11 de nov de 2017

MBL ferra Frota. Cadê o valentão do pornô?

A guerra entre os fascistas mirins do Movimento Brasil Livre (MBL) e o patético Alexandre Frota está hilária. É pura baixaria. Por enquanto, o ator-pornô está levando a pior. Nesta terça-feira (7), em uma decisão judicial em caráter liminar, a 17ª Vara Cível de Brasília determinou que ele e a sua Associação Movimento Brasil Livre “se abstenham de utilizar a marca MBL ou de se identificarem como seus detentores”, fixando multa de R$ 1.000 para cada uso indevido. Ela exigiu que Alexandre Frota e seu grupelho retirem do ar o site movimentobrasillivre.com.br, no prazo de cinco dias, sob pena de multa de R$ 1.000 por dia.

Histérico, o ator pornô tem esbravejado nas redes sociais, detonando seus antigos amiguinhos do MBL. Ele já rebatizou a sigla dos atuais rivais para “movimento das bichinhas livres”. Disse ainda que seus líderes são “filhote de Jaspion” (Kim Kataguiri) e que precisam “tomar uma pirocada bem dada para parar de mentir”. As bravatas, porém, não foram suficientes para garantir a ele e ao seu grupo a marca MBL, conforme a solicitação apresentada ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI). Ele garante que a sua seita foi fundada em 2014 por “um grupo de amigos composto por Alessandro Gusmão, Daniel Araújo, Marcelo Tavares, Lúcia França, Paulo Gusmão, Vinícius Aquino e cerca de 40 outras pessoas descontentes com o rumo político-econômico do país”. Alexandre Frota seria o vice-presidente da tal associação, agora derrotada na Justiça.

Diante da decisão liminar, o “filhote de Jaspion” – também apelidado de “Kinta Kateguria” – festejou. Para ele, a sentença judicial representa a derrota da “tentativa patética de sequestrar o nome do movimento... É como se eu criasse a Associação Coca-Cola e entrasse no INPI exigindo que a marca fosse minha”. Segundo a Folha golpista, que já deu uma boquinha para Kim Kataguiri em suas páginas, a decisão da 17ª Vara Cível de Brasília deve encerrar a celeuma entre os grupelhos, que já dura dois anos. “Formado na esteira dos protestos de 2014 contra a então presidente Dilma Rousseff, o MBL original tentou registrar o nome duas vezes (em vão) em 2015 e uma terceira vez em junho, com decisão ainda em suspenso. O grupo homônimo fez a mesma demanda ao INPI, três meses depois, solicitação também em andamento”.

Em sua sentença contrária ao ator e seu grupo, a juíza Marcia Regina Araújo Lima afirma que “a proteção conferida à marca tem por objetivo evitar a concorrência desleal, a possibilidade de confusão ou dúvida nos consumidores, ou locupletamento com o esforço e trabalho alheios". Procurado pela Folha, Alexandre Frota – talvez em depressão – não respondeu. Mas ele comentou a decisão no Twitter. “Estou em luta contra DEM, PSDB, MBL, STF, todos unidos contra o Frota. Sensacional, falar a verdade do Brasil incomoda muito”. Em outra postagem, ele ainda debochou da sentença. “Derruba-se uma liminar como quem bebe um copo d'água. Não tenho dúvidas de que a verdade vem aí”. Força, Alexandre Frota. Bota pra ferrar no MBL! É divertido dar risada da escrotidão das seitas fascistas no Brasil.

Altamiro Borges

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