6 de mai. de 2017

Alvo de boato, historiador americano nega namoro com Dilma

Na verdade, James Green é homossexual assumido desde a década de 1970, quando participou de movimentos por direitos LGBT e é casado há 24 anos

Historiador e Dilma Rousseff se encontram durante uma série de palestras em universidades americanas
Não é verdade que a ex-presidente Dilma Rousseff (PT) está namorando o professor de história latino-americana da Brown University, James Naylor Green. O boato tem circulado nas redes sociais e aumentou ao ser publicado por sites e páginas. Na verdade, Green é homossexual assumido desde a década de 1970, quando participou de movimentos por direitos LGBT e políticas de diversidade, e casado há 24 anos.

De viagem aos Estados Unidos para participar de uma série de palestras e congressos sobre a política brasileira, Dilma contou com a companhia de Green em jantares e visitas a museus. Questionado se estariam tendo um romance, a ex-presidente classificou o rumor como "bobagem".

Em conversa com a revista "Piauí", Green comentou sobre o boato. “O curioso sobre essa história [do namoro] é que reflete toda a misoginia que ronda a Dilma. Tem a percepção de que uma mulher não pode ser livre e independente, que ela tem que ter sempre algum homem para apoiá-la. Daí quando ela aparece com qualquer pessoa, surge essa especulação imediata sobre um relacionamento romântico, se ela vai casar".

Green também brincou sobre como o marido Moshe Sluhovsky tem tratado a história. "Ele está super ciumento”, brincou, “e a Dilma disse que ele tem toda a razão para estar".

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Estamos diante de um governo tucano


O gráfico do blog Poder 360 não deixa dúvida.

PSDB é mais governista que PMDB, comprova gráfico

O PSDB tem mostrado mais fidelidade às propostas do governo do que o PMDB. Nas votações realizadas até agora, a taxa de apoio dos deputados tucanos é de 78,7%. A taxa de apoio dos deputados do PMDB ao governo tem sido de 69,9%.

Miguel do Rosário
No Cafezinho
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Aberrações jornalísticas


Veja e IstoÉ explicitam o que o país tenta disfarçar: o juiz, que deveria ser imparcial SEMPRE, é o "inimigo" do réu.

Essas capas, além de provarem que as duas revistas aceitam como NORMAL essa situação, demonstram que jornalisticamente são duas aberrações. Qualquer estudante de jornalismo seria capaz de compreender que não é aceitável opor um magistrado a alguém que ele deve julgar dessa maneira. 

É um atentado ao que se chama de Estado de Direito. Quem trabalha nelas deveria se envergonhar.

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Delações negociadas na calada da noite?


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Prisão domiciliar


Esse é um vídeo de humor. Pessoas podem pensar que esse vídeo teria sido inspirado nas notícias que elas teriam lido, mas eu não vejo nenhuma referência às prisões domiciliares que estariam acontecendo, só vejo um vídeo de humor. Divirta-se com essa obra de ficção.

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Mujica conversa com midias alternativas


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O jornalixo vil e leviano de Josias de Souza


O jornalismo sem escrúpulos!

Imediatamente, quase instantaneamente, eis o que o aríete-mor da Folha contra o Lula diz sobre o depoimento do preso (há dois anos) e condenado (a mais de cinquenta anos), Renato Duque ao juiz Sérgio Moro.

"O depoimento espontâneo de Renato Duque a Sergio Moro alterou drasticamente a situação penal de Lula. Até aqui, o grão-mestre do PT era personagem de uma ficção em que imóveis reformados lhe caíam sobre o colo —um sítio em Atibaia e um tríplex no Guarujá. Duque injetou na fantasia de Lula uma realidade que tem começo, meio e fim."

O autor dessa pérola de jornalismo vil e leviano é Josias de Souza ...

Espontâneo? Depois de dois anos de cadeia? E depois de condenado a cinquenta anos?

a) O jornalista não acha que seria plausível levantar a hipótese que o depoimento pode ter sido "negociado" com os procuradores e o juiz com o fim especifico de incriminar o ex-presidente?

b) O jornalista não viu, no depoimento, uma similaridade entre termos usados pelos membros da Procuradoria na acusação contra o ex-presidente e os usados agora pelo delator?

c) O jornalista não achou estranho, no depoimento, que o ex-presidente procurasse o ex-diretor da Petrobras depois que o mesmo já havia deixado a empresa para lhe perguntar sobre assuntos internos da empresa?

d) O jornalista não achou estranho que um corrupto como Renato Duque, que foi pego com conta no exterior recheada de euros, mais de uma centena de obras de arte na sua mansão [para lavar grana de propina] e ainda um quarto secreto para guardar bens & numerário, tivesse revelado que o ex-presidente o aconselhou a "destruir" provas que o [a ele mesmo, Duque] incriminassem? Desde quando bandido precisa desse tipo de conselho?

Que diabos de jornalista é esse indivíduo?

Um jornalista sem escrúpulos.

Claudio Guedes
No Esquerda Caviar
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Lula e Mujica | VI Congresso Nacional do PT - Abertura da Etapa Paulista









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Duque ganhou R$ 70 milhões “de graça”, sem cobrar propina?


Estarrecedora a omissão da mídia sobre o que disse o ex-diretor da Petrobras, Renato Duque, ontem ao juiz Sérgio Moro.

Já nem digo em relação a Lula, com quem descreve encontros imprecisos, depois de ter sido demitido do cargo e onde teria sido indagado ou cobrado por providências que, obvio, já não poderia tomar.

Mas é inacreditável que não se tenha reação ao fato de que Duque disse ter recebido, em apenas duas das três contas que mantinha no exterior, mais de € 20 milhões de empreiteiras sem qualquer contrapartida ou ameaça de punição em seus contratos.

A afirmação foi tão escandalosa que até Sérgio Moro estranhou e perguntou “a troco de quê” as empresas fariam estes pagamentos. Duque meteu os pés pela mãos e disse que porque era “institucional”, porque encobriria roubos entre sócios ou justificariam a ação de lobistas.

Nada disso explica que ladrões que quisessem roubar ladrões fossem depositar gratuitamente R$ 70 milhões para quem nem sequer os pedia, como ele afirma.

Não há como afirmar que é verdade ou mentira, embora não faça sentido, o que Duque diz em relação a Lula.

Mas é falso, evidentemente, que possa ter recebido esta montanha de dinheiro da maneira que diz ter recebido, induzido pelo terrível Barusco, e só pensando que isso lhe daria algum conforto.

Seu Duque, o senhor pode passar sem questionamentos pelo Dr. Moro ou pelos procuradores da Lava Jato por ter-lhes feito o favor de acusar Lula. Mas garanto que não passa por um investigador de delegacia de subúrbio, destes que não são otários.

Ou cúmplices.

Fernando Brito
No Tijolaço
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Eleição na França: o que pensa Macron


Em novo episódio da Tv Afiada, Paulo Henrique Amorim entrevista o cientista político Mathias Alencastro sobre as eleições francesas no próximo domingo. Quais são as chances de Emmanuel Macron e Marine Le Pen? O que a França e a Europa podem esperar dos resultados?

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Revista da Globo revela em detalhes esquema de corrupção de Aécio com Odebrecht


Em reportagem de Hudson Corrêa, a revista Época, da organizações Globo, revela em detalhes o esquema de corrupção da Odebrecht que pagou R$ 30 milhões ao senador tucano e presidente nacional do PSDB

Segundo o executivo Sérgio Neves mesmo depois de perder a eleição para presidente da República,, em novembro de 2014, Aécio Neves recebeu, em caixa dois, como mandava a regra, R$ 500 mil, referente à última parcela de um acerto de R$ 6 milhões.

O executivo não só disse isso como revelou que o dinheiro foi levado numa mochila preta à Minasmáquinas, concessionária Mercedes-Benz localizada na saída de Belo Horizonte. E que lá encontrou com Oswaldo Borges da Costa, o Oswaldinho, que é apontado como tesoureiro informal de Aécio por todos aqueles que conhecem o esquema do presidente nacional do PSDB.

O acordo que levou Aécio a receber R$ 30 milhões da Odebrecht teria relação com interesses da empresa no setor elétrico. A revista revela que em 2007, a Odebrecht se associou a Andrade, Cemig e Furnas num consórcio para construir as usinas hidrelétricas do Rio Madeira, em Rondônia. As contrapartidas estariam confirmadas nas planilhas do Departamento de Operações Estruturadas, o setor de propina da Odebrecht e associadas ao codinome de Aécio,“Mineirinho”. As senhas para cada entrega eram nomes de leguminosas: “tomate”, “agrião” etc

Em sua delação, o executivo Henrique Valladares disse que a estratégia da Odebrecht era ganhar também o leilão de Jirau,mas o consórcio teve problemas porque a então chefe da Casa Civil, a ex-presidenta Dilma Rousseff, percebeu que havia algo errado e agiu para impedir a ação.

Quando isso aconteceu, Marcelo Odebrecht teria ido ao encontro de Aécio Neves, no Palácio das Mangabeiras, sede do governo mineiro, em busca de ajuda. E que na saída Valladares teria ouvido uma deixa de Aécio: “Henrique, o Dimas, nosso amigo comum, vai te procurar”.
Essa senha do Dlmas também foi utilizada no jantar em que o editor do site Antagonista, Diogo Mainardi, teve com Aécio Neves no restaurante Gero. E onde Valkadares também encontrou o senador tucano.

Na volta do encontro, Valladares disse ter ouvido de Marcelo Odebrecht que havia um acerto com Aécio para o pagamento de R$ 50 milhões – R$ 30 milhões dados pela Odebrecht e R$ 20 milhões pela Andrade Gutierrez. E que em troca disso o governador defenderia os interesses do consórcio na questão das hidrelétricas.

No Fórum
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Procuradores da Lava-Jato não querem ser filmados no depoimento de Lula

http://www.maurosantayana.com/2017/05/procuraadores-da-lava-jato-nao-querem.html


Rematada peça de cinismo a decisão dos procuradores da Lava Jato de evitar que se grave a imagem de todos os participantes do encontro de Lula com Moro, com a desculpa de impedir que se quebre o sigilo da comunicação entre o depoente e seus advogados, quando foi justamente a defesa que pediu que a audiência fosse gravada em todos os detalhes.
Tomada de depoimento a portas fechadas e com os holofotes na cara do depoente todo o tempo é típico da justiça nazista, stalinista, ou dos EUA nos tempos do Macartismo.

Como se dizia no sul antigamente, ninguém precisa ser o kid para saber que, omitindo-se as imagens dos outros personagens, fica mais fácil para qualquer um editar, como quiser - até mesmo em um filme do youtube - a fala do depoente, vide O MINISTÉRIO PÚBLICO E AS CENAS PROIBIDAS DA OPERAÇÃO LAVA-JATO.

Em benefício da verdade e da transparência, todos os ritos e atos da Justiça tem que ser publicos, principalmente quando se trata de um ex-presidente da República.

E com todo direito a publicidade, ou não foi assim que se justificou - todos se lembram - o Juiz Sérgio Moro quando da quebra de sigilo da conversa telefônica entre o ex-presidente Lula e e a Presidente Dilma Roussef e da sua maciça divulgação pela mídia para toda a população brasileira?

Ora, quem não deve - ou não quer ficar devendo - não teme.

A intenção dos procuradores de não aparecer lembra a famosa foto de Dilma em frente à Justiça Militar, com os oficiais presentes tapando o rosto para não ser captados pela câmera.

Ou os nobres procuradores do Ministério Público estão querendo esconder alguma coisa da opinião pública?
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