2 de ago de 2017

Os ministro ilibados do ladrão

Ministro que entrega o pré-sal embolsou propina de R$ 3 milhões da JBS


No dia em que a Câmara vota o prosseguimento da denúncia de corrupção passiva passiva contra Michel Temer, seu governo é atingido por mais uma denúncia; documentos entregues pelos delatores da JBS à Justiça revelam que o ministro de Minas e Energia, Fernando Bezerra Coelho Filho, recebeu um total de R$ 3 milhões em propina da empresa; foram R$ 2 milhões em dinheiro vivo e R$ 1 milhão em notas frias; segundo a delação, o dinheiro era compartilhado entre o ministro e seu pai, o senador Fernando Bezerra, também do PSB



JBS acusa Kassab de receber R$ 18 mi em empresa de irmão


Gilberto Kassab (PSD-SP), ministro da Ciência, Tecnologia e Comunicações, é acusado de receber R$ 18 milhões em propinas, segundo delatores da JBS; documentos entregues pelos delatores à Procuradoria-Geral da República corroboram esses depoimentos e mostram os repasses para a Yape Consultoria e Debates Ltda, empresa do irmão do ministro



JBS fez sete repasses de R$ 500 mil para Marcos Pereira, ministro do PRB


Mais uma denúncia atinge o governo Temer; Marcos Pereira (PRB), ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, recebeu cerca de R$ 4,2 milhões da JBS, segundo documentos apresentados por delatores; o repasse foi feito em oito parcelas, em dinheiro vivo



Helder Barbalho, ministro da Integração, recebeu quase R$ 1 milhão em dinheiro da JBS


Helder Barbalho (PMDB), ministro da Integração Nacional, recebeu quase R$ 1 milhão em dinheiro vivo da JBS, segundo delatores; é o quarto ministro de Michel Temer a ser acusado de receber propina somente nesta semana - os outros são Gilberto Kassab (PSD), Marcos Pereira (PRB) e Fernando Bezerra (PSB)



Ministro das Cidades recebeu R$ 200 mil em espécie da JBS, diz delator


Documentos entregues pelo lobista da JBS, Ricardo Saud, em sua delação premiada apontam que o ministro das Cidades, Bruno Araújo (PSDB-PE) teria recebido R$ 200 mil em dinheiro vivo para utilização em sua campanha à Câmara em 2014; Saud disse que o repasse foi feito pelo fato de Bruno Araújo ser considerado um político de futuro. Nunca demos nada para você. Vou mandar um dinheiro", teria dito Saud na ocasião; em nota, Araújo disse que os documentos apresentados pelo delator são apenas "um registro em planilha, com informação corroborada por delatores"

No 247

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