28 de fev de 2018

Conselho Nacional Eleitoral da Venezuela recebe seis candidaturas a presidente


Um total de seis candidatos apresentaram nesta terça-feira (27/02) suas postulações ante o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela, no último dia do prazo para tal. Além do presidente, Nicolás Maduro, outros candidatos de oposição se registraram.

Maduro entregou seu registro de candidatura respaldado pelo Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), pelo Partido Comunista da Venezuela (PCV), e pelas agremiações Patria Para Todos (PPT), Unidade Popular Venezuelana (UPV), Somos e ORA, além de partidos menores.

“Me encontro no CNE para entregar formalmente todos os recados constitucionais e legais para me converter no candidato do bloco revolucionário das forças chavistas e populares para o período 2019-2025”, afirmou Maduro.

Além disso, Maduro entregou ao CNE o Plano da Pátria 2025, com mais de 30.000 propostas extraídas do que chama de “bases do povo venezuelano com foco para o futuro e o crescimento econômico”.

Outros candidatos

O líder da Igreja Maranatha Javier Bertucci também apresentou sua candidatura e disse ser “a luz entre as trevas”.

Por sua vez, o ex-militar e dirigente da Frente Ampla Nacional Bolivariana (FANB), Francisco Visconti, também formalizou sua candidatura e afirmou que defende um projeto político que, mesmo baseado no bolivarianismo, não coincide com o que o governo venezuelano pratica. “Somos uma opção diferente de transformação integral do Estado venezuelano”, afirmou Visconti.

O opositor Henri Falcón também apresentou sua candidatura ao CNE, acompanhado pela organização política Avançada Progressists (AP), que faz parte da MUD, pelo Movimento ao Socialismo (MAS) e o Partido Social-Cristão (Copei). A MUD rechaçou a decisão de Falcón de se candidadatar.

Outro candidato que também formalizou sua postulação foi Reinado Quijada, do partido Unidade Política Popular 89 (UPP89), assim como o empresario Luis Alejandro Ratti, que se candidata de maneira independente. Segundo Ratti, as eleições são “a única opção democrática para permitir a saída de Maduro”.

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