4 de mar de 2017

Sófocles, Xangô, Faraó e a Maldição de Temer


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Deltan Dallagnol recebe título de Doutor Honoris Causa da Tabajara University of Paraná


Depois de ter questionada pelo Congresso a lisura das assinaturas no projeto de iniciativa popular das 10 medidas contra a corrupção, outra vergonha estoura no colo do procurador Deltan Dallagnol, da força-tarefa Lava Jato.

Agora parece que o título Doutor Honoris Causa conferido a Deltan pela desconhecida FACINEPE (Faculdade Centro Sul do Paraná) era na verdade um “cabrito”.

O título foi concedido ao procurador da Lava Jato em outubro de 2016.

Também foram agraciados o apresentador Silvio Santos, o bispo Edir Macedo e o presidente nacional da OAB Claudio Lamachia.

Com o objetivo de promover Deltan, a Folha de S. Paulo registrou o evento com bastante destaque em 03/10/2016.

Por falar em verdade, ou melhor, em pós-verdade, a FACINEP, além de não ser credenciada pelo MEC, seu reitor Faustino da Rosa Junior, foi condenado por falsificação de diplomas e certificados. Essa história quem conta é o jornal porto-alegrense Zero Hora.

A título de comparação, o ex-presidente Lula, a quem Deltan persegue politicamente, possui cerca de 30 títulos de Doutor Honoris Causa concedidos por renomadas universidades de todo o mundo.

No Esquerda Caviar
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Plantão desalienação


Leonardo Stoppa interrompeu a folga do fim de semana para explicar que a Globo fracassou com o jornalismo e agora tenta o humor (de péssimo gosto) para alimentar o desgaste da imagem de Lula.

Estaria o jornal O Globo com medo ou curioso sobre o tamanho do "superpênis" de Lula? Freud explica.

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Skaf, Odebrecht e os patos da Fiesp?


O falso empresário Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), andava meio sumido. Ele foi um dos principais líderes do “golpe dos corruptos”, distribuindo “patinhos amarelos” para os otários que foram às ruas exigir o “Fora Dilma”; na sequência, o oportunista passou a frequentar com assiduidade o covil de Michel Temer, pregando a urgência nas regressões trabalhista e previdenciária. De repente, ele desapareceu do noticiário. Alguns acharam que foi em decorrência do agravamento da crise econômica, que tem devastado as indústrias e gerado fraturas no meio empresarial. Pode ser! Mas o depoimento de Marcelo Odebrecht nesta quarta-feira (1º) talvez explique melhor o sumiço do golpista covarde.

O ex-presidente da poderosa construtora relatou aos ministros do Tribunal Superior Eleitoral que participou de um encontro com o publicitário Duda Mendonça para quitar uma dívida da campanha de Paulo Skaf (PMDB) ao governo paulista em 2014. Derrotado, o ditador da Fiesp contratou os serviços do marqueteiro com a promessa de receber R$ 6 milhões da empreiteira. O montante, segundo o delator, fazia parte dos R$ 10 milhões prometidos à gangue de Michel Temer em acerto direto com Eliseu Padilha, o ministro do usurpador que foi dedado e encontra-se em recuperação de uma cirurgia de próstata. Marcelo Odebrecht disse ainda que manteve um encontro com Paulo Skaf, no qual ele insistiu na ajuda para a sua campanha eleitoral.

“Odebrecht concordou em fazer a doação, desde que o valor fosse descontado do acertado com Eliseu Padilha. Foi então que o empreiteiro marcou um jantar com Michel Temer no Palácio do Jaburu. Logo no início do encontro o empresário anunciou a intenção de apoiar as candidaturas do grupo político. Depois, a conversa enveredou-se por amenidades. Em dado momento, Temer se retirou do local. E os detalhes foram decididos com Padilha. O delator reconheceu, porém, que fez um pagamento muito inferior ao valor acertado com Skaf durante a campanha. Sentiu-se devedor. Foi quando recebeu o marqueteiro Duda Mendonça para acertar o pagamento de dívidas da campanha do peemedebista”, descreve a revista CartaCapital.

Se o juiz Sergio Moro, o chefão da midiática Operação Lava-Jato, fosse menos seletivo nas suas investigações, Paulo Skaf seria imediatamente convocado para depor. Mas o “justiceiro” mantém sua obsessão doentia contra Lula e possivelmente não dará qualquer dor de cabeça ao presidente da Fiesp. Já os otários que foram à Avenida Paulista carregando os “patinhos amarelos” da entidade patronal devem estar com cara de patos – já que serviram de massa de manobra para os golpistas que agora investem contra os seus direitos trabalhistas e previdenciários. A vida é dura e implacável!

Em tempo: No início de fevereiro, Paulo Skaf publicou um artigo na Folha criticando o “ranço ideológico” contra a indústria brasileira. Ele se referia à decisão do covil golpista de “convidar unicamente empresas estrangeiras para participar da licitação de uma obra no Comperj, complexo petroquímico na região metropolitana do Rio”. Em sua aparente rebeldia, ele condenou a iniciativa do governo entreguista de acabar com a política de conteúdo local adotada pelo ex-presidente Lula para estimular a produção nacional. O oportunista só não fez autocrítica do apoio ao “golpe dos corruptos” que alçou Michel Temer ao poder. Na prática, o artigo revelou que as fraturas no meio empresarial estão crescendo e que o ditador da Fiesp está na berlinda!

Altamiro Borges
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Um conselho de Stephen Hawking a quem sofre com depressão


Stephen Hawking é tão representativo quando o assunto é Ciência que a sua própria vida é a prova disso.

Diagnosticado aos 21 anos como portador de uma forma degenerativa da esclerose lateral amiotrófica, Hawking recebeu uma triste expectativa médica: teria apenas mais dois anos de vida. Hoje, aos 74 anos de idade, o cientista não apenas driblou a expectativa como é considerado um dos grandes gênios vivos do mundo.

Abaixo, recado dado por ele a quem sofre com depressão, a doença mais incapacitante da contemporaneidade:

“A mensagem desta palestra é que os buracos negros não são tão negros quanto parecem. Eles não são as prisões eternas que pensávamos. E se não existe um “horizonte de eventos”, não há buracos negros, se considerarmos que eles funcionam como locais dos quais a luz não pode escapar para o infinito.

As coisas conseguem escapar para fora de buracos negros e possivelmente para outro universo. Então, se você se sentir dentro de um buraco negro, não desista – há uma saída. Eu acho que as pessoas têm o direito de encerrar a própria vida, se quiserem. Mas eu acho que seria um grande erro. Não importa quanto a vida possa ser ruim, sempre existe algo que você pode fazer, e triunfar. Enquanto há vida, há esperança.

Eu não tenho muita coisa boa para dizer da minha doença, mas ela me ensinou a não ter pena de mim mesmo e a seguir em frente com o que eu ainda pudesse fazer. Estou mais feliz hoje do que quando era saudável. Tenho a sorte de trabalhar com Física teórica, uma das poucas áreas em que a minha deficiência não atrapalha muito.

Quando minha doença foi diagnosticada, nem eu nem meus médicos esperavam que eu viveria mais 45 anos. Acho que meu trabalho científico me ajudou a seguir adiante. Na primeira hora, eu fiquei deprimido. Mas a doença avançou mais devagar do que eu esperava. Comecei a aproveitar a vida sem olhar para trás. Minha doença raramente atrapalhou meu trabalho. Isso porque tive sorte de encontrar a Física teórica, uma profissão em que minha doença quase não atrapalha. Faço meu trabalho dentro da minha cabeça. Na maioria das profissões, teria sido muito difícil.

Medo de morrer eu não sinto, mas também não tenho pressa. Tem muita coisa que eu quero fazer antes. Todos nós vivemos com a perspectiva de morrer no fim. Comigo é exatamente igual, a diferença é que eu esperava a morte bem mais cedo. Mas ainda estou aqui”.

Você pode ouvir a palestra no original em BBC Radio 4

No Pensar Contemporâneo
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Justiça censura jornal da CUT-RS!

Entidade irá recorrer da decisão

Capa do jornal censurado pela Justiça gaúcha



Juiz censura jornal da CUT-RS contra Reforma da Previdência

A 3ª Vara Cível de Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul, mandou apreender todos os exemplares de um jornal sobre a Reforma da Previdência publicado pela CUT-RS. A apreensão foi determinada pelo juiz Assis Leandro Machado e atendeu pedido do deputado Heitor Schuch (PSB/RS), membro da “tropa de choque” do governo ilegítimo de Michel Temer na Comissão Especial da Reforma da Previdência (PEC 287/16).

Um oficial de justiça esteve na manhã desta quinta-feira (2) na sede da entidade, em Porto Alegre, porém os 100 mil exemplares impressos já tinham sido distribuídos. No entanto, conforme a liminar, a publicação teve que ser retirada do site e das mídias sociais da entidade. A assessoria jurídica da CUT-RS vai recorrer para tentar cassar a liminar.

O jornal, com quatro páginas, apresenta perguntas e respostas sobre os principais retrocessos da Reforma da Previdência e traz as fotos dos deputados e senadores que apoiam o governo Temer no Congresso, com orientações aos trabalhadores. “Acompanhe de perto as manifestações da bancada gaúcha que apoia o governo Temer e exija que votem contra a Reforma da Previdência. Se você entrar na luta, a Reforma não passa. Vamos juntos construir a Greve Geral”, diz o texto.

Para o secretário de Comunicação da CUT-RS, Ademir Wiederkehr, trata-se de uma censura descabida ao trabalho de divulgação da entidade sobre o conteúdo nefasto da reforma da Previdência. “Queremos exercer a liberdade de expressão e o nosso direito de informar sobre os malefícios que essa reforma do governo golpista de Temer quer impor aos trabalhadores, bem como pressionar os parlamentares para que se posicionem e votem contra essa proposta”.

No CAf
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A propina de Aécio e a sua hipocrisia


Alguns textos, algumas reflexões, se você não fizer acabará ficando doente. A indignação é como um incêndio que queima de dentro para fora. Começa ali, na boca do estômago, acelera o coração, tira o ar de seus pulmões, faz o sangue subir à cabeça e explode no olhar e na voz inconformados.

Há mais de uma década que falar de corrupção no Brasil passou a ser falar do PT. A partir de 2005, com a eclosão do escândalo do mensalão, os grupos políticos que sempre governaram e sempre roubaram foram tomados por surtos hipócritas de moralismo.

Aécio Neves é a expressão máxima da hipocrisia reacionária que se abateu sobre o Brasil. Piloto de uma era de corrupção, desmandos e perseguições políticas em Minas Gerais, conhecido por usar os impostos dos mineiros para construir um império, ao se candidatar a presidente, em 2014, passou a vocalizar um moralismo de fancaria que, como toda mentira, vai caindo por terra.



Não há novidade alguma na notícia que, tardiamente, tomou as primeiras páginas dos jornais nesta sexta-feira.

Aécio vem sendo delatado vez após outra há anos e anos, mas a Justiça age com ele da mesma forma que com o ex-presidente do PSDB Eduardo Azeredo, condenado a vinte anos de prisão, mas que, há anos, consegue empurrar o processo pra frente de uma forma que ninguém mais consegue hoje no Brasil.

No âmbito da Lava Jato, já virou palhaçada. Mais delação contra Aécio para a Justiça não fazer nada.

Agora é o ex-presidente da Odebrecht Infraestrutura Benedito Júnior, o BJ, que disse, em depoimento ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nesta quinta-feira (2), que a empreiteira baiana doou R$ 9 milhões em caixa dois para campanhas eleitorais do PSDB.

O pedido de ajuda teria sido feito pelo próprio Aécio Neves, que, em 2014, concorria à Presidência da República. Ele teria solicitado doação de recursos para outros candidatos da legenda, já que, na época, era presidente do PSDB.

Os crimes atribuídos a esse e outros tucanos não quer dizer nada. Podem ser inocentes ou culpados. O grande crime é que, quando acusações são feitas aos seus adversários petistas, eles fazem discursos indignados e hipócritas como você viu no vídeo acima.

O grande crime de Aécio e do resto do PSDB é a hipocrisia. É terem coragem de apontar o dedo para pessoas acusadas dos mesmos crimes que eles. Para condenar a tucanada por crimes, só a Justiça. Por falta de caráter e decência, porém, qualquer um tem direito.

O que confere direito a qualquer um de condenar Aécio Neves é justamente a hipocrisia tucana, que, como estamos todos vendo, quer que a sociedade acredita que todas as denúncias contra o PT são verdadeiras e contra tucanos são invenções.

Falta combinar com os russos.

Eduardo Guimarães
No Blog da Cidadania
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Lula, Ciro e a frente das esquerdas


Com o fracasso do petismo, com sua estratégia de conciliação,  as esquerdas retornaram aos tempos heroicos, aquele do “em cada cabeça uma tendência”. Não chegam às baixarias da direita, de envolver famílias, apelar para insinuações sexuais, mas são muito mais dispersivas.

Em geral,  dedicam mais energias a combater os grupos do mesmo campo de luta do que os adversários; têm uma dificuldade imensa em identificar os pontos centrais de uma estratégia política, perdendo-se em quizílias e detalhes irrelevantes,  e, também, uma virtude/vício enorme, de questionamento permanente das estruturas vigentes na própria esquerda.

Do PT nasceu o PSTU, revolucionários, depois, o PSOL, todos brandindo, em geral, um antipetismo maior ainda do que o anti-neoliberalismo. E se somam a esse universo sindicatos, grupos sociais com agenda própria, como o MST (Movimentos dos Sem Terra) e MSTU (Movimentos dos Sem Teto Urbanos), outros menores, espalhados pelos quatro cantos, mais objetivos do que os agrupamentos políticos, mas sem condições de oferecer o projeto unificador das demandas.

O amálgama geral deveria ser o projeto de país, os princípios de uma política econômica desenvolvimentista e social – e há inúmeros diagnósticos espalhados entre as universidades (Unicamp, UFRJ, UFMG, EE-FGV), mas sem liga com as bases – e um candidato competitivo em 2018.

O caminho óbvio é a constituição de uma frente de esquerdas, não mais o predomínio de um partido. Mas há uma gama enorme de desafios pela frente.

Primeiro, os desafios concretos:

1.     A incapacidade do partido maior, o PT, liderar a frente, e mesmo de se alinhar com os novos tempos, devido à  estratificação ocorrida em sua estrutura de comando. No PT, a mudança virá de fora para dentro.

2.     O surgimento de novos grupos sociais criados a partir das redes sociais, que abominam qualquer forma de verticalização de comando, mas que tem a vitalidade do novo, como tinham os movimentos sociais dos anos 80. E que até hoje não encontraram espaço adequado na frente de esquerdas. A maneira como o PT jogou ao mar o MPL (Movimento Passe Livre) é um clássico do pensamento autofágico da esquerda, com o velho devorando o novo. A maneira como Luciana Genro, do PSOL, despeja sua ira exclusivamente sobre o PT, outro clássico de como o novo não se liberta da ira freudiana de destruir o pai.

3.     A dificuldade em consolidar um projeto de país que expurgue da social-democracia as concessões absurdas feitas ao mercado - em nível global, saliente-se -, mas que, ao mesmo tempo, não embarque na visão de um socialismo utópico.

4.     O fracasso das políticas de conciliação e a dificuldade em definir as novas bandeiras, que ampliem o campo de alianças e não limitem as esquerdas a uma militância de guetos.

Os dois discursos que melhor sintetizam os novos tempos são os de Lula e Ciro Gomes, ambos com alguma diferença de nuance.

O de Lula sensibiliza uma base maior, pelo simbolismo do seu nome, pelas lembranças da fase áurea do país e por sua posição nas pesquisas eleitorais para 2018. O de Ciro sensibiliza os que julgam impossível um pacto de convivência com os setores que deram o golpe, tendo em vista o fracasso da política de conciliação de Lula e Dilma.

A política é mais sujeita aos movimentos dos ventos do que supõem os mais radicais. Ambos não sairão candidatos ao mesmo tempo. O arco da esquerda ou estará com Lula ou com Ciro, e o outro apoiará. Nem a definição se dará agora.

Hoje em dia, o direito de preferência é de Lula. Amanhã, poderá ser de Ciro.

Lula terá que  passar pelas armadilhas da Lava Jato e da sua própria exaustão com a política, normal em que perdeu seu grande ponto de apoio emocional e jamais teve um minuto de folga a vida inteira.

Se Lula se candidata, Ciro terá posição central no novo governo. Se, pelo contrário, a frente do golpe conseguir inabilitar a candidatura de Lula, a vaga é de Ciro. Há ainda a hipótese, nada remota, de Lula poder ser candidato, mas abdicar em favor de Ciro. E a hipótese concreta de que, lançando antecipadamente Ciro, ele se torne rapidamente alvo de todas as pós-verdades da mídia.

Todas essas hipóteses dependem de um conjunto de circunstâncias que ainda estão indefinidas:

1.     Qual a tendência que se imporá nas forças golpistas com o aprofundamento da crise: implosão, novo arco de alianças para enfrentar o fenômeno Bolsonaro ou adesão a uma ultradireita feroz?

2.     Tentativa de reforçar o Estado de exceção defendido, entre outros, pelo Ministro Luís Roberto Barroso, do STF,  ou a busca de um novo consenso?

3.     Como se comportarão as Forças Armadas?

Por tudo isso, a estratégia das esquerdas, no presente, não definirá antecipadamente o candidato em 2018.

O foco das esquerdas, no momento, é sair da defensiva, se aglutinar em torno de algumas teses centrais, estimular as discussões em torno de um programa de governo. E a única pessoa capaz de promover essa articulação é Lula. Poderiam ser os governadores de esquerda, reunidos em torno de um Conselho, mas aí se trata de um desenho inédito que ainda não conta com uma liderança aglutinadora.

Lula paira acima das idiossincrasias das esquerdas e do próprio PT. Em que pese ter sofrido o maior bombardeio jornalístico da história, continua vivo e as lembranças dos anos de ouro do lulismo são o instrumento mais forte para aglutinação de grupos sociais, políticos e até empresariais.

Sua candidatura tem inúmeras vulnerabilidades, a maior das quais é o profundo sentimento anti-Lula que a mídia conseguiu incrustar em largas faixas da população. Mas são restrições para serem avaliadas mais perto das eleições.

Por ora, a única maneira de consolidar um arco de esquerdas – fundamental para alicerçar qualquer veleidade política não só de Lula, como de Ciro – é unir-se em torno de Lula.

Daí a importância do teste do Manifesto.

A petição pedindo a candidatura de Lula pode ser acessada clicando aqui.

Luís Nassif
No GGN
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