19 de nov de 2016

PEC 55 (241) Entrevista: Rodrigo Ávila, Auditoria Cidadã da Dívida


Mais de 42% do Produto Interno Bruto (PIB), ou seja, tudo aquilo que é produzido pelos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil, são destinados para pagar juros e amortizações da dívida pública federal. A quantidade de recursos para essa finalidade, que não gera nenhum desenvolvimento social, é assustadora. No Orçamento de 2016 está previsto R$ 1,3 trilhão. Em 2017, a proposta é de R$ 1,7 trilhão, sendo que em 2015 foram mais de R$ 900 bilhões. “Mas o que é colocado para a população é que o problema são os investimentos sociais. Sendo que a cada ano mais recursos são colocados para o pagamento da dívida e não se tem nenhuma contrapartida”, alerta o economista da Auditoria Cidadão da Dívida, Rodrigo Ávila.

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