28 de dez de 2017

Nunca antes Luz,Gás, Gasolina e Diesel subiram tanto. Como então a inflação não sobe?

“…a cesta de bens considerada pelo índice de inflação pode não ser aquela que você costuma consumir, portanto a “sua” inflação pode ser maior ou menor do que aquela medida pelos índices oficiais.” (Especialistas ouvidos pela Globo Economia)

Na sua campanha para derrubar Dilma, a Globo colocou  até colar de tomates em Ana Maria Braga. E o tomate só subiu em um momento específico, por causa da entre safra. Mas mesmo subindo mais e deixando até pessoas sem gás para cozinhar, ao invés de Colar de bujões, a Globo fez matéria sobre “os benefícios de cozinhar com lenha”. É a guerra da comunicação.
Em época recente a mídia fez um escândalo com o preço do tomate. Apesar da inflação baixa a época, tudo fazia crer que vivianos uma inflação desenfreada. Tudo servia de motivo para insuflar o povo contra o governo que mais havia feito para que o povo pudesse consumir mais, aumentando salários e gerando milhões de empregos.

Agora preços e taxas de serviços e produtos antes controlados pelo governo sobem assustadoramente. O Gás subiu 80% em um ano. A Luz Elétrica em alguns casos já subiu mais de 50%. O óleo Diesel e a Gasolina quase dobraram de preço. Mas produtos e serviços tem pesos diferentes para diferentes populações. E a Gasolina e o Diesel por exemplo, tem muito pouco peso para a população que ganha de zero até 5 salários mínimos, por que os mentores da pesquisa entendem que esta população não tem carro próprio.

Mas toda a comida que a gente come na cidade é transportada por caminhões que usam óleo Diesel; as pessoas que não tem carro, andam de ônibus, taxi ou aplicativo e todos usam combustível para se locomover e seus preços sobem por isto. Mas por conta do conceito da pesquisa, aumento de combustíveis tem peso menor no cálculo da inflação. Este é apenas um exemplo. Há outros.

Por exemplo: Quem fez a pesquisa entende que arroz tem mais peso na inflação para famílias mais pobres (até 5 salários mínimos), por que ele supostamente é mais consumido que o macarrão por exemplo. Se uma determinada família resolver, até pelo preço, trocar o arroz pelo macarrão, para a pesquisa isto significará “queda na inflação”, quando na verdade significou queda na qualidade da alimentação desta determinada família. E olha que nem são elucubrações deste blogueiro.Quem diz coisas parecidas com estas ão experts ouvidos pela Globo no G1. E pra não deixar dúvidas, fiz um print, por que vai que eles resolvam apagar:

Inflação 1

inflação 2

Se você quiser conferir a matéria toda, basta clicar aqui http://g1.globo.com/economia/inflacao-como-e-medida/platb/

No Luíz Müller Blog

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