22 de jul de 2017

Valério vai pegar Serra e Dantas, dupla inseparável (+ vídeo)

Além dos mega-tucanos FHC, Aécio e Eduardo Azeredo


Da fAlha:

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Segundo a narrativa do publicitário, o esquema de empréstimos fraudulentos do Banco Rural e ainda um repasse de R$ 1 milhão da Usiminas via caixa dois beneficiaram também as campanhas de FHC (1998), Aécio (2002) e Serra (2002). A siderúrgica também foi usada na eleição de Lula, em 2002, conta Valério.

Os anexos afirmam que Serra atuou, após perder a eleição presidencial de 2002, para resolver pendências do Banco Rural e, em troca, teve R$ 1 milhão de dívidas de campanha pagos pelo banco por meio da SMP&B.

PROPINA

Valério relata, nos anexos apresentados ao Ministério Público, pagamento de propina em troca da obtenção de contratos para suas agências. Durante o governo FHC, afirma, a DNA propaganda repassou a Aécio 2% do faturamento do seu contrato com o Banco do Brasil, que havia sido arranjado pelo senador com o aval do ex-presidente.

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Valério diz ainda que, junto com o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, articulou um encontro entre o banqueiro Daniel Dantas e o ex-ministro Antonio Palocci para resolver problemas do Grupo Opportunity com o governo Lula.

Em troca, a Brasil Telecom, controlada pelo grupo, contratou serviços superfaturados do publicitário Duda Mendonça no valor de R$ 12 milhões.

Os anexos relatam ainda uma série de episódios envolvendo propina, como o pagamento de uma reforma no estádio do Morumbi e em prefeituras mineiras.

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O imperdível "A Privataria Tucana", de Amaury Ribeiro Jr., descreve com valiosos detalhes a relação entre o clã Serra - onde se destaca a filhinha do Careca, o maior dos ladrões, e o ínclito banqueiro Daniel Valente Dantas.

O imperdível "Operação Banqueiro", de Rubens Valente, descreve também as imaculadas relações de Dantas com o Careca e com o FHC Brasif.

Além disso, Valente demonstra, aí, de forma irrefutável que, sem o Ministro Gilmar Mendes, Dantas não existiria.

Gilmar Mendes, nomeado para o Supremo pelo Brasif (ver em tempo) e a quem o Serra se refere como "meu presidente", foi quem concedeu dois HCs Canguru, em 48 horas, ao ínclito banqueiro, mesmo depois de o jornal nacional exibir reportagem indesmentível com o crime de Dantas: subornar agente federal.

Em tempo: breve o Supremo terá a patriótica tarefa de examinar o pedido de impeachment de Gilmar Mendes, interposto pelo Dr. Claudio Fonteles que, sobre a matéria de relevante interesse nacional, deu entrevista ao Conversa Afiada.

PHA



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