19 de jun de 2016

Israel comemora o golpe de estado no Brasil

Filho de imigrantes libaneses, novo presidente no Brasi é amigo da comunidade judaica
A elevação de um vice-presidente centrista, Michel Temer, como presidente do Brasil em meio ao processo de impeachment de Dilma Rousseff é esperado para resultar em uma relação menos tensa entre o Brasil e Israel, bem como a sua comunidade judaica, disseram os líderes judaicos.

Temer, 75, filho de imigrantes libaneses, assumiu o comando da maior nação da América Latina na quinta-feira. Ele foi vice-presidente desde 2011.

Rousseff, que serviu por 13 anos, foi suspensa pelo Congresso Nacional por 180 dias, como parte de um processo de impeachment em curso. Ela irritou a comunidade judaica com o que eram vistos como declarações anti-Israel, incluindo chamar o conflito de Israel com o Hamas em 2014 “um massacre”.

Além disso, o Brasil se recusou a aceitar a nomeação de um ex-líder dos colonos da Cisjordânia, Dani Dayan, como embaixador para Brasília. Em março, Dayan foi nomeado cônsul-geral em Nova York e ninguém foi nomeado em seu lugar.

“A interrupção de um mandato não é algo para comemorar, mas o amadurecimento da nossa democracia deve ser realçado,” Fernando Lottenberg, presidente da Confederação Israelita do Brasil, disse ao JTA. “Nós vamos manter um diálogo eficaz e aberto com o novo governo sobre assuntos nacionais, internacionais e relacionadas com a comunidade.”

Entre suas primeiras medidas, Temer anunciou que José Serra, um amigo de longa data da comunidade judaica, como o ministro das Relações Exteriores e Ilan Goldfajn, economista que nasceu em Israel, como presidente do Banco Central. Goldfajn, que é judeu, tentará aumentar a sexta maior economia do mundo no auge da sua maior crise financeira em um século.

Em janeiro, à luz do Dia Internacional da Recordação do Holocausto, Temer acolheu Lottenberg, que se dirigiu a ele sobre a importância da aprovação da primeira lei anti-terrorismo do Brasil, que, eventualmente, foi aprovada em março.

Nascido em São Paulo e um católico romano, Temer é filho de imigrantes libaneses maronitas da cidade de Btaaboura no distrito de Koura, vizinho à capital Trípoli no norte do Líbano. Seu pai fugiu para o Brasil para escapar da fome e da guerra na década de 1920.

Bem respeitada no Brasil, Temer lidera maior PMDB partido do Brasil, que anunciou sua ruptura com as semanas do governo Dilma atrás, contribuindo para o processo de impeachment.

“Você é mais presidente do Líbano que a mim como você tem 8 milhões, temos 5 milhões,” o então presidente do Líbano, Michel Suleiman, disse a Temer em 2011, de acordo com o serviço de notícias Ya Libnan, fazendo referência à grande comunidade libanesa estimada entre 7 milhões e 10 milhões de membros no Brasil, ou quase 5 por cento da população.

O artigo acima do Times of Israel revela os motivos do regime sionista para comemorar o golpe de estado no Brasil. Nota-se que por trás do golpe está a sombra do sionismo, operando através da CIA e Mossad israelense, orquestrando a Operação Lava Jato com o apoio da mídia e do judiciário. Uma vingança contra Dilma Rousseff, que não aceitou o embaixador terrorista nomeado pelo genocida Netanyahu.

Agora o caminho para que a máfia Rothschild possa usurpar a Petrobrás, o pré-sal e controlar diretamente o Banco Central ficou aberto. José Serra e Ilan Goldfajn são citados como nomeações importantes para Israel, ou seja, para os interesses da banca Rothschild.

Como avisado em outros artigos, quando um regime não obedece a esta estrutura globalista mafiosa, é derrubado e substituído por outro que obedeça.

Outro ponto importante é a importância para o sionismo a aprovação da “lei anti-terrorismo” no Brasil, uma lei de repressão e censura contra o próprio povo, que usa o pretexto do “terrorismo” como justificativa para a sua criação. É a ferramenta para censurar a liberdade de expressão e livre pensamento no país, intimidando quem se atreve a divulgar fatos históricos que revelam as mentiras divulgadas pelo sionismo para justificar a existência e os crimes de Israel. Esta lei está sendo criada e usada em diversos países para silenciar as denúncias contra o genocídio palestino. Para estes nazi-sionistas, quem não se alinha a Israel ou ao sionismo é “terrorista” ou “antissemita”, sendo que os antissemitas e terroristas estão em Israel e no sionismo internacional liderado pelos Rothschild.

Ameaça israelense não se limita a Palestina, senão ao mundo inteiro

O ataque sionista à América do Sul não terminou, ainda querem usurpar o petróleo da Venezuela e usarão os países que agora estão sob domínio sionista (Argentina e Brasil) para derrubar Maduro. Uma guerra na região já foi planejada pelo Comando Sul dos EUA.

“Operação Venezuela Freedom 2”: Comando Sul dos EUA em etapa decisiva contra a Venezuela

Com a Argentina e Brasil militarmente alinhados com os EUA e Israel o sionismo aponta agora contra Maduro, que por sinal há anos vêm alertando para um golpe de estado em seu país patrocinado pela CIA. Maduro já percebeu o movimento e declarou estado de exceção por tempo indefinido, já esperando uma invasão.

Israel prepara intervenção na América do Sul sob o pretexto do “narco-terrorismo”

EUA bate os tambores de guerra contra o Irã e a Venezuela

Estes são apenas alguns dos motivos por trás do golpe de estado no Brasil promovido pelo sionismo e executado pelos seus Cavalos de Tróia estratégicamente posicionados no Senado, Câmara e Judiciário.

Sabendo disto, o que a população brasileira pensa fazer? Ficar de braços cruzados e assistir Temer e sua quadrilha entregarem o país à banca Rothschild/Rockefeller e destruir a soberania nacional?

Uma coisa é certa, bater panelas e fazer manifestação não vão impedir que o plano sionista avance sobre o Brasil.

Está dado o recado.

No Caminho Alternativo

2 comentários:

  1. Perdemos a Floresta de Pau Brasil e a Mata Atlântica e sobraram muitos Índios e mestiços a serem educados.
    Perdemos o ciclo do ouro das pedras preciosas do açúcar da borracha e sobraram mais escravos e favelados parias sociais explorados para serem inseridos na economia do pais.
    Após o Petróleo haverá um grande déficit ecológico com poluição e desempregados e uma pequena elite cada vez mais rica pensando em morar em Miami.
    Interessante notar que a Estatal Norueguesa explora Petróleo no Pré-sal para manter o já elevado nível de vida e educação de seus compatriotas que já é bem alto.

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  2. Até agora só ganharam medalhas os atletas brasileiros de origem pobre.

    Creio que vai continuar assim porque a elite brasileira só sabe mesmo é roubar.

    As únicas coisas que que os ricos da elite brasileira sabem fazer bem é:

    Dar Golpe assassinando a Democracia
    Usurpar o poder para assaltar o Estado brasileiro
    Promover a concentração de renda pelo Patrimonialismo (roubo e ofertas de favores e privilégios)

    Esta elite vagabunda e corrupta não consegue ganhar dinheiro empreendendo e trabalhando e inovando.

    Só sabem promover o arrocho salarial retirar direitos trabalhistas e obter propina pela entrega dos recursos do pais (pre-sal).

    Esta elite podre que comanda o pais há 500 anos são descendentes da ociosa corte Portuguesa, fugida com medo da Invasão Napoleônica, Napoleão matava os nobres inúteis como eles.

    Pergunta como vamos nos livrar destes exploradores golpistas que não trouxeram nada de bom sem encosta-los no paredão e fuzila-los ou guilhotina-los como fizeram os Franceses para podermos evoluir socialmente?

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