31 de dez de 2017

Imagens que mostram os corruptos por trás dos atos contra Dilma


Aécio Neves (PSDB), derrotado nas urnas em 2014 (e chamado de “Mineirim” na lista de propina da Odebrecht), foi delatado várias vezes por empreiteiros e executivos por receber propina e caixa dois ao partido, gravado em ligação pedindo 2 milhões de reais a um empresário e dizendo que mataria o próprio primo. Teve pedido de prisão solicitado pelo MP e rejeitado pelo senado federal, no qual tem grande influência. Alvo de vários inquéritos na lista de Edson Fachin, Aécio é quem tem o maior número de pedidos de investigação feitos pelo ministro STF. O político participou das manifestações que ajudaram Eduardo Cunha (PMDB) e Temer (PMDB) a derrubar a então presidenta eleita Dilma Rouseff.


Alckmin (PSDB)



O atual presidente do PSDB, Alckmin, e o atual ministro do STF indicado por Temer, Alexandre de Morais (filiado ao PSDB na época), também ajudaram nas manifestações. Alckmin (chamado de “Santo”pela Odebrecht na lista de propina) é acusado de favorecimentos de empresas no cartel de trens de SP, roubo de merenda das crianças, recebimento de propina e caixa 2 pela Lava Jato (R$ 10,7 milhões) e recentemente foi delatado por empreiteiros e executivos que alegam ter pagado propina diretamente para ele para conseguir obras em seu governo.

Jair Bolsonaro (sem partido)


Congressista a mais de 25 anos, o político também esteve nas manifestações. O tradicional político (que arrumou espaço para toda família no meio público) é acusado de enriquecimento ilícito e de ter empregado sua mulher e parentes dela na Câmara de Deputados.

Eduardo Cunha (PMDB)


Deputado foi preso logo após o impeachment e atualmente comanda boa parte das ações de Temer ainda da prisão de Curitiba por meio do político Marun (PMDB) (Ministro de Temer representante do Centrão) conhecido como braço direito de Cunha. O deputado aprovou durante sua atuação na Câmara as chamadas pautas bomba e travou o governo de Dilma no legislativo, junto aos políticos do PSDB e PMDB articulou a saída da petista na casa. Durante as manifestações “contra a corrupção” e até hoje o político foi visto como amigo da “causa” pelo MBL e Vem Pra Rua.

José Serra (PSDB)


Apoiado pelo movimento “Vem Para Rua” em São Paulo, José Serra, se tornaria Ministro das Relações Exteriores no governo Temer. O político tucano é acusado nas delações “por recebimento de pagamentos irregulares nas campanhas de 2004 (R$ 2 milhões), 2006 (R$ 4 milhões), 2008 (R$ 3 milhões) e 2010 (R$ 23 milhões).” O Psdbista era chamado de “Careca” na lista de propina da Odebrecht.

Aloísio Nunes (PSDB)


Vice de Aécio na eleição de 2014, Aloísio Nunes, que se tornaria Ministro das Relações Exteriores no governo Temer parece que também não aceitou o resultado das eleições e foi para rua. O político é acusado de “ter recebido R$ 500 mil em caixa dois na campanha para o Senado em 2010″. Ele ainda é “investigado na Lava Jato nas delações da UTC e no Trensalão dos tucanos em São Paulo.”

Senador Anastasia (PSDB)


O relator do impeachment no senado, Anastasia, braço direito de Aécio Neves em Minas Gerais “foi citado nas delações pelo recebimento de R$ 7,3 milhões, em 2009 e 2010, a pretexto de doação eleitoral para campanha ao governo de Minas.”

Rodrigo Maia (DEM)


Maia (chamado de Botafogo na lista de propina da Odebrecht) veio a se tornar presidente da Câmara dos Deputados, substituindo Eduardo Cunha, durante o governo de Michel Temer (PMDB). “Citado nas delações porque teria recebido R$ 350 mil em campanha, em 2008, sem ser candidato, e outros R$ 100 mil para garantir aprovação da Medida Provisória do Refis, o atual presidente da Câmara Rodrigo Maia, teria ainda solicitado em 2010, segundo as delações, R$ 600 mil para a campanha do pai, César Maia.” Botafogo recentemente foi citado como beneficiário de “caixa 3” pela Odebrecht.

Agripino (DEM)


“Com dois codinomes – “Gripado” e “Pino” -, José Agripino Maia do DEM é mais um político que também apareceu na Paulista em março contra Dilma e é acusado pela Odebrecht. Ele teria recebido R$ 1 milhão a pedido do seu amigo Aécio Neves.” O político fazia vários discursos na tribuna do congresso e seus vídeos eram viralizados por “movimentos” parceiros.

Cássio Cunha Lima (PSDB)


Ao lado de militante do “Vem Pra Rua”, “o tucano acusado de ter recebido R$ 800 mil não contabilizados (caixa dois) na campanha ao governo da Paraíba em 2014″, no senado, dizia que o Brasil não aguentava tanta corrupção do PT.

Caiado (DEM)


“A família do senador do DEM aparece no ranking “sujo” de trabalho análogo ao escravo, segundo o site Repórter Brasil. Ruralista, Ronaldo Caiado é um dos mais estridentes antipetistas no Parlamento e esteve nos protestos na Paulista.

Ele também foi acusado em março de 2015 de receber propina do bicheiro Carlinhos Cachoeira em pelo menos três campanhas para a Câmara Federal: 2002, 2006 e 2010. O acusador foi seu ex-parceiro de partido na época, Demóstenes Torres.”

Paulinho da Força (Solidariedade)


“Citado nas delações porque teria recebido R$ 1 milhão de propina na campanha à Câmara em 2014, além de outros R$ 200 mil em espécie para a campanha de 2010, o fundador da Força Sindical, segunda maior central sindical do país, vinha ao menos desde 2015 defendendo a queda de Dilma em um discurso “contra a corrupção”. Ele ainda “teve os direitos políticos suspensos pela Justiça, por improbidade na utilização dos recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).”

Blairo Maggi (PMDB)


Presente na lista de inquérito de Fachin: “O pedido de instauração de inquérito acusa Maggi de ter recebido R$ 12 milhões na campanha para o governo de Mato Grosso no ano de 2006.” O político também ficou famoso após um avião ser pego pela PF com drogas após ter decolado de uma de suas fazendas.

Empresário Alexandre Accioly (amigo de Aécio)


“O empresário Alexandre Accioly, dono da academia Bodytech (que tem como sócios Bernadinho e Luciano Huck), aparece na delação da Odebrecht como (…) laranja de Aécio, ao fornecer uma conta fora do país para o tucano receber propina; (…) Pelo menos dois delatores da Odebrecht falaram da obra; em delação, Marcelo Odebrecht disse ter acertado um repasse de R$ 50 milhões para Aécio, em troca do apoio e da participação da Cemig e de Furnas no leilão de uma das usinas do Rio Madeira”.

Geddel (“Babel”), PMDB, e seu irmão Lúcio Vieira Lima “Bitelo” (PMDB)


“Os irmãos do PMDB Geddel Vieira Lima (ao centro) e Lúcio Vieira Lima (à direita) participaram em família de manifestação em março de 2016. Com o apelido de “Babel”, o ex-ministro de Temer teria recebido R$ 5,8 milhões da empreiteira. Já o deputado “Bitelo” teria recebido R$ 1,9 milhão.” Já no governo Temer os irmãos se envolveram novamente no episódio de pedido de propina à JBS e malas de dinheiro no valor de 51 milhões de reais.

Paulo Skaf (PMDB)


“O chefão da FIESP é uma das estrelas da delação de Cládio Melo Filho, da Odebrecht. Ele afirma que Michel Temer pediu, em 2014, R$ 10 milhões a Marcelo Odebrecht. Para o delator, o atual ministro Eliseu Padilha ficou responsável por receber R$ 4 milhões, sendo que os outros R$ 6 milhões dados a Paulo Skaf, candidato do PMDB ao governo do estado.” Skaf cedia a sede da FIESP aos manifestantes e chegou a financiar almoço e carros de som aos manifestantes, além de bonecos infláveis como o famoso PATO amarelo.

Antonio Imbassahy (PSDB)


“Antonio Imbassahy, delatado por um ex-diretor da Odebrecht: a empreiteira teria dado R$ 300 mil ao então deputado federal em troca de favores. Mesmo depois da denúncia, a carreira de Imbassahy seguiu normalmente: ele se tornou ministro da Secretaria de Governo de Michel Temer, em substituição a outro suspeito, Geddel Vieira Lima.”

Bruno Araújo (PSDB)


“Ele é suspeito de corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro”. “O ministro do governo Temer é acusado por delatores de receber doação de R$ 600 mil não declarados em 2010 e 2012. Foi de Bruno Araújo o voto 342 na Câmara dos Deputados contra Dilma Rousseff — número necessário para abertura do processo de impeachment.”

Jucá (PMDB)


Famoso pela célebre frase “Um grande acordo nacional, com supremo, com tudo.” Alvo de vários inquéritos,“um deles sobre recebimento de R$ 10 milhões para favorecer a Odebrecht na construção da usina de Santo Antônio, Jucá foi às ruas em março do ano passado pelo impeachment de Dilma Rousseff e “contra a corrupção”. Presidente do PMDB, o senador é o político que acumula, ao lado de Aécio Neves, o maior número de pedidos de investigações feitas por Fachin.”

Segundo delatores da Odebrecht, “Jucá tinha o apelido de “Caju”, e centralizou a distribuição de pelo menos R$ 19 milhões dentro do PMDB”.

Wladimir Costa (Deputado – SDD-PA)


Wladimir Costa ficou famoso por estourar um “foguete” durante seu voto no Impeachment e por ter tatuado a foto de Temer em seu braço. “Costa foi cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Pará (TRE-PA) porque não prestou contas dos gastos em sua campanha e não informou a origem dos recursos.”

José Carlos Aleluia (DEM)


“Acusado de ter recebido R$ 300 mil em caixa dois em 2010 e R$ 280 mil em doação oficial, com contrapartidas, em 2014, Aleluia foi às ruas de Salvador, em 2015, contra a corrupção.” O seu apelido na lista de propina da Odebrecht era “Missa”.

Silas Malafaia


O pastor evangélico Silas Malafaia, da Associação Vitória em Cristo, foi alvo de um mandado de condução coercitiva no dia 16/12/2016, “pela Polícia Federal no âmbito da Operação Timóteo, que investiga um esquema de corrupção em cobranças judiciais de royalties da exploração mineral.” “Em 17 de fevereiro de 2017, a PF indiciou Silas Lima Malafaia por lavagem de dinheiro e corrupção. De acordo com a PF, o pastor “se locupletou com valores de origem ilícita””.

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