4 de jul de 2017

Aécio se diz vítima, mas não explica mala de dinheiro entregue a seu primo


"Não cometi crime algum. Não recebi recursos de origem ilícita. Tampouco atuei para obstruir a Justiça", discursou Aécio Neves (PSDB-MG) na tribuna do Senado nesta terça-feira 4, dia em que retornou à Casa após ter sido afastado por conta de acusações da delação da JBS; "Fui, sim, vítima de uma armadilha, engendrada por um criminoso confesso de mais de 200 crimes. Procurei, sim, esse cidadão, cuja face delinquente o Brasil ainda não conhecia", disse, em referência ao empresário Joesley Batista, a quem pediu R$ 2 milhões, e sem citar nenhuma vez a mala de dinheiro entregue para seu primo, Frederico Pacheco, que chegou a ser preso

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