16 de mai de 2017

Suprassumo da perseguição

Delegado da PF indicia Lula por Medida Provisória editada por FHC - Pimenta denunciou a farsa que estava sendo criada em março de 2016


Em audiência na CPI do Carf (Zelotes), no ano passado, o deputado Paulo Pimenta alertou para mais uma farsa que estava sendo construída contra o ex-Presidente Lula. Pimenta questionou o delegado da PF, Marlon Cajado, porquê Lula havia sido chamado para dar explicações sobre uma MP editada por FHC. O delegado não soube responder. Assista ao vídeo!

"Ao perceber que a Zelotes não ganhava destaque na mídia, como a Lava Jato, esse delegado envolveu o Lula para aparecer nos jornais", repudia Pimenta. Ontem, o delegado da PF indicou Lula pela Medida Provisória aprovada em 1999, na época do governo FHC.

A investigação original da Zelotes surgiu para investigar 74 julgamentos suspeitos no Carf, o Conselho de Recursos Fiscais Administrativos, órgão ligado ao Ministério da Fazenda. A operação apurava sonegação fiscal, corrupção, tráfico de influência e lavagem de dinheiro em que grandes empresas, por meio de escritórios de advocacia, pagavam propina para os conselheiros do Carf anularem multas dessas empresas com o Fisco. O prejuízo estimado aos cofres públicos chega a R$ 20 bilhões. Ninguém mais ouve falar nos crimes cometidos pelas maiores empresas e bancos do país!





Lula reitera sua inocência no caso da MP 471

A defesa do ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva repudia toda e qualquer ilação sobre seu envolvimento em atos ilícitos a respeito da edição da MP 471, alvo da Operação Zelotes.

Desconhecemos o documento emitido hoje pela Polícia Federal, mas reforçamos que Lula foi submetido, nos últimos dois anos, a verdadeira devassa e nenhuma prova foi encontrada, simplesmente porque não houve de sua parte qualquer ato de corrupção, ao contrário do que tem afirmado seus acusadores.

Essa onda de ataques só serve para reforçar que nosso cliente é vítima de perseguição política por meio de procedimentos jurídicos, pratica reconhecida internacionalmente como lawfare, e que atenta contra o Estado Democrático de Direito.

Cristiano Zanin Martins e Roberto Teixeira

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