16 de mar de 2018

Temos que chamar a atenção do mundo agora


A situação é gravíssima:

1) Sofremos um golpe de estado;

2) Membros do narcotráfico ascenderam ao poder;

3) Somos governados por uma quadrilha, oficialmente, acumpliciada com a mídia e o judiciário;

4) Assassinaram um ministro do Supremo, e depois foi nomeado em seu lugar um ex-advogado do PCC;

5) Vão prender em alguns dias o presidente mais popular da história do país, o único ascendido das classes populares, condenado pela reforma que não houve no triplex que provou que não era seu;

6) O Judiciário escarnece do país blindando absolutamente o PSDB engavetando uma após a outra as piores denúncias contra o partido;

7) Planejam pedir a extinção do maior partido de esquerda da América Latina;

8) O Exército brasileiro está sendo usado de bucha para eliminar uma facção criminosa que atualmente é o grande obstáculo ao domínio pelo PCC de todo o território nacional;

9) Entregam de graça todo patrimônio do país, de nosso pré-sal a nosso regime de águas, com a Eletrobras, satélites, indústria bélica e até pedaços do território nacional do tamanho da Bélgica na Amazônia;

10) Começou o assassinato de políticos de esquerda;

11) O TSE se recusa a CUMPRIR A LEI e modernizar o sistema de votação brasileiro que é o pior e mais atrasado do mundo, inauditável, prenunciando claramente uma fraude eleitoral maciça;

12) Ministros do Supremo com Barroso advogam abertamente que o judiciário assuma funções executivas e legislativas na república;

13) Estão em ataque sistemático a todas as multinacionais brasileiras como a Petrobrás, Engenharia civil e indústria de alimentos com a JBS e Brasil Foods, setores inteiros da indústria como naval e cadeia do petróleo foram dizimados;

14) O FBI fechou "colaboração" com a PF para perseguir a imprensa alternativa brasileira em nome do combate às "fake news".

Temos que criar um movimento internacional bem abrangente enquanto há tempo, porque o Brasil perdeu as forças morais internas para sobreviver ou fazer qualquer frente a esse processo, não há nenhuma reação institucional ou não-institucional possível, nenhuma reação popular à vista.

Nem na ditadura militar vivemos algo parecido.

Gustavo Castañon é professor do departamento de Filosofia da Universidade Federal de Juiz de Fora

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