30 de out de 2016

Dallagnol é um ingrato! Escondeu a Globo!

Como o Moro, DDallagnol também não fala no "DD", o Dantas...


Dallagnol, o procurador da República das convicções, produziu um powerpoint furibundo, na página 3 da Fel-lha, em forma de texto corrido.

O Conversa Afiada decidiu acompanhá-lo de algumas convicções.

A equipe da Lava Jato formou-se para o combate a crimes financeiros e de lavagem de dinheiro praticados por doleiros como Alberto Youssef. Jamais se imaginou, inicialmente, topar com um esquema de corrupção.

Como diz o professor Moniz Bandeira, foi a CIA, montada na Tríplice Fronteira, entregou à Força Tarefa a ligação do Youssef com a Petrobras. Para destruir o pré-sal. Objetivo atingido, com o desemprego de 40 mil operários metalúrgicos no estado do Rio.

No entanto, talvez o maior impacto da Lava Jato tenha sido a responsabilização igualitária dos criminosos, pouco importando cargo ou bolso. Perseguiu-se a "grande corrupção", aquela que deslegitima as instituições e até então era imune ao Judiciário.

“Igualitária”, Dallagnol? O único tucano citado é um morto, Dallagnol!

Foi valioso ainda o apoio da sociedade.

“Apoio da sociedade” obtido através de vazadouros escolhidos “convictamente” entre os colonistas piguentos…

Por fim, a realização de entrevistas coletivas, o lançamento do primeiro website de um caso criminal do país, a assistência de assessores de comunicação e a publicidade dos processos eletrônicos garantiram o que Albert Meijer denominou transparência virtual, facilitando o acesso à informação, o acompanhamento da investigação e, principalmente, propiciando o controle social.

O debate transcendeu o meio jurídico e, para nossa sorte, ganhou o gosto popular.

O espetáculo de pirotecnia montado para a Globo e a GloboNews foi essencial ao “sucesso” da Lava Jato. Os lavajateiros se tornaram heróis fabricados pela Globo, como a Bruna Marquezine e o Cauã Raymond! E, fora da Globo, não valem dois mil réis …

Que “transparência virtual” é essa que só uns vazadouros recebem o “material probatório” e, mesmo assim, de trechos selecionados. Porque, quando entra um tucano na delação… não vem ao caso!

O acervo probatório produzido é imenso.

Vamos ver mais adiante, quando o Supremo não for mais refém do Moro e quando a História abrir as páginas do Banestado e da Lava Jato. Vamos ver as provas… Porque, contra o Lula, por exemplo, o Dallagnol não tem um fiapo de prova...

Verdade que os partidos mais atingidos na Lava Jato são PT, PP e PMDB. No Supremo, dentre os 17 políticos acusados, 9 são do PP, 4 do PMDB, 3 do PT e 1 do PTC.

O Dallagnol acaba de provar que o PSDB não tem ladrão!

Quá, quá quá!

O Paulo Preto teve um acesso de riso!

O Padim Pade Cerra, sempre dissimulado, riu no banheiro: quá, quá, quá! (O Dallagnol não sabe daqueles R$ 23 milhões na Suíça) O Aecím, mais despudorado, o multi-delatado, deve ter comentado com o Ataulpho Merval: esse Dallagnol é uma joia rara!

Alega-se também que as investigações são partidárias. Outro disparate! Além de as equipes de procuradores, delegados e auditores terem sido formadas, em grande parte, antes de se descobrirem os crimes na Petrobras, trata-se de dezenas de profissionais de perfil técnico, sem histórico de vínculo político.

Dallagnol, você se esqueceu do delegado aecista. Ele pode ficar chateado com a grave omissão. E aquele que fazia tiro ao alvo com o rosto da Presidenta. Ele também pode se zangar, Dallagnol...

A história do Brasil é também uma história de fracassos na luta contra a corrupção. Casos como Anões do Orçamento, Marka Fonte-Cindam, Propinoduto, Banestado, Maluf, Castelo de Areia, Boi Barrica e tantos outros caíram na vala comum da impunidade.

Dallagnol, Dallagnol, você se esqueceu da Satiagraha, que levou o Daniel Dantas duas vezes à cadeia.

E só lá não ficou porque o ministro (sic) Gilmar (PSDB-MT) lhe concedeu dois HCs Canguru, apesar de tudo o que a Globo tinha mostrado no jn. Dallagnol, que feio! Fez como o Presidente Barbosa: foi duro com o Genoino e uma flor com Dantas!

Dallagnol, o Dantas é o fio da meada desse novelo, Dallagnol.

Pergunta ao Moro onde ele conheceu o Dantas: no Banestado.

E ninguém — nem o Moro — ousa usar as inciais “DD”.

Nem você, DDallagnol!

A grande corrupção tem de ser extirpada para surgir um Brasil competitivo, inovador…

Lorota neolibelês:“Competitivo”, ”inovador” — isso é papo do Meirelles pra tomar grana do povo e dar aos bancos.

DELTAN DALLAGNOL, 36, mestre pela Harvard Law School (EUA)

Como esse “mestrado” em Harvard — que o Joaquim Falcão, o notável jurista ad-hoc da Globo, também exibe com orgulho —, esse “mestre em Harvard”, nos Estados Unidos, não garante mais do que o cargo de superintendente de estacão de metrô em Boston.

“Mestre” em Harvard não sobe o elevador do prédio do Goldman & Sachs, em 200 West Street, no Financial District de Nova York.

Aqui, na Província, faz muito sucesso!

Quá, quá, quá!

PHA

No CAf

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