25 de mai de 2018

Estadão-Ipsos revela aumento na aprovação de Lula e na desaprovação a Moro

Na primeira pesquisa do Ipsos feita inteiramente após a prisão de Lula, a desaprovação ao petista aparece com tendência de queda: era de 57% em março, passou a 54% em abril e oscilou para 52% em maio. Já a aprovação, no mesmo período, foi de 41%, 42% e 45%, respectivamente.


O juiz Sérgio Moro, que condenou Lula em primeira instância, é desaprovado por 50%, e aprovado por 40%.

Bolsonaro

No caso de Bolsonaro, seis em cada dez eleitores não aprovam seu desempenho, segundo a pesquisa. A taxa de aprovação é de apenas 23%. Os números são os mesmos do levantamento anterior, feito em abril.

Marina Silva

Marina Silva tem desaprovação de 61%, segundo o Ipsos.

Henrique Meirelles

A desaprovação ao ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles é de 61%, e a aprovação, de apenas 7%.

Geraldo Alckmin

A desaprovação ao ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin é de 69%, o quádruplo de sua aprovação, de 17%.

Cármen Lúcia

A presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, tem taxa de desaprovação de 47%, e de aprovação, de 25%. Outros 28% não a conhecem ou não souberam responder.

Leia a matéria completa aqui.



Mais uma pesquisa com Lula lá e o resto…

ipsosmai18

O Barômetro Político Ipsos/Estadão, que não mede intenção de voto, mas aprovação e desaprovação aos personagens da cena política, em parte já com o impacto dos bloqueios de estrada, mostra que a tendência eleitoral do brasileiro segue apontando Lula, disparado, como o político menos rejeitado e, sobretudo, mais aprovado, entre os nomes apresentados à eleição presidencial.

Mesmo dentro da margem de erro, a desaprovação a Lula caiu 2 pontos em um mês (54 para 52%) e segue caindo desde os 68 pontos de junho do ano passado. E a aprovação sobe, passando, no mesmo período de 38 para 45%.

Seu principal adversário – que, óbvio, não são os demais presidenciáveis, mas o juiz Ségio Moro, segue trajetória inversa. Há um ano,  era aprovado por 69% dos entrevistado e reprovado por apenas 22%. Hoje, estes números inverteram-se: 50% de reporvação e 40% de aprovação.

Dos demais candidatos mais destacados, a diferença entre reprovação e aprovação nunca é menos que o dobro, de Marina Silca (61% reprovam  para 30% que aprovam) até o quádruplo (Geraldo Alckmin, a quem 69% reprovam e 17% aprovam).

Pior para eles: todas as taxas de rejeição- exceto a de Lula, que se reduz – crescem de um ano para cá.
Lula vai impondo sobre a mídia e a Justiça a convicção de que sua condenação é política e, portanto, mantendo sua posição de referência da população.

Fernando Brito

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