18 de dez de 2015

Gilmar ofende ministros do STF

E o Brasil!


Da entrevista de Gilmar Mendes à Jovem Pan:

Ministro do STF Gilmar Mendes fala em cooptação e bolivarização da Corte

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Toffoli revoga artigo da Lei do Direito de Resposta

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou hoje (18) a suspensão da eficácia de um artigo da Lei 13.888/2015, que regulamentou o direito de resposta nos meios de comunicação.

Atendendo pedido liminar da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Toffoli suspendeu a aplicação do Artigo 10, que garantia somente a órgãos colegiados dos tribunais a possibilidade de concessão de recurso para suspender a publicação da resposta.

"Admitir que um juiz integrante de um tribunal não possa, ao menos, conceder efeito suspensivo a recurso dirigido contra decisão de juiz de primeiro grau é subverter a lógica hierárquica estabelecida pela Constituição, pois é o mesmo que atribuir ao juízo de primeira instância mais poderes que ao magistrado de segundo grau de jurisdição", argumentou Toffoli.

Na ação, a OAB defendeu a regulamentação do direito de resposta, mas afirmou que a lei não pode impedir a Justiça de coibir eventuais abusos contra direito de resposta abusivamente concedido.

A lei foi sancionada pela presidenta Dilma Rousseff no mês passado. O texto prevê que uma pessoa que se considerar ofendida por qualquer reportagem, nota ou notícia divulgada em um veículo de comunicação pode pedir direito de resposta, que deverá ser divulgada com o mesmo destaques da publicação original.

O veículo tem sete dias para publicar a retratação espontaneamente, e, se o não fizer, o ofendido poderá recorrer à Justiça.

André Richter
No Agência Brasil
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Venezuela: Preguntas y respuestas sobre el Parlamento Comunal

El Poder Comunal está basado en la Constitución de Venezuela.
El presidente de la Asamblea Nacional (AN) de Venezuela, Diosdado Cabello, instaló el martes pasado la primera sesión del Parlamento Comunal Nacional con el fin de crear un mecanismo que contribuya a reforzar el Poder Popular en esta nación suramericana.

Desde su instalación, la oposición venezolana ha desestimado esta instancia y además cuestiona su constitucionalidad y alcances en materia de políticas públicas.

Conozca en qué consiste el Parlamento Comunal y cuáles son sus bases jurídicas:

1.- ¿Qué es el Parlamento Comunal?

De acuerdo con la Ley Orgánica de las Comunas de Venezuela, en su artículo 2, es "la máxima instancia del autogobierno en la Comuna, y sus decisiones se expresan mediante la aprobación de normativas para la regulación de la vida social y comunitaria, coadyuvar con el orden público, la convivencia, la primacía del interés colectivo sobre el interés particular y la defensa de los derechos humanos, así como en actos de gobierno sobre los aspectos de planificación, coordinación y ejecución de planes y proyectos en el ámbito de la Comuna".

2.- ¿Qué es una Comuna?

La Ley Orgánica de las Comunas la define como un espacio socialista que, como entidad local, es definida por la integración de comunidades vecinas con una memoria histórica compartida, rasgos culturales, usos y costumbres, que se reconocen en el territorio que ocupan y en las actividades productivas que le sirven de sustento, y sobre el cual ejercen los principios de soberanía y participación protagónica como expresión del Poder Popular.

3.- ¿Qué atribuciones tiene el Parlamento Comunal?

- Sancionar materias de sus competencias, de acuerdo a lo establecido en esta Ley, su Reglamento y demás normativas aplicables.

- Aprobar el Plan de Desarrollo Comunal.

- Sancionar las cartas comunales, previo debate y aprobación por las asambleas de ciudadanos y ciudadanas de las comunidades integrantes de la Comuna.

- Aprobar los proyectos que sean sometidos a su consideración por el Consejo Ejecutivo.

- Debatir y aprobar los proyectos de solicitudes, a los entes político-territoriales del Poder Público, de transferencias de competencias y servicios a la Comuna.

- Aprobar los informes que le deben presentar el Consejo Ejecutivo, el Consejo de Planificación Comunal, el Consejo de Economía Comunal, el Banco de la Comuna y el Consejo de Contraloría Comunal.

- Dictar su reglamento interno.

- Designar a los y las integrantes de los Comités de Gestión.

- Considerar los asuntos de interés general para la Comuna, propuestos por al menos el equivalente al sesenta por ciento (60 por ciento) de los consejos comunales de la Comuna.

- Ordenar la publicación en gaceta comunal del Plan de Desarrollo Comunal, las cartas comunales y demás decisiones y asuntos que considere de interés general para los habitantes de la Comuna.

- Rendir cuenta pública anual de su gestión ante los y las habitantes de la Comuna.

- Las demás que determine la presente Ley y su Reglamento.

4.- ¿El Parlamento Comunal cumple con la Constitución?

El presidente de la AN, Diosdado Cabello, afirmó que esta instancia se ampara en el artículo 5 de la Constitución de Venezuela y representa “un poder que le permita al pueblo disponer de recursos, jefaturas, toma de decisiones, leyes, forma de vida”.

5.- ¿Qué dice el Artículo 5 de la Constitución de Venezuela?

La soberanía reside intranferiblemente en el pueblo, quien ejerce directamente en la forma prevista en esta Constitución y en la ley, e indirectamente, mediante el sufragio, por los órganos que ejercen el poder público. Los órganos del estado emanan de la soberanía popular y a ella están sometidos.

De esta manera se puede decir que el Estado venezolano puede transferir recursos a las comunas, con la debida contraloría, para atender problemas sociales o ejecutar proyectos en beneficios de los ciudadanos y el Parlamento Comunal será el encargado de articular la gestión de esas comunas con el Estado.

6.- ¿De qué forma está compuesto el Parlamento Comunal?

La Ley Orgánica de Comunas refiere en varios de sus artículos lo referente a sus integrantes, sesiones y decisiones. Señala que el Parlamento Comunal debe estar integrado por un vocero electo por cada consejo comunal que conforma la comuna, con su respectivo suplente. Otros tres voceros electos por las organizaciones socioproductivas, con sus respectivos suplentes y por último un vocero en representación del Banco de la Comuna, al igual con su suplente.

El ejercicio de los voceros ante el Parlamento Comunal será de tres años, pudiendo optar a la reelección. Además, éste sesionará ordinariamente una vez al mes; y de forma extraordinaria cuando sea convocado por el Consejo Ejecutivo. En cuanto a las decisiones, estas se tomarán por la mayoría simple de sus integrantes, es decir, la mitad más uno.

No teleSUR
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Derrotado, Gilmar aponta 'bolivarização do STF'


O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, comentou nesta sexta-feira 18 a decisão da corte por barrar o rito do processo da presidente Dilma Rousseff estabelecido pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB). 

“Existe um projeto de bolivarização da Corte. Assim como se opera em outros ramos do estado, também se pretende fazer isso no tribunal e, infelizmente, ontem tivemos mostras disso”, afirmou. 

Gilmar chamou de "artificialismo" a decisão contrária à proposta de Eduardo Cunha. “Vamos fazer artificialismos jurídicos para tentar salvar, colocar um balão de oxigênio em quem já tem morte cerebral”, comentou.

Assim como o relator, Luiz Edson Fachin, e o ministro Dias Toffoli, Gilmar Mendes foi voto vencido ao defender a validade da eleição em voto secreto para formação da comissão especial do impeachment, e a formação da chapa avulsa, indicada pela oposição. 

O voto de Fachin teve os principais pontos contestados pela maioria dos ministros do STF, numa divergência aberta pelo ministro Luís Roberto Barroso, que foi acompanhado por Teori Zavascki, Rosa Weber, Luiz Fux, Cármen Lúcia, Marco Aurélio Mello e Ricardo Lewandowski.

Ficou definido que a Câmara autoriza, mas é o Senado que decide se instaura o processo de impeachment. E só depois de o Senado decidir, a presidente Dilma seria afastada do cargo. "Decidir sobre o afastamento do presidente é função privativa do Senado", reforçou Lewandowski.

No 247
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Impedimento e juízo

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joiao

Últimas palavras

O ministro Dias Toffoli informou aos pares que os hispânicos preferem a expressão “juicio politico”, evitando a expressão inglesa “impeachment”. Mera propaganda subliminar da tese de que, nessa matéria, a fundamentação legal estaria subordinada à legítima parcialidade dos eventuais julgadores. Em um dos dois ou três escorregões que sofreu, também o ministro Edson Fachin se pronunciou ambiguamente sobre as relações entre imparcialidade partidária e legalidade constitucional. Informo que em lugar algum da Constituição fica autorizada, nesta ou em qualquer outra matéria, deliberação indiferente ao comando da Carta. Outrossim, complemento o ministro Dias Toffoli informando que também a Constituição brasileira não adota o anglicismo “impeachment”, preferindo o simples substantivo da língua pátria: impedimento. Já que todos os ministros e professores, imprensa, políticos e passantes em geral só falam “impeachment”, seria prudente providenciar alteração na redação do artigo constitucional ou se arriscam os ministros a deliberarem sobre o mandato do presidente Barak Obama. Mico histórico para quem acredita que cada voto que profere não pode estar aquém de 150 páginas de sabedoria e trivialidades latinas. “Impeachment” não é uma trivialidade da língua inglesa, é uma legítima viralatice brasileira.



O Deficit Democrático

Não pertence ao entendimento decantado a opinião de que o sistema político brasileiro faliu. Amplificadores de emoções, os sentidos registram automaticamente os estímulos do ambiente, incapazes, porém, de discriminar entre aparência e realidade. Be-a-bá filosófico que, nem por isso, deixa de ser frequentemente esquecido no dia a dia da urgência ou do interesse. Panelas e palavrões dificultam a apercepção de que há um ano a democracia brasileira vem sendo convocada diuturnamente a administrar conflitos de grande magnitude. Com andamento simultâneo de processos criminais de inédita envergadura, não sossegam os sentidos e as emoções da população, provocados por lances de cinema mudo envolvendo policiais federais — a ultrapassagem aérea dos portões da casa de um indiciado foi um deles — e quase sempre surpreendentes, mas autorizados pelo Supremo Tribunal Federal. Aos trancos e barrancos, o Legislativo legisla, ora agradando, ora dessagrando, ora se omitindo, ora se atrevendo onde não lhe compete, o Executivo não arranha sequer suavemente os limites legais de sua competência, e vai extraindo decisões relevantes para a administração pública. A última foi a que aprovou o orçamento para o ano vindouro incorporando receitas com origem em matéria a ser digerida pelo Legislativo.

As sessões de quarta e quinta desta semana de dezembro do Supremo Tribunal Federal ofereceram memorável exemplo de discernimento, erudição profissional e argúcia lógica de encantar a qualquer espectador de boa fé. Não é de hoje, aliás, que o STF presenteia o País com desempenhos irretocáveis, sempre que os ministros se mantêm nos autos. Não quero esparramar os elogios que faria sem timidez, mas solicito a atenção para o seguinte fato: quando se imaginou, na história do Brasil, que Legislativo e Judiciário entrariam em recesso por dois meses, estando em pauta um pedido de impedimento da Presidenta da República? Sem falar que nem mesmo simples delegacias de polícia entraram em prontidão?

A turma de sempre, com o oportunismo de sempre, volta ao ramerrão da falência do sistema político, à necessidade de substituição do sistema eleitoral e de dar fim a umas duas dezenas de legendas partidárias. Já se deram conta que entre os partidos envolvidos nos processos em andamento não se encontram membros dos pequenos partidos? Que estão em cena o PT, o PMDB, o PP e o PSDB?

A tensão dos sentidos e emoções não são indicadores de deficit das instituições políticas. Ao contrário, são sintomas de profunda vitalidade. Falta só um pouco mais de entendimento, isto é, de juízo.
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“Sempre afirmei que ela iria até 2018″: o recuo de Temer mostra que o golpe deu ruim

“Ainda acho o Zé do Caixão o melhor nome pro ministério da pesca”
O vice apartamento decorado Michel Temer deu uma entrevista ao Globo em que, em suma, dá “explicações” para sua conduta ao longo de 2015. Temer, aquele mesmo, alega que não conspirou.

É um mea culpa. Falta ajoelhar no milho. Fora toda a abjeção, a carta que ele enviou a si mesmo endereçada a Dilma, no auge da crise, ajudou a dividir ainda mais um partido fisiológico e cheio de disputas internas.

Um pedaço do PMDB no Senado o quer fora da presidência da agremiação na convenção de março. Dois nomes são cotados (se não forem em cana antes): Romero Jucá e Renan Calheiros.

Alguns exemplos do recuo de Michel Temer:
  • “Incomoda-me enormemente o fato de a todo instante dizerem que estou tramando contra a senhora presidente da República. Jamais o fiz. Ao contrário, ao longo desses últimos meses, quando se falava do impedimento da presidente, eu sempre afirmava que ela iria, e nós iríamos até 2018″. 
  • “Não foram poucos os setores políticos e da sociedade que me procuraram para dizer que o Brasil deveria tomar outro rumo. Sempre recusei qualquer participação em movimento dessa natureza. Minha fala sempre foi de preservação institucional. Setores interessados começam a divulgar que eu faço conspiração”.
  • “Não são poucas as ocasiões em que o PMDB me insta, quase me obriga, a convocar uma convenção para o rompimento com o governo. Agora mesmo, não são poucos aqueles que querem, novamente, uma convenção. Tenho esticado isso precisamente para a data aprazada da convenção que é março do ano que vem. Digo tudo isto para revelar que, em momento algum tive qualquer inspiração, nem aspiração, golpista”.
  • “A minha lealdade pessoal e institucional — sou muito atento às instituições — não tem produzido o resultado desejado. Pelo contrário, a minha conduta discreta é usada para tentar ressaltar que, na verdade, estamos conspirando. Não tenho culpa se setores do partido, a, b, c ou d, querem atrapalhar, querem derrubar a presidente. O que faço é revelar a minha discrição nesta matéria, como fiz ao longo da minha vida pública”.
  • “A premissa da alternativa está na Constituição. No presidencialismo, você elege duas figuras para ter continuidade, se não você teria uma ruptura que a todo o momento agravaria a crise institucional. Eu diria que o impedimento não é exatamente uma crise institucional, porque está previsto na Constituição. Mas é uma crise política indesejável. Mas, se ele ocorrer, não significa que é contrário à Constituição”.
  • “Sempre me declarei a favor da permanência da presidente. Podem verificar que em todos os momentos disse isso. E por quê? Para combater essa insanidade de dizer que sou golpista ou conspirador. Agora, legitimidade ou não é por conta do Congresso”.
  • “Vou ressaltar mais uma vez que a carta foi eminentemente pessoal. Tenho certa liturgia e relativa sabedoria política. Se fosse para saber que seria divulgada, escreveria um documento político, e não pessoal. Ali, eu disse coisas que há muito tempo eu imaginava dizer e fiz uma espécie de pré-pauta para que nós pudéssemos depois conversar. Mas não era para ser divulgada, evidentemente”.
  • “Ela [Dilma] foi muito franca comigo, estava bastante emotiva quando nos falamos. Foi uma conversa boa, confortável. Eu disse das minhas razões, ela mesma disse: ‘Será que eu fiz essas coisas?’ Ficou preocupada, disse que tem preocupação: ‘Tenho apreço pessoal, admiração por você. Todos têm admiração por você’. E eu disse: ‘Pois é, presidenta, mas isso não chega à execução. Fica apenas na palavra’”.
Os mandados de busca e apreensão na casa das estrelas de seu partido na Operação Catilinárias e, desde ontem, a virada no STF o colocam numa situação bem diferente. O plenário do Senado aprovou um requerimento determinando que o TCU faça auditoria nos decretos assinados em 2015 por ele que abrem crédito suplementar.

Michel Temer tenta tirar agora, inutilmente, o carimbo de traidor da testa e ver se salva os dedos. Sua briga com Renan Calheiros será boa de assistir. O golpe deu ruim.

Kiko Nogueira
No DCM
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Procuradoria pede ao STF para abrir 3º inquérito contra Agripino Maia

Ele
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu nesta semana ao STF (Supremo Tribunal Federal) a abertura de mais um inquérito para investigar o presidente nacional do DEM, senador Agripino Maia (RN), por peculato qualificado e lavagem de dinheiro. Se for aceito, será a terceira investigação em curso contra o parlamentar.

O pedido é para investigar um possível funcionário fantasma, Victor Neves Wanderley, no gabinete de Agripino no Senado. A partir de 2009, Wanderley foi nomeado ao cargo de assessor parlamentar e, em datas próximas ao dia do pagamento, realizou saques em espécie e depósitos na conta de um primo de Agripino Maia, Raimundo Alves Maia Júnior — as informações foram obtidas por quebra de sigilo bancário.

De acordo com os registros do Senado, Wanderley ainda atua como assessor parlamentar de Agripino, lotado no "escritório de apoio do senador". Seu salário-base atual é de R$ 7.415,57, segundo o registro de outubro deste ano. A primeira menção ao funcionário fantasma encontrada no "Diário Oficial" é de março de 2009, quando Wanderley foi lotado no gabinete da liderança do Democratas. Ele também atuou no gabinete do senador José Bezerra (DEM-RN), ao menos em 2010.

Procurado na manhã desta sexta (18), Agripino disse que não há funcionário fantasma em seu gabinete: "Absolutamente". "Não, não tenho nenhum conhecimento sobre esse assunto", afirmou o parlamentar.

A Procuradoria aponta proximidade entre o recebimento de diversos depósitos de salários, que somam R$ 158 mil, e o repasse ao primo de Agripino Maia, cujo montante é R$ 127 mil. Outros R$ 42 mil foram sacados em espécie pelo funcionário fantasma, em datas próximas a pagamentos que somam R$ 67 mil.

"Observa-se que, em quase todo o período em questão, nas mesmas datas de recebimento de vencimentos do Senado Federal, ou em datas próximas, Victor Neves Wanderley efetuou saques em espécie de quantias consideráveis, muitas vezes equivalentes à remuneração auferida, o que aponta no sentido de repasse oculto de pelo menos parte de seu salário a um terceiro, possivelmente o próprio José Agripino Maia", escreve Janot no documento enviado ao STF.

Em depoimento à Polícia Federal, Wanderley admitiu que, apesar de receber salário do Senado, nunca trabalhou na Casa. Ele é funcionário em uma farmácia que pertence ao tio dele, Adriano Alberto de Souza Wanderley, que também apresentou movimentações financeiras suspeitas.

A Procuradoria pede ao presidente do STF, ministro Ricardo Lewandowski, para aprofundar as investigações, ao "realizar diligências que reúnam maiores informações sobre os fatos, até mesmo para balizar a extensão, a amplitude, a profundidade e o próprio período do afastamento de segredo de dados que o caso requer".

A suspeita de peculato ocorre porque, apesar de Agripino Maia ter o poder de indicar qualquer pessoa ao cargo de assessor parlamentar — um cargo comissionado —, ao fazê-lo "sem que [a pessoa] desempenhe as correspondentes atribuições, configura o crime de peculato qualificado", diz a peça. O crime de lavagem de dinheiro, ainda de acordo com o documento, é qualificado pela triangulação entre o funcionário fantasma e o primo de Agripino Maia, descrita pela PGR como "estratégia de ocultação e dissimulação da natureza, da origem, da localização, da disposição, da movimentação e da propriedade dos valores provenientes do delito de peculato qualificado".

As diligências requisitadas por Janot incluem a obtenção dos registros funcionais de Wanderley junto ao Senado, os registros de voo em nome do funcionário fantasma e o registro de trabalho dele junto à farmácia do tio.

Segundo a peça, a suspeita ocorreu a partir de um levantamento feito pelo Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), órgão ligado ao Ministério da Fazenda que investiga movimentações financeiras atípicas. "Victor Neves Wanderley e Adriano Alberto de Souza Wanderley apresentaram movimentações financeiras que geraram suspeita de lavagem de dinheiro, em face de sua incompatibilidade com as correspondentes rendas declaradas e respectivas capacidades econômicas."
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'Jornal de Londrina' demite 20 e anuncia seu fim


Em nota oficial, o chefe de redação, Fábio Luporini, explicou que o fim da circulação do jornal teria sido motivado pela atual conjuntura econômica do Brasil. Nesta quinta (17/12), o site do periódico já foi retirado do ar.

"É com tristeza que anunciamos o fim da circulação impressa e da operação digital do JL - Jornal de Londrina, fruto de uma série de fatores. Depois de 26 anos de atuação jornalística em Londrina e região, o jornal encerra suas atividades em meio à crise econômica que acomete o Brasil e uma reestruturação mundial pela qual atravessam os veículos de comunicação", diz trecho da nota.

Procurada por Imprensa, a GRPCOM, responsável pelo JL, também justificou o fim do veículo com base na crise econômica mundial. A empresa, no entanto, ressaltou que investirá em suas outras grandes marcas, como a Gazeta do Povo e a RPC.

"Embora o JL deixe de circular, o GRPCOM continua a acreditar, por meio do demais veículos do grupo, dentre eles a RPC e a Gazeta do Povo, na solidificação da liberdade de expressão, da independência jornalística e da democracia, mantendo seu compromisso de desenvolver a sociedade e lutar pelos direitos dos cidadãos. Estes princípios colocam em prática a missão do grupo de valorizar a nossa terra e a nossa gente".

Demissões

Além do fechamento do jornal, Imprensa apurou que cerca de vinte jornalistas foram demitidos do veículo. Antes do anúncio sobre o fim das operações, a diretoria teria tentado mudar uma cláusula trabalhistas para cortar os funcionários sem precisar arcar com custos de demissão.

Insatisfeitos, alguns jornalistas teriam levado a discussão até o Sindicato dos Jornalistas de Londrina, que convocou uma reunião com a diretoria de jornal para rediscutir a proposta. A ideia apresentada pela entidade jornalística seria a de que o JL poderia demitir metade do seu quadro de profissionais como forma de prosseguir com suas operações. Procurado, o sindicato ainda não comentou o caso.

No 247
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Alencastro analisa o Brasil na Radio France


A entrevista foi gravada antes da decisão do STF



No CAf
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My Way, versão Eduardo Cunha


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Dilma riu por último. Duas vezes


Raramente uma situação política inverteu-se tão radicalmente em tão poucas horas. A oposição,  que festejava na noite de quarta-feira o voto com que o ministro Edson Fachin frustrou o governo,  deixou cabisbaixa o plenário do Supremo antes do final da sessão de ontem, em que a maioria divergiu do relator  Fachin e recolocou o rito do impeachment nos trilhos. O mesmo haviam feito os governistas anteontem.

Com o resultado  da sessão memorável — pela qualidade do debate jurídico e a elegância litúrgica dos ministros,  mesmo na divergência — o governo ganha fôlego e o impeachment perde terreno. O terreno que a oposição vinha conquistando graças às manobras de Eduardo Cunha rechaçadas pelo STF.

A presidente Dilma acompanhou a sessão falando diversas vezes ao telefone com o ministro-chefe da AGU, Luiz Adams, que estava no Supremo. No final, um suspiro de alívio ressoou no Palácio do Planalto. Dilma riu por último, e duas vezes. A vitória mais importante foi no entendimento de que a comissão especial da Câmara deve ser eleita por voto aberto e sem chapas avulsas. Isso levará a uma nova eleição, que pode garantir ao governo uma composição mais favorável da comissão. Embora o parecer por ela aprovado, qualquer que seja, tenha que ser votado pelo plenário, será mais fácil obter os 171 votos se a comissão recomendar a não autorização do processo, considerando que  a presidente não cometeu crime de responsabilidade.  

A segunda vitória foi na definição do papel do Senado. Mas, para o governo, para sua sobrevivência e recuperação, melhor será não ter que barrar o processo na Casa onde tem base mais fiel e contaria com a ajuda do presidente Renan Calheiros. O rechaço do Senado a uma autorização da Câmara aprovada por mais de 342 votos, deixaria algum melindre na relação entre as duas casas, dificultando a restauração de uma coalizão que garanta a governabilidade, caso o governo escape do impeachment, com agora tornou-se mais provável. Mas, se não houver remédio, é claro que a trincheira de resistência será montada no Senado mesmo.



Agora vem o recesso, que o Governo tentará encurtar, viabilizando alguma forma de convocação lá pelo segundo decanato de janeiro. Renan é contra. Acha que melhor será deixar que a temperatura política esfrie mais no verão. Ao longo de janeiro o governo teria tempo para trabalhar a eleição da nova comissão especial da Câmara em fevereiro. Quem sabe isso até venha a ocorrer depois que o STF decidir sobre o pedido de afastamento de Eduardo Cunha feito pelo procurador-geral Janot.

Flashes da sessão

Ficará nos anais a sessão em que o Supremo fixou as balizas do impeachment, rechaçando os casuísmos que vinham sendo praticados por Cunha e a oposição.

Raramente um ministro estreou  no STF de  modo tão infeliz quanto Luiz Edson Fachin. Embora tenha colhido elogios abundantes a seu alentado voto e ao esforço de produzi-lo em tão curto prazo,  dele restou muito pouco. E a impressão externa geral foi a de que Fachin negou quase todos os pedidos da ação do PC do B não por desconhecer o rito adotado em 1992 mas para afirmar sua independência, depois que sua indicação por Dilma enfrentou fortes resistências da oposição, dentro e fora do Senado. Seu voto foi muito criticado por senadores que apontaram a incoerência entre a  defesa que fez do voto aberto para a homologação da prisão do senador Delcídio e a legitimação do voto secreto imposto por Eduardo Cunha na eleição da comissão especial da Câmara.

Quem virou o jogo foi o ministro Luiz Roberto Barroso, que com clareza e coragem abriu a divergência em relação ao voto do relator, sustentando o papel do Senado na admissibilidade do processo — o que permitirá à Casa acolher ou não a denúncia da Câmara, e a impropriedade do voto secreto na eleição da comissão especial. E o fez não com a “criatividade jurídica” mas homenageando a letra da Constituição e a jurisprudência criada pelo Supremo para o impeachment de Collor. Barroso puxou a maioria que se formou.

Quem deixou o governo perplexo foi o ministro Dias Tofoli, com um voto alinhado ao do relator e, viu-se depois, ao do ministro Gilmar Mendes, adversário figadal do PT e do governo no Supremo. Há muito já se sabe do afastamento entre Tofoli e o partido a que serviu e que o colocou lá  mas nunca ele havia feito comentários tão hostis, como aquele de que um governo que não tem 171 votos na Câmara não merece governar. Gilmar protagonizou o momento mais agressivo, dizendo a seus pares quem  se queriam manipular o processo, deviam assumir isso claramente. Falou no plural majestático, “se nós queremos”. Foi uma ofensa mas a frieza da maioria prevaleceu.

No mais, o brilho de Celso de Mello ao explicar tão claramente que, com a Constituição de 1988, a Câmara perdeu que lhe garantia a Constituição de 1946 e a lei complementar 1079/1950 nos processos de impeachment.

Há 23 anos, quando houve o impeachment de Collor, não havia lei complementar à Carta de 1988, detalhando o rito e as regras.  STF precisou deliberar. Agora, novamente. Passado o percalço em curso, o Congresso precisa parar em algum momento para adequar a lei do impeachment à Constituição.  Nada garante que a responsabilidade democrática da corte prevalecerá sempre, como prevaleceu ontem.

Tereza Cruvinel
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A provável origem da profecia fracassada de Merval

Num mundo menos imperfeito, você não veria esta foto
Merval viralizou nas redes sociais.

Uma foto na qual ele aparecia prevendo a vitória por ampla margem do voto de Fachin quanto ao roteiro do impeachment se espalhou pelo Facebook e pelo Twitter.

Merval foi merecidamente esculachado. Nunca confunda o papel de jornalista com o do torcedor é um dos pilares do jornalismo, e ele agiu como se estivesse na arquibancada. Por isso se expôs ao justo escárnio dos contrários ao golpe.

Do ponto de vista lógico, ele, com alguma inteligência, teria evitado o vexame. O primeiro voto do dia era o de Barroso, o mais capaz e mais influente dos juízes do STF.

Se Barroso divergisse de Fachin, teríamos logo no início da sessão um empate. Dada a diferença de peso entre Fachin e Barroso, seria um sinal de que as coisas poderiam mudar, como aconteceu.

Tentei entender de onde Merval extraiu seu otimismo obtuso. E tive uma pista ao ver o comportamento abjeto de Gilmar Mendes na discussão do STF.

Otimismo obtuso: a profecia de Merval
Otimismo obtuso: a profecia de Merval
Como são amigos, uma possibilidade real é que, num telefonema, Merval tenha se deixado levar pelas considerações e prognósticos de Gilmar.

A atitude de Gilmar de deixar o plenário abruptamente sob a alegação de viagem sugere que também ele tinha como certo o triunfo do voto de Fachin.

Quando Gilmar votou já estava claro que Fachin sofrera um extraordinário revés. E com ele um voto amplamente favorável ao golpe.

Só o ódio pelo que estava acontecendo pode explicar o que Gilmar fez. Ele falou como um político, e não como juiz. No auge da inflamação, cometeu a insanidade de citar um artigo de Serra, um político que não é respeitado sequer no PSDB.

Num mundo menos imperfeito, juízes que agissem tão acintosamente como políticos sofreriam, eles sim, um processo rápido de impeachment.

Eles conspiram contra a imagem e contra os ideais da Justiça. São, essencialmente, iníquos porque suas sentenças são pautadas pelas simpatias políticas.

Mas, num mundo menos imperfeito, também não haveria jornalistas como Merval, que apoiam juízes como Gilmar em vez de fiscalizá-los e cobrar deles isenção.

Não surpreende que sejam amigos.

Pulitzer, talvez o maior dos editores de jornais, famosamente disse que jornalista não tem amigo. Pelas razões óbvias: o jornalista não vai cobrir como deveria um amigo. Vai protegê-lo.

A mesma máxima se aplica aos juízes. Juiz não tem amigo. Juízes e jornalistas deveriam manter uma sagrada distância entre si para se fiscalizarem uns aos outros.

Dê um Google Imagens e você encontrará diversas fotos de Merval com juízes do STF em alegres confraternizações. Um juiz, Ayres Brito, escreveu o prefácio do livro de Merval sobre o Mensalão, uma agressão brutal à ética do jornalismo e da Justiça ao mesmo tempo.

Posso estar enganado. Mas é provável que a fonte da profecia que vem gerando tantas gargalhadas tenha sido o amigo Gilmar.

Num Brasil mais avançado, não haverá juízes como Gilmar e nem jornalistas como Merval porque a cumplicidade deles é nefasta para a sociedade — mesmo que renda, aqui e ali, risadas.

Paulo Nogueira
No DCM
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Resultado da decisão do STF sobre o Rito do Impeachment


A ação que o Supremo julgou é de autoria do PC do B. Outras medidas judiciais de teor semelhante haviam sido impetradas pelos deputados Paulo Pimenta (PT-RS), Paulo Teixeira (PT-SP), Wadih Damous (PT-RJ) e Rubens Pereira Júnior (PCdoB-MA).

A decisão foi sobre o rito processual. Todos os argumentos de mérito, isto é, de conteúdo, serão decididos pelos parlamentares. Os resultados são:

1. NÃO CABE DEFESA PRÉVIA DA PRESIDENTA. Posição unânime dos ministros.

2. AS VOTAÇÕES DEVEM SER ABERTAS. Pela votação fechada os Ministros Édson Fachin, Teori Zavaski, Dias Tóffoli e Gilmar Mendes, que perderam. Fachin, há poucos dias, quando decidiu sobre a votação da prisão de Delcídio do Amaral, havia dito que todas as decisões devem ser abertas, salvo nas exceções constitucionalmente previstas. Mas o ministro se contradisse e votou pela votação fechada.

3. NÃO CABEM CANDIDATURAS AVULSAS. A composição na comissão especial é definida pelos respectivos líderes partidários. Perderam nesse ponto os Ministros Édson Fachin, Dias Tóffoli, Gilmar Mendes e Celso de Mello. Esse aspecto é especialmente importante diante do fato de que hoje o deputado Leonardo Piccianni (PMDB-RJ), aliado do governo, retomou a liderança de seu partido. Esses dois pontos nulificam a eleição da comissão especial ocorrida na semana passada.

4. POSSÍVEL AFASTAMENTO DA PRESIDENTA. Dilma deixaria o cargo somente se o processo for admitido no Senado, e o Senado não deve obrigatoriamente julgar o processo admitido na Câmara. Vencidos nesse ponto foram os Ministros Èdson Fachin, Dias Tóffoli e Gilmar Mendes.

5. REGRA DA MAIORIA. A admissibilidade do processo e o respectivo afastamento da presidenta são votados por maioria simples pelo Plenário do Senado. Perderam nesse item os Ministros Édson Fachin e Marco Aurélio.

6. SUSPEIÇÃO DE CUNHA. Cunha não foi considerado suspeito para ter recebido o pedido de impeachment. Não se entendeu que a recepção foi mera retaliação ou que isso seria ilegítimo. Parece ser havido unanimidade nesse ponto.

COMO FICA O RITO DO IMPEACHMENT. No momento a Secretaria Geral da Mesa da Câmara está reunida para definir como operacionalizar a decisão do Supremo. Eduardo Cunha também anunciou que pode apresentar recurso ao STF. De qualquer maneira, considerando o conteúdo da decisão, segue a exposição de como deve ficar o procedimento:

NA CÂMARA

1. A denúncia já foi lida em Plenário.

2. Diante da decisão do Supremo invalidando o voto secreto e a disputa de chapas, a Comissão Especial deverá ser criada e eleita novamente. A Comissão Especial será composta proporcionalmente de acordo com o tamanho das bancadas. Terá 65 titulares e 65 suplentes indicados pelos respectivos líderes partidários. Todos partidos poderão participar. Não cabem candidaturas ou chapas avulsas. Cunha já sugeriu à imprensa que irá articular pela rejeição da única comissão apresentada, tendo mais votos contrários do que favoráveis. Ele, sem o controle das indicações de seu partido, indica que trabalhará para criar um impasse de solução polêmica.

3. Dentro de 48 horas a Comissão se reunirá para eleger presidente e relator. Há dúvida ainda sobre como serão contadas as horas. No caso Collor as horas foram contadas sem interrupção, inclusive nos finais de semana.

4. Dilma será notificada e terá 10 sessões para apresentar defesa. Em tempos normais ocorrem três sessões com quórum por semana.

5. O relator emitirá parecer em até 5 sessões, concluindo pelo deferimento ou indeferimento do pedido de autorização. A Comissão vota o parecer.

6. O parecer da Comissão Especial será lido no expediente da Câmara dos Deputados e publicado.

7. Depois de 48 horas da publicação, o parecer será incluído na Ordem do Dia da sessão seguinte.

8. O parecer é discutido e votado pelo Plenário da Câmara. O processo de impeachment só pode ser aberto com o voto favorável de 2/3 da Câmara (342 deputados). Portanto, 172 Deputados votantes, ausentes ou em abstenção barram o impeachment.

9. A partir daí o trâmite é no Senado.

NO SENADO

1. Recebida pela Mesa do Senado a autorização da Câmara para instauração do processo, o documento será lido na sessão seguinte.

2. Após a leitura será votada a admissibilidade, por maioria simples, no Plenário no Senado. Se for admitido o processo de impeachment, Dilma deve se afastar por 180 dias e Temer assume. Se, decorrido este prazo e o julgamento não estiver concluído, cessará o afastamento da Presidente da República, sem prejuízo do prosseguimento regular do processo.

3. Admitido o processo, será eleita comissão, constituída por um quarto da composição do Senado, obedecida a proporcionalidade das representações partidárias.

4. A comissão encerrará seu trabalho com o fornecimento do libelo acusatório.

5. É marcado dia e hora para o julgamento, presidido pelo Presidente do Supremo Tribunal Federal, e com presença da acusada.

6. A maioria necessária para aprovar o impeachment é de 2/3 (54 senadores).

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Semana se encerra com vitória da legalidade, da democracia, da sociedade e do País:


1) STF julgou inconstitucional a comissão do Impeachment com chapa avulsa e voto secreto.



2) STF e assegurou a palavra final para a abertura do processo ao Senado.

3) Protestos golpistas foram um retumbante fiasco.

4) Movimentos sociais colocaram mais cidadãos e cidadãs nas ruas do que os golpistas.



5) O PGR pediu oficialmente o afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha.



6) Renan peitou Temer e Leonardo Picciani retomou a liderança do PMDB na Câmara. A maioria do principal partido da base se desvencilhou do golpe e apoia governo.



7) Joaquim Levy, ministro da Fazenda, acaba de se despedir da cadeira no Conselho Monetário Nacional, praticamente confirmando sua saída da direção da economia brasileira.


8) Anfavea e Abimaq se opuseram à posição oficial da Fiesp pelo golpe e mostraram que parte do empresariado está contra o Impeachment e com Dilma.

9) O Congresso Nacional aprovou orçamento para 2016 com redução da meta fiscal, sem corte nas políticas sociais e com a CPMF mantida para recompor as contas públicas.



10) O TCU começou a rever a responsabilidade da presidenta Dilma sobre a falácia das "pedaladas fiscais".

11) Ex-presidente do PSDB, Eduardo Azeredo, foi condenado pelo mensalão tucano a mais de 20 anos de prisão.



12) Lava-Jato chegou aos desvios na Petrobrás praticados pelo PSDB nos governos FHC, abrindo mais de 10 denúncias.



13) Enquanto as agências de risco rebaixaram o Brasil, o presidente dos EUA declarou imprescindível o papel do Brasil para o acordo climático na cúpula de Paris.

Começou a virada.

Vai, Dilma Getúlia!

Antonio Celso Ferreira
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