2 de ago de 2016

Sol sem manchas pode significar início de mini era glacial

Nos últimos sete dias as manchas solares simplesmente desapareceram.

As manchas solares são áreas de intensa atividade solar por onde são irradiadas imensas tempestades magnéticas de altíssima energia. O poder destas irradiações afeta diretamente a Terra e o seu clima.

Há séculos sabemos que a cada 11 anos alternam-se períodos de grande intensidade de solar, onde as manchas estão bem desenvolvidas, com períodos de baixa atividade.

O fenômeno que estamos observando hoje parece se assemelhar com o que ocorreu entre 1.645 e 1.700, quando as manchas solares, que em média são de 40 a 50.000 foram reduzidas para apenas 50.

Foi um período de intenso frio na Terra, uma mini era glacial que deixou os rios europeus como o Tâmisa (pintura de 1677) completamente gelado, causando grandes perdas econômicas, a destruição da produção agrícola e a fome.

O desaparecimento das manchas solares por uma semana parece indicar, aos astrônomos, que estamos próximos de um novo Solar Minimum, quando ocorrem longos períodos de resfriamento: as eras glaciais e as mini eras glaciais.

O fenômeno vem sendo observado nos últimos anos e muitos cientistas começam, agora, a acreditar em um período de resfriamento global.

O assunto é apaixonante e está dividindo os cientistas.

Muitos apostaram todas as fichas no aquecimento global e não conseguem aceitar um mundo sem ele...

Deixaram de ser cientistas para serem lacaios de ideias preconcebidas.

Já a ausência das manchas solares de hoje parece estar apontando, inequivocamente, para um período de baixíssima intensidade magnética no Sol. Este processo deve continuar nos próximos anos até mudar drasticamente o clima terrestre, como o que ocorreu em 1.700.

Alguns astrônomos já marcaram a data do início da mini era glacial para 2019-2020.

Entre hoje e 2019 as manchas solares e as tempestades magnéticas ficarão mais raras: será mais um Solar Minimum quando a Terra receberá menos energia solar.

Veremos menos interferências nas telecomunicações, ausência de auroras boreais, menos problemas em satélites e, obviamente, frio, muito frio.

O período de congelamento vai durar um mínimo de 3 ciclos solares (30 anos).

Tudo leva a crer que a Terra, com essa mini era glacial, terá uma nova chance e que as piores previsões sobre o aquecimento global não passarão de um sonho ruim.

No Pravda

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