3 de jun. de 2017

Na TV espanhola, ex-amante de FHC Mírian Dutra diz que Moro continuará perseguindo Lula porque quer mídia


El Tribunal Supremo de Brasil ha rechazado la petición de la defensa del presidente Michel Temer.

Esta petición trata de aplazar el testimonio que el dignatario deberá hacer por escrito ante la Policía en el marco de la investigación abierta contra él por los delitos de corrupción pasiva, obstrucción a la justicia y asociación ilícita.

Sin embargo, el presidente brasileño se ha mostrado totalmente decidido a no dimitir y además ha anunciado que enviará a su canciller Aloysio Nunes Ferreira a Washington para confirmar a las autoridades estadounidenses que las instituciones democráticas en Brasil siguen funcionando.

Se trata de un gesto que muchos interpretan en clave de servilismo y dependencia ante un Gobierno extranjero. Mientras tanto las calles de Brasil son el escenario habitual de la imparable indignación ciudadana puesta de manifiesto en multitudinarias movilizaciones para exigir la renuncia de Temer y elecciones directas.

Invitados:

Estela Viana, periodista

Julimar Da Silva, profesor de Economía en la UAM

Mirian Dutra, periodista

Sonia Alda, historiadora

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Tesoureiro informal de Aécio ameaça entregar mais esquemas de Aécio


Apontado como tesoureiro informal do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), o ex-presidente da Companhia de Desenvolvimento de Minas Gerais (Codemig) Oswaldo Borges da Costa estaria fazendo movimentações para iniciar uma negociação pela delação premiada junto ao Ministério Público Federal.

A informação é do jornal O Tempo, de Minas Gerais, que diz ter tido contato com interlocutores próximos de Costa. Segundo reportagem do jornal, a defesa, inicialmente, nega a informação.

A iniciativa de Oswaldinho, como é conhecido, pela delação teria se dado após a operação Patmos, da Polícia Federal, que prendeu Frederico Pacheco, primo de Aécio, e Andrea Neves, irmã do senador afastado.

O ex-presidente da Codemig é acusado de ter recebido propina em nome de Aécio e suspeito de participar de um esquema de superfaturamento na obra da Cidade Administrativa, sede do governo mineiro construída em Belo Horizonte durante o governo do tucano. Ele responde a dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal.

No Esquerda Valente
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Sem saídas, delação de Funaro ameaça ainda mais Cunha e Temer

Arrolados pelas acusações da JBS, por falta de opções, agora é o operador do ex-presidente da Câmara que negocia acordo que atingirá em cheio Cunha e Temer


O empresário Joesley Batista teria repassado R$ 173 milhões ao doleiro Lúcio Funaro, considerado o principal operador financeiro do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Nos depoimentos do acordo de delação premiada, o executivo da JBS relaciona esses repasses a Funaro diretamente com Cunha, e os dois, por sua vez, com Michel Temer.

Joesley Batista disse que a dupla Funaro e Cunha "encamparam" indicações de terceiro escalão do governo Dilma Rousseff, dominando o jogo de interesses e influências. "Eles vinham tomando terreno, este grupo. Encampou o [fundo de investimento] FI-FGTS, encampou a Caixa, aí encampou o Ministério da Agricultura", disse.

De acordo com Joesley, entre os repasses de R$ 173 milhões desde 2011, Funaro recebeu da JBS como propina uma casa nos Jardins, em São Paulo, de R$ 14 milhões, e um helicóptero, de R$ 8,4 milhões. Além dos depoimentos, o empresário entregou uma planilha que traz descrito a entrada e a saída dos pagamentos ao operador de Cunha.

De acordo com os registros entregues por Joesley Batista, a conta-corrente foi abastecida não apenas pela JBS, como por outras empresas do grupo controlador J&F, como a Eldorado Celulose e a Vigor. 

O suborno, contou Joesley, era para que fossem liberados os empréstimos na Caixa Econômica - tema de outra investigação sobre fraudes na liberação de créditos entre 2011 e 2013, com mira no ex-Secretário de Governo de Temer, Geddel Vieira Lima, e no próprio ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Segundo Joesley, Cunha e Funaro detinham influência nas operações do banco e a propina era a exigência para a liberação dos financiamentos. O empresário mencionou, ainda, o ex-vice-presidente da Caixa, Fábio Cleto, que também é investigado no processo e fechou acordo de colaboração.

Além do FGTS na Caixa, o executivo disse que teve que pagar mais R$ 2 milhões na pasta de Agricultura pela regulamentação da exportação de restos bovinos, medida que, segundo ele, nem sequer foi solicitada. 

Com o operador de Cunha e o ex-deputado ainda mais arrolados no esquema de corrupção, o andamento de uma antiga delação premiada voltou à tona e Cunha tenta reverter os estragos das delações da JBS. Funaro e Cunha teriam recebido os repasses do montante até uma semana antes de Joesley começar a prestar os depoimentos no acordo com o Ministério Público Federal. 

A defesa do ex-deputado do PMDB pediu nesta semana a anulação do acordo da JBS. A solicitação ao Supremo Tribunal Federal (STF) alega que não há provas sobre o suposto pagamento mensal a Cunha para a compra de seu silêncio, tema que também envolveu o mandatário hoje no Poder.

Lúcio Funaro volta a tentar uma colaboração de depoimentos com a Procuradoria-Geral a República (PGR). Nesta semana, ele teria entrado em contato com representantes do MPF para a negociação. A expectativa é que o suposto operador de Eduardo Cunha não apenas detalhe como funcionava os esquemas com Cunha, como também atinga em cheo o atual presidente Michel Temer.

No GGN
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O Dr. Dallagnol vai devolver a visita ao Rocha Loures?


Na véspera da derrubada de Dilma Rousseff, o procurador Deltan Dallagnol, o pregador de Curitiba, recebeu, como registra a Folha de S. Paulo, a visita do futuro (futuro?) homem da mala de Michel Temer.

É indício de uma articulação para que a “Força Tarefa” ajudasse a derrubar a Presidenta e ajudaria o novo Governo, sendo por ele ajudada, também?

Só nos critérios da República de Curitiba poderia ser.

Imagine, então se aparecesse uma foto do encontro: que escândalo!

Bem, há certamente um escândalo nesta história: o emissário de um vice-presidente ir procurar um membro do Ministério Público que não é o chefe da instituição para conversas que só se poderia ter institucionalmente.

Menos ainda porque Loures foi emissário de uma exigência dos procuradores, a de manter o delegado Rosalvo Franco como superintendente da Polícia Federal no Paraná, o que caracteriza uma interferência indevida nas atribuições do diretor geral da PF e no Ministério da Justiça.

A menos que o Dr. Dallagnol negue que tenha sido este o conteúdo da conversa e diga que a visita foi de cortesia, de caráter pessoal.

Neste caso, poderia devolvê-la agora que Loures está em dificuldades.

Ou será que vai esperar que o ex-deputado, se Temer cair e perder o foro privilegiado, seja transferido para Curitiba sem dar ao procurador o trabalho de viajar.

Fernando Brito
No Tijolaço
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Rocha Loures é Aécio Neves amanhã e Michel Temer depois de amanhã

“Você vai ser o primeiro a ser comido e eu o segundo. Não conta pra Marcela”
A prisão do ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures, o homem que carregava a mala de dinheiro sujo que seria dele e de Michel Temer, motiva a pergunta: e quando será a vez de Aécio Neves e de Michel Temer?

Dois fatos unem Aécio a Loures.

Um é o corruptor – Joesley Batista.

O outro é o governo da república, que ambos, na proporção de poder de cada um, movimentaram ou movimentam.

Joesley deu 60 milhões de reais para Aécio em 2014, para financiar sua campanha e ajudar na compra de aliados.

Em contrapartida, segundo a Procuradoria da República, Aécio Neves “usou o seu mandato para beneficiar diretamente interesses do grupo.”

No pedido de prisão de Aécio, o procurador Rodrigo Janot cita dois favores prestados por Aécio: a liberação de créditos de 12,6 milhões de ICMS da JBS Couros e de créditos de 11,5 milhões de ICMS para uma empresa ligada à Seara, comprada por ele.

Na conversa gravada por Joesley, Aécio prometia mais: a nomeação de diretoria da Vale e a interferência na Polícia Federal para abafar as investigações.

Aécio já poderia ter sido preso, na única hipótese prevista na Constituição para políticos com foro privilegiado: o delito flagrante, pois a ação controlada nada mais é do que o adiamento da prisão para coletar mais provas.

E o Ministério Público coletou mais provas: a mala de dinheiro foi entregue a emissários de Aécio.

E agora o mais grave: o crime continua acontecendo, na medida em que Temer tirou o ministro que Aécio considerou “peba” e colocou outro, que já estuda mudanças na Polícia Federal.

Não era isso que Aécio disse a Joesley que precisava ser feito?

E, ao que parece, está sendo feito.

Tudo diante dos nossos olhos.

E Aécio continua solto.

Recapitulado: Ao pedir dinheiro, Aécio cometeu o crime de corrupção, segundo a Procuradoria da República.

Poderia ter sido preso.

Mas o Ministério Público Federal preferiu reunir mais provas. E conseguiu: documentou a entrega das malas de dinheiro.

Fachin preferiu deixar Aécio solto, e transferiu a responsabilidade para a presidente do Supremo, Carmen Lúcia, que, mediante sorteio, designou Marco Aurélio Melo para decidir sobre a prisão.

O que falta para Aécio ser preso?

Agora Michel Temer: depois do cerco se fechar ao ex-deputado Loures, mesmo antes da prisão, Michel Temer permaneceu tranquilo, informaram assessores do Palácio do Planalto a seus porta-vozes na Globo News, pois, segundo o que dizem, não há o que Loures delatar.

Não?

Fato 1: Foi Loures quem marcou o encontro entre Michel Temer e Joesley Batista no Palácio do Jaburu.

Fato 2: Michel Temer e Joesley combinam que Loures passaria a ser o intermediário dos pleitos da JBS junto ao governo federal.

Fato 3: O emissário da JBS, ao acertar a entrega da mala de 500 mil reais a Loures, diz que a propina é o início de transação que garantiria 500 mil semanais para ele e Michel, durante 25 anos, uma aposentadoria milionária.

Esses três fatos estão relacionados a um único corruptor, Joesley Batista, mas Loures é homem de confiança de Temer há muito mais tempo.

É provável que tenha algumas coisas mais a falar.

Mas será que vai?

Até segunda-feira passada, o advogado de Loures era o criminalista José Luís de Oliveira Lima e, sob orientação dele, o ex-deputado entregou à Polícia Federal a mala com 465 mil reais em dinheiro e depois fez o depósito de mais 35 mil reais.

Parece uma atitude de quem está disposto a colaborar com a Justiça.

O novo advogado, Cézar Roberto Bitencourt, assumiu a causa depois de escrever dois artigos, publicados no site Conjur, em que defende a tese de que, na conversa com Joesley Batista, Temer não cometeu nenhum crime – nem obstrução da justiça muito menos prevaricação – e considerou a ação do Ministério Público Federal de flagrante forjado.

Nos artigos, Bitencourt não levou em consideração que a gravação de Joesley foi feita antes do início da negociação com a Procuradoria da República para a delação premiada – e parece verdade, pois, se tivesse orientação profissional, certamente o áudio da conversa teria melhor qualidade.

Outro ponto que o advogado não levou em consideração: não é crime gravar a própria conversa, seja com o manobrista do restaurante ou com o presidente da república.

O que poderia ser considerado inválido como prova é o flagrante forjado, mas a fita não é o evento principal relacionado à investigação preliminar que fez a Procuradoria da República.

Tenta-se desqualificar a parte para impedir a visão do todo.

No meio jurídico, o artigo foi recebido com desconfiança, já que, por ser procurador de justiça aposentado e professor universitário experiente, ele embarcou muito rapidamente na tese de defesa de Michel Temer.

Fato é que, logo depois da publicação dos artigos, Loures trocou de advogado: saiu Oliveira Lima e entrou Cézar Roberto Bitencourt.

Formalmente, Bitencourt defende o homem que carregava a mala, mas não é descabido suspeitar que, na verdade, ele foi contratado para proteger o homem a quem esta – ou outras malas – se destinaria.

Com ou sem manobra jurídica, o lamaçal está tão exposto que a prisão de Loures hoje parece ser a prévia do que acontecerá – talvez num tempo muito mais curto do que se supõe: Aécio e Temer entrando na carceragem da Polícia Federal.

No final, poderão se perguntar: foi para isso que fizemos o golpe?

Joaquim de Carvalho
No DCM
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Prisão de Loures em Brasília aumenta a pressão sobre Temer

Receptor de uma mala de 500 mil reais da JBS, homem de confiança do atual presidente foi detido na manhã deste sábado 3

"Se Loures delatar, só vão querer uma frase: o dinheiro era para o Temer", comenta um congressista
O ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures, flagrado por investigadores ao receber uma mala de 500 mil reais da JBS, foi preso na manhã deste sábado 3 por determinação do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal. 

Loures foi preso em sua casa, em Brasília, e está detido na Superintendência da Polícia Federal. O ex-deputado perdeu seu posto no Congresso na quinta 1º  após o retorno à Câmara de Osmar Serraglio, substituído no Ministério da Justiça por Torquato Jardim. 

A prisão foi solicitada também na quinta 1º por Rodrigo Janot, procurador-geral da República. No novo pedido de detenção, a Procuradoria apontou que a perda de foro privilegiado de Loures, alijado do cargo de deputado após Serraglio reassumir seu mandato parlamentar, não impunha mais barreiras à prisão do ex-assessor de Temer. 

A postura de Serraglio favoreceu a prisão de Loures: após deixar a pasta, o ex-ministro da Justiça rejeitou assumir o Ministério da Transparência, o que garantiria blindagem ao ex-deputado detido, suplente da bancada do PMDB na Câmara. 

Motivo de apreensão para o Planalto, uma delação de Loures contra Temer ainda é incerta. O "maleiro" acaba de mudar de advogado e contratou um criminalista gaúcho conhecido por suas críticas a delações. Para Cezar Roberto Bittencourt, elas são "traiçoeiras", por partirem de interessados em "alguma vantagem pessoal" e, portanto, capazes de "mentir" e "manipular" informações.

Publicamente, o advogado de Loures não descarta enfaticamente um acordo de colaboração, mas afirma que buscará outras alternativas, como a anulação da delação da JBS. "Não tem sentido começar uma defesa pensando em colaboração", afirmou na segunda-feira 29. 

Apesar disso, comentava-se em Brasília antes da prisão de Loures que emissários seus sondaram a Procuradoria Geral da República sobre as possibilidades de um acordo. Filho de uma rica e tradicional família do Paraná, uma gente influente por lá há três séculos, Loures não levou uma vida capaz de endurecer-lhe o couro. Ficar no xadrez sem data para sair talvez seja demais para ele.

Vários ex-colegas parlamentares, alguns de seu partido, o PMDB, outros de seu estado, apostam que ele fará uma delação. "Se ele fizer, só vão querer uma frase: o dinheiro era para o Temer", comenta um congressista paranaense. 

O anexo 9 da delação premiada de Joesley Batista, dono da JBS, indica que o empresário da JBS prometeu a Michel Temer, enquanto este estava no cargo de presidente da República, 5% do lucro obtido por sua companhia na operação de uma usina termelétrica em Cuiabá. A promessa teria sido feita por Joesley a Loures, apontado por Temer em conversa com o dono do frigorífico como homem de sua "estrita confiança".

Em um café em São Paulo, Loures e o lobista da JBS Ricardo Saud combinaram, de acordo com a investigação, o pagamento de 500 mil reais por semana ao longo de 20 anos, tempo em que vigoraria o contrato da termelétrica. Isso representa um total de 480 milhões de reais em propina. A mala com 500 mil reais teria sido a primeira parcela do acordo.

André Barrocal
No CartaCapital
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Kennedy despreció la propuesta que pudo cambiar la historia entre Cuba y EEUU

Che Guevara fue portador de una propuesta de modus vivendi que podría haber cambiado la historia de las relaciones entre EE.UU. y Cuba, el 18 de agosto de 1961.

El primer encuentro entre representativos de Cuba y Estados Unidos pudo cambiar la historia.
Foto: Prensa Latina.
Al finalizar la Conferencia de Punta del Este que lanzó la Alianza para el Progreso, fue organizado por diplomáticos de Argentina y Brasil el primer encuentro entre representativos de Cuba y Estados Unidos: Che Guevara, presidente del Banco Nacional, y Richard Goodwin, asesor del presidente John F. Kennedy (JFK), a sólo 4 meses de la invasión de Bahía de Cochinos.

Washington trataba de presentarse como víctima de Cuba, a la que imputaban una apócrifa alianza con los países socialistas contra las dos Américas. Intentaban utilizar en especial la proclamación hecha por Fidel desde el inicio de la agresión, por el bombardeo del 15 de abril.

El comandante fue aclamado por el pueblo, congregado frente al cementerio capitalino al día siguiente al afirmar que los 7 muertos y 53 heridos víctimas del bombardeo y quienes muriesen defendiendo la Isla, lo hicieron y lo harían por defender el socialismo.

Tal pretexto de país agredido había sido usado por Washington para arrebatar a México más de la mitad de su territorio, con la consigna: Remember El Alamo en 1836. Contra España fue semejante Remember El Maine, en 1898. Trataban de establecer un remember Bahía de Cochinos en 1962, con Cuba como escenario.

El encuentro, dos veces fracasado durante la Conferencia, comenzó la noche del 17 de agosto, pero la reunión “secreta e informal” organizada por el brasilero Edmundo Barbosa da Silva y el argentino Horacio Rodriguez Larreta, se efectuó cuando Che llegó a las 02:00 horas del día 18 a la residencia en Montevideo de Augusto Derson da Silva, delegado de Brasil ante la Asociación Latinoamericana de Libre Comercio (Alalc).

En realidad, la reunión fue gestionada por el presidente Arturo Frondizi, de Argentina, con cierta autorización de Kennedy, quien quería tener información confiable y directa sobre Cuba.

JFK disfrutó bastante con el relato de su asesor cuando regresó a Washington. Goodwin narra que se encantó con los habanos que le envió Che, quien mostró su agudo sentido del humor al “agradecer” a su interlocutor la ocasión que “había brindado la invasión de abril para proclamar una gran victoria que transformó a un pequeño país agraviado, en un igual”.

El asesor de Kennedy contestó con un “De nada”, igualmente medio en broma, y preguntó si ahora los cubanos “invadirían” a Guantánamo.

¡Nunca!, respondió Che con semejante tono risueño por la velada alusión del asesor de JFK a su denuncia en Punta del Este sobre el atentado a Raúl.

Después, Che declaró que la Alianza para el Progreso estaba destinada al fracaso, como así ocurrió, aunque “era una valiosa idea,” pero ni el Senado ni la Cámara de EEUU la aprobaron.

Che planteó la posibilidad de llegar a un Modus Vivendi especial y enumeró los temas en qué estaría Cuba dispuesta a ceder y en los que no. Pero Kennedy no expresó interés en la idea, pues la consideraba prematura y muy contradictoria con sus planes marcados por la operación Mangosta como respuesta a Playa Girón.

Goodwyn indicó que Cuba estaba atravesando una seria crisis económica y que la URSS no estaba preparada para solucionarla. Apuntó el asesor que era razonable suponer que algunos de los dirigentes cubanos querían un acuerdo con EEUU y otros menos. Che habló, según Goodwin, varios de los problemas cubanos básicos y mencionó los sabotajes, la hostilidad o tibieza de la pequeña burguesía, la actitud de la Iglesia Católica y la dificultad para importar por las bajas reservas monetarias.

Aconsejó el asesor prestar poca atención a Cuba, intensificar la presión económica, sabotajes en plantas industriales como refinerías, discreta presión militar como maniobras navales, tensión en Guantánamo, difusión de inteligencia falsa, destruir actividades económicas, aumentar la propaganda y procurar de alguna manera continuar, bajo cuerda, el diálogo que Che comenzó.

Los fundadores de EEUU fueron creadores de la primera República moderna de la historia, pero se mostraron incapaces de suprimir el sistema esclavista. Washington, Jefferson y otros eran dueños de esclavos, lo que no impidió que calificaran esa actividad de “comercio execrable” en la Declaración de Independencia. El gobierno federal al par que firmaba documentos de paz con los indios, habitantes primitivos de EEUU, preparaba al ejército para despojarlos de sus tierras como fue la conocida matanza de Wounded Knee. A México, al par que lo camelaban, le arrebataron la mitad de su territorio.

Desde 1895, las autoridades de EEUU camelaron a España, apresando 71 buques con armamento y municiones para los cubanos. Al mismo tiempo, trabajaban en planes para arrebatarles Cuba, Puerto Rico y Filipinas.

Las contradicciones de Kennedy, solo 4 meses después de Playa Girón y desde que asumió la presidencia, reflejan en el fondo las de esa potencia desde 1776.

No CubaDebate
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Planalto manipulou agendas de Temer após delação de Joesley

Análise dos códigos-fonte aponta que sistema foi acessado para alterar informações no mesmo dia da operação da Polícia Federal. Planalto diz que apenas realizou “transferências de bancos de dados”

Eles
Em 18 de agosto de 2014, o lobista do grupo J&F, Ricardo Saud, viajou para Brasília para comunicar pessoalmente ao então vice-presidente, Michel Temer (PMDB), que obteve o aval para o repasse de R$ 15 milhões ao PMDB na campanha eleitoral, fruto de um acerto espúrio para compra do apoio a Dilma Rousseff. O relato está na delação premiada do executivo, que veio a público há duas semanas. A agenda eletrônica da Vice-Presidência da República registra apenas uma informação para aquele dia: “Sem compromisso oficial”. Um novo detalhe revelado por Época, porém, coloca sob suspeita esses dados oficiais e aponta até mesmo um indicativo de obstrução da Justiça. Os servidores de informática do Palácio do Planalto registraram dezenas de modificações nas agendas antigas de Temer realizadas entre 11h20 e 11h31 de 18 de maio, dia em que estourou a Operação Patmos, baseada na delação da JBS e que trouxe a público graves acusações envolvendo até mesmo o presidente da República.

Época submeteu os códigos-fonte (espécie de alfabeto das máquinas, com números, letras e símbolos usados para fazer funcionar os programas de computadores) das páginas na internet que registram as agendas antigas de Temer a dois peritos da Polícia Federal especialistas em informática, que, separadamente, chegaram à mesma conclusão: o servidor do Planalto foi acessado e as agendas antigas manipuladas naquela mesma manhã em que a PF cumpria mandados de prisão e buscas autorizados pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF). Entre os dias nos quais constam alterações no sistema está a exata data desse encontro revelado pelo lobista da JBS. No espelho das alterações realizadas na máquina central que gerencia o programa de agendas antigas de Temer, consta: “

Procurado, o Planalto apresentou uma justificativa para o acesso realizado. Em nota, reconheceu que acessou os servidores da Presidência para edição das agendas antigas de Michel Temer, mas disse que a motivação foi apenas burocrática. Nega ter modificado ou suprimido informações das agendas. “Não houve alterações feitas por funcionários do gabinete nas agendas do então vice-presidente, Michel Temer. O que houve foi apenas uma transferência dos calendários para bancos de dados para evitar problemas tecnológicos, realizada na verdade no dia 16 de maio. Essa mudança garantiu o acesso público aos dados sem problemas de confusão de informações por questões técnicas”, afirmou a assessoria do Planalto.

Agenda da vice-presidência não registrou encontro com executivo da JBS; código-fonte alteração no dia da Operação Patmos (Foto: Reprodução)
A agenda da Vice-Presidência não registrou encontro com executivo da JBS.
Códigos-fonte, alteração no dia da Operação Patmos
Mas ao analisar as mais de 100 páginas com os scripts e códigos computacionais das agendas, os peritos observaram que nem todas as agendas antigas foram modificadas no mesmo dia 18. Ou seja, um grupo expressivo fugiu do padrão: as agendas que foram manuseadas no último dia 18 de maio, no calor da operação da PF, que poderia, por exemplo ter registrado o encontro com o executivo da JBS. Na avaliação dos peritos consultados pela reportagem, como as modificações não ficaram registradas em todas as agendas, a indicação é que pode ter ocorrido uma busca por palavras-chave para a realização de alterações específicas. Consultados sobre a justificativa do Planalto, os peritos apontam que uma migração de dados deveria provocar alterações em todas as agendas, e não somente em algumas.

Pelos dados disponíveis externamente, não é possível saber efetivamente quais foram – e se ocorreram – as modificações e o histórico de edições das agendas de Temer. Somente uma perícia dentro dos servidores do Palácio do Planalto poderia resgatar o histórico das páginas e apontar efetivamente se houve supressão de dados com o objetivo de proteger Michel Temer das investigações da Lava Jato, apagando rastros que poderiam implicá-lo mais ainda.  Para os especialistas, no entanto, os programas governamentais – os da própria PF, por exemplo – costumam só registrar modificações nos documentos acessados se esses foram efetivamente alterados. Ou seja, o simples consultar dos arquivos, de agendas antigas arquivadas no banco de dados do Planalto, não registraria como data de modificação o último dia 18 de maio se essas não tivessem, de fato, sido alteradas. Em todo caso, não descartam que o sistema de informática da Presidência esteja defasado. O sistema aponta alterações em agendas oficiais da Vice-Presidência da República desde 2012 até a véspera do dia em que Temer assumiu interinamente a Presidência com o afastamento de Dilma Rousseff, 12 de maio do ano passado.

Naquele dia, 18 de agosto de 2014, Michel Temer estava em Brasília e chegou a participar de uma reunião da comissão executiva nacional do PMDB. A campanha eleitoral corria a todo vapor, e sua participação nas articulações era intensa. Por isso, nada mais natural que recebesse um empresário para tratar sobre recursos de campanha, ainda que sua agenda não registre o encontro. Além desse relato de Ricardo Saud, as delações da JBS trazem muitas referências a outras reuniões com o peemedebista, evidenciando uma relação de proximidade. O próprio sócio da empresa, Joesley Batista, contou que “esteve com Temer em múltiplas ocasiões, não menos que 20 vezes, ora em seu escritório de advocacia, ora na residência de Temer, ora ainda no Palácio do Jaburu”. Também relatou diversas solicitações de pagamento de propina feitas diretamente pelo peemedebista. Já Saud contou que os encontros com Temer se intensificaram em 2014 por causa da campanha eleitoral. “Do final de agosto até o final de outubro de 2014, Temer e Saud encontraram-se em múltiplas ocasiões, ora no Palácio do Jaburu, ora no gabinete da Vice-Presidência da República, ora na residência de Temer em São Paulo, para ajustar a distribuição do dinheiro”, afirmou em sua delação. As apurações da Lava Jato indicam que a maioria desses encontros de Temer com os executivos da JBS nem tinha registro oficial. O último deles, por exemplo, ocorreu totalmente às escondidas, em 7 de março de 2017, às 22h30, e foi nele que Joesley gravou a conversa na qual relatou sutilmente que estava fazendo pagamentos ao ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), mantendo com ele uma “boa relação”. Após a polêmica, Temer passou a registrar em detalhes sua agenda.

Os códigos-fonte das páginas alteradas indicam ainda um nome como criador do conteúdo: Aline Alves Sales, assessora de Temer desde a presidência da Câmara, em 2010, e que passou a acompanhá-lo na Vice e na Presidência, como uma das funcionárias que cuidam de sua agenda. Na avaliação dos peritos consultados pela reportagem, só o acesso aos servidores do Palácio do Planalto podem garantir se Aline Alves foi autora da agenda inicial ou se foi responsável pelas eventuais alterações do dia 18 de maio. Contatada por telefone na manhã desta sexta-feira (2), Aline afirmou à reportagem que não poderia falar e recomendou que fosse feito contato com a Secretaria de Comunicação Social do Planalto. Na nota, o Planalto afirmou que Aline não fez alterações e é responsável pelos lançamentos na agenda, então seu nome consta nos códigos-fonte por ela ter sido responsável pelos lançamentos antigos. Para os peritos consultados pela reportagem, porém, a explicação mais consistente até o momento é que os servidores foram acessados com o intuito de modificação do conteúdo.

Aguirre Talento
No Época
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Globo tinha áudios de negociação entre Aécio, Moreira Franco e Record, mas preferiu não dar

http://www.revistaforum.com.br/blogdorovai/2017/06/03/globo-tinha-audios-de-negociacao-entre-aecio-moreira-franco-e-record-mas-preferiu-nao-dar/


O leitor mais assíduo deste blogue deve se lembrar que na segunda-feira fiz uma nota afirmando que “os donos da mídia” estavam nos grampos da Polícia Federal. E que havia um áudio (isso eu publiquei só meu perfil do Face) que fazia referência ao “número 1”, o presidente Temer.

Este blogueiro também informou que esses áudios já estariam circulando em grupos de policiais federais. E que isso poderia explicar a radicalidade com que alguns jornais, rádios e emissoras de TV saíram em defesa de Temer, rachando o consenso midiático anterior.

Dois dos áudios foram vazados ontem pelo BuzzFeed. Mas essa é uma parte da história. Pois esses mesmos áudios já haviam sido entregues antes para a reportagem do jornal O Globo.

O repórter que teve acesso ao material o entregou à chefia de redação, que depois de contatar os superiores, disse que o jornal não publicaria nada a respeito.

Foi só depois da negativa de O Globo, que a fonte que resistiu em passar os áudios para o blogueiro, procurou o BuzzFeed.

Mas por que o jornal O Globo se recusou a publicar uma conversa altamente comprometedora entre o diretor de jornalismo do principal concorrente, a Record, com representantes de um governo que seus donos estão doido para derrubar?

A explicação não é apenas circunstancial. Não se trata de uma aliança tácita entre os grandes meios. É medo do que está por vir.

Aécio não teria conversado apenas com Douglas Tavolaro, da Record, sobre negociação de publicidade em troca de apoio. E nem Moreira Franco.

Há gente mais graúda do que o menino prodígio de Edir Macedo que caiu nos grampos. Há gente bem mais graúda.

Há também gente grampeada em conversas com Rocha Loures. Jornalista servindo de fonte de informação para o ex-deputado hoje preso e dizendo com quem deveria conversar num determinado órgão da imprensa para silenciar reportagens.

Ainda há muito o que ser vazado por aí para mostrar como a nossa doce mídia se comporta nos bastidores.
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MP quer prisão de Lula e devolução de R$ 87 mi por triplex que não é dele


Embora o chamado "triplex do Guarujá" pertença à construtora OAS, conforme demonstra escritura pública, e as testemunhas do processo tenham inocentado o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Ministério Público arguiu, em suas alegações finais, que ele deve ser preso em regime fechado pelo juiz Sergio Moro e condenado a devolver R$ 87 milhões, sob a acusação de ter se beneficiado em reformas no imóvel.

As informações foram publicada em primeira mão pelo jornalista Samuel Nunes. "O MPF diz que o apartamento seria entregue a Lula, como contrapartida por contratos que a OAS fechou com a Petrobras, nos anos em que o político foi presidente da República. Também faz parte da denúncia o pagamento que a OAS fez à transportadora Granero, para que a empresa fizesse a guarda de parte do acervo que o ex-presidente recebeu ao deixar o cargo", diz ele.

O MP também deixa claro na denúncia que os delatores devem ser favorecidos por terem acusado Lula. "Embora tenha pedido que todos sejam presos, o MPF diz que Léo Pinheiro, Agenor Franklin Medeiros e Paulo Gordilho, devem ter as penas reduzidas pela metade, 'considerando que em seus interrogatórios não apenas confessaram ter praticado os graves fatos criminosos objeto da acusação, como também espontaneamente optaram por prestar esclarecimentos relevantes acerca da responsabilidade de coautores e partícipes nos crimes, tendo em vista, ainda, que forneceram provas documentais acerca dos crimes que não estavam na posse e não eram de conhecimento das autoridades públicas'", informa o jornalista. 

Lula hoje lidera todas as pesquisas sobre a sucessão presidencial e seria eleito novamente se as eleições ocorressem hoje. Para que ele seja impedido de concorrer pelo Judiciário, é preciso que seja condenado em segunda instância antes da disputa e é nisso que aposta a direita brasileira.



No pedido de condenação de Lula, Procuradores dizem que Lula “comandava” até a propina do PMDB, que sabotou e derrubou Dilma


Esses rapazes da Lava Jato de Curitiba não entendem nada de política e ao que parece suas convicções estão acima dos fatos, agora segundo a denúncia do MPF-PR, Lula comandava até a distribuição dos cargos e propinas ao PMDB e PP, que só ficaram no governo Dilma-Lula pela alta aprovação que eles tinham até o ano de 2013 e a reeleição de Dilma em 2014 e notório lembrar que o PMDB de Temer e Cunha tramaram para tirar Dilma, se a tal “propina” os mantinha no governo, por que tiraram Dilma e como Lula comandava isso até fora do governo? Os Procuradores repetem a tese do PSDB e do DEM que Lula comandava tudo e que tudo era apenas para se manter no poder. E o pior e mais repugnante na denúncia é querer dizer que Lula comanda algo em relação a PMDB e PP, que estão em vários esquemas de corrupção, antes, durante e após governos do PT.



As alegações finais podem ser acessadas na íntegra aqui

No Falando Verdades
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Deu no jn — 3


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Preso Rocha Loures, o homem da mala de Temer


Foi preso na manhã deste sábado Rodrigo Rocha Loures, que recebeu uma mala com R$ 500 mil em propina da JBS.

De acordo com a empresa, o dinheiro seria entregue a Michel Temer.

A partir de agora, o Ministério Público tem 15 dias para finalizar a denúncia que pode sacramentar a queda de Temer.

A informação foi confirmada à jornalista Mônica Bergamo por Cezar Bittencourt, advogado de Rocha Loures. 

"O ex-parlamentar foi preso em sua casa, em Brasília, informa ainda Bitencourt. O advogado está em Porto Alegre, pegando avião para se dirigir à capital federal", diz a jornalista.

Há a expectativa de que ele possa fazer uma delação premiada, revelando quem era o destinatário do dinheiro.

Grávida de oito meses, sua mulher o incentiva a delatar Temer, que será denunciado por corrupção, organização criminosa e obstrução judicial – um caso inédito na história do Brasil e de qualquer democracia moderna.
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