31 de mar de 2017

O que ninguém notou no Ibope: Dilma bate Temer de goleada


Está passando despercebido um fato que emerge da pesquisa CNI-Ibope divulgada hoje.

No confronto entre Dilma e Temer, este perde amplamente.

Segundo a pesquisa, 41% dos ouvidos consideram Temer pior que Dilma. Apenas 18% acham o inverso. (Para os demais, são equivalentes.) Isso está escondido neste artigo do Estadão.

Dilma foi chacinada em seu segundo e breve governo. A mídia e o PSDB se uniram para sabotá-la de todas as maneiras. Ao lado dela, Temer a traía. E Cunha conduzia o processo de impeachment com suas conhecidas táticas criminosas.

Todo este enredo sórdido para dar numa calamidade política e econômica — e num presidente cuja popularidade se aproxima do zero.

São duas pesquisas que mostram as mesmas coisas esta semana: esta da CNI-Ibope e, ontem, a da Ipsus.

E Dilma melhor que Temer no julgamento da sociedade.

Que mais será preciso para abreviar a caótica jornada de Temer e convocar diretas?

Paulo Nogueira
No DCM
Leia Mais ►

Caso de agressão de senador Lasier Martins segue para STF

Gleise Hoffmann, do PT, pede providências à procuradoria do Senado

Martins: senador nega agressão e afirma que a mulher manobra para tirar proveito no processo de separação
A líder do PT no Senado Federal, Gleisi Hoffmann (PT-PR), pediu à Procuradoria da Mulher da Casa, por meio de um requerimento oficial, que o órgão “tome providências sobre investigação de violência doméstica do senador Lasier Martins (PSD-RS)”. Conforme o Correio revelou na edição de ontem, a mulher do parlamentar, a jornalista Janice Santos, prestou queixa na Delegacia de Atendimento à Mulher (DEAM) e afirmou que foi agredida por ele. Ontem, ela soltou uma nota pública em que diz que apanhou de Lasier em mais de uma oportunidade e que a última briga se deu por “mais uma traição do marido”. A Polícia Civil informou que “foram adotadas medidas protetivas por parte da autoridade policial” e que encaminhou o caso ao Supremo Tribunal Federal (STF), pois o senador tem foro privilegiado.

A petista justifica no documento encaminhado à procuradora da Mulher do Senado, senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), que “acusação de prática de violência de um membro do legislativo não pode passar desacompanhada de uma ação efetiva desse órgão”. Ela, no entanto, ressaltou que não quer antecipar atribuição de culpa ao colega de parlamento. “Sem adiantar qualquer préjulgamento, solicitamos que a procuradoria acione os órgãos do sistema de Justiça com vistas ao efetivo acompanhamento do caso para, caso comprovada a agressão contra a mulher, possa verificar ações cabíveis.”

Processo

Em nota divulgada por meio da advogada, a jornalista de 38 anos contrapôs a versão de Lasier de que apenas se defendeu e garantiu que eles ainda não haviam dado início ao processo de divórcio na Justiça. “Viemos a público dizer que as agressões contra Janice já vêm de algum tempo. O casal ainda não havia dado entrada no processo de dissolução da união estável, como alega Lasier. A discussão recente, que gerou novas agressões, se deve ao conhecimento de minha cliente de nova traição do senador. A senhora Janice buscou explicações com o companheiro sobre o caso extraconjugal, o que resultou em novas agressões”, relata.

Eles são casados há quase cinco anos e moravam juntos na Asa Sul. No relato à polícia, ela detalhou alguns episódios de violência entre os dois. Segundo ela, tempos atrás, dias após ter feito uma cirurgia na barriga, ele chutou o local operado. Janice afirma que era comum ser xingada, humilhada e receber chutes e empurrões. Ele a chamava de “miserável, fracassada, interiorana, burra, aproveitadora” e que “não entendia nada de política, só de moda”. Na última vez, ela diz que teve chutes nas pernas, que segurava um porta-joias, e teve a mão pressionada contra o acessório, o que causou lesões.

O gabinete do senador emitiu uma nota oficial ontem. “A propósito de ocorrência policial registrada por sua mulher, Janice, Lasier informa que está em processo judicial de separação litigiosa no Foro do DF. Esclarece que não houve a alegada agressão física, mas ações e manobras da mulher no sentido de tirar proveito em tentativa de acordo no processo judicial”, alega. Ele também afirma que provará que não fez nada. “O senador está triste com o acontecimento e aguarda o andamento do processo judicial onde apresentará provas de sua inocência.”

Leia Mais ►

Luís Nassif - “Panorama da Crise Política Institucional do Brasil”


Após o golpe, que destituiu a presidenta democraticamente eleita, Dilma Rousseff, o país mergulhou em uma crise institucional e financeira, que aponta não ter fim. Preocupados com o rumo que o processo democrático vem tomando, o grupo Unidos Contra o Golpe e o Instituto Paulo Stuart Wright trouxeram o jornalista Luis Nassif a Florianópolis na sexta-feira (17) para falar sobre o assunto.

O evento foi na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), no auditório Antonieta de Barros, com a seguinte programação: às 18h coletiva de imprensa (na sala de imprensa da Alesc), e às 19h30, a palestra “Panorama da Crise Política Institucional do Brasil”, seguida de debate.

Nassif é um dos mais renomados jornalistas do país, atua como palestrante, além de moderador de eventos de Economia, Política e Inovação. Ele também conta com relevantes trabalhos pelo meio impresso e digital, sendo um dos poucos profissionais com conhecimentos sócio-históricos necessários para desvendar os cenários, as tendências e os panoramas do Brasil e do mundo.

Leia Mais ►

Ibope do Traíra é um colosso

Base de apoio vira pó. Só fica o Aecím


Governo Temer é aprovado por 10% e reprovado por 55%, diz Ibope



Pesquisa divulgada nesta sexta-feira (31) mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo do presidente da República, Michel Temer (PMDB):

• Ótimo/bom: 10%

• Regular: 31%

• Ruim/péssimo: 55%

• Não sabe/não respondeu: 4%

O levantamento do Ibope, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi realizado entre os dias 16 e 19 de março e ouviu 2.000 pessoas em 126 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Esta é a primeira pesquisa Ibope encomendada pela CNI divulgada neste ano. No último levantamento, de dezembro de 2016, Temer aparecia com aprovação de 13% dos entrevistados, enquanto 46% consideravam o governo "ruim/péssimo" e 35%, "regular" – à época, 6% não souberam opinar ou não responderam.

(...) A pesquisa divulgada também avaliou a opinião dos entrevistados sobre a maneira de governar do presidente da República:

• aprovam: 20%
• desaprovam: 73%

• não souberam ou não responderam: 7%

No levantamento divulgado em 16 de dezembro, 26% aprovavam; 64% desaprovavam; e 10% não souberam ou não responderam.

Outro ponto questionado pelo Ibope foi sobre a confiança dos entrevistados em relação ao presidente. De acordo com a pesquisa divulgada nesta sexta, 17% dos entrevistados disseram confiar em Temer, enquanto 79% afirmaram não confiar; 3% não souberam ou não responderam.

No CAf
Leia Mais ►

Mino Carta comenta o polêmico filme da Operação Lava Jato


Leia Mais ►

A edição “lúdica” de O Globo

A versão fictícia do jornal carioca, em seu editorial, pede desculpas por ter apoiado a ditadura militar e ainda trás boas notícias utópicas, como um artigo de opinião de Geraldo Alckmin pedindo desculpas aos estudantes secundaristas ou ainda a Samarco se comprometendo a reconstruir a cidade de Mariana. Confira


Circula nesta sexta-feira (31), data que marca os 53 anos do golpe militar no Brasil, uma versão fictícia do jornal O Globo. Não há indícios de autoria da iniciativa, que trás apenas boas notícias utópicas acontecendo no país. A manchete principal é: “Temer renuncia: eleições convocadas”.

O editorial da edição “lúdica” é um pedido de desculpas do jornal carioca por ter apoiado a ditadura militar e o impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff.

“O Globo pede desculpa aos leitores e a toda sociedade brasileira (…) Em 1964 apoiamos o Golpe Militar, o regime dos generais até o último momento. Vetamos a cobertura da Campanha pelas Diretas. É certo que tivemos nossas benesses: nos transformamos no maior conglomerado de comunicação neste período”, escreveram.

Entre outras notas, há aspas de Reinaldo Azevedo criticando Michel Temer, um artigo de opinião do governador Geraldo Alckmin (PSDB) pedindo perdão aos estudantes secundaristas e ainda um espaço para publicidade em que a Nestlé reconhece que a água é um bem universal, e que por isso não privatizará bacias brasileiras, e em que a Samarco se compromete a reconstruir a cidade de Mariana, e Minas Gerais.

Confira abaixo algumas imagens da edição.






No Fórum
Leia Mais ►

Previdência: Jandira nocauteia Meirelles!

Leia Mais ►

Golpe destrói empregos

PNAD Contínua: taxa de desocupação chega a 13,2% no trimestre encerrado em fevereiro de 2017

A taxa de desocupação foi estimada em 13,2% no trimestre móvel encerrado em fevereiro de 2017, com altas de 1,3 ponto percentual frente ao trimestre móvel anterior (setembro a novembro de 2016 -11,9%) e de 2,9 pontos percentuais em relação ao mesmo trimestre móvel de 2016, quando a taxa foi estimada em 10,2%. Essa foi a maior taxa de desocupação da série histórica, iniciada em 2012.

A população desocupada chegou a 13,5 milhões e bateu o recorde da série iniciada em 2012. Este contingente cresceu 11,7% (mais 1,4 milhão de pessoas) frente ao trimestre encerrado em novembro de 2016 e 30,6% (mais 3,2 milhões de pessoas em busca de trabalho) em relação a igual trimestre de 2016.

A população ocupada (89,3 milhões) recuou tanto em relação ao trimestre encerrado em novembro de 2016 (-1,0%, ou menos 864 mil pessoas), quanto em relação ao mesmo trimestre de 2016 (-2,0%, ou menos 1,8 milhão de pessoas).

O rendimento médio real habitual (R$ 2.068) no trimestre encerrado em fevereiro de 2017 manteve estabilidade frente ao trimestre anterior (R$ 2.049) e, também, em relação ao mesmo trimestre de 2016 (R$ 2.037). A massa de rendimento real habitual (R$ 180,2 bilhões) no trimestre encerrado em fevereiro de 2017 também ficou estável nas duas comparações.

Taxa de Desocupação - Brasil - 2012/2017
Trimestre móvel 2012 2013 2014 2015 2016 2017
nov-dez-jan
...
7,2
6,4
6,8
9,5
12,6
dez-jan-fev
...
7,7
6,8
7,4
10,2
13,2
jan-fev-mar
7,9
8,0
7,2
7,9
10,9
fev-mar-abr
7,8
7,8
7,1
8,0
11,2
mar-abr-mai
7,6
7,6
7,0
8,1
11,2
abr-mai-jun
7,5
7,4
6,8
8,3
11,3
mai-jun-jul
7,4
7,3
6,9
8,6
11,6
jun-jul-ago
7,3
7,1
6,9
8,7
11,8
jul-ago-set
7,1
6,9
6,8
8,9
11,8
10°
ago-set-out
6,9
6,7
6,6
8,9
11,8
11°
set-out-nov
6,8
6,5
6,5
9,0
11,9
12°
out-nov-dez
6,9
6,2
6,5
9,0
12,0
Fonte: IBGE, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua

O nível da ocupação (indicador que mede o percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi estimado em 53,4% no trimestre de dezembro de 2016 a fevereiro de 2017, apresentando queda de 0,7 frente ao trimestre de setembro a novembro de 2016, (54,1%). Em relação a igual trimestre do ano anterior este indicador apresentou retração de 1,8 ponto percentual, quando passou de 55,1% para 53,4%. Este é o menor nível da série histórica iniciada em 2012.

Quadro 2 - Nível da Ocupação - Brasil - 2012/2017
Trimestre móvel 2012 2013 2014 2015 2016 2017
nov-dez-jan
...
56,8
57,1
56,7
55,5
53,7
dez-jan-fev
...
56,5
57,0
56,4
55,1
53,4
jan-fev-mar
56,3
56,3
56,8
56,2
54,7

fev-mar-abr
56,7
56,5
56,8
56,3
54,6

mar-abr-mai
57,0
56,8
56,8
56,2
54,7

abr-mai-jun
57,1
56,9
56,9
56,2
54,6

mai-jun-jul
57,0
57,0
56,8
56,1
54,4

jun-jul-ago
57,1
57,0
56,7
56,0
54,2

jul-ago-set
57,2
57,1
56,8
56,0
54,0

10°
ago-set-out
57,2
57,1
56,9
56,1
53,9

11°
set-out-nov
57,2
57,3
56,9
55,9
54,1

12°
out-nov-dez
57,1
57,3
56,9
55,9
54,0

Fonte: IBGE, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua

A força de trabalho (pessoas ocupadas e desocupadas) no trimestre de dezembro de 2016 a fevereiro de 2017 foi estimada em 102,9 milhões de pessoas. Esta população cresceu 0,5% comparada ao trimestre encerrado em novembro de 2016. Frente ao mesmo trimestre do ano anterior houve alta de 1,4% (acréscimo de 1,4 milhão de pessoas). É importante notar que a força de trabalho cresceu devido ao aumento da população desocupada.

O contingente fora da força de trabalho no trimestre de encerrado em fevereiro de 2017 (64,6 milhões de pessoas) ficou estável comparado ao trimestre encerrado em novembro de 2016 e cresceu 1,1% (mais de 730 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2016.

O número de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada (33,7 milhões de pessoas) recuou tanto frente ao trimestre de setembro a novembro de 2016 (-1,0% ou 337 mil pessoas) quanto ao mesmo trimestre de 2016 (-3,3%, ou 1,1 milhão de pessoas).

No trimestre encerrado em fevereiro de 2017, a categorias dos empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada (10,3 milhões de pessoas) ficou estável em relação ao trimestre anterior e cresceu 5,5% (ou mais 531 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2016.

O número de trabalhadores por conta própria (22,2 milhões de pessoas) ficou estável na comparação com o trimestre anterior e recuou (-4,8%, ou 1,1 mil pessoas a menos) em relação ao mesmo trimestre de 2016.

O contingente de empregadores (4,1 milhões de pessoas) ficou estável frente ao trimestre anterior e cresceu 9,5% (mais 359 mil pessoas) em relação ao mesmo período de 2016.

A categoria dos trabalhadores domésticos, estimada em 6,0 milhões de pessoas, se manteve estável em ambos os trimestres comparativos.

Agricultura e Construção têm o menor número de trabalhadores desde 2012

No trimestre encerrado em fevereiro de 2017, os grupamentos de atividade Agricultura (8,8 milhões) e Construção (6,9 milhões) registraram os menores contingentes de ocupados desde o início da série da pesquisa em 2012. No sentido inverso, Alojamento e Alimentação atingiu o maior contingente de ocupados (5,0 milhões) desde o início da série da pesquisa em 2012.

Na comparação com o trimestre anterior, houve quedas na Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (-4,4%, ou -702 mil pessoas) e na Indústria geral (-2,0% ou -225 mil pessoas). Houve altas em Alojamento e alimentação (+3,5%, ou +169 mil pessoas) e Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (+2,2% ou +215 mil pessoas). Os demais grupamentos se mantiveram estáveis.

Em relação ao mesmo trimestre de 2016, houve crescimento apenas no grupamento de Alojamento e Alimentação, +9,0% (+409 mil pessoas). Reduções foram registradas em Construção, -9,7% (-749 mil pessoas), Agricultura, Pecuária, Produção Florestal, Pesca e Agricultura, -7,4% (-702 mil pessoas), Indústria Geral, -4,3% (-511 mil pessoas) e Serviços domésticos, -3,1% (-193 mil pessoas). Os demais grupamentos não sofreram alteração.

Rendimento dos trabalhadores mostra estabilidade

O rendimento médio real habitualmente recebido pelas pessoas ocupadas foi estimado em R$ 2.068 no trimestre de dezembro de 2016 a fevereiro de 2017, mantendo estabilidade frente ao trimestre anterior (R$ 2.049) e, também, em relação ao mesmo trimestre de 2016 (R$ 2.037).

O rendimento médio real habitual cresceu apenas para os Empregados no setor público: 3,2% em relação ao trimestre anterior (setembro a novembro de 2016) e 5,1% em relação ao mesmo trimestre de um ano antes (dezembro de 2015 a fevereiro de 2016). Nas demais posições de ocupação houve estabilidade em ambos os períodos analisados.

Na comparação com o trimestre anterior, houve estabilidade no rendimento de todos os grupamentos de atividade, com exceção da Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, que registrou variação positiva de 3,4%. Frente ao mesmo trimestre de 2016, somente dois grupamentos apresentaram alta no rendimento: Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (+6,9%) e Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (+3,6%). Os demais grupamentos ficaram estáveis.

No IBGE
Leia Mais ►

CNI: 72% dos brasileiros não confiam em Temer


Sai mais uma pesquisa devastadora para o governo Michel Temer; divulgado nesta manhã, o levantamento CNI/Ibope mostra que o governo advindo do golpe parlamentar de 2016 é cada vez mais rejeitado pela população; segundo o levantamento com dados até dezembro, 72% não confiam em Michel Temer; outros 64% desaprovam o seu modo de governar, percentual que subiu nove pontos; entre os entrevistados com renda familiar superior a cinco salários mínimos, subiu de 33% para 49% os que avaliam como ruim ou péssimo o governo Temer; por região, Michel Teme é rejeitado por 81% dos brasileiros da região Nordeste; ontem, o Ipsos mostrou que 90% veem o Brasil no rumo errado; diante deste cenário o TSE inicia o julgamento da cassação de Michel Temer na próxima terça-feira

Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI)/Ibope sobre a avaliação do governo de Michel Temer até dezembro do ano passado, divulgada nesta sexta-feira, 31, mostra que o governo que tomou o poder por meio de um golpe parlamentar é cada vez mais rejeitado pela população. Os dados

Segundo o levantamento da CNI/Ibope, 72% não confiam em Michel Temer. No último levantamento, em setembro do ano passado, o percentual era de 68%.

Outros 64% desaprovam o modo de governar de Michel Temer, índice que também subiu em relação à pesquisa de setembro, que registrou percentual de 55%.

Os números mostram também que começa a cair a ficha de parte da elite do País que apoiou o golpe: entre os respondentes com renda familiar superior a cinco salários mínimos, o percentual dos que avaliam o governo como ruim ou péssimo cresce 16 pontos percentuais entre setembro e dezembro. Em setembro, esse grupo apresentava um percentual de ruim ou péssimo de 33% para o governo Temer. Em dezembro, o percentual subiu para 49%.

Por região, Michel Teme é dos mais rejeitados também. No Nordeste, apenas 9% afirmam que o governo é bom ou ótimo.

Leia a pesquisa na íntegra:


No 247
Leia Mais ►

Sede da organização criminosa Globo é ocupada por manifestantes - assista

Levante ocupa Globo com o mote: golpe, a gente vê por aqui

Avalista do golpe parlamentar de 2016, que arruinou a economia nacional e manchou a imagem do Brasil no mundo, a Globo teve sua sede ocupada nesta manhã, no Jardim Botânico, Rio de Janeiro.

Manifestantes montaram dezenas de barracas e ergueram a faixa "Golpe, a gente vê por aqui". "Se a juventude se unir, a Globo vai cair", gritavam os manifestantes.

Globo apoiou o golpe militar de 1964 e só pediu desculpas 50 anos depois, para, logo em seguida, apoiar o golpe parlamentar de 2016, que instalou Michel Temer no poder, um projeto reprovado por 90% dos brasileiros.



Leia Mais ►

Previdência: mobilização pode definir futuro de Temer


O fiasco das manifestações “coxinhas” do último final de semana dobram a importância dos atos de hoje contra a reforma previdenciária e, por extensão, as perspectivas à frente do governo Temer.

Embora ainda seja uma mobilização preliminar, a presença de uma quantidade expressiva de manifestante pode aprofundar a sensação da própria base governista de que já não existe mais um “rolo compressor” parlamentar para obter os dois terços de votos para, pelo menos, aprovar alguns pontos fundamentais para o projeto governista.

A crescente impopularidade de Temer, que é uma das causas desta degradação de sua máquina parlamentar vira, através dela, o perigo de que ele venha a perder sua única serventia para onde seu apoio é decisivo, os interesses do mercado.

Não pense que, por mais criticáveis que sejam, a s raposas da política sejam insensíveis. Os movimentos de dissenção feitos por Renan Calheiros – inclusive o de criticar  o “pacotinho do rombo” anunciado pelo Governo – veja aqui –  é sinal de que, pelo menos no Senado, já não dá para pensar nos dois terços suficientes para a previdência.

E isso repercute sobre a Câmara, desanimando muitos de se exporem a um vexame público para aprovar a cassação de direitos para, afinal, a reforma ser rejeitada.

As ruas cheias, hoje, tanto quanto foram vazias domingo, será uma pressão extra, que pode catalizar esta processo.

Sem a reforma, Temer tem poucos horizontes pela frente. E o professor Gilmar pode até fazer um burro falar, no TSE.



Fernando Brito
No Tijolaço
Leia Mais ►

A comunicação e a batalha da Previdência


A Agência Sindical e o Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé realizaram sexta (24), em São Paulo, o Seminário “Reforma da Previdência e desafios da comunicação”. Sindicalistas, profissionais de mídia das entidades, imprensa alternativa, emissoras comunitárias, coletivos e blogueiros debateram meios e indicaram ações para massificar na base social as maldades contidas no projeto de Temer. Confira!

Leia Mais ►