28 de out de 2015

PHA expõe a Globo a Minas



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Juventude do PT-DF e da UJS retiram faixas golpistas da Esplanada dos Ministérios

Militantes da JPT e da UJS retiraram os objetos, em Brasília, na noite de terça-feira (27). No local, também havia um boneco inflável com caricatura ofensiva a Lula. Para a JPT, o boneco é uma falta de respeito à história do ex-presidente


Militantes da Juventude do Partido dos Trabalhadores no Distrito Federal realizam um ato, na noite desta terça-feira (27), no gramado da Esplanada dos Ministérios, quando retiraram três faixas que pediam o impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

Os jovens petistas foram avisados que um boneco inflável do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seria erguido na Esplanada. Em articulação com a União da Juventude Socialista (UJS) e com o blogueiro Rodrigo Pilha, os militantes organizaram um ato político.

“Quando chegamos lá, o boneco já estava sendo retirado. Então resolvemos tirar as faixas. Eram três faixas grandes, duas em frente ao prédio do Itamaraty, e outra, ainda maior, em frente ao Ministério da Justiça”, conta a petista membro da direção da JPT e do PT DF, Andreza Xavier.

Para Andreza, o boneco é um desrespeito ao ex-presidente e a tudo que ele fez pelo País. “Esses bonecos deveriam causar revolta popular. São caluniosos, até porque não há nada concreto contra Lula e com base nisso é desrespeitoso fazer um boneco desses, com nosso ex-presidente vestido de presidiário”.

A petista lembra que, quando Fernando Henrique Cardoso era presidente, os movimentos fizeram um boneco dele, “mas era vestido de presidente, e não dessa forma ofensiva, com roupa de presidiário”.

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Sugestões para enfrentar as crises política e econômica no Brasil

Ao contrário da visão dos economistas liberais, as soluções passam por uma maior participação do Estado na economia, que deve ser feita com qualidade e objetivos de longo prazo

Partindo da análise a seguir do doutor em demografia José Eustáquio Diniz Alves, iremos apresentar algumas sugestões para o país sair da crise. Elas estão divididas em três partes: setor externo da economia, interno e político.

“De fato as condições macroeconômicas do país não são favoráveis. A inflação está bem acima do limite superior da meta do Banco Central. A dívida pública está crescendo em ritmo alarmante. O governo não consegue gerar um superávit primário para pagar parte do déficit nominal. A carga tributária brasileira já está em níveis elevadíssimos. O déficit em transações correntes deve cair um pouco este ano de 2015, mas ainda está em um montante que exige grande aporte de capital externo. O Brasil já perdeu o selo de bom pagador pela Standard & Poor’s e está no rumo de perder o grau de investimento em outras agências, o que deve dificultar a capitação de recursos externos. O endividamento das empresas brasileiras em dólar é alarmante. A subida do dólar pressiona a inflação que pressiona os juros. Todo o ambiente econômico aponta para uma recessão e o agravamento do desemprego, com um colapso da população ocupada no mercado de trabalho. As exportações poderiam ser o caminho para ativar a atividade produtiva, mas a crise internacional e a queda do preço das commodities está fazendo o valor das exportações caírem de US$ 256 bilhões em 2011 para algo em torno de US$ 190 bilhões em 2015. Cai, conjuntamente, a taxa de investimento, as expectativas dos empresários e o nível de confiança dos consumidores.”

Nossa leitura é que a crise brasileira tem um caráter estrutural e conjuntural. Em relação ao primeiro, verifica-se que a sobrevalorização do câmbio e a falta de uma política industrial mais ativa elevou o grau periférico da economia brasileira nas últimas décadas.

O esboço de soluções apresentadas brevemente, e de forma simplificada, deve ser levado em conta como diretrizes que devem ser aprimoradas. Em relação à crise conjuntural que vivemos, ela é vista como o fracasso da tentativa que o governo Dilma Rousseff fez em tentar impulsionar o crescimento econômico por meio de corte de impostos, subsídios a setores específicos, e aumento do crédito para estimular o consumo das famílias.

A falta da resposta do investimento produtivo, devido a conjuntura de crise internacional e campanha sistemática do cartel dos meios de comunicação para desestabilizar o governo – agravado pelas manifestações de junho de 2013 e campanha polarizada de 2014 – fez com que houvesse uma reversão das expectativas sobre a economia e o investimento ficasse estagnado.

A consequência disso foi a queda da taxa de investimento, paralisia do consumo e diminuição da arrecadação do governo. O fator “Copa do Mundo” trouxe uma pressão inflacionária sobre a economia.

Em 2015, o anúncio da tentativa de ajuste fiscal e da tentativa de golpe da oposição contra um governo eleito democraticamente agravou as expectativas, fazendo com que o país entrasse em um dos maiores períodos recessivos da sua história. A economia brasileira deve encolher cerca de 3,1% em 2015 e, para 2016, o decréscimo deve ser menos expressivo, ficando em torno de 0,6%, e, em 2017, 2,5% (previsões do autor).

As soluções para a crise, ao contrário da visão dos economistas liberais, passa por uma maior participação do Estado na economia. Analisando a série histórica de crescimento brasileira, veremos que os pontos de maiores crescimentos foram na vigência de estados desenvolvimentistas e com forte atuação e intervenção na economia. Entretanto, essa intervenção deve ser com qualidade e com objetivos de longo prazo.

Começando com o setor externo, o governo deve deixar a taxa de câmbio se desvalorizar mais ainda, em torno de R$ 5,00 = U$ 1,00. Os efeitos disso no curto prazo são maior pressão inflacionária e elevação do custo do turismo brasileiro no exterior, além de dificultar o envio de lucro para o exterior das multinacionais estrangeiras instaladas no Brasil.

Entretanto, no longo prazo isso resultará numa possibilidade de início de reversão do processo de desindustrialização do país, iniciado de forma considerável no governo FHC e continuado no governo Lula. Ademais, o governo deverá restringir a entrada de capital especulativo por meio de aumento do IOF e adotar uma taxa múltipla de câmbio para favorecer a importação de bens capitais.

O governo deve criar algum mecanismo de isenção fiscal progressivo para as empresas que gerarem número de empregos por segmentos econômicos. Deve-se continuar a aprofundar os valores investidos em P&D, estimulando parcerias entre empresas e universidades e centros de pesquisa. Determinar que empresas estrangeiras façam parcerias com empresas nacionais.

Voltar ao texto original do Art. 171 da Carta de 1988, que foi modificada pela Emenda no. 6 de 15 de agosto de 1995. Nele havia uma distinção não isonômica entre as “empresas brasileiras de capital nacional” e as que não são assim classificáveis. Com a revogação do Art. 171, a distinção desapareceu, e não cabe excetuar a aplicação do princípio constitucional isonômico no tratamento das pessoas jurídicas nacionais.

Pois esse artigo, na sua forma original visava: 1) garantir proteção temporária às empresas brasileiras de capital nacional, com a finalidade específica de desenvolver atividades consideradas estratégicas para a defesa nacional ou imprescindíveis para o desenvolvimento econômico do país; 2) garantir proteção permanente aos setores imprescindíveis para o desenvolvimento tecnológico nacional por meio do controle nacional sobre as atividades tecnológicas das empresas brasileiras e também por intermédio da exigência de percentuais de participação no capital das empresas brasileiras de capital nacional de pessoas naturais domiciliadas e residentes no País, assim como garantir preferência para fornecimento ao Poder Público.

Esse artigo definia o que poderia se considerar empresa brasileira e empresa nacional, distinguindo ambas das empresas estrangeiras e multinacionais. O resultado dessa revogação, feita no governo de FHC no contexto do Consenso de Washington, é que qualquer empresa que se instale no Brasil, como tantas que vieram e continuam a vir como filial de sua matriz estrangeira, tem o mesmo tratamento das empresas realmente nacionais.

Isso é um dos principais fatores para a não transferência de tecnologia e a solução para isso seriam as parcerias das empresas estrangeiras com as nacionais. Essa modificação será estratégica para o desenvolvimento nacional.

Em termos conjunturais, de curto prazo, o governo deverá realizar uma auditoria da dívida pública e, paralelamente, criar um imposto progressivo para as movimentações financeiras. Uma nova CPMF, mas com faixas de alíquotas progressivas. Esse aumento resolveria parcialmente o desajuste fiscal.

Investir pesadamente em propaganda para contrapor a onda de pessimismo no país e com isso tentar reverter as expectativas desfavoráveis. Deverá criar, como mencionado anteriormente, uma política de incentivos, por categorias, para as empresas que mais empregarem, fazendo com que a geração de emprego seja o principal objetivo do governo.

Citando John Kenneth Galbraith, “na economia moderna a produção é agora mais necessária pelos empregos que oferece do que pelos bens e serviços que proporciona” (A Sociedade Justa: uma Perspectiva Humana, 1996). A geração de empregos é o resultado líquido de muitas políticas convergentes. Apenas com a criação, a manutenção, o desenvolvimento e o aperfeiçoamento de mercados de trabalho que seremos capazes de absorver crescentes demandas de população, que aumenta e melhora em níveis de sofisticação.

O Estado deverá intervir na estrutura de mercado do setor de alimentos, tentando diminuir a intermediação nesse setor e adotar uma política de desmantelamento dos oligopólios (bilaterais) no setor alimentício. Essas modificações, caso obtivessem sucesso, teriam forte impacto pra conter a inflação de alimentos que é a principal causa da inflação brasileira.

Essas medidas são apenas algumas das diretrizes a serem seguidas. Esses são temas complexos que estão sendo simplificados, e esbarram na grande causa do aprofundamento da crise econômica que é a nossa crise política.

Essa só conseguirá ser revertida, no curto prazo, com medidas concretas e publicidade do governo para conscientizar e explicar para as pessoas as medidas tomadas e os objetivos de longo prazo. Por isso, a solução das crises política e econômica passam pela melhora, de forma exponencial, da comunicação do governo. Pois a volta de um pacto político mais estável passa, primeiro, pela volta da popularidade da presidenta.

Cássio Moreira, é economista, doutor em Economia do Desenvolvimento (UFRGS) e professor do IFRS – Câmpus Porto Alegre
No Brasil Debate
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As imagens do velório de Herzog, registradas por uma jovem fotojornalista

O jornalista Audálio Dantas, presidente do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo



A mulher Clarice e os filhos de Vlado, ao lado da mãe do jornalista, Zora, inconsoláveis
Elvira Alegre/Arquivo pessoal
A viúva Clarice, sempre forte, ao lado do caixão com um amigo
Elvira Alegre/Arquivo pessoal
O caixão de Vlado, coberto com uma bandeira do Sindicato dos Jornalistas
Elvira Alegre/Arquivo pessoal
Dom Paulo Evaristo Arns, e os 15 minutos de silêncio diante do caixão: falta de foco na imagem foi
nervosismo, conta Elvira
Elvira Alegre/Arquivo pessoal
Vlado foi enterrado em um cemitério israelita, cercado por uma multidão
Elvira Alegre/Arquivo pessoal
Ivo, filho de Vlado, ao lado da mãe, em uma das fotos que Elvira
mais considera de toda a coleção
Elvira Alegre/Arquivo pessoal
A Chevrolet Caravan, um dos veículos mais comuns das forças da ditadura: medo até no velório
Elvira Alegre/Arquivo pessoal

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Matérias da Rede Globo sobre a Zelotes são criminosas, diz deputado petista


Relator de uma subcomissão da Câmara que acompanha a Zelotes desde o início, o deputado federal Paulo Pimenta (PT) criticou, nesta terça-feira (27), a "manipulação da imprensa" na cobertura da Operação deflagrada em março pelo Ministério Público Federal e Polícia Federal, para investigar grupos econômicos que teriam pagado propina a agentes públicos para abater dívidas com a Receita Federal. Nesta segunda (26), o GGN apontou que a Zelotes saiu do encalço desses poderosos para investigar uma suposta (e mal explicada) compra de Medidas Provisórias do governo Lula e Dilma (leia mais aqui).

De acordo com Pimenta, a Rede Globo “mentiu descaradamente” ao informar que a Zelotes seja uma operação para investigar compra e venda de Medidas Provisórias para o setor automobilístico. “A edição dos telejornais da Rede Globo foi criminosa”, protestou Pimenta. “Estão forçando a barra para dizer que houve pagamento a uma empresa do filho do Lula, mas se esquecem de um detalhe importante: a MP 471 foi editada em 2009, e empresa do filho do Lula só foi criada em 2011. E não dá para vincular a MP a contrato que só iria ocorrer em 2014 e um pagamento realizado em 2015, seis anos depois. Não faz sentido relacionar o contrato do filho do Lula com a MP”, afirmou.



O esquema criminoso que estava na mira da Zelotes, no início, era de sonegação fiscal que provocou prejuízo aos cofres públicos da ordem de R$ 21 bilhões, "um dos mais escandalosos casos de corrupção da história do País", sustentou o parlamentar. O esquema para reduzir valor de multas envolve conselheiros do Carf, órgão ligado ao Ministério da Fazenda, e grandes empresas, a maior parte delas anunciantes da mídia brasileira. "E entre as empresas há uma do setor de comunicação, a RBS, afiliada da própria Rede Globo e que é acusada de praticar corrupção", destacou a liderança do PT na Câmara.

Pimenta lembrou que a Zelotes, desde que foi deflagrada, sempre foi escondida pelos jornais brasileiros, já que é um escândalo que envolve, justamente, o poder econômico que a mídia atua para proteger. Agora, “criaram essa história sem pé nem cabeça para atingir o ex-presidente Lula na véspera do seu aniversário”, observou o deputado. Ontem (26), a Polícia Federal realizou busca e apreensão no escritório da empresa LFT Marketing Esportivo, de propriedade de Luis Cláudio Lula da Silva, filho de  Lula.

A MP 471 prorrogou incentivos fiscais para a indústria automotiva no Nordeste, Norte e Centro-Oeste. Na época, a medida era uma reivindicação forte dos estados, para gerar empregos, arrecadação e fortalecer o desenvolvimento regional. E não era nenhuma invenção: a MP apenas prorrogava o prazo de vigência de uma Lei de  1999, do governo do PSDB.

O texto teve como relatores parlamentares da oposição na Câmara e no Senado e foi aprovado com voto unânime, por acordo de líderes do governo e da oposição, sem nenhuma emenda ou alteração. “Então compararam o Congresso inteiro? Governo e oposição?”, questionou Pimenta. “Esse episódio combina ignorância sobre como funciona uma democracia com a má-fé da imprensa que promove uma desleal, autoritária e vergonhosa perseguição política ao ex-presidente Lula”, disse o deputado petista.

Pimenta ainda criticou o fato de a imprensa ter acesso a documentos vazados sobre a Operação, enquanto a defesa do filho de Lula ainda não tomou conhecimento dos autos.

Nesta terça-feira (27), o Estadão publicou que o MPF desconfia de outras três MPs aprovadas durante o governo Lula e também no governo Dilma Rousseff (PT), todas relacionadas ao setor automobilístico.

No GGN
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A paralisia de Dilma para enfrentar a crise


A cara da mulher que atacou o senador Eduardo Suplicy na Livraria Cultura espalhou-se pelas redes sociais e é o espelho da sociedade brasileira atual.  A primeira reação a ela é de ódio profundo.  Mas basta uma pequena reflexão para saber que não é ela, uma pobre coitada. Aquela figura horrenda, berrando como uma harpia da mitologia chocou menos pelo que ela é, mais pelo que passou a simbolizar: o quadro político atual, o fracasso da elite brasileira, em todos seus ângulos — político, empresarial, intelectual, jornalístico — ter permitido que a decadência da política abrisse espaço para o protagonismo do imbecil coletivo.

Nas redes sociais de esquerda ouviam-se brados de vingança contra a figura,  usando o mesmo tom vociferante da direita contra arroubos de esquerdistas.

Tempos atrás a Lava Jato mandou à prisão uma cunhada de tesoureiro do PT meramente porque sacou dinheiro em um caixa eletrônico. A reação contrária foi exigir que a mesma PF prendesse a esposa de Eduardo Cunha.

Nesse ódio sem quartel, direitos individuais, abusos de autoridades, golpismo escancarado, tudo é relevado com receio de encarar a grande besta: o imbecil coletivo.

* * *

Esse ódio exacerbado reflete algo mais profundo: a falta de um projeto de país ou, no mínimo, de sinais de que o país pode começar a andar. Só que o primeiro passo é da presidente da República que, até agora, não manifestou o menor gesto em direção à normalização econômica.

Ontem, na cerimônia de premiação das Empresas Mais Admiradas, da Carta Capital, o novo Ministro-Chefe da Casa Civil Jacques Wagner fez um apelo para que o país supere a Lava Jato e comece a andar.

Na semana passada, o Ministério da Fazenda estimou em dois pontos o efeito da Lava Jato e da redução de investimentos da Petrobras sobre o PIB (Produto Interno Bruto), devido à paralisação virtual de toda a cadeia do petróleo.

Durante o ano, Dilma Rousseff recebeu diversas sugestões para resolver a questão da Lava Jato sem paralisar a economia. Todas elas em uma direção absolutamente legítima: penalizar os controladores preservando as empresas.

Ou seja, acordos que contemplassem multas e indenizações pesadas para os controladores das companhias. Para pagar, eles teriam que vender parte ou a totalidade do seu capital. O dinheiro recebido serviria para quitar as pendências decorrentes do acordo, sem afetar o caixa da empresa.

O próximo passo da crise do petróleo será nos portfolios dos bancos, às voltas com inadimplências gigantescas. E a presidente não mostra nenhuma estratégia em relação a um ponto crucial.

* * *

No evento da Carta Capital, dois economistas com visões distintas cobravam o mesmo: decisões que mostrassem ao país que a presidente voltou ao jogo econômico. Delfim Netto pedia desvinculações orçamentárias e medidas na área da Previdência; Luiz Gonzaga Belluzzo pedia uma política monetária mais flexível, posto que a atual é suicida. E ambos concordavam que, sem acenar para perspectivas de crescimento, a presidente não conseguiria sair do lugar.

Delfim criticou pesadamente as interpretações dadas às pedaladas. Sustentou que todos os governantes recorrem a tal prática e que não há o menor sentido em criminalizá-la.

Não haverá impeachment porque o país amadureceu e não permitirá golpes. A democracia exige que Dilma Rousseff seja suportada até o último dia. Caberá à presidente definir a maneira como isso ocorrerá: se com um mínimo de cenário positivo pela frente ou com o profundo desânimo que caracteriza a perspectiva futura de seu governo.

Luís Nassif
No GGN
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Veja as propostas da direita para as questões do próximo ENEM


FÍSICA

1. Um gay atravessa a Av. Paulista a 4,2km/h quando choca seu rosto contra uma lâmpada fluorescente em sentido oposto e velocidade escalar de 20km/h. Calcule:

a) O susto que esse viadinho tomou.

b) O tempo que ele vai levar pra aprender a ser homem.

QUÍMICA

2. Formada pelos elementos Carbono, Hidrogênio e Oxigênio, o Tetraidrocanabinol (C21H30O2) é a principal substância encontrada na maconha. Marque outro elemento ligado à maconha:

a) estudante de humanas

b) artistinha comunista

c) vagabundo viciado

d) todos os anteriores

MATEMÁTICA

3. Considerando que a área do território brasileiro é de 8 515 767,049 km² Calcule:

a) o número de tijolos necessários para se construir um muro em volta do Brasil e inibir a entrada de haitianos no país.

b) quantos médicos cubanos são necessários para implantar uma revolução comunista em todo o território nacional.

BIOLOGIA

4. Uma mulher tem olhos azuis (genótipo aa) e o estuprador tem olhos castanhos (genótipos AA ou Aa). Qual poderá ser a cor dos olhos do filho que ela deverá ter, graças à PL 5609 de Eduardo Cunha?

5. Uma casal formado por um homem (XY)  e uma mulher (XX) reproduz e forma uma família tradicional. Que características eles passarão para seus herdeiros:

a) integridade

b) amor à pátria

c) temor à Deus

d) todas as anteriores

HISTÓRIA

5. A frase “Hasta la victoria siempre” é de autoria de:

a) Che Guevara assassino comunista safado

b) Fidel Castro ditador sanguinário maldito

c) Gregório Duvivier

d) Um médico cubano trazido por Dilma

PORTUGUÊS

6. Leia o trecho abaixo:

“Há soldados armados, amados ou não
Quase todos perdidos de armas na mão
Nos quarteis lhes ensinam uma antiga lição
De morrer pela pátria e viver sem razão
Vem, vamos embora, que esperar não é saber,
Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.”

O autor desta canção merece:

a) fuzilamento

b) pau-de-arara

c) eletrochoque

d) cano de descarga na boca

INGLÊS

7. Traduza a frase:

“The impeachment is on the table”

GEOGRAFIA

8. Qual a cidade brasileira localizada mais ao norte do país?

a) Macapá

b) Manaus

c) Rio Branco

d) Miami

REDAÇÃO

10. TEMA: A persistência das feminazi em fazer mimimi e propagar a machofobia na sociedade brasileira”.

No Sensacionalista
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ContextoLivre — 9 milhões


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Os fascistas do senhor Marinho


A direita inflou seus bonecos em Natal (RN). Os bonecos foram esvaziados. Um militante do PT foi agredido.

Os fatos estão descritos, entre outros, no seguinte texto:


Os bonecos foram inflados com a colaboração de assessores dos deputados Rogério Marinho e Felipe Maia, como se pode ler aqui:


Portanto, ato midiático, poucos manifestantes, muitos seguranças e gente contratada, com direito a uso de choque elétrico (homenagem póstuma a Bolsonaro?).

Diante da repercussão, inclusive do texto do militante petista Daniel Valença, que denunciou o envolvimento da assessoria do deputado, Rogério Marinho se viu forçado a cometer o texto "Quem são os fascistas?"

O texto de Rogério Marinho está aqui (e reproduzido ao final):


A "tese" central do texto cometido por Marinho é a seguinte: "o nazi-fascismo pode ser considerado uma aberração política irmã do comunismo".

Esta "tese" foi criada há muito tempo e serviu para tentar "justificar" o anticomunismo depois da Segunda Guerra Mundial.

A saber: a luta contra a União Soviética seria supostamente uma legítima continuação da luta das democracias contra o nazifascismo. E a URSS teria que ser derrotada do mesmo jeito como foi derrotada a Alemanha Nazista: de fora para dentro, por meio de uma guerra.

Na vida real, esta "tese" serviu para justificar todo tipo de barbaridade. Mas vale tanto quanto uma nota de três reais.

Por exemplo: Mussolini foi do Partido Socialista, assim como Carlos Lacerda foi do Partido Comunista, José Serra foi da Ação Popular e o senador Aloysio Nunes participou da luta armada.

Estas e outras trajetórias biográficas revelam apenas que a "formação" juvenil de alguém pode ser "essencialmente" comunista, sem que as ideias comunistas (ou socialistas, ou de esquerda) sejam por isto determinantes ou influentes nos descaminhos posteriores desta mesma pessoa.

O que pode ser dito, isto sim, é que o ambiente de crise econômica e social presente na Itália dos anos 1920 e na Alemanha dos anos 1930 empurrou milhões de pessoas para posições radicais.

Algumas, para o radicalismo de esquerda, outras para o radicalismo de direita. Se há alguma "irmandande" nisto, está mais para aquela que dizem ter existido entre Caim e Abel...

Basta dizer que Mussolini foi pessoalmente responsável pelo martírio de Antonio Gramsci, principal dirigente do Partido Comunista Italiano na época.

Outro "fato histórico" é que o comunismo combateu o nazifascismo e vice-versa.

Aliás, Hitler virou chefe de governo na Alemanha não por ter vencido as eleições, mas porque a direita alemã queria um governo "forte", que reprimisse duramente a esquerda.

E a elite dos governos europeus tolerou e estimulou Hitler o quanto pode, com o objetivo declarado que este atacasse e destruísse a URSS.

Concordemos ou não, o "fato histórico" é que o pacto Ribentrop-Molotov contribuiu para adiar o ataque da Alemanha Nazista contra a URSS, ataque que quando ocorreu custou a vida de 28 milhões de cidadãos soviéticos.

Vale lembrar: quando as tropas alemãs chegavam às cidades russas, cumpriam uma diretriz do alto comando: comunistas não eram feitos prisioneiros, mas sim executados imediatamente.

Que o deputado não conheça esta "pequena" parte da história, compreende-se. Mas para quem a conhece, como nós, é um escárnio falar de "irmandade" entre nazistas/fascistas e comunistas/socialistas.

De toda forma, para além dos verdadeiros fatos históricos e do conflito político-militar entre nazi-fascistas e comunistas, será que haveria algum tipo de "irmandade filosófica"?

O deputado acha que sim. Ele chega a dizer que "na filosofia política, as principais teses do comunismo do e nazifascistas são idênticas".

Novamente, as idéias do deputado não são novas: aliás, as vezes parece que o senhor Marinho cometeu seu texto influenciado pelo revival do filme "De volta para o futuro".

Mas no passado de onde o deputado veio, as aulas de filosofia política e de história eram meio digamos... estranhas.

Primeiro, é óbvio que não há "identidade" entre comunismo e nazifascismo. Se houvesse "identidade", então o fenômeno seria no fundamental o mesmo, apenas com nomes diferentes. Mas o próprio deputado é obrigado a dizer que há importantes diferenças, como o nacionalismo de um e o internacionalismo de outro.

Segundo, o deputado poderia quem sabe apontar no mapa onde ficavam os fornos em que os soviéticos mataram e queimaram milhões de ciganos, homossexuais, judeus e opositores. Isto lhe renderia um prêmio de investigação histórica. Afinal, os campos de concentração onde os nazistas implementaram sua "solução final", estes têm localização conhecida. Os outros fazem parte da fértil fantasia de gente como o senhor Marinho.´

Aliás, genocídio é uma palavra de significado muito preciso: refere-se por exemplo ao "extermínio deliberado, parcial ou total, de uma comunidade, grupo étnico, racial ou religioso".

Por mais que se fale de atrocidades e que se multipliquem os números (150 milhões??? Mais do que a Primeira e a Segunda guerras mundiais somadas??? O deputado precisa refletir antes de vomitar números!!!), isto não altera um fato: o nazi-fascismo alemão e japonês foi genocida. O comunismo não.

Mas como exigir definições corretas de alguém que acha que o Foro de São Paulo quer "exportar" o "comunismo bolivariano na América Latina"???

A impressão desta e de outras passagens do texto, é a de que o deputado ouviu falar do assunto, mas não sabe direito do que se trata.

E mesmo quando chega perto da verdade, não tira as consequências.

Por exemplo: o nazifascismo tinha um componente de nacionalismo imperialista, de nacionalismo agressor. Já o comunismo era internacionalista. Isto não é um detalhe: significa que o comunismo não é racista, não considera uma raça ou uma nacionalidade superior as outras. Já o nazifascismo é racista.

Outro "detalhe": Hitler não era materialista, aliás dizia-se cristão. E seu governo (assim como o de Mussolini) foram apoiados pela hierarquia da Igreja Católica. Por outro lado, há muitos comunistas cristãos, assim como há cristãos amigos do comunismo, do socialismo e do petismo.

Enquanto doutrina, contudo, o comunismo se reporta ao materialismo dialético e histórico; já o nazismo não se reporta ao materialismo.

Quanto a ser antiliberal, isto era usual nos anos 1930. A crise de 1929 tinha desmoralizado o liberalismo. O presidente dos EUA, Franklin Delano Roosevelt, era antiliberal. E não consta que fosse comunista nem nazista.

Poderíamos prosseguir ponto a ponto, mas a impressão é que o deputado simplesmente não sabe do que está falando. Não há nada de idêntico entre nazismo e comunismo, até porque visam objetivos opostos.

Isto posto, o deputado tem razão numa coisa: está na moda a esquerda acusar a direita de fascista. Mas está na moda porque os fascistas resolveram sair do armário. Claro, nem toda direita é fascista.

Além disso, pouca gente gosta de assumir que é de direita, ou que é fascista. Preferem se denominar "liberais" ou outros adjetivos.

Acontece que vivemos num país em que o liberalismo conviveu e defendeu o trabalho escravo. Não admira, pois, que hoje alguns "liberais" se achem no direito de mentir descaradamente sobre o PT, sobre Dilma e sobre Lula. Se achem no direito de tentar interditar um governo eleito, sem que haja nenhuma base legal para isto. Se achem no direito de realizar manifestações onde se defende a ditadura militar e a tortura. Se achem no direito de agredir o Stédile, o Suplicy, o Haddad, o Mantega, o Padilha. Se achem no direito de por bombas em sedes do PT e do Instituto Lula. Se achem no direito de enforcar num viaduto bonecos representando Lula e Dilma. Se achem no direito de espalhar adesivos ofensivos a presidenta Dilma.

E também achem — bem de acordo com a visão que os "liberais" tinham acerca de qual deveria ser o comportamento dos escravos — que o lado de cá deve assistir passiva e bovinamente tudo isto!!!

Claro, embora seja um festival de besteirol, o deputado tem todo o direito de afirmar que do lado de cá há uma "prática de violência e intimidação", "adeptos de assassinos", "massa de manobra", "falsos democratas", "bonecos de ventríloquos", "covardes e marginais". Assim como o deputado tem todo o direito de falar acerca do que acha que teria ocorrido em outros países.

Mas vamos falar do Brasil, deputado.

Aqui no nosso país houve tortura, desaparecimento e assassinato durante a ditadura militar. E continua havendo tortura e extermínio nos dias de hoje, vitimando indígenas, trabalhadores rurais, moradores de periferia, de jovens negros.

Me diga, deputado, com sinceridade: as pessoas que defendem, toleram, praticaram e/ou praticam estes atos criminosos comparecem em quais manifestações? Nas do impeachment ou nas contrárias? Estas pessoas enchem bonecos ou esvaziam bonecos?

Enquanto o deputado pensa a respeito, agrego o seguinte: quando o senhor Marinho diz que pretende se ver "livre" do PT e seus "satélites" (outra expressão saída do repertório da Guerra Fria), sabemos muito bem o que isto realmente quer dizer. Afinal, os fascistas estão por aí, babando.

Segue o texto do deputado.


Em novo artigo, Rogério Marinho diz que “PT e seus satélites são os verdadeiros fascistas”


O ataque de parte da militância jovem do PT e do PC do B aos bonecos Pixuleco e Bandilma — referência ao ex-presidente Lula da Silva e a atual Dilma Rousseff — são o tema principal do novo artigo escrito pelo deputado federal Rogério Marinho, presidente de honra do PSDB no Rio Grande do Norte. O tucano rebate as acusações de que os protestos a favor do impeachment e diz que o PT e seus satélites é que são os verdadeiros fascistas.


“Eles não irão nos calar com agressões covardes e marginais. Não irão nos intimidar e continuaremos a protestar de forma pacífica tendo como escudo a Constituição na expectativa de termos de volta um país em que novamente possamos nos orgulhar e livres daqueles que o aparelharam e corromperam, o PT e seus satélites, que são os verdadeiros e legítimos fascistas”, diz Rogério no artigo. Leia abaixo, na íntegra.
Quem são os fascistas?


Benito Mussolini (1883-1945) iniciou sua carreira política como militante ativo do Partido Socialista da Itália; seu genitor já era um conhecido e aguerrido comunista. Em 1910, então com 27 anos, o ditador foi nomeado secretário da federação provincial de Forli e depois tornou-se diretor do semanário La Lotta di Classe. Já em 1912, tornou-se definitivamente expoente entre marxistas ao fundar e dirigir o jornal oficial do Partido Avanti. Sua formação foi essencialmente comunista e seu pensamento foi marcado pelas teses da luta de classes e da necessidade de um estado forte, com prevalência sobre a sociedade e comandado por um partido único. Somente em 1921, com 38 anos, ele iria fundar o Partido Nacional Fascista.


A irmandade filosófica entre comunistas, nazifascistas é fato histórico. Assim como o nazi-fascismo pode ser considerado uma aberração política irmã do comunismo que são bastante conhecidos na história humana. Na prática, a junção do nazismo com o comunismo é simbolizada pelo conhecido pacto Ribbentrop-Molotov, firmado no dia 23 de agosto de 1939. Hitler (1889-1945) e Stalin (1878-1953) dividiam as intenções de domínio da Europa. Os produtos mais abjetos do pacto foram a invasão assassina e repartição da Polônia entre alemães e russos. O pacto iria ser quebrado por Hitler em junho de 1941, quando o exército nazista atacou a União Soviética. “Dois bicudos não se beijam”.


Na filosofia política, as principais teses do comunismo do e nazifascistas são idênticas. As duas teorias pregam o totalitarismo de partido único, o uso da violência para o alcance dos objetivos, o antiliberalismo econômico, o materialismo como forma de ver o mundo, perseguição a minorias étnicas, religiosas e sexuais, e o fomento a conflitos sociais, além de total controle da imprensa e aparelhamento do judiciário. Todos chegaram ao poder com o método da destruição dos valores judaico-cristãos e a promessa de expansão territorial. Governaram por meio de líderes manipuladores que pregam o controle absoluto do Estado sobre a economia e as pessoas. A principal diferença entre duas teorias é que nazifascismo se caracteriza por prática nacionalista e comunismo pela exportação da revolução além de suas fronteiras (ver Fórum de São Paulo). No entanto, ambas são fortemente caracterizadas como genocidas.


Portanto, nada mais tolo do que marxistas convictos atacarem liberais xingando-os de fascistas, algo que está, infelizmente, em moda no Brasil. A famosa lição do revolucionário comunista russo Lênin (1870-1924), acuse-os do que você faz, xingue-os do que você é, é obedecida caninamente. Ou, ainda, a prática preconizada pelo chefe da propaganda nazista, Joseph Goebbels (1897-1945), de que uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade é o método por trás dos ataques de setores radicais e retrógrados da esquerda brasileira aos cidadãos que lutam para moralizar o Brasil.


Esta semana, militantes do PCdoB e do PT, atacaram armados com facas, paus e canivetes, covardemente, bonecos infláveis Pixuleco e Bandilma (referência bem humorada ao ex-presidente Lula e a atual Dilma Rousseff), durante manifestação pró-impeachment na praça de Mirassol, zona sul de Natal. A manifestação foi organizada pelos movimentos Vem Pra Rua, Ruas Contra Corrupção, Força Democrática e Brasil Livre e os bonecos infláveis vêm sendo usados durante protestos em todo o país.


O ato vândalo segue a lógica de imposição de uma hegemonia política e antidemocrática por parte de grupelho que se apropriou e aparelhou o país em nome da tal revolução bolivariana, implementada inicialmente na Venezuela e idealizada no Foro de São Paulo, organização fundada por Lula e Fidel Castro para a expansão do comunismo bolivariano na América Latina.


Não é de espantar a prática da violência e da intimidação por parte desses pseudomilitantes. Afinal, eles são adeptos de Stalin, Che Guevara, Mao Tsé-Tung, Pol Pot e outros que juntos mataram mais de 150 milhões de pessoas no mundo. O comunismo é a ideologia mais assassina que houve na história humana. Esses militantes não passam de massa de manobra de falsos democratas oportunistas que querem implantar a ditadura bolivariana no Brasil, tendo como modelo a Venezuela. São bonecos de ventríloquos, os quais são nutridos pela violência e pela intimidação para se manterem no poder.


Eles não irão nos calar com agressões covardes e marginais. Não irão nos intimidar e continuaremos a protestar de forma pacífica tendo como escudo a Constituição na expectativa de termos de volta um país em que novamente possamos nos orgulhar e livres daqueles que o aparelharam e corromperam, o PT e seus satélites, que são os verdadeiros e legítimos fascistas.


Rogério Marinho
Deputado Federal

Valter Pomar
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A polêmica de um médico residente

“Acha que eu não mentiria para virar médico e ter sua vida hipócrita na minha mão?”, diz residente

A frase foi escrita pelo médico residente Henri Sato Júnior, que atua no único hospital público estadual da Baixada Santista, em um comentário sobre o tema da prova do Enem; “Filha, pra te comer eu até falo que votei no Haddad”, comentou no post de uma internauta; página feminista pede que o Conselho Regional de Medicina o afaste

Depois dos deputados Jair Bolsonaro (PP-RJ) e Marco Feliciano (PSC-SP), agora é um médico residente que está causando polêmica com seu posicionamento contrário em relação ao tema da redação do Enem deste ano — que tratava da violência contra a mulher. Em um comentário na publicação de uma garota, que elogiava o tema escolhido, Henri Sato Junior disse que mentiria em uma redação, inclusive para virar médico.

“Filha, pra te comer eu até falo que votei no Haddad. Acha que eu não mentiria numa redação para virar médico e ter sua vida hipócrita na minha mão?”, disparou o médico, que atua no hospital Guilherme Álvaro, único hospital público estadual para a população da Baixada Santista e do Vale do Ribeira. Sato é aluno da Faculdade de Ciências Médicas de Santos.

Reprodução/Facebook

Apesar de ele ter apagado o comentário, a página “Feminismo Sem Demagogia” conseguiu reproduzir a imagem da tela quando a publicação ainda estava no ar e repercutiu o caso. No começo da noite desta terça-feira (27/10), a postagem da página estava com mais de 2 mil compartilhamentos.

“Precisamos da ajuda de vocês para que a ouvidoria do Conselho Regional de Medicina tome as medidas administrativas necessárias para o afastamento do mesmo”, convoca a página, colocando o endereço de e-mail do Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) para que as pessoas façam a denúncia.

Procurado, o Cremesp informou que ainda não recebeu nenhuma denúncia formal sobre o caso para que possa se posicionar.

O médico, diante da repercussão de seu comentário, apagou o texto e fez outro de retratação na tarde desta terça-feira (27) alegando que fez “mau uso das palavras” e que foi “mal interpretado”.

henridesculpas
Reprodução/Facebook

Ivan Longo
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