7 de jan de 2017

Temer exonera o seu jovem facínora — ouça


O covil golpista de Michel Temer só reúne trastes da pior espécie — bandidos profissionais, abutres rentistas e fascistas convictos. Sete ministros já foram defecados — a maioria por denúncias de corrupção. Nesta sexta-feira (6), mais um traste caiu. O Secretário Nacional de Juventude do governo ilegítimo, Bruno Júlio, “pediu demissão” após a repercussão de suas declarações facínoras ao jornalista Ilimar Franco, do jornal O Globo. Questionado sobre o massacre no Presídio de Manaus, que resultou na morte de 56 pessoas, o jovem fascista disse que “tinha que matar mais”. Nem o “fujão” Michel Temer, que se acovardou diante da barbárie, poderia sustentar tamanha escrotidão.

Na entrevista, o fascistoide disse que as mortes no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj) foram positivas. “Eu sou meio coxinha sobre isso. Sou filho de polícia, né? Tinha era que matar mais. Tinha que fazer uma chacina por semana”. Ele também rechaçou as críticas à chacina, feitas pela ONU e pelo Papa Francisco. “Isto me deixa triste. Olha a repercussão que esse negócio do presídio teve e ninguém está se importando com as meninas que foram mortas em Campinas. Os santinhos que estavam lá dentro, que estupraram e mataram: coitadinhos, oh, meu Deus, não fizeram nada! Para, gente! Esse politicamente correto que está virando o Brasil está ficando muito chato”.



Sobre a violência machista, o ex-secretário de juventude do Judas Michel Temer deve entender um bocado. Conforme relembra o blogueiro do jornal O Globo, “Bruno Júlio é investigado por agredir a sua mulher em Belo Horizonte. De acordo com a Polícia Civil mineira, em outras duas investigações, ele foi acusado de lesão corporal pela ex-mulher e de assédio sexual por uma funcionária. A denúncia de agressão foi feita pela companheira do secretário em abril do ano passado na 1ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, em Belo Horizonte. Segundo a polícia, a vítima relatou que Bruno Júlio a puxou pelo cabelo e deu tapas em seu rosto”.

“Em outro caso, registrado como lesão corporal, Bruno Júlio é suspeito de agredir com socos, tapas, chutes e puxões de cabelo a mulher com quem tinha uma união estável em março de 2014. À época, ela ainda relatou à polícia que foi ameaçada com uma faca porque o então companheiro não aceitava o fim do relacionamento. Na ocasião, por meio de nota, ele confirmou que teve um relacionamento com a mulher, com quem teve uma filha... Em novembro de 2015, o secretário foi acusado de assédio sexual por uma funcionária. Na denúncia, a mulher contou que era ameaçada de demissão caso não saísse com ele”.

O fascista mirim perdeu o cargo — e o salário de R$ 13.974,20. Quantos outros facínoras ainda se locupletam no covil golpista?

Altamiro Borges

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