus, o terceiro princípio, que tornou a corretora muito conhecida no mercado, é a descontração com que todos devem escrever. Aí, a criatividade em terras tupiniquins é sem limite. Até paixões adolescentes pela mesma menina e rixas de escola vêm à tona.

Um dos analistas, Felipe Miranda, narrou as disputas com um certo Daniel Torelli, na época do colegial.  “Brigávamos rigorosamente todos os dias, usando o futebol como catálise... honestamente, nosso time era melhor”, lembra, sem deixar de alfinetar o rival. 

O outro motivo era a disputa pelo coração de uma garota de quem ele sequer lembra o nome. Isso porque Renato Torelli, irmão de seu antigo desafeto, foi contratado pela Empiricus – e coube a Miranda apresentá-lo aos clientes. “Hoje, depois de ter gastado uma caixa de lenço, posso lhes assegurar: você merecem ler/ouvir o que este homem tem a dizer”, afirma Miranda.

Dizer que o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, começou certa semana “relaxadão”. Afirmar o óbvio: que muitos financistas “comem mortadela para arrotar peru”. Reconhecer que o próprio autor do relatório é bipolar. “Tentamos escrever da forma mais direta possível, usando o humor, porque ele auxilia na absorção da informação”, afirma Mesquita. “Desde que o homem é homem, ele conta histórias, e isso ajuda a entender nossa mensagem”.

A reportagem da IstoÉ Dinheiro publicada em 5 de maio contem os depoimentos e aponta que "a famosa casa de análises independente do País – e reconhecida por seus relatórios descontraídos e mordazes" deve gerar receita de 10 milhões de reais em 2014. "Cerca de 10 mil pessoas já compraram, pelo menos, um relatório da empresa, e há 5 mil assinantes de periódicos da casa.”

As críticas a Dilma Rousseff

A criatividade da Empiricus gerou um episódio retratado pelo site Conversa Afiada na notícia “Vendo proteção contra Dilma. Com Globo e Jabor”, que pode ser lida aqui. Nesta segunda (26), a Empiricus tratou de rebater o que foi veiculado no site encabeçado pelo jornalista Paulo Henrique Amorim. Em nota à imprensa, a empresa se diz acusada pelo site de “ser financiada para fazer campanha contra Dilma”. E explica que a situação não é essa.

“O anúncio da Empiricus [em O Globo] em questão era uma chamada para um relatório que aborda os desdobramentos da corrida eleitoral sobre os mercados, sob as duas óticas: tanto da situação quanto da oposição.” De acordo com a Empiricus, “tal anúncio é criado automaticamente pelo Google AdWords, ferramenta de geração de Leads do Google, também utilizado pelo Conversa Afiada."

A peça, portanto, teria sido foi fornecida “gratuitamente e tratava da volatilidade causada no mercado pelas últimas pesquisas eleitorais – seus e seus desdobramentos”.

O relatório está disponível aqui.

O que o mercado pensa, segundo a Empiricus

Na mesma nota enviada à imprensa, a Empiricus afirma que tem sido alvo de militantes partidários, por supostamente fazer campanha. "Como se tivéssemos trazido uma grande novidade ao falar que o mercado financeiro prefere o Aécio Neves ou Eduardo Campos à Dilma... Vou revelar uma coisa muito importante, só entre a gente. Simba, este é o nosso segredinho: a Bolsa sobe quando a oposição ganha espaço nas pesquisas.”

A Empiricus avalia que “o mercado espera cada vez mais inflação e um crescimento ínfimo da economia brasileira nos próximos anos. Relatório Focus dessa semana mostrou que os agentes de mercado voltaram a aumentar a projeção para a inflação em 2014, de 6,43% (na semana passada) para 6,47% nesta semana, o que é bem distante do centro da meta de inflação, de 4,5%. A mediana das estimativas aponta crescimento de 1,62% este ano e 1,96% para o ano que vem. Não, crescimento pífio com inflação elevada em um cenário de maior juro real do mundo e recente perda de rating não é um quadro exemplar. Independentemente de quem levar a eleição, precisamos de um ajuste de política monetária e fiscal para já.”

Luís Nassif e Cíntia Alves
No GGN



https://www.oantagonista.com/internet/obrigado-pelo-sucesso-da-crusoe/
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(...)

A sociedade com a Empiricus — aquela empresa que os nossos detratores pateticamente dizem que “especula” com as notícias que publicamos — nos rendeu estrutura e planejamento, mas não uma montanha de dinheiro, ao contrário do que espalham os suspeitos de sempre (chegaram a dizer que embolsamos 5 milhōes de reais). Como informamos na ocasião, passamos a ganhar uma pequena quantia por email captado para a base deles e, se o email for convertido em venda de relatório financeiro, uma porcentagem em cima do preço do relatório.

(...)


Encontramos um inimigo e nos juntamos a ele
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Caro Leitor,

É provável que, a esta altura dos acontecimentos políticos, você tenha sido levado a visitar O Antagonista, por condução coercitiva ou voluntária.

Rápidos e diretos, os posts independentes de Diogo Mainardi e Mario Sabino nos atraem, pois incomodam os protagonistas de plantão.

Incomodam a tal ponto que começamos a torcer para o inimigo vencer no final.

Antagonista no mercado financeiro, a Empiricus foi a primeira anunciante do site, em janeiro de 2015, torcendo por seu controverso sucesso.

Em pouco mais de um ano, O Antagonista alcançou a irônica audiência de unânimes, mesmo para os padrões do Datafolha.

5 milhões de usuários únicos por mês.

140 milhões de páginas visualizadas nos últimos 30 dias.

Fomos obrigados a refazer as contas. Paramos de torcer, passamos a investir.

Nesta semana, assinamos um protocolo de intenções para a compra de 50% de O Antagonista, com o intuito de fazê-lo crescer. Duas metades valem mais do que um inteiro.

Esta nova sociedade preserva, obviamente, a independência editorial que multiplicou o site.

Diogo e Mario continuam a escrever tudo aquilo que apuram, pensam e indispensam. E nós, curiosos, continuamos a ler.

No front comercial, recusam quaisquer anúncios e patrocínios de estatais, mesmo que superfaturados.

De resto, nada será como foi.

O Antagonista contratará mais excelentes repórteres, como Cláudio Dantas, para que possa ampliar o número de notícias publicadas por dia.
Novas tecnologias revolucionárias (ou, talvez, reacionárias) facilitarão a navegação de seus milhões de leitores.

Aproveitaremos também para fincar pé trocado no jornalismo econômico, através de uma parceria promissora com O Financista.

O que ganharemos em troca? A Empiricus quer ampliar o número de assinantes por meio de anúncios no site. Simples, e com a vantagem de já sabermos que funciona.

Desnecessário dizer, a liberdade e isenção de nosso time de analistas seguem intocadas e intocáveis.

Temos, juntos, ainda mais direito de escarnecer, ridicularizar, esclarecer, cultivar inimigos e influenciar pessoas.

Você que leu O Fim do Brasil, A Virada de Mão, A Tese do Calote e o Rali do Impeachment sabe do que estou falando.

Você se assusta com a realidade distópica, se revolta, ganha dinheiro e se diverte conosco. Como isso é possível?

Somos contra muitas coisas, sempre a favor de nossos leitores.

A Empiricus cresceu e vai crescer ainda mais.

O Antagonista também.

Encontramos, finalmente, um inimigo à altura, e esse inimigo nos encontrou.

Não é fácil encontrar inimigos.

Quando tiver chance, junte-se a eles.

Dos Antagonistas,
Caio, Felipe e Rodolfo

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