26 de mar de 2018

O objetivo é matar o Lula no Sul Maravilha

PiG trata os agressores como vitimas




A respeito do ataque de grupos de extrema-direita em São Miguel do Oeste-SC contra o ônibus que leva o presidente Lula em caravana pelos estados do Sul (leia também: Bolsonarianos querem matar o Lula?), o Conversa Afiada reproduz comentários e imagens enviadas pelo deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS):

A Polícia assistiu.

Poderia ter ocorrido uma tragédia!

Pedras, ovos, pau, e a Polícia ria!

O ônibus com o número 2080 é o ônibus do Lula.

Reprodução


Em tempo: em seu blog, Esmael Morais revela outro confronto com grupos de direita no município de Francisco Beltrão, sudoeste do Paraná.

Em tempo2: o deputado Paulo Pimenta compartilha, também, print de uma conversa no WhatsApp de um grupo que, parece, planeja ataques contra Lula em Quedas do Iguaçú-PR:


Em tempo3: sobre os relatos de que os policiais não defenderam a caravana - ao contrário, apenas riam da situação - os comandantes supremos da PM de Santa Catarina, o governador Raimundo Colombo (PSD) e o governador em exercício Eduardo Moreira (MDB) não irão tomar providências?







Ana Amélia do Nardes manda levantar o relho!

"Relho" é o chicote para tocar animais...


Ralho.jpg
É com isso que se faz a Democracia da RBS da dona Améli

Por Jeferson Miola:

A senadora Ana Amélia, o ódio de classe e a escalada do fascismo


A disputa política no Brasil a cada dia escala degraus mais altos na escada que leva ao fascismo.

O reacionarismo medieval dos latifundiários do Rio Grande do Sul [classe parasitária da terra, do clima, do trabalho escravo e de empréstimos públicos a custos generosos] à caravana do Lula confirma a contaminação da disputa política por componentes fascistas.

O grave é que a violência, o ódio e o preconceito de classe é estimulado pelas lideranças desta classe reacionária com o silêncio conivente da mídia e com a inação das Polícias Militar e Federal e dos Ministérios Públicos, que não reprimem tais práticas.

A senadora Ana Amélia Lemos, pertencente ao mesmo PP do conselheiro do TCU Augusto Nardes, aquele encrencado em escândalos diversos, exortou a selvageria praticada por uma minoria fascista.

Como prova do seu arcaísmo, Ana Amélia declarou: “Quero parabenizar Bagé, Santa Maria, Passo Fundo, São Borja. Botaram a correr aquele povo que foi lá levando um condenado se queixando da democracia. Atirar ovo, levantar o relho, mostra onde estão os gaúchos”.

Com este discurso, Ana Amélia estimulou o conflito social e a insubmissão à lei. Atuou, dessa maneira, mais como terrorista incendiária do que como senadora.

Colocando seu mandato a serviço da intolerância e do desrespeito às leis, a senadora quebra o decoro parlamentar – e o senado tem o dever de julgá-la por isso.

É no terreno da disputa democrática e plural e dentro das normas do Estado de Direito que se decidem os rumos de uma nação que se pretende civilizada.

Numa democracia, as diferenças ideológicas e políticas não são dirimidas com brutalidade ou truculência, como defendem Ana Amélia e sua horda fascista; mas sim através de processos democráticos.

Em tempo: a Senadora Ana Amélia não passa de colonista da Globo Overseas. Fez a carreira como correspondente em Brasília da RBS, afiliada da Globo no Sul, que não gosta de pagar imposto. Precisa desenhar, amigo navegante?

PHA

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