25 de set de 2018

Barrocal lança Gaspari à fogueira

Os documentos sobre o regime militar que o "Historialista" tentou absolver


A impecável reportagem de capa da Carta Capital dessa semana é "Apreensão e medo - movida a bolsonarismo e antipetismo, a inquietação entre muitos militares ameaça o Brasil. Pela via eleitoral e por aquela tradicional, a do Golpe fardado".

O autor é André Barrocal, cuja qualidade o Conversa Afiada não se cansa de registrar, como aqui e aqui.

Barrocal volta à denúncia de Matias Spektor, professor de Relações Internacionais da FGV: Geisel escolhia quem ia morrer.

Geisel, como se sabe, é o "Sacerdote" da obra fluvial do portador de múltiplos chapéus, o "historialista" Elio Gaspari, o Helio Parmegiano, quando comunista.

Geisel é o Sacerdote e Golbery o "Feiticeiro" da obra gaspariana que pretende demonstrar que os dois fizeram, desfizeram e fizeram de novo a Democracia no Brasil!

Barrocal dá dois passos importantes além de Spektor.

Reproduz o documento do chefe da CIA, W.E. Colby ao Secretário de Estado Henry Kissinger, que mostra como Geisel é quem escolhia quem devia morrer.

E o Figueiredo executava.

(Figueiredo foi quem o Geisel escolheu sucessor, para fazer a "abertura"...)


Reprodução: Carta Capital

Além disso, Barrocal divulga documento da embaixada brasileira ao Departamento de Estado, de março de 1984 - governo Figueiredo -, que descreve a disseminada corrupção no Brasil, inclusive nas Forças Armadas.


Reprodução: Carta Capital

Dessa forma, Barrocal sugere à editora do Gaspari, a notória "Intrínseca", fizer uma monumental fogueira com o encalhe dos cinco volumes da obra.

Recomenda-se chamar, antes, o Corpo de Bombeiros.

E verificar se os hidrantes têm água.

PHA

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