16 de fev de 2016

Mírian Dutra tira a máscara de FHC

Quem é o Mario Sergio Conde que montou a trampa com FHC?

Biografia resumida de um moralista sem moral

O Conversa Afiada reproduz entrevista com a jornalista Miriam Dutra para a Revista BrazilcomZ:






Em tempo: essa entrevista foi divulgada cinco dias depois de se ter a notícia de que o moralista sem moral, paladino da Ética tucana, Cruzado do Impitim tinha dado de presente à atual mulher um apartamento http://www.revistaforum.com.br/blogdorovai/2016/02/11/nova-esposa-de-fhc-e-um-imovel-de-950-mil-reais-em-higienopolis/ no elegante bairro de Higienopolis, onde também mora, num apartamento um pouquinho maior, que negociou com o então dono do Banco CidadePHA




A patranha de "Conde" na Veja
FHC me obrigou a dar uma entrevista para a Veja dizendo que o pai do meu filho era um biólogo, pode olhar na hemeroteca, em julho de 1991, naquela seção "Gente". Quem é Míriam Dutra pra aparecer na "Gente" dizendo  que vai ter o segundo filho de um biólogo!? Foi Fernando Henrique com Mário Sérgio Conde! Isso foi um acerto feito com o diretor da Veja.
Míriam Dutra
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STF mantém na prisão ex-governador de Mato Grosso — "Que loucura!"

Ele
O ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou seguimento ao habeas corpus no qual a defesa do ex-governador de Mato Grosso Silval da Cunha Barbosa (PMDB) pedia a revogação de sua prisão preventiva, ou a sua conversão em prisão domiciliar. Na prática, com a decisão do ministro, Silval permanece aprisionado em Cuiabá. As informações foram divulgadas no site do Supremo nesta segunda-feira, 15.

A defesa de Silval alegou "excesso de prazo no processo de formação de sua culpa". O ex-governador é acusado dos crimes de concussão, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Silval está preso desde 17 de setembro de 2015 em Cuiabá sob suspeita de cobrar propinas de R$ 2 milhões - para quitar dívidas de campanha - em troca de benefícios fiscais para empresas no período em que exerceu o cargo de chefe do Executivo (2011/2014).

O peemedebista teve a prisão preventiva decretada no dia 14 de setembro pela juíza Selma Rosane Santos Arruda, da 7ª Vara de Cuiabá, especializada em ações contra o crime organizado.

Segundo o Ministério Público de Mato Grosso, Silval teria concedido benefícios fiscais de forma irregular a empresas de propriedade de João Batista Rosa. Em contrapartida, o empresário teria sido constrangido a pagar vantagem indevida destinada ao suprimento de caixa de campanha do peemedebista. O grupo ligado ao então governador teria feito simulação de contratos de consultoria e negociações de títulos por meio de factorings para dar aparência de licitude aos valores recebidos.

De acordo com ministro Fachin, o Supremo tem "posição firme no sentido de não admitir habeas corpus impetrado contra decisão proferida por membro de tribunal superior porque, sob o prisma da autoridade coatora, a competência originária do Supremo Tribunal Federal somente se enquadra na hipótese em que órgão colegiado de tribunal superior atue em tal condição".

Em outra decisão, Fachin negou liminar no habeas corpus impetrado pela defesa de Marcel Souza de Cursi, ex-secretário de Fazenda de Silval Barbosa.

Cursi também é acusado de lavagem de dinheiro e organização criminosa. No Supremo, sua defesa alegou que não existiriam indícios suficientes de autoria, na medida em que a acusação teria deixado de imputar fatos efetivamente atribuíveis a ele, limitando-se a inferir, genericamente, que Cursi seria o mentor intelectual das ações tidas como criminosas, segundo seus advogados.

Outra alegação é a de que Cursi teria 'diversos desafetos' na Promotoria responsável pela denúncia. Ele diz ser alvo de "pura vingança".

A defesa também afirmou que o órgão administrativo responsável pela apuração das supostas irregularidades seria composto por 'agentes nutridos por interesses políticos que direcionaram a apuração', e que sua prisão, ocorrida há mais de 90 dias, estaria impedindo que exerça sua defesa em processo administrativo disciplinar.

O ministro afirmou que "o deferimento da liminar somente se justifica quando verificadas a existência de plausibilidade jurídica (fumus boni juris) e a possibilidade de lesão irreparável ou de difícil reparação (periculum in mora)".

Sem esses dois requisitos, "essenciais e cumulativos, não se legitima a concessão da medida liminar".

O relator não verificou ilegalidade flagrante na decisão do Superior Tribunal de Justiça que autorizasse a concessão da liminar.

"Imperioso enfatizar que a ação tida como criminosa teria se desencadeado em contexto fático embaralhado, com nuances inerentes às características da cúpula de governo e particularidades que desafiam uma análise mais detida", anotou o ministro.

Relembrando, "Que loucura!":



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Nota Pública do MST


Nota Pública: MST se solidariza com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) repudia a ofensiva patrocinada pelo conluio da mídia tradicional — controlada por poucas famílias muito ricas — com setores do Ministério Público, Poder Judiciário, Policia Federal e a ala mais conservadora do Congresso Nacional, que busca, concomitantemente, destituir a Presidenta da República democraticamente eleita em 2014, destruir a figura política do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e criminalizar a política.

Ninguém mais do que a classe trabalhadora sempre exigiu dos poderes do Estado o combate à corrupção e à apropriação indevida dos bens públicos. É uma luta permanente e deve ser tratada, nos marcos da lei, com equidade e isenção contra TODOS os que cometeram tais crimes.

Não é o que vemos nos dias de hoje. A nota assinada por centenas de advogados atesta os dias sombrios que vivemos, promovidos pelo conluio citado, ao denunciar:

“O desrespeito à presunção de inocência, ao direito de defesa, à garantia da imparcialidade da jurisdição e ao princípio do juiz natural, o desvirtuamento do uso da prisão provisória, o vazamento seletivo de documentos e informações sigilosas, a sonegação de documentos às defesas dos acusados, a execração pública dos réus e o desrespeito às prerrogativas da advocacia, dentre outros graves vícios, estão se consolidando como marca da Lava Jato, com consequências nefastas para o presente e o futuro da justiça criminal brasileira.”

Já é notório que os governos do PSDB e suas lideranças políticas, grupos econômicos e, principalmente, as famílias que controlam a mídia tradicional são consideradas inimputáveis pelos crimes que cometem. Faria bem à democracia e às instituições do Estado se as denúncias das ações criminosas cometidas pela Rede Globo, que circulam em blogs independentes e documentadas, fossem apuradas com seriedade e à exaustão pela Justiça.

Já os partidos e políticos identificados com o atual governo são condenados antes mesmo do término das investigações e do julgamento. Uma prática já implementada no julgamento da AP 470, onde um dos réus, José Dirceu, foi condenado sem provas, nas palavras da ministra Rosa Weber, assessorada, em seu voto, pelo juiz Sérgio Moro.

Nos solidarizamos com ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua família, agredida de forma incessante pelo conluio conservador. A cada dia se evidencia a estratégia de primeiro condená-lo para depois encontrar um crime que justifique a condenação.

Por último, essa crise politica, que afeta as instituições da República, os partidos políticos e a política em si, exigem uma profunda reforma política que deverá ser consolidada em uma nova Assembleia Nacional Constituinte, soberana e independente.

Direção Nacional do MST

São Paulo, 16 de fevereiro de 2016.
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Agropecuária dona da mansão da família Marinho é devedora da Receita

Empresa acumula três inscrições na dívida ativa da União. No entanto, débito é o menor dos atuais problemas dos donos da emissora


A empresa Agropecuária Veine, proprietária da mansão tríplex da família Marinho — dona da TV Globo —, construída ilegalmente na praia Santa Rita, em Paraty (RJ), não pagou tudo o que deveria de Imposto de Renda, segundo a Receita Federal. Já existem três autuações inscritas na dívida ativa da União, segundo as fontes abertas de consulta. Os documentos estão no final deste texto.

A primeira inscrição na dívida ativa faz aniversário de cinco anos na quinta-feira (18). Foi inscrita no dia 18 de fevereiro de 2011 por falta de pagamento de "Impostos e Contribuições Retidos na Fonte", significando que pode ter deixado de pagar contribuições à Previdência — que, como todos sabem, é a fonte de recursos para as aposentadorias do INSS, inclusive.

Apesar de fazer cinco anos, a consulta aponta "Processo está na primeira distribuição", indicando que está parado desde seu primeiro dia, não tendo havido nenhuma medida para que os débitos fossem quitados.

Outros dois processos fizeram aniversário de dois anos recentemente. São duas inscrições na Dívida Ativa da União datadas de 13 de fevereiro de 2014. Ambos também estão sem movimentação desde então. O primeiro deles também indica falta de pagamento de "Impostos e Contribuições Retidos na Fonte" e o segundo, falta de pagamento de "Imposto de Renda Retido na Fonte".

Nas fontes abertas de informação não é possível saber os valores do Imposto de Renda e das contribuições obrigatórias que deixaram de ser pagas, segundo a Receita.

Irregularidades junto ao Fisco até ocorrem com frequência em várias empresas no Brasil. Mas empresas com atividades econômicas reais ou pagam, ainda que parceladamente, ou contestam a cobrança. O que chama atenção é a falta de registros na movimentação do processo que indiquem regularização ou contestação dos débitos da Agropecuária Veine, reforçando os indícios de a empresa servir de fachada para outros fins diferentes dos oficialmente declarados.

Ainda assim, a malha fina do leão da Receita é o menor dos problemas da Agropecuária Veine. Preocupante mesmo, sobretudo para os Marinho, são as investigações sobre o escritório Mossack Fonseca nas operações Lava Jato e Ararath, ambas da Polícia Federal.

O escritório é apontado nos relatórios como verdadeira "fábrica" de empresas offshore de fachada, para lavar dinheiro. A Agropecuária Veine é controlada por offshores em Las Vegas e no Panamá criadas no esquema Mossack Fonseca.

A família Marinho também já teve problemas rumorosos com a Receita. A TV Globo já foi autuada por sonegação fiscal no processo de compra dos direitos televisivos de transmissão da Copa do Mundo da Fifa de 2002, usando empresas de fachada em paraísos fiscais. A empresa do extinto grupo ISL, que intermediou a venda entre a Fifa e a Globo, pagou propinas para dirigentes da Fifa, inclusive aos ex-presidentes da CBF Ricardo Teixeira e João Havelange, segundo investigações na Suíça.

A TV Globo não foi acusada, só a ISL. Depois deste escândalo veio o outro em curso nos Estados Unidos que levou à prisão o ex-presidente da CBF José Maria Marin e o empresário J. Hawilla, sócio na TV TEM, de São José do Rio Preto (SP), de Paulo Daudt Marinho, filho de João Roberto Marinho.

Apesar da proximidade dos fatos e pessoas, e de o FBI investigar em sigilo nos Estados Unidos o papel de emissoras de TV no pagamento de propinas a dirigentes da Fifa, não há acusações contra a TV Globo conhecidas até o momento no caso Fifa.

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Helena Sthephanowitz
No RBA
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Moro, o heliporto também é da Veine

Mas, não vem ao caso...

Da amiga navegante Moema Barreira Costa no Facebook do Conversa Afiada: não só o helicóptero, o heliporto também (está) no nome da agropecuária (Veine):

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Não sobrou pedra sobre pedra de uma mansão ilegal. Não era dos donos da TV Globo



Em 2010, uma mansão em Parati (RJ) construída ilegalmente em área de proteção ambiental foi implodida por ordem judicial. O dono não era sócio nem herdeiro da TV Globo, e nem promovia prêmios "faz a diferença".

O dono era o industrial coreano Kyong Gon Kim. Além de ter a mansão implodida, como não estava em nome de "laranjas", Kim foi multado e indiciado por crime ambiental.

Veja no vídeo-reportagem da TV Brasil da época, abaixo. Note que a mansão de Kim era bem mais mixuruca (e até usou materiais mais integrados à natureza) do que a mansão triplex da família Marinho, dona da TV Globo. A mansão do coreano nem tinha heliponto, como tem a mansão dos Marinho.



Nas mesmas praias de Parati, mesmo após ordem judicial para demolir pelo menos as partes comprovadamente irregulares, continua de pé a mansão da família Marinho, desafiadora, repleta de irregularidades e ilegalidades em praticamente todos os órgãos de controle. Não só continua de pé, como em uso, guardada por vigilantes armados, em vez de estar interditada.

Não bastassem supostos crimes ambientais, ainda tem a investigação sobre a Mossack Fonseca na Lava Jato, na Operação Ararath da Polícia Federal e nos Estados Unidos. A Mossack Fonseca é tratada pelos investigadores da Lava Jato como "fábrica" de empresas de fachada para lavar dinheiro. A mansão dos Marinho foi adquirida por empresas criadas dentro do mesmo esquema Mossack Fonseca, como provam os documentos publicados na Rede Brasil Atual.

Bilionários com poder de mídia no Brasil sempre conseguiram impunidade junto a setores dos poderes legislativo, judiciário e executivo que nem industriais coreanos, nem os maiores empreiteiros (exceto os estrangeiros) conseguem.

A cada dia que a mansão continua de pé intocável e com seguranças armados intimidando até funcionários públicos que se aproximam para cumprir seus deveres de fiscalizar, a cada dia em que a Polícia Federal não realiza uma operação com equipes da COT (Comando de Operações Táticas) descendo de helicóptero no heliponto da Praia Santa Rita e de barco pela praia, o povo brasileiro se revolta com a sensação de que bilionários com poder de mídia, tem também poder de fato para "dar carteirada" nos três poderes constituídos.

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''Gilmar Mendes envergonha o Brasil"


Em mais uma de suas crises patológicas de antipetismo, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, ultrapassou todos os limites da decência e da dignidade devida a um juiz da mais alta corte do País.

Boquirroto, acobertado por uma toga à qual nunca foi capaz de honrar, Gilmar Mendes lançou pela imprensa uma série de acusações levianas e irresponsáveis contra o Partido dos Trabalhadores, contra quem dedica diuturnamente um ódio desmedido e visceral.

Segundo ele, o PT teria arrecadado, por vias ilegais, recursos necessários para fazer campanhas eleitorais até 2038. Argumento semelhante usado pelo próprio, no ano passado, quando foi derrotado na votação do STF sobre proibição de doação de campanha de pessoas jurídicas. Na oportunidade, ao ver sua tese ser destruída, deu um chilique memorável e abandonou o plenário do tribunal.

As falas de Gilmar Mendes, agora, não são só mais uma de suas acusações ridículas, mas declarações caluniosas, passíveis de serem enquadradas no Código Penal Brasileiro.

Portanto, mais do que repudiar as declarações do ministro, caberá ao PT processá-lo judicialmente, além de se fazer urgente a abertura de um processo de impeachment contra Gilmar Mendes, no Senado Federal.

Devemos lembrar que Gilmar Mendes se tornará, em breve, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, cargo ao qual está, desde sempre, desautorizado moralmente a ocupar. O ministro tornou-se um estorvo para o Poder Judiciário e uma ameaça permanente ao Estado de Direito no Brasil.

Não pode um País inteiro ficar à mercê deste ministro parcial empenhado em fazer uma campanha difamatória contra o PT, e que não tem a hombridade de se declarar impedido de julgar questões relativas ao partido ao qual dedicou-se insanamente a odiar.

Já passou da hora de o STF se livrar dessa figura lamentável que envergonha toda a Nação e macula, diariamente, o Judiciário nacional com sua fanfarronice e se desprezo pela democracia.

Deputado distrital Chico Vigilante (PT)
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PSDB combinou com Estadão pedido ao TSE

 Um artigo de 01 de novembro de 2014 

Uma bizarra simbiose

O pedido de auditoria na eleição presidencial, de iniciativa do PSDB, divide o alto da primeira página do jornal O Estado de S. Paulo, nesta sexta-feira, (31) com a principal notícia de economia.

Globo registra o assunto também na primeira página, mas em uma nota sem grande destaque, e a Folha de S. Paulo deixa o tema sem menção na primeira página e o coloca em posição secundária na editoria Poder.

O fato, incomum na rotina de manchetes compartilhadas pelos jornais que dominam a cena da mídia nacional, chama atenção.

A razão é explicada por um vazamento da redação do Estado: um dirigente do PSDB teria sondado editores sobre qual seria a receptividade do jornal  àquela notícia.

Com a garantia de que a iniciativa poderia sair em manchete, os autores da medida resolveram se arriscar à aventura de questionar o resultado das urnas, sem o risco de serem execrados pela imprensa por sua atitude vexaminosa.

Agora, imagine-se o contrário: se, derrotado na disputa presidencial, o Partido dos Trabalhadores resolvesse pedir uma investigação sobre a lisura do processo eleitoral.

Evidentemente, não apenas as manchetes, mas os editoriais, os colunistas, os analistas econômicos, os filósofos, os psicólogos e outros “especialistas” hospedados na mídia tradicional, e até os astrólogos, estariam mobilizados para condenar a insinuação de que o partido governista colocava em dúvida a justeza da decisão popular.

No mínimo, os descontentes seriam considerados maus perdedores, mas o tom geral seria de condenação a uma suposta tentativa de golpe de Estado.

E tudo motivado por análises técnicas? Não. O que move os reclamantes é uma série de manifestações de correligionários nas redes sociais.

O episódio coloca esta sexta-feira no calendário de horrores criado pela simbiose bizarra entre a imprensa hegemônica e a oposição ao Executivo federal.

Numa escala imaginária de despautérios, fica apenas alguns graus abaixo da manobra consumada no último fim de semana, às vésperas do segundo turno da eleição presidencial, por um panfleto de campanha distribuído sob o logotipo da revista Veja.

Não por acaso, o assunto é explorado pelo carro-chefe da Editora Abril (leia aqui) e justificado por um de seus mais dedicados pitbulls.

A nau dos insensatos

A iniciativa do PSDB poderia ser considerada uma tolice, não fosse a revelação de que se trata de operação combinada com pelo menos um dos principais jornais do País.

Qual seria o efeito de tal notícia no ambiente das redes sociais digitais?

Evidentemente, essa manobra tende a acirrar o radicalismo na parcela mais aloprada do eleitorado, aquela que prega diariamente o golpe militar e até o assassinato de adversários como ação política legítima.

Sua escalada pode gerar uma crise de governabilidade.

O fato de um dos principais partidos do País buscar apoio nesse substrato da cidadania, onde se aglomeram os mais insensatos entre os analfabetos políticos, demonstra a falta de espírito democrático de seus dirigentes, entre os quais já se alinharam alguns intelectuais respeitados.

O fato de um jornal de influência nacional embarcar na aventura golpista revela o baixio a que se dispõe a mídia tradicional.

Mas a adesão de Veja não surpreende: a revista simboliza há muito tempo a destruição do legado de Victor Civita, processo que pode ser mais bem  analisado à luz da psicologia freudiana do que sob as muitas teorias da comunicação.

Quanto aos observadores da mídia, desponta aqui um tema interessante para ser considerado: carece de fundamento a suposição, bastante difundida a partir da distribuição dos votos na última eleição, de que os mais educados entre os eleitores tendem a votar com mais racionalidade.

A se julgar pelas manifestações de energúmenos que pregam medidas antidemocráticas como reação à decisão soberana das urnas, pode-se afirmar que é nos estratos com mais anos de escolaridade que se expressam a insensatez, o desatino e a irresponsabilidade.

Estudo do instituto americano Pew Research Center sobre a polarização política nos Estados Unidos (ler aqui, em inglês), mostra que conservadores se informam por fontes menos diversificadas — por exemplo, 88% deles confiam na reacionária Fox News — enquanto os cidadãos mais liberais usam uma variedade maior de fontes de informação e opinião.

Aplicada ao Brasil, a pesquisa provavelmente mostraria como a mídia partidarizada contribui para acirrar os ânimos e coloca em risco a própria democracia.

Luciano Martins Costa
No Viomundo
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O último lance de Moro-Gilmar


Nos últimos dias, o juiz Sérgio Moro explicitou de vez seu ativismo político.
  1. Manteve um fluxo interminável de vazamentos contra Lula, em relação ao tal tríplex de Guarujá e o sítio de Atibaia.
  2. Quebrou “inadvertidamente” o sigilo que a própria Polícia Federal solicitava para a ampliação das investigações sobre o sítio, a fim de não interromper o fluxo de vazamentos.
  3. Mandou deter funcionários da Murray, empresa controlada pela Mossak Fonseca, lavanderia panamenha, em nome da qual estavam vários imóveis do edifício Solaris de Guarujá. Quando se soube que a Murray detinha o controle também da mansão dos Marinho, das Organizações Globo, em Paraty, foram soltos imediatamente e o assunto morreu.
* * *

Essas preliminares são importantes para se analisar os antecedentes de sua decisão de “oferecer” ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) três delatores visando incriminar o Caixa 1 da campanha de Dilma Rousseff.

* * *

Esse jogo estava desenhado desde novembro de 2014, logo após o encerramento das eleições.

No dia 18 de novembro de 2014, alertado por fonte altamente informada, publiquei o post “Armado por Toffoli e Gilmar já está em curso o golpe sem impeachment” (http://bit.ly/1TjVrfU). Lá, explicava que o processo de impeachment exigiria 2/3 do Congresso a favor. Já a rejeição das contas impediria a diplomação A estratégia de Toffoli e Gilmar consistiria em trabalhar o conceito de irregularidade no caixa 1. “Gilmar alegará que algum financiamento oficial de campanha, isto é Caixa 1, tem alguma relação com os recursos denunciados pela Operação Lava Jato. Aproveitará o enorme alarido em torno da Operação para consumar o golpe”.

* * *

No dia 21 de novembro, Gilmar montou uma operação de guerra para analisar as contas de Dilma, inclusive digitalizando todos os recibos e colocando na Internet, confirmando o que antecipara.

No dia 22 de novembro, sob o título “Juiz Moro monta a segunda garra da pinça do impeachment”( http://bit.ly/1PNqts6) relatava o segundo passo da operação, a decisão de Moro de estender a quebra de sigilo das empresas de Alberto Yousseff até 2014.

Nos dias seguintes, Moro e a Lava Jato trataram de abastecer a imprensa de notícias insistentes sobre o Caixa 1 visando preparar o clima para a votação final no TSE.

No dia 25 de novembro, por exemplo, o pessoal de Moro vazou para o Estadão uma tal “Operação Apocalipse”, um executivo da Galvão Engenharia teria feito em junho desembolso a emissário da Petrobras. informava que, segundo Paulo Roberto Costa, o dinheiro ia para Renato Duque que repassaria parte para o PT.

* * *

Por aqueles dias, advogados de empreiteiros acusaram Moro de estar ocultando o nome de políticos mencionados nas delações, visando manter o controle sobre aspectos políticos da operação.

No dia 26 de novembro Moro veio a público defender-se da acusação. Admitiu que crimes de agentes políticos eram da alçada do STF e sustentou que se limitava a apurar “crimes licitatórios, de lavagem e, quanto à corrupção, apenas de agentes da Petrobras”.

* * *

Por pouco Gilmar não logrou emplacar a tese do Caixa 1.

Já tinha assegurado 3 votos a favor quando Luiz Fux, o esperado quarto voto, refugou. Sem ter maioria, Gilmar acabou votando pela aprovação das contas com ressalvas.

Gilmar não desistiu. No dia 30 de agosto de 2015, o Procurador Geral da República Rodrigo Janot arquivou pedido de Gilmar para investigar duas prestadoras de serviços da campanha de Dilma.

Janot alegou "a inconveniência" da Justiça Eleitoral e Ministério Público Eleitoral se tornarem "protagonistas exagerados do espetáculo da democracia, para os quais a Constituição trouxe, como atores principais, os candidatos e os eleitores", demonstrando ainda preocupação de haver judicialização exagerada capaz de atrapalhar as condições de governabilidade do país. 

* * *

Agora, Moro joga a última grande cartada, com essa proposta de transformar o TSE em um tribunal criminal, para ouvir depoimentos de presos da Lava Jato. Comprova que a Lava Jato virou o fio e se despiu das preocupações de aparentar uma postura neutra.

* * *

Por já ter virado o fio, provavelmente será a última tentativa de Gilmar Mendes e Moro de atuar politicamente através da Justiça.

Superado mais esse movimento, espera-se que volte uma relativa normalidade política para que o governo comece a governar e a oposição a fazer a crítica política — como ocorre nas democracias maduras, e não nas republiquetas de Terceiro Mundo.

Luís Nassif
No GGN
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Papa envia presente a ativista kirchnerista presa pelo governo Macri na Argentina


Em sinal de apoio, Francisco enviou um rosário abençoado a Milagro Sala, dirigente de um movimento social que constrói casas e escolas em regiões pobres do país, presa em janeiro por organizar um acampamento em frente à sede do governo. No final do mês, o pontífice terá uma audiência com Macri para tratar sobre o caso

O Papa Francisco presenteou, na tarde desta segunda-feira (15), a dirigente kirchnerista e ativista oposicionista ao governo Macri na Argentina Milagro Sala. Ele enviou, por meio de Enrique Palmeyro — diretor de uma rede educacional da igreja — um rosário abençoado à ativista como sinal de apoio.

“Transmiti ao Papa o pedido de oração pela situação de Milagro Sala e os cumprimentos do movimento. E ele me deu um rosário abençoado para ela. O Papa está sempre atento a todos que sofrem, contudo, a Justiça terá que fazer todo o necessário sobre o caso”, disse Palmeyro em entrevista à rádio La Red.

Milagro é mais uma entre as dezenas de ativistas que fazem oposição ao governo recém-eleito de Mauricio Macri e está detida desde 16 de janeiro por organizar um acampamento em frente à Casa Rosada, sede do governo. Líder do movimento kirchnerista Tupac Amaru, que constrói casas e escolas em regiões pobres, a militante foi, a princípio, acusada de “arruaceira”, mas depois foi indiciada por fraude fiscal e associação com o narcotráfico. Ela teve sua casa invadida por policiais sem identificação e o caso é analisado pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH).

No final do mês o Papa Francisco estará na Argentina e participará de uma audiência com o presidente Macri para tratar do assunto.

No Fórum
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Lula não usa celular

E o níu júrnalism


Nunca leio o jornal "Valor". Nenhuma objeção de natureza política ou ideológica. Não leio como não leria a "Gazeta Esportiva", ou um jornal de golfe. Mas hoje dei com um exemplar desse influente diário paulistano, no qual aparece uma reportagem i-na-cre-di-tá-vel. Tendo como fonte uma abstração chamada "moradores", o repórter (candidato ao Pulitzer, imagino) diz que uma antena de celulares da "Oi", instalada nas imediações do "sítio usado por lula", em Atibaia, configura um privilégio.

A reportagem (que poderia ser chamada de "recortagem", ou "reporcagem") mereceu meia página do jornal. Se o autor (ou seu editor) tivesse tido a pachorra de perguntar aos personagens, a matéria teria ido para a gaveta. Sim, porque:

1 — Lula não usa celular.

2 — Nenhum de seus familiares é usuário da "Oi".

Assim sendo, me pergunto. Onde, cazzo, está o "privilégio"?

Deve ser o tal de níu júrnalism.



Fernando Morais
No CAf
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Por que a mídia não dá o escândalo do triplex da Globo?

Laerte

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Gestão Alckmin põe sigilo de 50 anos em registro policial

O governo Geraldo Alckmin (PSDB) decretou sigilo de 50 anos sobre dados de boletins de ocorrência registrados pela polícia de São Paulo.

A classificação foi definida pela Secretaria da Segurança Pública e publicada no início deste mês no "Diário Oficial", como parte de uma série de revisões prometida por Alckmin no segredo de documentos e informações do Estado.

A impossibilidade de acesso aos BOs, na prática, pode inviabilizar o confronto de dados estatísticos de crimes divulgados pela secretaria.

A publicação estabeleceu os 50 anos de sigilo ao "histórico de registro digital de ocorrência e boletim eletrônico de ocorrência, quando não for possível a proteção dos dados pessoais dos envolvidos e testemunhas".

Ela abre margem para que seja negado acesso a todos os registros — já que esses documentos incluem informações de quem registrou a queixa, testemunhou ou foi citado.

A Secretaria da Segurança Pública não esclareceu se alguma parte dos documentos será de acesso público.

Ela diz que "não houve mudança na divulgação de informações do histórico dos boletins de ocorrência" porque, "conforme já vinha sendo decidido pela SSP e Ouvidoria", os registros "só não poderão ser divulgados quando expuserem dados pessoais ou permitir a identificação de envolvidos e testemunhas".

Em dezembro de 2013, a Polícia Civil havia estabelecido sigilo sobre dados de "qualificação em registros digitais de ocorrências, boletins eletrônicos de ocorrências e peças de polícia judiciária (físicas, eletrônicas e/ou digitalizadas)". Neste decreto, a alegação é que se tratavam de dados pessoais, mas não havia a especificação de prazo.

Atualmente, a pasta só tem informado relatos resumidos de ocorrências por telefone. Já advogados de suspeitos, como partes envolvidas, têm acesso aos boletins.

Para a diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Samira Bueno, não existe justificativa para sigilo. Segundo ela, polícias e pesquisadores do país querem se debruçar sobre os dados de São Paulo para entender a redução dos homicídios nos últimos anos.

Ultrassecretos

Alckmin havia revogado sigilos estaduais no ano passado, após a Folha mostrar que documentos do Metrô e da CPTM haviam se tornado ultrassecretos. Com isso, a população só poderia verificar motivos de atrasos em obras, por exemplo, em 25 anos.

O governo se comprometeu, em outubro, a divulgar em 60 dias novas tabelas de informações estaduais sigilosas — algo que está sendo oficializado agora, com atraso.

O novo decreto da Secretaria da Segurança também barra acesso a dados de efetivos policiais e normas e manuais das corporações, classificados como secretos — 15 anos de sigilo. No total, informações de inteligência foram classificados como ultrassecretas — só podendo ser divulgadas depois de 25 anos.

O governo afirmou que as informações referentes ao planejamento estratégicos tem de ser preservadas pela "necessidade de garantir a segurança da sociedade".

Neste mês, a Folha revelou que a gestão Alckmin havia decidido tornar públicos 263 conjuntos de documentos do transporte metropolitano.

No fAlha

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Tucanos são famintos por merenda escolar — Parte 13

Grampos revelam plano da quadrilha da merenda para 'atacar outras cidades'

Interceptações telefônicas da Operação Alba Branca indicam que a organização criminosa suspeita de fraudar licitações da merenda escolar e superfaturar produtos agrícolas e suco de laranja planejava se infiltrar em outras prefeituras de São Paulo e de outros Estados, como Bahia, Paraná, Rio e Minas Gerais, por meio da cooptação de servidores e gestores municipais.

A investigação mostra que pelo menos 22 administrações municipais paulistas já haviam fechado negócio com a Coaf, cooperativa apontada como carro-chefe das fraudes que também mirava em contratos da Secretaria da Educação do Estado.

Um resumo de 53 grampos anexado a relatório da Polícia Civil destaca intensa atividade do grupo em dezembro, sob coordenação do lobista Marcel Ferreira Júlio. Foragido desde que a Alba Branca foi deflagrada, em 19 de janeiro, Marcel conversa e orienta outros alvos, principalmente o então diretor financeiro da Coaf, César Bertholino.

"O saque foi em cima do dinheiro do Estado", diz Bertholino, em diálogo de 10 de dezembro com Marcel, sem especificar detalhes. O lobista diz que "foi protocolar documento na Secretaria".

A investigação mostra que Marcel e o ex-presidente da Coaf Cássio Chebabi circulavam por gabinetes de deputados na Assembleia Legislativa, cujo presidente, Fernando Capez (PSDB), é alvo do inquérito — a Procuradoria-Geral de Justiça requereu a quebra dos sigilos bancário e fiscal do tucano.

A estratégia da organização para 2016 incluía precauções como o sigilo das comunicações. Interceptação do dia 15 de dezembro pegou "Carioca" pedindo a seu interlocutor, "Carlinho", o "modelo de contrato e de chamada pública". "Carlinho" sugere o uso do aplicativo Telegram, "pois é mais seguro para este ramo que trabalham".

Em grampo de 23 de dezembro, "Carlinho" fala com Bertholino sobre pagamento realizado em um município da Grande São Paulo e dos planos da organização. Eles falam em "atacar outras cidades para ganhar dinheiro e sustentar a cooperativa".

Capez nega ligação com a quadrilha. O governo do Estado já abriu investigação, a cargo da Corregedoria-Geral da Administração. A Secretaria da Educação tem afirmado que colabora com as investigações.

No Estado



Capez se elegeu nas costas das organizadas; agora, toma o troco


O presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo ganhou notoriedade nos anos 90, quando era promotor público.

Ele abraçou a luta contra a violência das torcidas organizadas e chegou a sugerir a extinção de duas delas, a Mancha Verde e a Independente.

Com isso, ganhou generoso espaço midiático.

Agora, chegou a hora do troco. Na partida contra o São Paulo, na tarde deste domingo, a Gaviões da Fiel exibiu a faixa: “Quem vai punir o ladrão de merenda?”.

É uma clara alusão a Capez, um dos denunciados por delatores por envolvimento com a máfia da merenda que atuou no governo de Geraldo Alckmin.

A Gaviões também levou faixas contra a Globo, os ingressos caros, a CBF e a FPF.

O fato é que as torcidas organizadas já não interessam tanto assim aos grandes clubes, apesar do espetáculo que oferecem nas arquibancadas.

Elas costumam cobrar ingressos gratuitos ou com desconto das diretorias, o que vai contra o espírito do futebol-empresa das arenas multiuso.

O presidente do Palmeiras, por exemplo, tem uma relação distante com todas as organizadas do clube. Ele argumenta que o cordão de isolamento em torno das organizadas pode custar até 5 mil lugares no novo estádio do Palmeiras.

No Rio, o processo de expulsar os mais pobres dos estádios ganhou força com a extinção das gerais no Maracanã. Sumiram os ingressos verdadeiramente populares.

O ex-presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, disse que o Itaquerão seria um shopping center com um campo no meio.

É essa justamente a ideia: como nos cassinos de Las Vegas, levar toda a família ao estádio. Enquanto mamãe fica fazendo compras, papai vê o jogo, ou vice-versa. A ida ao estádio é um programa: o torcedor gasta com ingresso, estacionamento, camiseta, alimentação…

É um processo que tende a gentrificar as arquibancadas.

As faixas da Gaviões da Fiel demonstram que a torcida do Corinthians não vai assistir calada.

No Viomundo







Leandro Karnal comenta o roubo de merenda no governo Alckmin



No Esquerda Caviar
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Apeoesp denuncia Globo por manipulação

César Tralli, apresentador do SPTV 1ª edição, governador Geraldo Alckmin e José Renato Nalini, atual
secretário da Educação



OFÍCIO ESPECIAL

São Paulo, 15 de fevereiro de 2016.

Senhor César Tralli,

Assisti à edição do jornal SPTV 1ª edição de hoje, 15/02, e fiquei indignada com a reportagem sobre a volta às aulas na rede estadual de ensino, sobretudo ao ouvir a repórter corroborar a posição da Secretaria Estadual da Educação de que estaria errado o levantamento feito pela APEOESP sobre o fechamento de classes que está ocorrendo em todo o estado de São Paulo e que, neste momento, chega a 1112 classes. E este número continua crescendo.

Vosso telejornal, sem ouvir a APEOESP, nos chama de mentirosos, de foram assertiva, inclusive com uma entonação de voz intencional da repórter ao dizer que a “apuração do sindicato está ERRADA”, induzindo desta forma a um juízo de valor por parte do telespectador.

Em seguida, a repórter passa a ouvir um dirigente regional de ensino e, finalmente, o Secretário Estadual da Educação para, novamente, reforçar a posição do Governo Estadual, como se nós, da APEOESP, fôssemos pessoas levianas e sem responsabilidade. O senhor qualificaria isto de jornalismo isento, correto, ético?

Vocês se limitam à condição de porta-vozes do Governo do Estado, acreditando a priori nas informações da Secretaria da Educação em detrimento das nossas.

A Rede Globo, como as demais, é uma concessão pública, mas não pratica jornalismo investigativo quando se trata de assunto que possa incomodar o Governo do Estado; não busca a verdade dos fatos.

A matéria de hoje presta um desserviço aos estudantes, às famílias, aos professores, à educação pública no estado de São Paulo.

Amanhã ou depois terão que se dobrar aos fatos, pois o número de classes fechadas não para de aumentar.

Não é a primeira vez que a Rede Globo de Televisão age desta forma contra a APEOESP e contra os professores.

Em 2015, vocês reproduziram as versões da Secretaria Estadual de Educação de que não havia greve na rede estadual de ensino, até que foram obrigados a reconhecer a realidade. Agora, fazem referência à “maior greve dos professores estaduais”, como se nunca tivessem agido de outra forma.

Também puseram em dúvida nossas informações sobre a reorganização da rede estadual de ensino, fazendo coro com o Governo Estadual quando dizia que estávamos exagerando ou inventando.

Novamente, tiveram que reconhecer a realidade concreta, quando o movimento iniciado pela APEOESP ganhou corpo e extrapolou a própria categoria, envolvendo estudantes, pais, comunidades e movimentos sociais, levando finalmente o Governador a recuar e a Justiça a determinar a suspensão do processo.

Novamente tentam desmoralizar a APEOESP perante a opinião pública, nos qualificando de mentirosos. Não vamos admitir.

Sequer nos deram a oportunidade de demonstrar nossos dados, que a TV Globo, assim como os demais meios de comunicação, recebe de forma detalhada, com os nomes das escolas, suas regiões e os números de classes fechadas.

Escolheram justamente uma escola que ganhou mais uma classe para, a partir daí, enfatizar uma avaliação enganosa da Secretaria da Educação.

Nosso levantamento é sério. Aliás, se o levantamento é de autoria da APEOESP, deveriam ter solicitado ao sindicato que indicasse as escolas a serem visitadas, como procedem quando lhes interessa.

Mas o propósito da Rede Globo neste caso não parece ser o de informar e sim de prestar um serviço ao Governo Estadual, cuja imagem está cada vez mais desgastada nas escolas e na sociedade.

Não aceitamos isto e não autorizamos mais a Rede Globo a citar nossos levantamentos nem utilizar o nome da APEOESP em seus telejornais, sob pena de processo judicial.

Não queremos ser desrespeitados. Somos o maior sindicato da América Latina e sabemos enfrentar os projetos do Governo Estadual que prejudicam os professores e a educação e também a Rede Globo, se for necessário.

Atenciosamente,

Maria Izabel Azevedo Noronha – Presidenta da APEOESP

C/c: Ali Kamel Diretor Geral de Jornalismo e Esportes da Rede Globo de Televisão

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FECHAMENTO DE CLASSES E TURNOS E TRANSFERÊNCIAS COMPULSÓRIAS
PARCIAL ATÉ 15/02/2016 (13h00)
1.112 classes fechadas/47 de 93 regiões
REGIÃO/SUBSEDE/DIRETORIA DE ENSINO OCORRÊNCIAS
D.E. CENTRO OESTE – CAPITAL
EE Professor Architiclino Santos – turmas de ensino
médio do período da tarde foram fechadas  assim
como as do fundamental EJA noturno.
OESTE – CAPITAL
EE Olinda Leite – fechamento de 1 classe de ensino
fundamental e 1 de ensino médio.
EE Gavião Peixoto – fechamento de 2 classes de
manha e 3 no noturno.
EE Augusto Ribeiro Carvalho – fechamento de 1
classes e EJA e 4 do ensino médio.
EE Pio Telles – fechamento de 6 classes de EJA e
ensino médio.
EE João Copke – fechamento de 6 classes de EJA e
3 do ensino regular.
EE Miss Browne – fechamento de 8 classes.
EE Luiz de Britto – fechamento de 2 classes.
EE Martin Egidio Damy – fechamento de  2 classes
do ensino fundamental II.
EE Brigadeiro Eduardo Gomes – fechamento de
classes 3 da manhã; 12 à tarde; 2 no noturno.
VILA PRUDENTE
E.E. Aroldo de Azevedo – classes da suplência serão
fechadas no decorrer do ano. Os professores/as
mesmo aqueles que têm prefeitura, estão sendo
forçados a pegar aula pela manhã, e a diretora está
argumentando que se eles/as não pegarem, correm
o risco de perder aulas no decorrer do ano.
E.E. Luiza Mendes – fechamento de 5 classes no
noturno e transferência de alunos para outras escolas.
E.E. Heitor Carusi – fechamento de 1 classe, no
período da tarde – ensino fundamental II
E.E. Borges Viera – fechamento de 4 classes do
ensino fundamental
E.E. Romeu Montoro – não foram abertas classes
para 5º ano do ensino fundamental
E.E. José Chediak – fechamento de 2 classes no
noturno.
E.E  Valdir Fernandes – fechamento de 2 classes no
noturnas e 5 classes à tarde.
DE SUL – 3 (CAPITAL)
EE Professora Vera Athaide Pereira – recusa-se a
abrir matriculas para EJA, embora tenham sido
encaminhadas manifestações de interesse .
EE Afrânio de Oliveira – fechamento de 5 classes.
No cômputo geral a estimativa é de 250 classes fechadas na D.E. Sul 3
ZONA SUL – CAPITAL
EE José Lins do Rego – fechamento de 6 classes.
EE Vicente Leporace – fechamento de 10 classes.
EE Eulália e Silva – fechamento de 3 classes.
EE Alberto Conte – fechamento de 4 classes.
EE Raul Poleto – fechamento de 7 classes.
EE Herculano de Freitas – fechamento de 9 classes.
EE Norberto “Mazza” – fechamento de 2 classes.
EE Luís Magalhães – fechamento de 6 classes.
EE Moraes Prado – fechamento de 5 classes.
EE Levi Carneiro – fechamento de 10 classes.
EE Republica do Panamá – fechamento de 2 classes.
EE Wander Tafo – fechamento de 4 classes.
NORTE – CAPITAL
DE CENTRO E.E. Gonçalves Dias – fechamento de 2 classes:
1 da manhã e 1 da tarde
DE CENTRO E.E. Barão Homem de Melo – fechamento de 2
classes: 1 da manhã e 1 da tarde
DE CENTRO E.E. Capitão Pedro Monteiro do Amaral: fechamento
de 4 classes
DE LESTE 5 E.E. Francisco Costa Guedes – fechamento de 1
classe no noturno
DE LESTE 5 E.E. Paulo Egidio – fechamento de 2 classes no noturno
– projeto 8ª série de EJA
DE NORTE 2 E.E. Gabriela Mistral – recusam-se a matricular em EJA,
mesmo com demanda.
DE NORTE 2 E.E. Gustavo Barroso – fechamento de 2 classes no
noturno
DE NORTE 2 E.E. José Amaral Mello – fechamento de 1 classe
DE NORTE 2 E.E. Justino Cardoso – fechamento de 2 classes: 1 pela
manhã e 1 à tarde.
DE NORTE 2 E.E. Marly Diva Bonfanti – fechamento de 1 classe.

Estudantes  das escolas municipais de ensino fundamental
do Parque Edu Chaves estão sendo encaminhados pela
DE para a EE Gutemberg, prejudicando a EE Gabriela
Mistral.

Estudantes  da EMEF Marcilio Dias estão sendo
encaminhados pela DE para a EE Rita Bicudo, distante
5 a 6 km, prejudicando a EE Castro Alves, que fica a 2 km
de distância da EMEF.
LESTE 2 (CAPITAL)

EE Nello Lorenzon – fechamento de 9 classes.
LESTE 2 (CAPITAL)

EE República do Suriname – fechamento de 5 classes
– está recusando novas matrículas.

EE Adolfo Pluskat  – fechamento de 2 classes –
não voltou atrás na reorganização.

EE Francisco Pereira – está recusando novas matrículas.

EE Caetano Zamitti – fechamento de 1 classe.

EE Capitão Sérgio – fechamento de 7 classes.

EE Paulo Kobayashi  – fechamento de 5 classes.

EE Pedro Moreira – fechamento de 4 classes.

EE Elza Rachel – fechamento de 6 classes.

EE Maria Regina – fechamento de 5 classes.

EE Diogo de Faria – fechamento de 3 classes.

EE Carlos Gomes – fechamento de 3 classes.

EE Humberto Luis D´Urso – fechamento de 4 classes.

EE João Prado Margarido – fechamento de 2 classes.

EE Alberto  Schweiter – fechamento de 4 classes.

EE Charles de Gaulle – fechamento de 1 classe.

EE Aurélio Buarque de Holanda – fechamento de 4 classes.

EE Henrique Smith Bayma – fechamento de 3 classes.
SÃO MIGUEL PAULISTA (CAPITAL)

EE Yoshia Takaoca – fechamento do ensino médio noturno

EE Dirce Elias – fechamento de 1 classe
(encerrou ensino noturno)

EE Malba Teresa – fechamento de 1 classe –
há demanda – está prevista a abertura de mais 1
classe, mas a Diretoria de Ensino não permite.

EE Maria Luiza – fechamento de 6 classes à tarde.

EE Moabe Cury  – iria ser reorganizada – fechamento
de 6 classes – 3 no ensino fundamental, 2 do ensino
médio e 1 EJA.
SUDESTE-CENTRO (CAPITAL)

EE Angelo Mendes – fechamento de todas as classes
do ensino fundamental, com exceção de 1 classe
do 9º ano.
SUDOESTE (CAPITAL)

EE Godofredo Furtado – fechamento de 2 classes.

EE Martim Francisco – fechamento de 6 classes.

EE Daniel Pontes – fechamento de 2 classes.
SANTO ANDRÉ

EE Valdomiro Silveira – não houve matrículas para o
6º ano do ensino fundamental.

EE Antunes do Centro – não houve matrículas para
o 6º ano do ensino fundamental

EE Maria de Lourdes – não houve matrículas para o
6º ano do ensino fundamental

EE Celso Augusto Daniel – fechamento do noturno

EE Luiz Lobo Neto – fechamento do noturno

EE Luiz Lobo Neto – fechamento do noturno

EE Clotilde Peluso – não está recebendo novas
matrículas
CARAPICUIBA

EE Antonio de Oliveira Godinho – fechamento de 1
classe no ensino médio noturno

EE Benedito de Lima Tucunduva – fechamento de 2
classes no ensino médio fundamental e noturno

EE Celso Pacheco Bentin – fechamento de 7 classes
no ensino médio noturno

EE Dervile Alegretti – fechamento de 8 classes no
ensino médio noturno

EE Elisabeth Silva Araujo – fechamento de 2 classes
no ensino médio noturno

EE Esmeralda Becker Freire de Carvalho – fechamento
de 1 classe no ensino médio noturno

EE Hadla Feres – fechamento de 2 classes no ensino
médio fundamental e nédio vespertino e 1 classe no
ensino médio noturno

EE José Benício dos Santos – fechamento de 5
classes no EJA noturno

EE Luiz Pereira Sobrinho – fechamento de 3
classes no ensino médio noturno

EE Maria Helena Madergan – fechamento de 1
classe no ensino fundamental Vespertino e 1 classe
no ensino médio vespertino

EE Maria Marques de Noronha – fechamento de 1
classe no ensino médio vespertino

EE Odete Algodoal Lanzara – fechamento de 1 classe
no ensino médio vespertino

EE Salomão Jorge – fechamento de 1 classe ensino
médio vespertino e 1 classe no ensino médio noturno

EE Toufic Joulian – fechamento de 2 classes ensino
médio noturno.

EE Oscar Graciano – A ESCOLA FOI FECHADA
DIADEMA

EE Adonias Filho – fechamento de 2 classes

EE Anecondes A. Ferreira – fechamento de 11 classes.

EE Antônio Branco – fechamento de 2 classes.

EE Diadema – fechamento de 1 classe.

EE Evandro C. Esquivel – fechamento de 3 classes.

EE Homero Silva – fechamento de 3 classes.

EE João Carlos G. Cardim – fechamento de 2 classes.

EE João Ramalho – fechamento de 4 classes.

EE José Artigas – fechamento de 1 classe.

EE José Mauro de Vasconcelos – fechamento de 1
classe.

EE Maria Cartolina C. Cardim – fechamento de 3
classes.

EE Orígenes Lessa – fechamento de 4 classes.

EE Riolando Canno – fechamento de 2 classes.

EE Socialista – fechamento de 3 classes.
ITAQUAQUECETUBA

E.E. Carmen Netto dos Santos – fechamento de 2
classes à tarde.

E.E. Vera Lucia Leite – fechamento de 6 classes,
devido ao fim do noturno.

E.E. José Barbosa de Araújo – fechamento de 1
classe no ensino médio.

E.E. José Gama de Miranda – fechamento de 1 classe
no ensino fundamental e 1 classe no ensino médio.

E.E. Kakunosuke Hasegawa encerrou o ciclo I do
ensino fundamental (restam 3 classes).
MAUÁ E REGIÃO
Mauá Fechamento de 52 classes
Ribeirão Pires Fechamento de 15 classes
FRANCO DA ROCHA

EE. Profª Celestina Valente Lengenfelder –
fechamento de 3 classes no noturno e 1 classe no
diurno.

EE. Prefeito Pedro Lellis – fechamento de 4 classes
no diurno.

EE. Albino Fiore – fechamento de 2 classes no diurno
e 1 classe no noturno.

EE. Capitão Alberto Graf – fechamento de 1 classe
no diurno e 1 classe no noturno.

EE. Profª Rituco Mitani – fechamento de 1 classe no
noturno.

EE. Azevedo Soares – fechamento de 3 classes no
noturno.

EE. Dr. José Roberto Melchior – fechamento de 1
classe no diurno.

EE. Chácara Camponesa – fechamento de 1 classe
no noturno.

EE. Profª Lenita Correa Camargo – fechamento de 2
classes diurno.

EE. Prof. Rogério Levorin – fechamento de 2 classes
no noturno.

EE. Profª Nide Zaim Cardoso – fechamento de 4
classes.

EE. Editor José de Barros Martins – fechamento de 2
classes no noturno.

EE. Jardim Alegria II – fechamento de 2 classes no
noturno.

EE. Profª Iraci Sartori Vieira da Silva – fechamento de
2 classes no noturno.

EE. Armando Sestine – fechamento de 2 classes no
noturno.

EE. Alfried Weiszflog – fechamento de 3 classes do
noturno. (fechamento total do período noturno).

EE. Tenente Joaquim Marques da Silva Sobrinho –
fechamento de 4 classes no noturno.

EE. Prof. Carlos Augusto de Pádua Fleury –
fechamento de  1 classe no noturno.

EE. Profª Isaura de Miranda Botto – fechamento de 1
classe no noturno.

EE. Bairro Jundiaizinho – fechamento de 1 classe no
noturno.

EE. Prof. Élcio José Pereira Cotrin – fechamento de2
classes no diurno.

EE. Prof. Benedito Aparecido Tavares – fechamento
de 2 classes no noturno.

EE. Vereador Luiz Alexandre dos Santos – fechamento
de 10 classes de Ciclo I (fechamento total do Ciclo I –
municipalização)

EE Suzana Dias – fechamento de 2 classes.
GUARULHOS

EE Padre Bueno Ricco – fechamento do noturno – a
escola seria fechada.

EE Conselheiro Crispiniano – está recusando novas
matrículas.

EE Milton Cernachi – fechamento de 12 classes no
noturno.

EE Maria Aparecida Ranzanni  – fechamento de 8
classes do ensino fundamental II – na prática,
cumpriu a reorganização prevista.

EE Valdivino de Castro Pereira – fechamento do turno
vespertino.

EE Maria Aparecida Rodrigues – fechamento de 2
classes no noturno – há mais de 35 estudantes nas
classes do ensino fundamental; mais de 40 nas do
ensino médio.Há lista de espera com mais de 60
estudantes.DE Guarulhos Sul não autoriza abertura
de classes.

EE Padre Bruno Ricco – fechou noturno (ainda não há
quantificação).

EE Alexandre Lopes – fechamento de classes no
noturno (ainda não há quantificação).
OSASCO

EE Armando Gaban – fechamento de 4 classes da
primeira série do ensino médio

EE Francisca Lisboa Peralta fechamento de 5 classes
do ensino médio – transferência compulsória de 1
classe de EJA e 5 de ensino médio para EE professor
Edson.Fechamento de 6 classes no matutino; 1 à
tarde; 7 à noite.

EE São Paulo da Cruz – fechamento de classes (não
quantificado) – filas de espera na EE Newton Espírito
Santos Ayres.

EE Guilherme de Oliveira Gomes – fechamento de 1
classe de tempo e integral e 3 do ensino médio
noturno – seria transformada em CEEJ
SUZANO

Fechamento de 9 classes do ensino médio na região.
OLÍMPIA E REGIÃO

EE Anita Costa – fechamento do noturno (ensino
médio)
DRACENA E REGIÃO

Houve fechamento de 4 classes, sendo: 3 do ensino
médio e 1 do ensino fundamental.
ITAPEVA E REGIÃO

EE Zulmira de Oliveira – estão sendo inviabilizadas
matrículas no 6º ano do ensino fundamental.

EE Raul Venturelli – estão sendo inviabilizadas
matrículas no 6º ano do ensino fundamental
ITAPETININGA

EE Desembargador Bernardes Junior – fechamento
de 3 classes do noturno (7º ano do ensino
fundamental e 2º e 3º anos do ensino médio.
JAU

Fechamento de 10 classes.
PALMITAL (região de Assis)

Fechamento de 1 classe no Noturno na EE Profª
Adalgisa Cavezzale de Campos
PRESIDENTE PRUDENTE E REGIÃO

20 classes e 4 períodos fechados
CLEMENTINA (região de PENÁPOLIS

EE Maria de Fátima Gomes Alves - não abriu classe
 para primeiro ano de ensino médio noturno. E não
está aceitando matrículas para essa turma.
TUPÃ E REGIÃO

EE Professora Irene Resina Migliorucci – fechamento
de 3 classes: 1 de 6º ano, 1 do 7º ano, 1 de 8º ano
do ensino fundamental.
SUMARÉ E REGIÃO
EE Luiz Campo Dall´Orto – não foram criadas 1 turma
de 1º ano do ensino médio e 2 turmas de 6ºs anos do
ensino fundamental.
MOGI MIRIM E REGIÃO
EE Zenaide FF Melo – fechamento de 2 classes de
Ensino Fundamental e 1 de Ensino MédioEE Antonio
Caio – fechamento de 2 classes de Ensino Fundamental
e 1 de EnsinoMédioEE Pedro F Cintra – fechamento
de 2 classes de Ensino Médio.
JUNDIAÍ E REGIÃO
Até o momento, constatado o fechamento de 20
classes.
ANDRADINA E REGIÃO

Fechamento de 14 classes.
VOTUPORANGA E REGIÃO

Fechamento de 14 classes do ensino médio e 07
classes do ensino fundamental.02 Escolas perderam
o noturno.Em uma cidade houve remanejamento entre
as duas escolas: uma passou a ser ensino
fundamental e a outra ensino médio.
CATANDUVA E REGIÃO
Catanduva E.E Nicola Mastrocola – fechamento de 1 classe.

E.E Paulo De Lima Correa – fechamento de 1 classe.

E.E Barão Do Rio Branco – fechamento de 2 classes.

E.E Dinorah Silveira Borges – fechamento de 2 classes.
Candido Rodrigues E.E Rizieri Poletti  – fechamento de 5 classes.
Elisiario E.E Benedito Borges Da Silveira – fechamento de 1
classe.
Fernando prestes E.E Francisco Sales de Almeida Leite – fechamento de
1 classe.
Irapuã E.E Profª Desolina Betti Gregorin  – fechamento de 1
classe.
Novo horizonte E.E Shirley Camargo Von Zuben – fechamento de 1
classe.
Palmares E.E João Gomieri Sobrinho  – fechamento de 6 classes.
Pirangi E.E Maestro Villa Lobos  – fechamento de 2 classes.
Sales E.E Maria Cardoso Castilho  – fechamento de 1 classe.
Santa Adélia E.E Giuseppe Formigoni  – fechamento de 4 classes.
RIBEIRÃO PRETO

EE Otoniel Moura – fechamento de 128 classes –
não aceita novas matriculas.

EE Djanira Velho – fechamento de 068 classes

EE Moura Lacerda – fechamento de 1classes

EE Francisco Cunha Junqueira – fechamento de 4
classes

EE José Pedreira de Freitas – fechamento de 1 classe

EE Helly Lopes – fechamento de 2 classes.

EE Jardim Paiva – fechamento de 6 classes.

EE Glete de Alcântara – fechamento de 4 classes.

EE Irene Dias – fechamento de 10 classes,.

EE Eugênia Vilhena – fechamento de 2 classes.

EE Dom Romeu – fechamento de 2 classes.

EE Amélia Santos Musa – fechamento de 10 classes.

EE Tomaz Alberto – fechamento de 8 classes.

EE Dom Alberto – fechamento de 4 classes.
Informações extraoficiais indicam que o número de classes fechadas na região de Ribeirão
Preto pode chegar a 100.
ARAÇATUBA

Fechamento de 50 classes na região da subsede.
MARÍLIA E REGIÃO

EE Vereador Sebastião Mônaco – fechamento de 1
classe no ensino médio diurno e 1 classe no ensino
médio noturno..

EE José Alfredo de Almeida – fechamento de 1 classe
no ensino médio noturno..

EE Benito Martinelli – fechamento de 1 classe no
vespertino e 3 classes no noturno.

EE Maria Izabel Sampaio Vidal – fechamento de 1
classe noturno.
Garça EE Nely Cabonieri – fechamento de 4 classe no noturno.
Garça EE Hilmar Machado de Oliveira – fechamento de 1
classe do ensino médio da manhã
Garça EE Alcyr Rosa Lima – fechamento de 1 classe do
ensino médio da manhã
Echaporã EE Vereador Sebastião Mônaco – fechamento de 1
classe no ensino médio noturno.
BAURU E REGIÃO
EE Anis Dabus fechou o noturno.
No total, entre fechamentos e aberturas de salas,
perdeu 3 classes no ensino fundamental e 10 no
ensino médio.
PEREIRA BARRETO

Foram fechadas 4 classes na cidade
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