9 de ago de 2016

O Golpe que o Cristóvam deu

Vai para Paris, senador?

2002: Dilma, ministra de Minas e Energia, o presidente eleito, e o Traíra-I
Cristóvam Buarque desceu do muro e deu entrevista à 'Fel-lha' para confessar que vai votar a favor do impeachment.

Cristóvam foi o primeiro Ministro da Educação do Lula, que o demitiu por telefone, porque ele não trabalhava e vivia em congressos no exterior...

Começou aí a trairagem.

Candidatou-se a presidente, para tirar votos do Lula, em 2006 e, por isso recebeu, segundo o editor Luiz Fernando Emediato, que trabalhava na campanha, um mimo de valor irrecusável.

Agora, no Golpe, ele esteve lá e cá.

(Devia colocar mimos na balança...)

Participou de várias reuniões com Dilma para derrubar o impeachment no Senado.

Foi um dos redatores da carta que Dilma entregará aos brasileiros, com a convocação de plebiscito para a eleição.

Fez cortes adjetivos, respeitados pelos outros redatores, mas num ponto ele insistia: não se pode falar em Golpe!

E é isso o que ele diz à 'Fel-lha': não é Golpe.

A certa altura, o ansioso blogueiro soube que alguém teria sugerido que Cristóvam fosse o chanceler do novo Governo Dilma.

Para ele poder continuar a voar de primeira classe ao exterior.

(Ah, esses provincianos irrecuperáveis...)

Mas, aparentemente, ele preferiu um Golpe mais seguro.

Fonte do ansioso blogueiro assegura que Cristóvam será o embaixador Golpista na Unesco, órgão da ONU com sede em... Paris!

Golpe de mestre!

PHA

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