5 de jun de 2017

Como evitar que Dallagnois e Moros emporcalhem o Judiciário

Isto é um Procurador da República
Corrigindo os rumos

Sérgio Moro, Deltan Dallagnol e sua trupe de subprocuradores errantes demonstram claramente que o modelo de concurso público para preenchimento desses cargos faliu, está esgotado e que algo tão sério como o judiciário não pode ser entregue a imberbes decoradores de apostilas que sonham apenas em virar deuses.

Além dos processos serem nebulosos e fora de qualquer tipo de fiscalização temos que acender a luz da desconfiança haja vista que o judiciário brasileiro não possui controle externo da sociedade em nenhuma de suas instâncias o que por si só já lança uma nuvem espessa de nuvens negras os editais são quase um presente de pai para filho.

Qualquer empresa de porte quando procura no mercado funcionários para cargos chaves tais como executivos, gerentes e supervisores se cercam de todas as garantias técnicas possíveis e assim é normal nos depararmos com uma lista de exigência aonde é comum além da comprovação acadêmica um diferencial imenso que é a experiência na função em epígrafe.

Ora, o ministério público e o judiciário despreza essa experiência numa atividade de suma importância para a sociedade, tão decisiva e impactante no nosso dia a dia, são editais que além de pedirem uma graduação simples sem nenhuma especialização ou doutorado e quando muito dois anos de experiência na função o que em termos reais representa nada em uma atividade tão complexa e diversa quanto o direito.

Aí o que vemos no campo real são concursos sem controle externo o que permite a fraude como regra, o que explica talvez como gerações de "sábios" se perpetuam nas tetas públicas e para esconder tudo isso são ministradas provinhas no melhor estilo "pegadinha" aonde uma horda de fraldinhas mergulham de cabeça nesse mar revolto, não desenvolvendo conhecimento ou sabedoria e sim através de cursinhos mafiosos se habilitar para uma vaga no "Olimpo".

Ora, então como deveria ser o preenchimento desses cargos pergunto eu e aproveitando para responder logo em seguida: Se concurso público que o seja com a fiscalização de representantes da sociedade da comunidade não jurídica criando o intertravamento social tão benéfico para toda a sociedade, afinal raposas tomando conta de galinheiros sempre trouxe resultados funestos para toda a sociedade.

Também teríamos a opção da eleição direta para cargos de procuradores, promotores e magistrados com mandato estabelecido com direito a reeleições também limitadas sem direito a campanha eleitoral fora o edital oficial da chancela dos candidatos evitando assim a politização de todo o processo e não caindo na vala comum que já caiu a instituição conselho tutelar.

Em ambos os casos o principal e que urge é que nenhum magistrado assuma um cargo ou um procurador com menos de 10 anos de experiência comprovada e ao menos 35 anos de idade, assim como não podemos prescindir do controle externo e o fim imediato de aposentadoria compulsória e outros badulaques pois lugar de juiz criminoso é na cadeia.

Por último e não menos importante é que sejam feitos profundos exames psicológicos, psiquiátricos e psicotécnicos para que elementos com sérios distúrbios de ordem psico psiquiátrica como o Deltan Dallagnol adentrem o serviço público pois lugar de psicopatas e sociopatas num caso como o dele é de internação imediata.

Isto é juiz federal (os outros dois são réus com acusações gravíssimas)

Rubem Gonzalez
No Esquerda Caviar

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