29 de mai de 2016

PGR e PF vão soltar as operações ‘Senatus’ e ‘do Barba’

O Procurador-Geral da República, Rodrigo Janot, e a força-tarefa da Operação Lava Jato em Brasília (no MP) e em Curitiba (Justiça Federal) preparam duas grandes operações que vão sacudir o mundo político em Brasília e São Paulo: a Senatus e a do Barba — não necessariamente nesta ordem e com estes nomes, mas com estes alvos.

A próxima fase da Lava Jato, a 30ª, deve pegar em cheio o Senado Federal. Não só pela homologação da delação premiada de Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro (a coluna antecipou que havia um áudio bomba  por vir ), mas por tudo o que já se apurou até aqui sobre o que disse o ex-senador Delcídio do Amaral, e sobre os documentos apreendidos nas residências e escritórios do senador Fernando Collor (PTC-AL).

Por baixo, pelo menos quatro senadores estão na mira diante do descoberto até agora: o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), Romero Jucá (PMDB-RR), Edison Lobão (PMDB-MA) — citado por delatores — e Collor.

A dúvida da PGR e da Justiça Federal é se pedem ao Supremo Tribunal Federal autorização para prisão ou apenas condução coercitiva, seguida de mandados de busca e apreensão em gabinetes e residências.

Já a futura fase 33ª é tida como a mais polêmica. É a que, segundo circula nos bastidores da Justiça Federal e do STF, vai cercar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o seu Instituto. Na madrugada do dia 4 de março a Coluna citou a operação de grande repercussão que estava prestes a sair.

Tropa de elite

Turma jovem e muito reservada, a força-tarefa de Janot e da PF não pega leve. Os procuradores trabalham em meio andar da sede do Ministério Público com acesso restrito.

A força-tarefa leva tão a sério as operações que uma procuradora, de família de Brasília, mudou-se de sua casa para um apartamento funcional, a fim de se concentrar. São de suas mãos que saem os pedidos de prisão e condução de políticos.

3 comentários:

  1. Fosse tão séria assim, não estaria se prendendo a provas apenas contra petistas. E Aécio Neves, Geraldo Alckmin ou José Serra estarião detrás das grades.

    Não acusariam antes do julgamento, passando por cima da presunção de inocência, do direito de defesa, do ônus da prova, por cima de razões excepcionais e legítimas que justificam a prisão cautelar.

    Sem mencionar os vazamentos seletivos nunca investigados pelos responsáveis por esta operação. Estou já acostumada a me deparar com a capa da revista Veja, sacanamente, cobrindo a moral do Lula com o seu manto de suspeitas. Aliás, prática costumeira desta revista. Quer dizer que aquele que retira certas informações de dentro do processo para fornecer à Veja ou à Globo, se interessa apenas por depoimentos onde tem a participação dos petistas?

    E as gravações entre a chefe do executivo e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disponibilizadas para a imprensa?

    Grampos nos escritórios de advocacia que atuam na defesa dos investigados.

    Condução coercitivo de um ex-presidente que nunca se negou a prestar esclarecimentos.

    Promover campanhas difamatórias da presidente da República.

    UFA...Cansei!

    Nos poupem, por favor!


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  2. Fosse tão séria assim, não estaria se prendendo a provas apenas contra petistas. E Aécio Neves, Geraldo Alckmin ou José Serra estarião detrás das grades.

    Não acusariam antes do julgamento, passando por cima da presunção de inocência, do direito de defesa, do ônus da prova, por cima de razões excepcionais e legítimas que justificam a prisão cautelar.

    Sem mencionar os vazamentos seletivos nunca investigados pelos responsáveis por esta operação. Estou já acostumada a me deparar com a capa da revista Veja, sacanamente, cobrindo a moral do Lula com o seu manto de suspeitas. Aliás, prática costumeira desta revista. Quer dizer que aquele que retira certas informações de dentro do processo para fornecer à Veja ou à Globo, se interessa apenas por depoimentos onde tem a participação dos petistas?

    E as gravações entre a chefe do executivo e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disponibilizadas para a imprensa?

    Grampos nos escritórios de advocacia que atuam na defesa dos investigados.

    Condução coercitivo de um ex-presidente que nunca se negou a prestar esclarecimentos.

    Promover campanhas difamatórias da presidente da República.

    UFA...Cansei!

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