20 de mai de 2017

E a Ponte Partiu...


Rachou. Quebrou.

Ponte para futuro algum.

E agora? Agora que a ponte partiu?

Quem pagará o perdão da sonegação, ainda será a Previdência do pai ausente? A ausência da mãe terceirizada, esfalfada para a sobrevivência do filho sem escola?

Golpe pelo futuro de quem? Ponte pra onde?

Ponte do golpe para o futuro golpe?

A mãe que não pariu, o futuro de vinte cinco anos de contribuição, o perdão da sonegação. Vá tomar no olho do Itaú debaixo da ponte que te partiu!

Gilmar! Gilmar! Corre Gilmar! Traz o habeas corpus, chama o Jucá que a sangria não estancou!

A ponte!...

A carreira. Carreira de metrô, carreira de pistas de aeroportos e tios clandestinos, de primos assassinos.

Toneladas de carreiras dispersa por ventanias de helicópteros e que Arcanjo algum recolhe, ninguém escolhe.

A ponte que dá no Brasil que não há. O Brasil que havia no G8 de 2012. O Brasil que não houve na foto do G20 de 2016.

A ponte da vergonha! Ponte dos difusos e sem destino. Ponte dos desatinos de coxas e tetas nuas que foram para a rua em jornadas para parar o Brasil, para rachar o Brasil. Aí foi só enfiar a Cunha e... Brotou a ponte que rachou.

Rachou o quê? Quebrou o quê de você mesmo? Um país sem temer o grito que explode em todas as gargantas e numa só voz: FOOOORAAAA!

Lula! Lula! Cadê a escritura, a lavratura, o registro dos bens móveis para certificar a propriedade dos pedalinhos? Traga os pedalinhos, Lula, que a ponte partiu e estão a temer. Peça a Dona Marisa que não permita que se afoguem. Não assim tão lentamente! Não assim tão rapidamente!

Peça à inocência de seu neto de 5 anos que perdoe os joguinhos que lhe tomaram e empreste o pedalinho que a bela e prendada do lar está a temer o lamaçal da vergonha no Paranoá. Tão bela e prendada afogando-se na lama do Paranoá.

A ponte do futuro que não leva nem a Niterói e não sai de Ipanema. Não tem em Copacabana. Uma ponte que se faz pó e dessa carreira já nada se aspira.

Andrea, Andrea... A queridinha do vovô que vergonha para o vovô! Que vergonha para o prédio do vovô! Vergonha para as vovós que bateram panelas.

Dilma! Não mais ilações e especulações de pedaladas nem delírios de cafungadas. “Meia tonelada de cafungada por um pedalinho!” Não seja leviana Dilma, o Atlântico à frente de Ipanema é vasto e terão de pedalar de verdade. Pedalar muito. Muitos ruminares de Reales e Bicudos caquéticos, de ira histérica e a fé de Dona Janaína, mãe das águas que chora as lágrimas da decepção de tantos e todos credos que se vendem por qualquer 45 mil dinheiros.

Janaínas Iscariotes de todos os pentecostes e PCCs de imorais Alexandres. Moraes tu onde não Moro que se não sabe de evangelhos dos Dallagnóis, resume-se entre convicções de power-point e descaso ao que decidi não vir ao caso.

Cunha! Ó grande trava que escancara a porta de todos os mistérios de Ministérios, agora que a ponte partiu serás o que a ruirá?

E tu, tão silente FHC? Filhote de Henry Kissinger, cria de Carlos Lacerda. Dizei-o tu, grande patrono de todas as traições! É pra agora teu grande golpe? La gran rentrée de teu “O Papel da Oposição”, oh mentor de todas as farsas?

A ponte que partiu se escreve com “P” de vá a Puta que te Pariu.

Golpe se escreve com “G” de Globo. Qualquer dúvida a respeito, conferir no anexo o abecedário do Brasil ensinado pela imprensa internacional.

E chega de analfabetos mentais!

Raul Longo

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