16 de dez de 2016

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Temer pede socorro aos donos da Globo


O Judas Michel Temer está desesperado. A economia afunda em ritmo acelerado, o que gera fraturas no chamado "deus-mercado"; o seu "ministério de notáveis" é uma quadrilha, com seis ministros já defecados e outros na linha de tiro; a briga interna se acirra, com vários partidos da base aliada já ameaçando abandonar o covil à deriva; as pesquisas de opinião indicam sua queda de popularidade; e as delações da Odebrecht não param de mencionar seu nome. Até a mídia chapa-branca já insinua que pode trair o traíra. Diante destas péssimas notícias, que reforçam o slogan do internautas — "Natal Sem Temer" —, o usurpador desesperado pede socorro... aos donos da Rede Globo.

Segundo matéria publicada nesta sexta-feira (16) pelo jornalista Fernando Rodrigues, do UOL, "cada vez com menos poder político, o presidente Michel Temer se mexeu nos últimos dois dias. Procurou quem ele acredita que pode ajudá-lo a pacificar as relações entre os Três Poderes. Nos bastidores, operadores da política já projetam cenários de uma possível queda do peemedebista. Na quarta- feira (14), o presidente jantou com João Roberto Marinho, vice-presidente das Organizações Globo, no Palácio do Jaburu. A conversa foi franca. Michel Temer falou o que considerava fora do tom no noticiário da maior emissora de TV do país".

"Na avaliação de parte do governo, a TV Globo está animada com a possibilidade de a presidente do Supremo Tribunal Federal, Cármen Lúcia, ser eleita pelo Congresso para presidir o país. O Planalto acha exagerado o tom do noticiário da emissora. 'Eles noticiam caixa 2 como se fosse homicídio', foi a frase ouvida de um alto integrante do governo analisando o tom dos relatos sobre a Lava Janto nos telejornais da Globo". O jornalista do UOL, que adora criticar a mídia alternativa, não cita se rolou alguma conversa sobre novos aumentos das verbas publicitárias para a famiglia Marinho — que é conhecida por suas práticas mercenárias e chantagistas.

Os traíras do Judas

Fernando Rodrigues ainda expõe duas razões para as frenéticas movimentações políticas do Judas. "O presidente pretende demonstrar que tem condições de funcionar como um amálgama das instituições, todas em atrito entre si. Num momento em que o país passa por uma séria recessão econômica — os indicadores do Banco Central sinalizam para uma queda do PIB perto de 5% —, Michel Temer procura convencer seus interlocutores de que é o único político disponível para conduzir o governo até 2018. O maior obstáculo para o Planalto recuperar tração política é a Operação Lava Jato. As delações premiadas oferecem cada vez mais indícios contra assessores do presidente".

O segundo motivo é o aumento da gula dos traíras do Judas. "Como a fragilidade política de Temer só aumentou nas últimas semanas, em Brasília passou a ser comum nos bastidores a consideração de nomes para uma possível sucessão presidencial antes da eleição de 2018. O ex-ministro Nelson Jobim é nome recorrente em todas as discussões sobre quem poderia ser eleito pelo Congresso para a Presidência, se Temer perder a cadeira ou renunciar... Há outros nomes apontados como possíveis candidatos ao Planalto numa eleição indireta. Um deles é o do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Outros 2 são ministros do Supremo Tribunal Federal: a atual presidente da Corte, Cármen Lúcia, e Gilmar Mendes". Só mesmo a Rede Globo para salvar o Judas desesperado!

Altamiro Borges
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Por que Moro anulou as perguntas do Cunha sobre Yunes e Henriques?

As duas primeiras delações dos diretores da Odebrecht comprovam que Moro não é um juiz, mas um tucano de toga que atua motivado por interesses partidários.


Num dos processos em que é réu na Lava Jato, Eduardo Cunha arrolou para testemunho de defesa, dentre outros, seu sócio golpista Michel Temer.

Em despacho de 28 de novembro de 2016, o juiz Sérgio Moro anulou 21 das 41 perguntas preparadas por Eduardo Cunha para a oitiva de Temer: considerou treze “inapropriadas” e oito sem “pertinência com objeto da ação penal”.

No grupo das “impertinentes”, estavam as perguntas 35, 36 e 37, que se referiam a José Yunes – histórico dirigente do PMDB, super amigo de mais de meio século de Temer e assessor especial da Presidência que se demitiu do cargo ocupado no Planalto depois da publicidade da delação do diretor da Odebrecht Cláudio Melo Filho:

-35: “Qual relação de Vossa Excelência [Temer] com o Sr. José Yunes”?;

-36: “O Sr. José Yunes recebeu alguma contribuição de campanha para alguma eleição de Vossa Excelência ou do PMDB?”;

-37: “Caso Vossa Excelência tenha recebido, as contribuições foram realizadas de forma oficial ou não declarada?”.

Cláudio Melo Filho detalhou que um dos pagamentos pedidos por Temer, de R$ 4 milhões, “ocorreu entre 10 de agosto e o final de setembro de 2014 na Rua Capitão Francisco, 90, Jardim Europa, sede do escritório de Advocacia José Yunes e Associados”.

As perguntas 31 e 34, consideradas “inapropriadas” por Moro, se referiam a João Augusto Henriques, empresário-lobista do PMDB que está preso desde setembro de 2015 por envolvimento na corrupção na Petrobrás:

-31: “Vossa Excelência conhece o Sr. João Augusto Henriques?”;

-34: “Vossa Excelência tem conhecimento se houve alguma reunião sua com fornecedores da área internacional da Petrobrás com vistas à doação de campanha para as eleições de 2010, no seu escritório político na Avenida Antônio Batuira, nº 470, em São Paulo/SP, juntamente com o Sr. João Augusto Henriques?”.

Na delação, o diretor da Odebrecht Márcio Faria citou João Henriques como participante de reunião no escritório de Temer, com a presença do próprio Temer, para acertar as propinas para o PMDB, tal como Cunha insinuou na pergunta 34, inclusive com a mesma riqueza de detalhes sobre data e local de encontros: em 2010, no escritório do Temer!

No despacho que justificou a anulação de mais da metade das perguntas do Cunha, justamente aquelas que incriminam Temer, Moro abdicou da condição de julgador e atuou como advogado de defesa, usando argumentos para proteger e absolver Temer por antecipação:

[1] “apesar da afirmação [de Cerveró] de que teria procurado o então Deputado Federal Michel Temer para lograr apoio político para permanecer no cargo de Diretor da Petrobrás, não há qualquer referência de que a busca por tal apoio envolveu algo de ilícito ou mesmo que a conversa então havida tenha tido conteúdo ilícito” [sic]; e

[2] “não há qualquer notícia do envolvimento do Exmo. Sr. Presidente da República nos crimes que constituem objeto desta ação penal” [sic].

O conteúdo das delações dos lobistas da Odebrecht seguramente era do conhecimento prévio do onipotente e onipresente juiz titular da Lava Jato e dos procuradores e policiais tucanos da força-tarefa. Como, todavia, tais delações não atingem Lula e o PT; mas sim políticos do PMDB, PSDB, DEM, PSD, Moro anulou seletivamente as perguntas que poderiam esclarecer fatos e revelar a verdade sobre a corrupção na Petrobrás.

Moro não age sempre com a mesma “parcimônia” processual; é um juiz posicionado, com clara orientação partidária. Nos processos nos quais Lula foi abusivamente convertido em réu, Moro fica com sangue nos olhos, rechaça perícias técnicas, dificulta oitiva de testemunhas de defesa, atua como acusador e não como juiz, constrange advogados, é parcial e cerceia o direito de defesa.

Na caçada obsessiva ao Lula, e diante da monumental ausência de provas, Moro se apega a uma “inabalável convicção” para tentar condenar o ex-presidente.

Nas últimas semanas, com a crise terminal do governo golpista e o avanço das delações que incriminam o PSDB, PMDB, DEM e todo o bloco golpista, mas não atingem Lula, Moro e os justiceiros da Lava Jato partiram para a fabricação em série de ações policiais e judiciais delirantes contra o ex-presidente. A obsessão maníaca destes seres bíblicos da força-tarefa da Lava Jato ainda os levará a acusar Lula pelo derretimento da calota polar do planeta.

As duas primeiras delações dos diretores da Odebrecht comprovam que Moro não é um juiz, mas um tucano de toga que atua motivado por interesses partidários. A anulação seletiva das perguntas do Cunha para proteger Temer é prova incontornável de que Moro não tem isenção e imparcialidade para continuar atuando na Operação Lava Jato; ele prevaricou e feriu a Lei da Magistratura e se colocou em suspeição; está ética e funcionalmente impedido de prosseguir julgando o caso.

Jeferson Miola
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Desacato à autoridade deixa de ser crime

Decisão do STJ dificulta prisão indiscriminada. Relator levou em conta regras da Convenção Americana de Direitos Humanos que orienta os países que o adotam – como o Brasil – a descriminalizar o desacato, cuja punição é de seis meses a dois anos de prisão ou multa.


Desacato à autoridade não é mais crime. Com esta resolução fica muito mais difícil a prisão indiscriminada por parte de policiais. Este entendimento, elaborado na última quinta-feira (15) pela 5 ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), considera que o desacato está na contramão do humanismo, porque ressalta a preponderância do Estado, personificado em seus agentes, sobre o indivíduo.

Por unanimidade, os cincos ministros da Turma consideraram que o ato não pode ser considerado um crime, por ferir a liberdade de expressão da pessoa. Relator do caso, o ministro Ribeiro Dantas levou em conta regras da Convenção Americana de Direitos Humanos que orienta os países que o adotam – como o Brasil – a descriminalizar o desacato, cuja punição é de seis meses a dois anos de prisão ou multa.

“As leis de desacato se prestam ao abuso, como meio para silenciar ideias e opiniões consideradas incômodas pelo establishment, bem assim proporcionam maior nível de proteção aos agentes do Estado do que aos particulares, em contravenção aos princípios democrático e igualitário”, escreveu o ministro no voto.

O caso em questão girou em torno de um homem que foi condenado pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo a 8 meses e 5 dias de reclusão por ter desacatado dois policiais militares. A decisão do STJ vale apenas para este caso, mas o entendimento aplicado pelo tribunal pode ser seguido em outras instâncias.

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População considera Temer bem pior do que de Dilma em nova pesquisa Ibope

http://www.revistaforum.com.br/blogdorovai/2016/12/16/populacao-considera-temer-bem-pior-do-que-de-dilma-em-nova-pesquisa-ibope/


A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou sua pesquisa realizada pelo Ibope agora cedo. O levantamento foi realizado entre os dias 1º e 4 de dezembro, antes do escândalo da lista da Odebrecht onde Temer já foi citado por dois delatores como receptor de propina. Ou seja, a tendência neste momento é que a avaliação do presidente ilegítimo esteja ainda pior.

Segundo o levantamento, 21% dos entrevistados consideram o governo do peemedebista melhor; 42%, igual; 34%, pior; e 3% não souberam ou não responderam.

Ou seja, mesmo tendo sido atacada de forma desleal e criminosa por toda a mídia e por imensa parte do judiciário e do legislativo, Dilma ganhava de 34 a 21 em Temer no começo de dezembro. Hoje, provavelmente essa diferença já deve ser de mais de 20 pontos. Veja outros dados da pesquisa abaixo.

Maneira de governar
– aprovam: 26%
– desaprovam: 64%
– não souberam ou não responderam: 10%

Confiança
23% disseram que confiavam em Temer
72% afirmaram não confiar;
5% não souberam ou não responderam.
(Imaginem quantos ainda confiam depois da delação da Odebrecht)

Expectativa em relação ao restante do governo
18% responderam “ótimo/bom”;
32%, “regular”;
43%, “ruim/péssimo”;
7% não souberam ou não responderam.

Taxa de juros
Aprovam: 14%
Desaprovam: 79%
Não sabem/não responderam: 7%

Combate ao desemprego
Aprovam: 20%
Desaprovam: 76%
Não sabem/não responderam: 4%

Segurança pública
Aprovam: 20%
Desaprovam: 76%
Não sabem/não responderam: 4%

Combate à inflação
Aprovam: 25%
Desaprovam: 70%
Não sabem/não responderam: 6%

Combate à fome e à pobreza
Aprovam: 26%
Desaprovam: 70%
Não sabem/não responderam: 5%

Impostos
Aprovam: 14%
Desaprovam: 80%
Não sabem/não responderam: 6%

Meio ambiente
Aprovam: 28%
Desaprovam: 61%
Não sabem/não responderam: 11%

Saúde
Aprovam: 17%
Desaprovam: 80%
Não sabem/não responderam: 3%

Educação
Aprovam: 26%
Desaprovam: 71%
Não sabem/não responderam: 3%

Notícias mais lembradas
7%: “PEC 241, que estabelece um teto para os gastos públicos nos próximos 20 anos”
5%: “Manifestações contra a corrupção”
5%: “Protestos contra a PEC 241”
4%: “Manifestações pelo Brasil (sem especificar)”
4%: “Manifestações contra o governo Temer”
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Malafaia envolvido em esquema de corrupção???


13.mar.2016 - O pastor Silas Malafaia participa de ato
 contra corrupção no governo Dilma
O nome da operação é referência a uma passagem do livro Timóteo, integrante da Bíblia Cristã: "Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos, que levam os homens a mergulharem na ruína e na destruição".

As ações da PF acontecem nas seguintes unidades da federação: BA, DF, GO, MT, MG, PA, PR, RJ, RS, SC, SE e TO.

Em Santa Catarina, duas pessoas foram presas e oito foram conduzidas coercitivamente nas cidades de Balneário Camboriu, Camboriú e Itajaí. Também houve sequestro de imóveis e bloqueio de valores.





Silas Malafaia vai para o inferno?

O "pastor" Silas Malafaia, famoso por explorar a religiosidade popular e por suas pregações de ódio, pode estar a caminho do inferno — ou, ao menos, da cadeia! Segundo o site G1, da Globo, "o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo foi alvo de condução coercitiva para prestar esclarecimentos sobre a suspeita de lavagem de dinheiro" na manhã desta sexta-feira (16). Ele é acusado de integrar uma milionário esquema de corrupção na cobrança de royalties na mineração.

A operação da Polícia Federal foi batizada com um nome bem sugestivo: Timóteo. É uma referência a uma passagem da Bíblia: "Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos, que levam os homens a mergulharem na ruína e na destruição, pois o amor ao dinheiro é raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram a si mesmas com muitos sofrimentos".

A ação contra a máfia do minério resultou em prisões e buscas em 11 estados. No Pará, ela atingiu outro nome famoso: o do filho do governador tucano Simão Jatene. Ainda de acordo com a PF, "a suposta organização criminosa agia junto a prefeituras para obter parte dos 65% da chamada Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) repassada aos municípios. Em 2015, o CFEM acumulou quase R$ 1,6 bilhão... Segundo investigações da Operação Timóteo, um diretor do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) oferecia informações privilegiadas sobre dívidas de royalties a dois escritórios de advocacia e uma empresa de consultoria", relata o G1.

O site ainda dá detalhes de como funcionava o esquema:

* * *

As investigações da Operação Timóteo apontam que a suposta organização criminosa era dividida em, pelo menos, quatro grandes núcleos:

- o núcleo captador, formado por um diretor do DNPM e pela mulher dele, que, segundo a PF, prospectavam prefeitos interessados em ingressar no esquema;

- o núcleo operacional, composto por escritórios de advocacia e uma empresa de consultoria registrada no nome da esposa do diretor do DNPM que comandava o esquema de corrupção. Esse núcleo, afirma a PF, repassava valores indevidos a agentes públicos;

- o núcleo político, formado por políticos e servidores públicos responsáveis pela contratação dos escritórios de advocacia integrantes do esquema;

- o núcleo colaborador, que, conforme os policiais, era responsável por auxiliar na ocultação e dissimulação do dinheiro desviado. Entre os integrantes desse núcleo está uma liderança religiosa que recebeu dinheiro do principal escritório de advocacia responsável pelo esquema. A PF apura se esse religioso emprestou contas bancárias da instituição que ele comanda para ocultar a origem ilícita do dinheiro.

* * *

Já a Folha informa que, "entre os investigados está o pastor Silas Malafaia, que teria participado da lavagem de dinheiro por supostamente ter recebido valores do principal escritório de advocacia responsável pelo esquema. Ele é suspeito de emprestar contas da instituição dele para ajudar a ocultar dinheiro. De acordo com fontes da PF, ele foi alvo de condução coercitiva... A Operação Timóteo começou em 2015, quando a então Controladoria-Geral da União enviou à PF uma sindicância que apontava incompatibilidade na evolução patrimonial de um dos diretores do DNPM. Apenas esta autoridade pública pode ter recebido valores que ultrapassam os R$ 7 milhões, segundo o órgão".

Altamiro Borges



Silas Malafaia coleciona polêmicas; relembre algumas delas

O país acordou com a notícia do envolvimento de Silas Malafaia com o esquema investigado pela Operação Timóteo, da Polícia Federal, que apura corrupção e fraudes em valores de royalties de mineração devidos por empresas a municípios.

O pastor da Associação Vitória em Cristo, ligada à Assembleia de Deus, foi alvo de condução coercitiva hoje (16). Ele é suspeito de lavagem do dinheiro, acusado de emprestar contas correntes de uma instituição religiosa sob sua influência com a intenção de ocultar a origem ilícita dos valores.

Além desta, o religioso coleciona uma série de outras polêmicas, graças a opiniões controversas sobre política, comportamento e, claro, seus ataques constantes à comunidade LGBT.

Relembre algumas delas.











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Pixulecos federais para mídia chapa-branca explodem! Dados atualizados!


A vida nunca foi tão leve e feliz para os órgãos de mídia que apoiaram o golpe e agora o sustentam.

Uma análise das verbas da Secom, do início do governo Temer, em maio, até novembro deste ano, revela que o governo Temer aumentou os gastos federais com publicidade, sem considerar as estatais, em mais de 20%.

Os dados são públicos e podem ser conferidos aqui.

Entretanto, quando se analisa esse número mais de perto, vemos que alguns foram especialmente sortudos.

Dessa vez eu deixei as tvs de fora da análise, porque uma fonte do blog pediu para eu aguardar o recebimento de dados das estatais.

Segundo a fonte, as próprias tvs estão pedindo ao governo para receber pelas estatais, porque dados não vão para o portal da transparência e assim elas não precisam passar pelo constrangimento de serem acusadas de vender seu apoio ao golpe em troca de dinheiro.

O Cafezinho tentará obter, via ordem judicial, o total de dinheiro do contribuinte que está abastecendo, via estatais, as criminosas redes do golpe.

Abaixo, vocês podem ver que a impopularidade do governo não se dá por falta de investimento em propaganda.

O volume de recursos que o governo investiu em Facebook cresceu 119%, no Twitter, 329%, de maio a novembro deste ano, na comparação com  o mesmo período do ano anterior.

Numa mostra do que é o governo Temer, a mídia impressa que passou a receber mais dinheiro público é a revista Caras, sócia da Abril.

A Caras recebeu, de maio a abril, um total de R$ 1,34 milhão, quase 10 mil% a mais que em 2015.

A Abril viu os pixulecos federais saltaram 214% este ano, na comparação com o ano anterior.

Outros aumentos importantes:

Folha: 204%.

Jornal O Globo (Infoglobo): 118,5%.

Editora Globo: passou de zero em 2015 para R$ 686 mil nos últimos sete meses.

Istoé (Editora Três): 452%.

Correio Braziliense: 350%.

Valor: 235%.

RBS: 59%.

Já a EBC, tv pública brasileira, viu suas verbas minguarem em 67%, numa prova de que o governo trabalha, deliberadamente, para a destruir.

O leitor precisa ficar atento que esses dados não contemplam as despesas das estatais, que costumam ser bem maiores, e que eles correspondem a apenas sete meses de governo golpista.

Outro fator que merece atenção do leitor é que essas mesmas empresas de mídia também recebem milhões de reais de governos municipais e estaduais, mas esses números jamais são informados ao público, nem a imprensa parece se interessar por eles.

secom

Miguel do Rosário
No Cafezinho
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TRF desmancha decisão de Sérgio Moro e solta assessor do ex- ministro Palocci


O Tribunal Regional Federal de Porto Alegre mandou soltar o assessor do ex-ministro Antonio Palocci, Branislav Kontic, preso em outubro por determinação do juiz Sergio Moro, da Lava Jato. Kontic saiu na imprensa por ter tentado suicídio na carceragem de Curitiba.

O sociólogo e assessor do ex-ministro Antonio Palocci foi solto nesta semana por ordem do Tribunal Regional Federal de Porto Alegre. Branislav Kontic estava preso desde 26 de setembro, em decisão do juiz Sergio Moro.

Ao corrigir a decisão do juiz da Lava Jato, os desembargadores do TRF consideraram que não havia no caso de Kontic nenhum dos pressupostos necessários para a prisão preventiva, como risco de fuga, possibilidade de destruição de provas ou coação de testemunhas.

Segundo a força-tarefa da Lava Jato, o pecado de Branislav foi trocar mensagens com Marcelo Odebrecht, que tentava marcar reuniões com Palocci para, supostamente, discutir medidas do governo Lula que poderiam beneficiar a empresa.

Quando decretou a prisão de Palocci e Kontic, o juiz Moro disse que a prisão era “um remédio amargo”, mas necessário porque os dois teriam intermediado o pagamento ilícito no exterior “de milhões de dólares e reais para campanhas eleitorais”.

Suicídio

Branislav Kontic tentou se suicidar depois que o juiz da Lava Jato decidiu transformar a prisão temporária em preventiva. A Polícia Federal afirmou que o sociólogo ingeriu cerca de 40 comprimidos na carceragem.

À época da tentativa de suicídio, o ex-deputado Adriado Diogo (PT) se manifestou nas redes sociais, lamentando a ocorrência: “Meu grande amigo Brani, a pessoa mais honesta do mundo!”.

Roberto Batochio, advogado de Kontic e Palocci, comemorou a decisão do TRF. “É um dos primeiros passos para romper o bloqueio imposto pelo Moro.”

No Click Política
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