7 de mar de 2017

A verdade sobre a integração do São Francisco

Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitam canteiro de obras do projeto de integração do Rio São Francisco, em Pernambuco, em 2014. 
Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula

A Integração do São Francisco é obra de Lula e Dilma

Mais importante obra de infraestrutura realizada no Nordeste em toda a história da República, o projeto de integração do São Francisco finalmente começa a levar água às regiões mais carentes do semiárido brasileiro. Mas, diferentemente do que tenta fazer crer jornalistas da imprensa nacional, e mesmo o ilegítimo governo de Michel Temer, a obra jamais esteve paralisada durante a gestão de Dilma Rousseff. Foi iniciada no governo Lula, ainda em 2007, e teve quase sua totalidade construída e concluída no governo da ex-presidenta.

Esse projeto, sonhado ainda nos tempos de Dom Pedro 2º, desprezado por Fernando Henrique Cardoso, e que só saiu do papel nos governos do PT, vai garantir água a 12 milhões de habitantes que vivem em 390 municípios dos estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte. No total, o projeto tem 477 km de extensão, organizados em dois eixos de transferência de água: Norte e Leste. A obra engloba a construção de nove estações de bombeamento, 27 reservatórios, quatro túneis, 13 aquedutos, nove subestações de energia e 270 km de linhas transmissão. 

A oposição de outrora comemora como se fosse um feito do governo Temer a chegada da água no sertão, noticiada no final de semana. Mentira. O projeto só não foi entregue por Dilma porque os setores mais atrasados da política brasileira, aliados às parcelas mais indignas da imprensa nacional e as velhas oligarquias, além de conservadores e políticos oportunistas – do PSDB e DEM e muitos do PMDB – arquitetaram e promoveram o Golpe de 2016. De maneira anti-democrática, esses setores retiraram do governo a presidenta eleita por 54,5 milhões de votos em 2014, usando como pretexto um impeachment baseado em inexistente crime de responsabilidade.

Em 6 de maio do ano passado, antes, portanto, do seu afastamento da Presidência, Dilma visitou o Reservatório Terra Nova e a Estação de Bombeamento (EBI-2), do Eixo Norte, em Cabrobó (PE). Os jornais cobriram de maneira tímida a visita. A opção, claro, foi sobre o que Dilma disse em seu discurso sobre o processo de impeachment, cuja comissão acabava de ser instalada pelo Senado Federal. A cobertura pode ser conferida na Folha, no G1 ou, por exemplo, no Jornal do Commercio, de Pernambuco.

Os Fatos e Números

Com investimento previsto de R$ 9,6 bilhões do Orçamento da União, o projeto de integração do São Francisco teve, até abril de 2016, R$ 7,95 bilhões executados com dinheiro do Orçamento da União. Isso significa que nada menos do que 86,3% da obra estavam concluídos até abril do ano passado, quando havia 10,3 mil trabalhadores nos canteiros das obras.

Eixo Norte do Projeto de Integração do São Francisco. Dados atualizados até abril de 2016. (Fonte: Ministério da Integração Nacional)
Eixo Norte do Projeto de Integração do São Francisco. Dados atualizados até abril de 2016.
Fonte: Ministério da Integração Nacional



Com 260 km de canais, o Eixo Norte do projeto (quadro acima) teve 87,7% de execução concluídos até abril de 2016. Em Pernambuco, os municípios diretamente beneficiados foram Cabrobó, Mirandiba, Parnamirim, Salgueiro, Terra Nova e Verdejante. No Ceará, as cidades beneficiadas foram Barro, Brejo Santo, Jati, Mauriti e Penaforte. Na Paraíba, Cachoeira dos Índios, Cajazeiras, Monte Horebe e São José de Piranhas. E, finalmente, na Bahia, os municípios de Abaré e Curaçá.

Eixo Leste do Projeto de Integração do São Francisco. Dados atualizados até abril de 2016. (Fonte: Ministério da Integração Nacional)


Eixo Leste do Projeto de Integração do São Francisco. Dados atualizados até abril de 2016.
Fonte: Ministério da Integração Nacional

Já o Eixo Leste, com 217 km de canais, teve até abril do ano passado 84,4% de suas obras executadas. Em Pernambuco, os municípios diretamente beneficiados foram Betânia, Custódia, Floresta, Petrolândia e Sertânia. Na Paraíba, a cidade de Monteiro foi a beneficiada pelas águas.

Estes são os fatos. Tais números podem ser conferidos no sumário executivo (anexo), que estava disponível no site do Ministério da Integração Nacional até maio do ano passado, antes de ser apagado, de maneira irresponsável e criminosa, pelo governo ilegítimo de Michel Temer.

Assessoria de Imprensa
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O "Acordo" de Odebrecht, a operação Lava Jato e a sua fantástica "recuperação" de recursos

http://www.maurosantayana.com/2017/03/o-acordo-de-odebrecht-operacao-lava.html


Contribuindo, não se sabe se conscientemente ou não, para dar uma "levantada na bola" da operação, e enganar e manipular a população, parte da mídia comemora, no alto de suas páginas, a suposta "recuperação" - que poderá levar cerca de 25 anos, prazo que algumas empreiteiras terão para "pagar" as penalidades - de mais de 11 bilhões de reais, pela Lava-Jato.

Como se bilhões em dinheiro "roubado" dos cofres públicos estivessem voltando, vitoriosamente, para os cofres do erário.

E os prejuízos econômicos causados por essa operação, em empregos, quebra de acionistas e fornecedores e projetos sucateados e interrompidos, não fossem muitíssimo maiores do que a quantia publicada nas manchetes em letras garrafais.

Pura conversa.

Primeiro, porque esse dinheiro não foi "recuperado", já que ainda não foi totalmente pago.

E em segundo lugar, porque não se recupera o que não se tinha antes.

Nem esses recursos foram desviados para contas secretas na Suíça, nem se comprovou, até agora, inequivocamente, com base em provas factuais, que houve desvios ou superfaturamento nesse fantástico montante.

Mais de 90% dessa soma - certa imprensa ainda fez o favor - não se sabe se também propositalmente - de misturar alhos com bugalhos colocando no mesmo saco dinheiro apreendido e recursos derivados de acordos de leniência - será "arrecadado" por meio de multas punitivas, impostas às empresas como parte da estratégia que exige que elas reconheçam publicamente, em amplo e contrito "mea culpa", os seus "erros" e pecados cometidos contra nossos "homens de bem" e nossa nunca hipócrita ou dissoluta sociedade.

Tudo como na época da Santa Inquisição - ou dos processos stalinistas - com os "culpados" tendo que corroborar, nesse meio tempo, a tese do MP que transformou automática e retroativamente doações legais ou de Caixa 2 - tanto faz umas como as outras - realizadas desde 2002, em "propina", além de concordar em pagar também, à vista ou a prazo, bilhões de reais para não ter que fechar, quase que obrigatoriamente, suas portas.

Quem explicou isso muito bem, para quem sabe ler nas entrelinhas, foi o advogado do Sr. Marcelo Odebrecht, Theodomiro Dias Neto, que deu a entender que seu cliente, contra sua vontade, teve que se dobrar às exigências e ao discurso do Ministério Público, sob pena de sua empresa acabar definitivamente:

"Um acordo de colaboração premiada - afirmou o advogado - não é um acordo de pessoas, de partes em posições simétricas. Há uma relação de total assimetria de poder nessa relação. O acordo de colaboração premiada é um acordo de rendição, em que uma parte está se rendendo à outra.

O que é importante, é fundamental e um desafio para você fazer um acordo é que no caso de uma empresa ninguém faz um acordo para morrer(ou você faz o acordo ou "morre", diríamos nós). Você faz um acordo para sobreviver".

Esclarecendo, em entrevista ao UOL - já que para bom entendedor um pingo é letra - as verdadeiras condições em que Marcelo Odebrecht, depois de quase dois anos detido sem flagrante - fechou, "voluntariamente", o "acordo" que ainda deve mantê-lo preso, "exemplarmente", em regime fechado, até o final de 2017, enquanto outros "delatores", especialmente aqueles apanhados com dinheiro de corrupção em suas contas, estão curtindo, há tempos, um uísquinho, nos confortáveis sofás de suas salas.

Resta saber, agora, até onde irão as consequências políticas e a extensão e profundidade da "rendição", ou melhor, da "colaboração", do senhor Marcelo Odebrecht à Lava Jato e ao Ministério Público, tanto no caso de Dilma e do PMDB, como no do PSDB, considerando-se não apenas as afirmações feitas até agora pelo ex-executivo do grupo, mas também a dos numerosos, mais de 70, "delatores" "premiados" da empresa, que acompanharam a "decisão" tomada por seu ex-chefe.
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O silêncio absurdo do falante dono do Habib’s diante da morte do menino João Victor

Ele
Alberto Saraiva, o fundador do Habib’s, pode ser acusado de qualquer coisa, menos de ser low profile.

Alberto fala. Muito. De economia, política, marketing, família — o que o entrevistador quiser.

No entanto, mantém um silêncio ignominioso no caso do menino João Victor, de 13 anos, morto numa de suas filiais depois de levar um soco e ser perseguido por seus funcionários, segundo testemunhas.

O vídeo do garoto sendo arrastado pelo gerente e outro homem viralizou. Choca pela vileza e pela desumanidade.

Sairava, misteriosamente, acha que não é com ele.

Uma nota burocrática, duas semanas após a tragédia, foi divulgada. “A Rede informa que continua apurando os fatos da lamentável ocorrência em uma de suas unidades franqueadas”, lê-se.

O dedo é apontado para João Victor: “A conduta do menor estava incontrolável, ameaçando o patrimônio físico da loja e dos clientes.”

O Habib’s é um conglomerado de fast-food com 450 unidades, divididas em três marcas. São mais de 20 mil empregados. Concorre diretamente com McDonald’s e Burger King em sua política de preços baixos.

Em 2015, faturou 2,2 bilhões de reais. A Operação Flex Food, da Polícia Federal, investigava a empresa num esquema de sonegação fiscal que se estendia por cinco estados.

Self made man, Saraiva frequenta há muito tempo a imprensa especializada.

Veio com a família de Portugal quando bebê. Criado no Paraná, migrou para São Paulo para cursar medicina. Trancou o curso depois que o pai foi morto em sua padaria e ele se viu obrigado a assumir o negócio. Formou-se mais tarde.

O primeiro Habib’s é de 1988 e ficava na rua Cerro Corá, no bairro paulistano da Lapa. “O assassinato do meu pai mudou minha vida”, afirma.

É um homem vaidoso e conta com a ajuda dos amigos na mídia para esconder a idade. As matérias simplesmente não contêm essa informação. Não consta nem no verbete da Wikipedia.

Ao longo do processo do impeachment, Alberto tagarelou ininterruptamente. Foi capa da Istoé Dinheiro numa reportagem chamada “Fome de Mudança”.

“Não posso me amedrontar, me calar e me recolher diante de um momento histórico do País, que está agonizando com tanta corrupção e pessimismo”, declarou, corajoso.

Jactava-se da campanha publicitária “Caiu!”, que usava o preço das esfihas de frango para fazer uma alusão ao governo Dilma.

Nos protestos de rua de 2016, o Habib’s patrocinou a distribuição de cartazes com slogans como “Quem espera nunca alcança” e “Quero meu País de volta”.

“A crise exige que o marketing seja extremamente agressivo. Nós nunca tínhamos feito filmes como esses”, falou à Veja em janeiro. “Eles despertaram a atenção do público, e isso virou comentário, boca a boca. Nossa marca cresceu”.

Na mesma entrevista, elogiou Temer: “Eu vejo esse governo extremamente bem-intencionado, colocando a mão onde deveria colocar, como no controle de gastos”. Saraiva é palestrante e escreveu o livro “25 Verbos para Construir sua Vida”.

Desculpas de CEOs são comuns no mundo corporativo. Para ficar em casos recentes, Oscar Muñoz, da United Airlines, rogou perdão pelo tratamento dispensado aos passageiros. Mary Barra, da GM, admitiu os erros de um recall. A Volkswagen veio a público se lamentar por vender carros com software ilegal para disfarçar a emissão de poluentes.

Quando empresas e seus líderes tomam essa atitude, estão não apenas dando satisfação às pessoas que foram prejudicadas e à sociedade de forma geral, mas também a seus funcionários, acionistas e executivos.

Steve Jobs pediu desculpas. O papa Francisco quase não faz outra coisa com relação à Igreja.

Mas não Alberto Saraiva.

Pagará caro por tratar João Victor como carne moída.

Kiko Nogueira
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Delação de Assad deveria resultar em filhote paulista da Lava Jato

Há claro interesse público em investigar corrupção em governos tucanos




Há interesse público cristalino numa delação do empresário Adir Assad, que está preso em Curitiba sob acusação de lavar dinheiro para empreiteiras. Segundo reportagem de ontem do “Estado de S.Paulo”, Assad tenta negociar uma colaboração na qual contaria que repassou R$ 100 milhões a Paulo Vieira da Costa, ex-diretor da Dersa e suspeito de ser operador de campanhas eleitorais do PSDB.

A importância dessa eventual delação reside na possibilidade de dar início a uma investigação sobre a atuação de empreiteiras no Estado de São Paulo, onde teriam utilizado o mesmo modelo aplicado na Petrobras. Ou seja, um percentual de contratos em obras públicas seria destinado a financiar campanhas políticas do PSDB e aliados.

Nos últimos anos, acusações de corrupção nos governos tucanos em São Paulo nunca avançaram como aconteceu em relação à apuração de desvios nos governos federais do PT. A Lava Jato está diante de ótima oportunidade de mostrar que não utiliza dois pesos e duas medidas.

Há uma informação na reportagem que dá conta de que o Ministério Público Federal não teria tido muito interesse em fechar o acordo de colaboração com Assad. Ora, merece ser levada adiante uma delação que pode apontar desvios de R$ 100 milhões na administração de José Serra no governo de São Paulo.

Investigadores da Lava Jato costumam dizer que há dificuldade para investigar corrupção nos Estados devido à competência para apurar os eventuais delitos. Ou seja, ela seria dos Ministérios Públicos estaduais.

Mas a Operação Calicute, que investiga o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), é feita pela Polícia Federal e Ministério Público Federal. A Calicute está sob os cuidados de um juiz federal, Marcelo Bretas. A eventual delação de Adir Assad poderia resultar em outra operação filhote da Lava Jato, permitindo ao Ministério Público Federal paulista, por exemplo, investigar como as empreiteiras agiam em grandes obras estaduais. Há óbvia conexão entre a corrupção na Petrobras e nos Estados.

Paulo Vieira da Costa, ex-diretor da Dersa, é um personagem conhecido dos bastidores da política. Em 2010, disse que o PSDB não deveria abandonar um amigo ferido na beira da estrada. Na época, soou como chantagem em relação a políticos tucanos.

É ingenuidade achar que as empreiteiras montaram um esquema de corrupção apenas na Petrobras. O caso de Sérgio Cabral no Rio de Janeiro mostra que há uma estrada a ser trilhada pelo Ministério Público em relação a outros Estados, como São Paulo.

Kennedy Alencar
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Milhares de professores vão às ruas na Argentina e iniciam paralisação de 48 horas por aumento nacional de salários

Adesão à paralisação chega a 92% em todo o país, diz Frente Nacional Docente; manifestação em Buenos Aires se dirigiu à sede do Ministério da Educação para exigir negociação salarial nacional e 35% de reajuste para compensar 40% de inflação em 2016


Milhares de professores argentinos da rede pública de ensino iniciaram nesta segunda-feira (06/03) uma paralisação de 48 horas em todo o país, exigindo um aumento de salário para a categoria em nível nacional que compense a inflação de 40% no ano passado.

Segundo a Frente Nacional Docente, que agrupa os cinco maiores sindicatos de professores do país, a adesão à greve chega a 92%.

Em Buenos Aires, a marcha de professores, apoiados por representantes da ATE (Associação de Trabalhadores do Estado), percorreu as principais ruas da capital argentina e se dirigiu desde o Congresso Nacional até o Ministério da Educação. “Esta marcha com mais de 50 mil professores deve fazer o governo refletir”, declarou a representante sindical Sonia Alesso.

Os professores exigem uma negociação salarial em nível nacional, se opondo à existência de salários diferentes nas 23 províncias e na capital federal, depois da decisão do Executivo nacional de deixar nas mãos das gobernaciones (Estados) o montante do mínimo salarial segundo as possibilidades de cada uma.

A grande maioria dos governos locais propõe 18% a pagar em quatro quotas, atreladas ao índice da inflação, enquanto os professores pedem um reajuste de 35% para compensar a perda pela inflação, que em 2016 se elevou a mais de 40%.

Após várias tentativas frustradas de diálogo com o governo de Mauricio Macri, os professores convocaram a paralisação de 48 horas nos dois primeiros dias do ano letivo de 2017 na Argentina.

Enquanto Macri inaugurava o ano letivo na província de Jujuy junto ao ministro da pasta, Esteban Bullrich, no restante do país, neste primeiro dia de aulas, as salas das escolas públicas permaneceram vazias.

Apenas três províncias, Jujuy, Santiago do Estero e San Luis, começaram as aulas. No resto, em todos os níveis, 12 milhões de alunos ficaram em suas casas.

Os professores apontaram que depois da paralisação de 48 horas e a outra marcha a ser realizada amanhã acompanhando a Confederação Geral do Trabalho, preparam um plano de luta por melhores salários e condições de trabalho.

“Paritária nacional ou segue a greve”, declarou Hugo Yasky, da CTA (Confederação de Trabalhadores da Argentina). “Ir contra a escola pública é analfabetismo político, seja na Casa Rosada ou no Ministério da Educação. Não há nada mais nobre para os argentinos do que a escola”, disse o sindicalista.

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Odebrecht: Michel é o Michel Treme

Delator descreve como Padilha e MT tomaram uma grana no Jaburu


Cláudio Melo Filho, vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht, a maior empresa de engenharia pesada do Brasil e das Américas, que a Lava Jato transformou num food-truck no farol da Barra, confirmou ao Tribunal (sic) Superior (sic) Eleitoral, presidido pelo Ministro Gilmar Mendes (que não está nada satisfeito com esses vazamentos, logo agora que batem no bumbum do MT) confirmou o que todo mundo já sabia:

- Eu participei de um jantar no Palácio do Jaburu juntamente com Marcelo Odebecht, Michel Temer e Eliseu Padilha. Michel Temer solicitou, DIRETA E PESSOALMENTE (grifo meu - PHA) para Marcelo apoio financeiro para as campanhas do PMDB para o ano de 2014."

Diante da relevância do cargo do pedinte - Vice-Presidente da chamada República -, Marcelo estipulou a insignificante quantia de R$ 10 milhões.

(Insignificante diante dos R$ 100 milhoes que o Padim Pade Cerra e o Paulo Afrodescendente obraram em obras em São Paulo e que, provavelmente, estão guardados, em dinheiro vivo, num suposto imóvel em área chiquérrima de São Paulo.)

Como se sabe, a grana da Odebrecht para o Michel Treme saiu "por fora" da lei.

Falta o Superior Tribunal (sic) Eleitoral ouvir o grão-tucano Sérgio Machado, para descrever como Michel Treme tomou uma grana na salinha da Base Aérea de Brasília.

Em tempo: quem disse que o Michel agora é o Michel Treme foi o José Simão, o único sujeito engraçado de São Paulo. (Depois do Cerra, é claro, que nos faz rir de forma incontrolável!)

PHA
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