31 de jan de 2018

Datafalha: Moro elege Bolsonaro presidente!

Prestígio de Lula não cai mesmo depois dos 3 a 0 dos desembagrinhos!

Na foto, o presidente que o Moro pediu à Itália
Saiu o Datafalha dos 3 a 0.

Com todos os desembagrinhos, Murrows, ministro do STJ e a campanha implacável do Gilberto Freire com “i”, convencionais de Atlanta e Joe Bidens, o nordestino analfabeto, sem-dedo e que não fala inglês lidera em todas as hipóteses: no primeiro, segundo, terceiro turno e quantos houver!

Lula 34%, Bolsonaro 16, Bláblárina 8, Huck do FHC Brasif 6 e Santo do Alckmin 6.

(Lamentavelmente, o Datafalha se esqueceu de incluir seu eterno candidato, o Careca, o maior de todos os ladrões.)

Num segundo turno, Lula, de novo: 49 a 32 contra Bolsonaro.

Um horror!

Sem Lula, no cenário previsto pelos Murrows, desembagrinhos, os convencionais de Atlanta e os Joe Bidens, Bolsonaro ganha: 18 contra 13 da Bláblá, 10 do Ciro, 8 do Luciano do FHC da Privataria Tucana e 8 do Santo!

Portanto, a Casa Grande tem o Bolsonaro e a Bláblá!

Ou não foi para isso que eles deram o Golpe?

Viva a República Federativa da Cloaca!

Nós aqui e o Murrow em Harvard, às gargalhadas, na imaculada companhia do Zucolotto, que vai passear de barco no Charles River!

PHA


Sem Lula, disputa por vaga no segundo turno se acirra

Em uma possível corrida presidencial sem Luiz Inácio Lula da Silva (PT), quatro candidatos disputariam uma vaga no segundo turno contra Jair Bolsonaro (PSC), de acordo com a primeira pesquisa do Datafolha após a condenação do petista em segunda instância.

Levantamento realizado na segunda (29) e na terça (30) mostra que o ex-presidente manteve vantagem sobre os rivais, com até 37% das intenções de voto. Seu eleitorado, porém, se pulveriza e a briga tende a se tornar acirrada caso ele seja barrado com base na Lei da Ficha Limpa.

Bolsonaro aparece em primeiro lugar no principal cenário sem Lula, com 18%. Ele supera Marina Silva (Rede), Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB) e Luciano Huck (sem partido).

Marina lidera o segundo pelotão, com 13%. Ciro (10%), Alckmin (8%) e Huck (8%) estão tecnicamente empatados.

O Datafolha fez 2.826 entrevistas em 174 municípios. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR 05351/2018.

Apesar de liderar a corrida sem Lula, Bolsonaro parou de crescer. Ele oscilou negativamente em todos os quadros apresentados na pesquisa, em comparação com o levantamento de novembro.

No início de janeiro, reportagens da Folha revelaram que o patrimônio de Bolsonaro e de sua família se multiplicou depois que ele entrou na política, e que o deputado recebe auxílio-moradia da Câmara apesar de ser dono de apartamento em Brasília.

As intenções de voto do deputado também ficaram estáveis nas simulações de segundo turno. Ele seria derrotado tanto pelo ex-presidente Lula (49% a 32%) quanto pela ex-senadora Marina Silva (42% a 32%).

A pesquisa indica ainda que o ex-presidente Lula conserva força eleitoral mesmo condenado a 12 anos e 1 mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro pelo TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região).

O petista lidera o primeiro turno em todos os cenários em que seu nome é colocado, com percentuais que variam de 34% a 37%. No segundo turno, venceria Alckmin (49% a 30%) e Marina (47% a 32%), além de Bolsonaro.

A condenação de Lula pode torná-lo inelegível, mas sua participação na campanha depende de uma decisão do TSE que só deve ocorrer em setembro. Até lá, ele pode se apresentar como pré-candidato e recorrer a tribunais superiores para garantir seu nome na disputa.

A saída de Lula impulsionaria principalmente Marina e Ciro Gomes. Na comparação de cenários com e sem a participação do ex-presidente, Marina passa de 8% para 13%, enquanto Ciro cresce de 6% para 10%.

PATINANDO

Outros candidatos também crescem quando Lula está fora do páreo, mas de forma mais tímida: tanto Geraldo Alckmin quanto Luciano Huck sobem de 6% para 8%.

No cenário sem Lula, um dos possíveis candidatos do PT, o ex-governador baiano Jaques Wagner, aparece com 2%. O percentual de eleitores que diz não saber em quem votar ou que votaria em branco ou nulo sobe de 16% para 28% quando o ex-presidente não é um dos candidatos.

Huck reestreou na pesquisa empatado com Alckmin em todos os cenários.

O apresentador da Rede Globo havia afirmado, em artigo publicado em novembro na Folha, que não vai disputar a eleição, mas apareceu em janeiro no "Domingão do Faustão" com um discurso político e continua sendo cortejado por partidos para concorrer ao Planalto.

Favorito para se candidatar à Presidência pelo PSDB, Alckmin patina em todos os cenários do Datafolha. O tucano tem de 6% a 11% das intenções de voto.

No segundo turno, o tucano seria derrotado por Lula e aparece tecnicamente empatado em uma disputa com Ciro Gomes. Nesta segunda simulação, quase um terço dos eleitores diz que votaria em branco ou nulo.

A dificuldade enfrentada por Alckmin para subir nas pesquisas provocou questionamentos dentro de seu próprio partido sobre a viabilidade de sua candidatura.

Potencial alternativa ao governador no PSDB, o prefeito paulistano João Doria também não decolou: aparece com, no máximo, 5% das intenções de voto.

Datafolha 31.jan - 1º turno
Datafolha 31.jan - 1º turno

Datafolha 31.jan - 2º turno
Datafolha 31.jan - 2º turno

Datafolha 31.jan - rejeição
Datafolha 31.jan - rejeição

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