12 de jan de 2018

Rede da Legalidade 2018 começa hoje as transmissões ao vivo direto de Porto Alegre


Uma Rede da Legalidade para durar além da Defesa de Lula e ajudar a construir uma rede de comunicação que combata as mentiras e falácias da grande mídia de de forma efetiva, armando a nossa militância para o debates do dia a dia. Blogueiros, militantes digitais das redes sociais, Web Rádios, Movimentos Sociais, Rádios Comunitárias, todos juntos numa grande Rede em Defesa da Legalidade, da Democracia, da Soberania Nacional e pelo Direito de Lula ser Candidato nas eleições de 2018.

Carlos Bastos, um dos Jornalistas que estava com Brizola na constituição da Rede da Legalidade de 2018, estará conosco ao Vivo para simbolizar aqueles tempos de luta. Estará conosco também Edegar Pretto, Presidente da Assembléia Legislativa do RS e filho de Adão Pretto, um dos símbolos da luta contra a Ditadura no Brasil. Siga, acompanhe e mais importante, Participe  da Rede da Legalidade clicando no link a seguir:

https://www.facebook.com/rededalegalidade2018/

Frei Sérgio lembra Brizola e propõe reeditar a Rede da Legalidade em Defesa da Democracia e de Lula

Em agosto de 1961, portanto, há quase 57 anos, o Brasil conheceu inédita campanha da legalidade em defesa da ordem jurídica vigente durante a primeira experiência de democracia ampliada a partir de 1945. Naquela oportunidade, sete anos depois de as mesmas forças do atraso terem sido derrotadas em sua tentativa golpista de romper com a ordem democrática contra o governo do presidente eleito Getúlio Vargas (1950-1954), emergiu rápida e inesperada mobilização civil e militar na defesa da posse do vice-presidente João Goulart diante da renúncia do então presidente Jânio Quadros.

A campanha da legalidade se formou em torno da Rádio Guaíba de Porto Alegre que passou a funcionar diretamente do Palácio Piratini, sede do governo gaúcho, acompanhada pela retransmissão de rádios como a Brasil Central, também instalada no Palácio das Esmeraldas, sede do Governo de Goiás, a Rádio Clube de Blumenau, em Santa Catarina, a Mayrink Veiga, no Rio de Janeiro. Por meio das ondas curtas, a campanha da legalidade integrou o país e mobilizou a população, evitando o golpe que se encontrava em marcha.

Sob a liderança do governador do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, a defesa da posse de João Goulart foi mantida, embora dias tensos tenham sido vividos com muita intensidade. Como parcela das forças do atraso, instrumentalizados por militares aliados com os Estados Unidos, somente aceitava a democracia desde que os eleitos fossem os conservadores, impediam a posse do progressista Jango.

Para romper com o golpe em marcha, o governador Brizola convocou a população que respondeu positivamente, mobilizando e ocupando as ruas em várias cidades para a defesa da democracia. A reação imediata foi a tentativa de bombardear a sede do governo gaúcho que em resposta organizou a Polícia Militar e distribui armas à população.

Em 2016 o Brasil sofreu um novo golpe, desta vez não militar, mas vindo de Instituições como o Congresso Nacional e do Judiciário, cujo STF acatou a derrubada sem crime da Presidenta Dilma. Mas o golpe com a derrubada de Dilma esta inconcluso, por que Lula persiste na sua luta por um Brasil mais justo e menos desigual. Aí, através de uma escancarada perseguição a Lula, a mídia, o Juiz Moro e setores do judiciário continuam a senda golpista. A perseguição, que o mundo inteiro chama de lawfare, é executada pelo Ministério Público e pelo Judiciário Brasileiro, até então por um Juiz de 1ª instância movido por convicções ideológicas, auto explicitadas em sua sentença e por procuradores auto proclamados messiânicos do MPF e com a cobertura escancarada da grande mídia tupiniquim. É a Luta de Classes travada pelas armas da Comunicação. E pela mesma razão que Brizola montou a Rede da Legalidade, Frei Sérgio Goërgen esta compondo uma reedição da Rede da Legalidade, desta vez com a participação de Blogueiros, internautas, Web rádios e rádios comunitárias, para mostrar ao povo do Brasil e do mundo o que acontece nos dias que antecedem o Histórico dia 24/01/2018. Como diz Carlos Wagner, renomado Jornalista gaúcho na Live que posto a seguir: “o que esta sendo julgado não é Lula, mas o Judiciário e a mídia brasileira”. O Brasil e os brasileiros esperam que o TRF4 reponha a justiça no seu devido lugar e anule a sentença de Moro que sem provas, baseado apenas em convicções, condenou Lula. Lula é a única liderança que pode reunificar o Brasil e recolocar o Brasil no caminho do Desenvolvimento Soberano e que seja democrático e justo para todos os Brasileiros e Brasileiras.

No Luíz Müller Blog

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