1 de jul de 2016

Denúncia de Luiza Brunet envolve um dos novos donos da RBS/SC

Lírio Parisotto, um dos homens mais ricos do Brasil, que está sendo acusado por sua companheira, a modelo Luiza Brunet, é um dos empresários que compraram as operações da RBS em Santa Catarina. Associado com Carlos Sanchez, outro milionário, dono de laboratórios farmacêuticos, ele comprou este ano por 800 milhões as operações catarinenses — rádio, teve e jornal — do grupo gaúcho

Atriz Luiza Brunet é agredida pelo companheiro

Segundo informações do colunista Ancelmo Gois, ex-modelo teve quatro costelas quebradas, levou um soco e chutes do bilionário Lírio Parisotto, seu companheiro há 5 anos. Queixa foi representada no Ministério Público de São Paulo com o laudo de corpo de delito do IML feito por ela


A atriz Luiza Brunet denunciou Lírio Parisotto, seu companheiro há 5 anos, por agressão. Segundo informações do colunista Alcelmo Gois, a queixa foi representada no Ministério Público de São Paulo com o laudo de corpo de delito do IML feito por ela.

No dia 21 de maio, o casal estava jantando em um restaurante com amigos em Nova York. Ao ser perguntado se eles iriam a uma exposição de fotos, Parisotto, que é considerado um dos homens mais ricos do Brasil, se exaltou. Disse que não iria porque da última vez foi confundido com o ex-marido de Luiza, Armando. Daí em diante, ele teria se descontrolado.

Ao chegarem ao apartamento, ele teria partido para cima dela com agressões verbais. Logo depois, ela recebeu um soco no olho e chutes pelo corpo. Luiza contou que foi derrubada no sofá e imobilizada violentamente até ter quatro costelas quebradas. Ela só conseguiu escapar depois de gritar por ajuda. Então, se trancou no quarto e só saiu de lá no dia seguinte, para voltar ao Brasil.

“Eu sempre tive uma família estruturada e sempre fui discreta em minha vida pessoal. É doloroso aos 54 anos ter que me expor dessa maneira. Mas eu criei coragem, perdi o medo e a vergonha por causa da situação que nós, mulheres, vivemos no Brasil. É um desrespeito em relação à gente. O que mais nos inibe é a vergonha. Há mulheres com necessidade de ficar ao lado do agressor por questões econômicas, porque está acostumada ou mesmo por achar que a relação vai melhorar”, disse.

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