29 de mai. de 2017

Senador catarina diz, "Quem quer eleição direta é a esquerda corrupta"


No comando do país entre 1995 e 2003 e voltando a ocupar posição de destaque no cenário político brasileiro desde o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), o PSDB foi deslocado para o centro do furacão político que abala o governo de Michel Temer (PMDB) desde a divulgação das delações da JBS.

Mesmo com as acusações de corrupção contra seu ex-presidente, Aécio Neves, que se afastou do posto para defender-se na Lava-Jato, o partido é considerado o fiel da balança tanto para a permanência do presidente no poder quanto para a aprovação das reformas trabalhistas e da Previdência, visto que tem a segunda maior bancada do Senado e a terceira maior da Câmara. No que depender do líder tucano no Senado, o catarinense Paulo Bauer, essa fidelidade não deve ser abalada.

Em entrevista ao Diário Catarinense, ele comenta os rumos do PSDB nacional e estadual, afasta qualquer apoio à proposta de eleições diretas no caso de renúncia ou cassação de Temer e diz que "anda de cabeça erguida" em relação à citação do seu próprio nome em planilhas da JBS, que seriam de propinas dissimuladas de doações oficias, conforme os delatores.

Confira aqui entrevista completa do senador fanfarrão.

No Esquerda Valente
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Zombaria


Vejo que o ministro da Justiça nomeado no domingo, 28/05, pelo presidente Michel Temer, o governante flagrado em meio a negociatas comprometedoras, é advogado e pós-graduado na Universidade de Michigan.

Mas não foi por sua formação que Torquato Jardim foi indicado ministro. E sim por sua ligação e conhecimento do modus operandi do Tribunal Superior Eleitoral onde foi ministro por longos anos (1988-1996). O TSE é uma das cortes onde o destino de Michel Temer será em muito breve decidido.

O presidente postiço, produto de uma farsa constitucional, é entretanto um mandatário coerente. Com ele a liturgia e o comportamento republicano que se devem esperar de alguém que ocupa a presidência da República se resumem a uma postura démodé ensaiada e um jogo de mãos irritante. 

Seus métodos políticos são tão arcaicos quanto.

A corrupção é tratada no próprio palácio oficial que o hospeda, seus assessores diretos suspeitos de corrupção são ministros porque necessitam de blindagem, seu novo ministro da Justiça é nomeado não para ser um elo de interlocução do poder executivo com o poder judiciário, mas alguém para usar sua influência & conhecimento para "livrar" o presidente dos problemas que enfrenta com a justiça. 

Seu assessor de confiança para assuntos de grana & aposentadoria foi guindado ao Congresso Nacional pela nomeação de um "ninguém" ao ministério da Justiça. E agora a ida do inexpressivo deputado federal Oscar Serraglio para o ministério da Transparência mantém o foro privilegiado do deputado afastado pelo STF, Rodrigo Rocha Loures, que é suplente de Serraglio no estado do Paraná.

Parece mentira, um roteiro da versão tupiniquim de House of Cards, mas não é: é isto um resumo do desgoverno Temer. O detalhe é a rejeição de mais de 90% da população à sua presença no Planalto.

Mas ainda não acabou. Tem mais.

O novo ministro da Justiça nomeado, o advogado Jardim, disse, em entrevista à Folha de hoje, 29/05, que ele como "jurista" não se preocupa nem um pouco com o fato de que temos pela primeira vez um presidente da República alvo de um inquérito no STF. E negou que temos uma crise política no país, uma crise de legitimidade política que atinge diretamente o presidente da República e seu governo. Negou simplesmente. Disse que a crise é só na economia.

Como diria aquela modelo muito bonita: é isso que temos "para o dia", ao que eu posso acrescentar: é isso, é essa "coisa" que temos agora no ministério da Justiça.

Está fácil?

Claudio Guedes
No Esquerda Caviar
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Auditores inocentam Lula - de novo!

Isso vem ao caso?


A KPMG, auditoria independente, analisou as contas da Petrobras entre o fim de 2006 e o fim de 2011, a pedido de Sergio Moro, e informou que não encontrou qualquer indício de corrupção envolvendo Lula.

Diz o comunicado da KPMG:

“Em resposta ao ofício supra, a KPMG Auditores Independentes vem, respeitosamente, à presença de V.Exa, esclarecer que, durante a realização de auditoria das demonstrações contábeis da Petrobras, que abrangeu os exercícios sociais encerrados no período de 31.12.2006 e 31.12.2011, efetivada por meio de procedimentos e testes previstos nas normas profissionais de auditoria, não foram identificados pela equipe de auditoria atos envolvendo a participação do ex-presidente da república, Sr. Luiz Inácio Lula da Silva, na gestão da Petrobras que pudessem ser qualificados como representativos de corrupção ou configurar ato ilícito”.

Vale lembrar que no último dia 24 de abril a PricewaterhouseCoopers, que auditou a Petrobras entre 2012 e 2016, também inocentou Lula.

No CAf
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Roberto Freire tem ataque histérico após Jean Wyllys denunciar golpe no Parlasul — assista


Em sessão no Parlamento del Mercosur, o Parlasul, deputados votariam um requerimento para discutir a situação política na Venezuela e no Brasil quando o Roberto Freire (PPS-SP) começou a argumentar que só deveria ser discutida a situação na Venezuela, pois “não há presos políticos no Brasil”. Jean Wyllys (PSOL-RJ), então, pediu resposta para denunciar o golpe e a violência policial no Brasil e foi interrompido por Freire aos gritos. Assista:

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A semana dos tiros da Lava Jato contra Temer



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Protestos na CGU contra Serraglio



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Recado de Gilmar: Aqui quem manda sou eu!


Gilmar acredita que as informações são repassadas aos jornalistas por integrantes da equipe de Temer.


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Diretas Já: Frente Brasil lança Plano Popular de Emergência

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No ato em defesa das Diretas Já, na próxima segunda (29), no Teatro Tuca em São Paulo, a Frente Brasil Popular, que reúne movimentos sociais, sindicais, partidos políticos e parlamentares, lançará sua proposta de ‘Plano Popular de Emergência’. No evento, a CUT, uma das maiores entidades da Frente, estará representada por seu presidente Vagner Freitas.

Além da defesa das Diretas, a Frente Brasil Popular propõe que as forças progressistas apresentem para sociedade um programa alternativo que aponte medidas concretas para sairmos desta crise.  O Plano contém uma agenda para enfrentar a crise gestada pela agenda antipatriótica, antipopular, antinacional e autoritária dos golpistas.

O “Plano Popular de Emergência” é resultado de um trabalho de elaboração dos movimentos populares e intelectuais orgânicos que sintetizaram propostas em 10 eixos para a reconstrução das bases sociais, econômicas e políticas do Brasil.

“As proposições aqui contidas têm como objetivo inverter, no mais curto espaço de tempo, os indicadores econômicos, sociais e políticos que resultaram do interregno golpista. E fazem conexão com as reformas estruturais necessárias para romper com o modelo de capitalismo dependente que tem produzido, entre outras chagas, o empobrecimento dos trabalhadores, especialmente das trabalhadoras e da população negra, injustiça social extrema, perda de in-dependência e recessão econômica, ao mesmo tempo em que concentra renda, riqueza e pro-priedade nas mãos de um punhado de barões do capital”, diz trecho da introdução do Plano.

Acesse o conteúdo do Plano aqui

Serviço

Ato em Defesa das Diretas Já e lançamento do Plano Popular de Emergência

Data: 29 de maio

Horário: 19 horas

Local: TUCA - Teatro da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Endereço Rua Monte Alegre,1024 - Perdizes, 05014-001 São Paulo

O Plano de Emergência para o Brasil é organizado em dez eixos:

1) Democratização do Estado;

2)Política de Desenvolvimento, emprego e renda;

3)Reforma Agrária e agricultura familiar;

4)Reforma Tributária;

5) Direitos sociais e Trabalhistas;

6) Direito à saúde, à educação, à cultura, à moradia

7) Segurança pública;

8) Direitos humanos e cidadania;

9) Defesa do meio ambiente;

10) Política externa soberana.
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Fernando Morais: Está sendo armado novo golpe dentro do golpe. É Fora Temer e tucanos no poder

Atenção movimentos sociais e lideranças populares: os golpistas estão rascunhando um golpe dentro do golpe para salvar a pele (não o cargo) de Michel Temer, formar um governo de maioria tucana e jogar por terra a campanha por eleições diretas já.


Um grande acordo da Casa Grande começou a ser costurado no último sábado em uma reunião “social” ocorrida no Palácio do Jaburu. Participaram do encontro, além de Temer, o general Sérgio Etchegoyen (ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional), os ministros Aloysio Nunes (Relações Exteriores), Bruno Araújo (Cidades), Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidencia) e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Para disfarçar, Marcela Temer recebeu em outro ambiente do palácio as esposas presentes. Por meio de mídia eletrônica o encontro foi acompanhado à distância pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Os principais termos do acordão são os seguintes:
  • Temer deve sair logo, para evitar a cassação pelo TSE e a eventual convocação de eleições diretas já para presidente da República.
  • Esvaziar a Operação Lava Jato.
  • Formar um governo de maioria tucana, no qual Henrique Meirelles seria substituído no Ministério da Fazenda por Armínio Fraga.
  • Garantir o silêncio de Eduardo Cunha com a preservação da liberdade de sua mulher e sua filha.
  • Controlar a delação de Palocci, que se torna irrelevante com o acordão.
Como o plano não contempla todos os problemas dos golpistas, há dúvidas sobre como solucionar algumas questões-chave e sobre a mesa ainda há obstáculos a serem superados:
  • Oferta de anistia aos crimes de Caixa 2, com o que livrariam a pele, entre outros, de Moreira Franco, Eliseu Padilha e demais congressistas que fazem parte da “lista de Fachin”. Com isso os golpistas imaginam neutralizar o ex-presidente Lula e seus familiares, que seriam beneficiados pela medida.
  • Não há consenso a respeito do nome que seria eleito indiretamente com a saída de Temer. O mais cotado parece ser mesmo o ex-ministro Nelson Jobim. O lançamento informal pelos tucanos do nome do senador Tasso Jereissati teria sido apenas uma cortina de fumaça, um “boi de piranha” previamente acordado com o político cearense.
  • Ainda não se conseguiu solucionar o “problema Rodrigo Maia” e a fórmula legal para oferecer garantias a Temer após sua saída – seja ela indulto, perdão ou salvo-conduto.
Aparentemente não há objeções maiores ao acordão por parte das Forças Armadas – aí incluídos os oficiais da reserva, que não mandam mas fazem barulho.


Fernando Morais
No Nocaute
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Entrevista com temerário


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Nota JBS



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Menos médicos: as melhores fotos das faculdades de medicina que apoiaram Aécio

O perfil Aécio de Papelão, do Twitter, publicou uma coletânea de fotos de faculdades de medicina de diversos estados que apoiaram Aécio em 2014.

Saudade dos cubanos.


No DCM
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Se houver troca de governo, 5 ministros perdem foro privilegiado

Foto: Lula Marques
A Esplanada de Michel Temer tem 10 titulares encrencados na Justiça. Cinco deles ficariam desprotegidos caso tivessem de deixar o cargo. Sem mandato, perderiam o foro privilegiado e teriam seus processos remetidos à 1ª instância.

Esse é um dos fatores que joga a favor da manutenção de Michel Temer na Presidência. Em uma eventual eleição indireta para escolher 1 sucessor para o peemedebista, haveria uma pressão sob os candidatos para que mantivessem parte da atual composição da Esplanada.

Na hipótese de troca de todos os ministros, perderiam o foro privilegiado Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria Geral), Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia), Helder Barbalho (Integração Nacional) e Marcos Pereira (Indústria).

Outros 5 ministros investigados continuariam com inquéritos tramitando no STF: os senadores Aloysio Nunes (Relações Exteriores) e Blairo Maggi (Agricultura) e os deputados Bruno Araújo (Cidades), Marx Beltrão (Turismo) e Maurício Quintella (Transportes). Eis um resumo:

ministros-temer

No Desacato



A república de Temer: nova MP para manter Moreira com foro

anngoraforo

No Globo Online, Cristiane Jungblut diz que Michel Temer prepara uma reedição de medida provisória para manter Moreira Franco com status ministerial e, assim, com foro privilegiado no Supremo Tribunal Federal. O decreto que faz isso vai perder a validade dia 1º e não há sinais de que possa ser aprovado na Câmara.

Moreira Franco, até os tapetes do Congresso o sabem, é detestado pelos parlamentares, pela postura arrogante de quem “se acha”, mas todos sabem muito bem o que é.

A medida, claro, vai conter algumas alterações para justificar a reedição – é vedado repetir MPs que caducaram, na mesma legislatura – mas o objetivo é manter Angorá livre de surpresas.

Fernando Brito
No Tijolaço
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Troca de e-mails mostra propina de R$ 100 mil a Magno Malta, que fez festa em jatinho particular


Trechos de e-mails trocados entre diretores, assessores e funcionários de uma das maiores fabricantes de móveis de cozinha do país sugerem o pagamento de R$ 100 mil não declarados para o senador Magno Malta (PR-ES). As conversas aconteceram em 8 de setembro de 2014 e obtidas pelo jornal Folha de S.Paulo – que as divulgou neste domingo (14).

As conversas envolvem o presidente da empresa, Victor Costa, seu filho e então gerente financeiro, Daniel Costa, e Hugo Gabrich, que era assessor da Itatiaia.

Segundo as mensagens, além de ter recebido verba não declarada, o senador usou o avião da empresa em pelo menos duas ocasiões, em 2012 e 2013. O senador evangélico admite que voou no avião da empresa para fazer palestras.

Um dos trechos da conversa entre o presidente da empresa e seu filho, Daniel Costa, diz que o dinheiro foi desviado de uma nota fiscal de serviço prestado pela empresa Vix Consulting. Leia o diálogo:

– Os outros 100.000 são para compensar a retirada em dinheiro de R$ 100.000 do Malta. Não sei como foi contabilizado [a saída desse valor da empresa] – escreve o presidente da firma.

– Quem realizou o pagamento do Malta? Existe NF, foi declarado a doação? – pergunta o filho dele

– Não existe NF, não declaramos. Está em aberto, talvez como adiantamento para mim. Veja com Lailton [tesoureiro da empresa]. Favor apagar todos os e-mails sobre este assunto – encerra Victor Costa.

Em outras mensagens, entre Gabrich e Malta, o senador diz que não tem conhecimento dos valores, mas o ex-assessor da Itatiaia encaminha os e-mails que o envolvem e recebe como resposta: “Somos amigo Hugo… Sempre fomos” [sic].

Jatinho

Os e-mails ainda indicam que a diretoria da empresa tentou se afastar de Magno Malta depois que o senador causou problemas ao utilizar o avião particular da Itatiaia. O ex-diretor da firma, Beto Rigoni, reclama que Magno voou com mais pessoas que o permitido e que fez uma verdadeira festa durante o trajeto, ao que Victor Costa responde que eles precisam “cortá-lo”, porque os acionistas não queriam muita proximidade.

No Esquerda Valente
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Multidão em Copacana abre o tour nacional das #DiretasJá enfrentando os barões da mídia



No dia em que o usurpador Michel Temer fez mais uma manobra para barrar a Operação Lava Jato, trocando o ministro da Justiça Osmar Serraglio — definido pelo então presidente do PSDB, Aécio Neves, como um “bosta” — a multidão tomou a praia de Copacabana no lançamento da campanha nacional das #DiretasJá.

Serraglio trocou de posição com o ministro da Transparência, Torquato Jardim, que não descartou mexer na direção da Polícia Federal.

Na conversa gravada pelo delator Joesley Batista, da JBS, Aécio disse que Serraglio era fraco para implementar o plano de colocar determinados delegados para tocar determinados inquéritos de políticos investigados por corrupção.

O pleno do Supremo Tribunal Federal deverá decidir pela prisão ou não do senador afastado, um pedido da Procuradoria Geral da República.

Solto, Aécio continua articulando em sua casa em Brasília. A irmã e o primo dele estão presos em Minas Gerais.

A campanha das #DiretasJá, organizada por partidos políticos, movimentos sociais, centrais sindicais e artistas, emocionou quem esteve em Copacabana — organizadores calcularam o público de todo o dia de atividades em 100 mil pessoas.


Os maiores adversários dela serão os barões da mídia, que de forma unânime defendem a escolha do sucessor de Temer, se e quando acontecer a queda dele, de forma indireta e através de um Congresso corrupto.

Os que pregam respeito estrito ao previsto na Constituição são os mesmos que atropelaram a Carta para derrubar Dilma Rousseff.

Dentre os apoiadores do Fora Temer há divisões entre os que prefeririam anular o impeachment de Dilma, os que pregam eleições gerais e os que preferem deixar o governo golpista sangrar ao menos mais alguns meses.

A própria Dilma defende DiretasJá.

Para tentar desqualificar a campanha, políticos da base de Temer se referem a qualquer PEC para permitir eleições agora como a PEC do Lula, já que o ex-presidente lidera as pesquisas para as eleições de 2018.

O baronato midiático sabe que qualquer governo eleito agora seria incapaz de levar adiante as reformas que o rolo compressor corrupto da coalizão PMDB/PSDB/DEM pretende fazer avançar no Congresso, especialmente as reformas trabalhista e da Previdência.

A Globo, que já embarcou na derrubada de Temer, vai trabalhar por um governo “tecnocrático” que dê andamento as reformas sem a sombra da corrupção.

Para a elite rentista que sustenta Temer, as reformas são essenciais para recolocar o Brasil na divisão internacional do trabalho como mero fornecedor de mão-de-obra barata, especialmente num momento em que a China planeja um salto adiante através do qual deixaria de ser a grande produtora mundial de badulaques, investindo na formação de uma classe média sustentada pela exportação de produtos sofisticados.

A semana promete novas investidas da Lava Jato contra Temer e Aécio Neves, a partir do resultado das operações de busca e apreensão realizadas em endereços ligados aos dois.

Como resposta, o governo tenta em várias frentes dilapidar a Lava Jato, reduzindo verbas, questionando as delações da JBS e promovendo ataques indiretos ao relator da operação no Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin.

Além de Temer e Aécio, o ministro Gilmar Mendes é visto como outro articulador importante do movimento para salvar o PMDB e o PSDB do escândalo. O objetivo é repetir o que aconteceu no “mensalão”, com punição severa para os acusados do PT mas nenhum tucano preso pelos mesmos crimes em Minas Gerais.

Veja no vídeo abaixo um dos momentos mais emocionantes do show de Copacabana, quando a dupla Caetano Veloso-Milton Nascimento estava no palco.



Fotos e vídeo do Mídia Ninja
No Viomundo
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Globo abandona líder na estrada


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