23 de mar de 2015

O Fabergé do Eike, o Miró do Duque e as pinturas e bordados de uma polícia da mídia


Eu tenho grande amor pela pintura, mas nenhum dinheiro para comprar arte.

De qualquer forma, tenho na parede da sala um possível Burle Marx, que comprei a R$ 100, jogado num brechó, mesma situação em que achei duas imitações de Teruz, a R$ 50 cada.

Espero que a Polícia Federal, quando der “batidas” na casa de um blogueiro sujo, que não recebe, (embora digam que recebe), dinheiro do Governo eleve-me à condição de “colecionador de arte”.

Porque foi este o ridículo a que se prestam com o espalhafato de anúncios mirabolantes, feitos em cima da perna, de apreensões de quadros de “valor inestimável” na casa de dirigentes da Petrobras acusados na Lava-Jato.

Ontem, o Fantástico mostrou que a tela de R$ 15 milhões do espanhol Juan Miró, é na verdade uma gravura, que a Globo comparou com base num suposto leilão inglês, valer R$ 160 mil.



Ora, para dizer isso não precisava investigador algum, apenas quem saiba que não se coloca nunca um vidro sobre uma pintura.











E não vale nem isso, se a gente tomar por base a matéria da Zero Hora — associada da Globo na RBS — que mostra gravuras autênticas de Miró sendo vendidas a R$ 3 mil. A reportagem, curiosamente, tem um título adequado: “Você também pode ter um Miró na sala”

“Mico” semelhante pagaram como o ovo “Fabergé” apreendido a Eike Batista, na verdade uma imitação vendida em camelôs, sem valor algum.

Não sei se Duque roubou ou não roubou e se tem os valores que se lhe atribui no exterior. Metade dos que estão aparecendo na lista do HSBC, inclusive os globais revelados hoje, nega ter as contas, apesar de haver documentos.

E pode ser que vários quadros, de valor imensamente menor, sejam verdadeiros. Afinal, Duque tinha um salário de R$ 100 mil.

É melhor que o Ministério Público e a Polícia Federal sejam melhores na coleta de provas do que são na avaliação de quadros.

Ou pelo menos que controlem a ânsia de aparecerem na mídia como os que salvaram o país da roubalheira tirando da parede dos supostos corruptos quadros que, como eles próprios, são patéticos arremedos do que dizem ser.

Fernando Brito
No Tijolaço
Leia Mais ►

Crônica do confronto anunciado

Os jornais desenharam no fim de semana um complicado tabuleiro político, no qual se pode observar que nenhuma das principais forças em confronto se arrisca a uma jogada mais contundente. A pesquisa Datafolha sobre a popularidade da presidente da República, com dados colhidos no calor das manifestações do dia 15/3, anima certos protagonistas da oposição, mas os veteranos de crises sabem que bastam duas ou três notícias favoráveis na economia e um par de medidas efetivas na direção de uma reforma política para reverter essa tendência.

Até mesmo os grupos periféricos do Parlamento, que estão sempre em busca de ganhar algum com qualquer aliança no poder, se movem com cautela, de olho nas iniciativas do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Alguns colunistas acham que o parlamentar está usando a projeção que lhe dá o cargo para se prevenir contra eventuais estilhaços da Operação Lava Jato. Outros o apontam como o líder capaz de transformar o chamado “baixo clero” do Congresso em uma força hegemônica, à qual tanto o PT quanto o PSDB teriam que prestar vassalagem.

A popularidade de Cunha pode ser medida pela repercussão de seu atrito com o ex-ministro Cid Gomes: nas redes sociais, o bate-boca no plenário da Câmara resultou em ampla goleada em favor do ex-ministro da Educação, que contabilizou no Twitter cerca de 70% de manifestações favoráveis, num volume elevado para o padrão rotineiro das intrigas partidárias. A referência de Gomes a “deputados achacadores”, dirigida diretamente ao presidente da Casa, foi apoiada por expressões como “Cid Gomes me representa”.

No Partido dos Trabalhadores, o vazamento de um suposto documento com críticas à estratégia de comunicação do Executivo, curiosamente atribuído ao próprio ministro-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, expõe as divergências internas do partido, que é composto por um verdadeiro saco de gatos.

Em grupos de discussão do Facebook frequentados por petistas, pode-se observar os choques dessas tendências, com duas ondas se batendo. O primeiro resultado está nos jornais de segunda-feira (23/3): o ministro Aloizio Mercadante, chefe da Casa Civil, perdeu a função de mediador entre o Executivo e o Congresso.

Apostando no conflito

O PSDB se desconecta oficialmente do movimento pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff, proposta que se desidrata desde que a poderosa Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) fez circular os cálculos que apontam para grandes perdas em caso de agravamento da crise política. No entanto, o senador Aécio Neves e seu parceiro de chapa na eleição presidencial, Aloysio Nunes Ferreira, estimulam sem disfarces os principais grupos que organizaram os protestos do dia 15.

A semana se inicia do jeito que a imprensa gosta: uma série de pautas desfavoráveis ao governo federal promete uma fartura de manchetes negativas para os próximos dias. A proposta da reforma política tem pouca ou nenhuma possibilidade de seguir adiante sem o apoio explícito dos grandes meios de comunicação, o que tem estimulado o chamado “baixo clero”, agora organizado sob a liderança de Eduardo Cunha, a trabalhar por mais um remendo nas regras partidárias, sem tocar no essencial.

Embora os jornais tenham publicado, aqui e ali, editoriais e artigos em favor de uma mudança radical no sistema de financiamento de campanha e no modelo representativo, é no noticiário, e principalmente nas manchetes, que se pode identificar as verdadeiras motivações da imprensa. E o objetivo mais evidente coincide com a afirmação recente de senadores da oposição, que manifestam a disposição de manter o Planalto sob ataque. Um colunista do Globo passa dos limites e prega: “Melhor infernizar a vida de Dilma, fazendo-a pagar pelos erros que cometeu”.

O Partido dos Trabalhadores reúne sua comissão executiva no dia 30/3, sob intensa expectativa, porque sabe-se que o ex-presidente Lula da Silva irá assumir a frente das principais ações, que deverão incluir caravanas pelo interior do Brasil e manifestações de apoio ao modelo econômico e à proposta de reforma política. O objetivo é marcar o território específico do partido, independentemente do que decidir a presidente da República no que se refere ao governo.

Os petistas cansaram de apanhar da mídia e decidiram mobilizar a militância com passeatas em defesa do legado de seus três mandatos.

Os líderes da manifestação do dia 15 prometem voltar às ruas nos dias 12 e 21 de abril.

As ruas vão ferver.

Luciano Martins Costa
Leia Mais ►

Pesquisa com perfil dos manifestantes de março de 2015


A Fundação Perseu Abramo (FPA) divulga neste sábado, 21, a pesquisa inédita “Manifestações de Março/2015”, realizada sobre as mobilizações ocorridas nos dias 13 e 15 de março deste ano. O objetivo foi conhecer o perfil dos manifestantes e seu posicionamento político, bem como suas percepções e expectativas frente ao atual momento da conjuntura nacional.

Realizada pelo Núcleo de Estudos de Opinião Pública da Fundação Perseu Abramo, a pesquisa amostral ouviu 839 pessoas no total, nos dois dias de manifestações, em São Paulo.

A pesquisa apurou quais as motivações que levaram as pessoas a comparecer às manifestações, qual o meio de convocação, preferência por tipos de governo, percepções pessoais sobre melhoria de vida, tolerância à pluralidade de opiniões e pensamentos, expectativas em relação a indicadores macroeconômicos do país, dentre outros dados.

Segundo o presidente da FPA, Marcio Pochmann, “a realização e divulgação da pesquisa cumprem o papel da FPA de produzir e disseminar conhecimento para a militância e a sociedade. Ao mesmo tempo, a FPA, acompanhando o posicionamento de diferentes segmentos da sociedade em relação à acomodação ou transformação do país, constitui subsídios fundamentais para a avaliação e posicionamento da direção do Partido dos Trabalhadores. Promover o debate a partir dos resultados e seus significados é essencial.”

A margem de erro para a amostra do dia 13 é de 5.4 pontos percentuais, e para a do dia 15 é de 4.13 pontos percentuais para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.



Leia Mais ►

João Pedro Stédile no Espaço Público — Imperdível


No Espaço Público da TV Brasil de terça-feira, 10/03, o coordenador nacional do MST, João Pedro Stédile, bate-papo sobre manifestações, reforma agrária e atual cenário político do país.


Leia Mais ►

O documentário do DCM sobre o escândalo de sonegação da Globo


O DCM apresenta o documentário sobre o escândalo da sonegação da Globo na compra dos direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2002.

O trabalho é resultado de um crowdfunding. Através da plataforma Catarse, os leitores ajudaram a bancar a série de reportagens assinadas pelo repórter Joaquim de Carvalho.

Em resumo: a Rede Globo comprou os direitos e, pela transação, não pagou impostos. Depois, adquiriu esses mesmos direitos da empresa de fachada que criou no Caribe por um preço bem superior.

Mais uma vez, não pagou impostos. É a forma conhecida de remeter ao exterior dinheiro que deveria ter sido contabilizado como lucro no Brasil e, por isso, tributado.

O serviço de inteligência da Receita auditou as contas. Em 2006, chegou-se à conclusão de que a emissora deixou de recolher impostos que, à época, com multa e correção, chegavam a 615 milhões de reais.

O episódio veio à tona em 2013 através do blog O Cafezinho. Uma assessoria de imprensa afirmou que a dívida foi quitada, mas diante de uma campanha que circulou na internet exigindo o DARF fosse mostrado, a Globo se calou.

O processo sobre a sonegação foi furtado. A autora do furto chegou a ser presa, mas, defendida por um dos mais caros escritórios de advocacia do Brasil, foi colocada em liberdade por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes.

Joaquim mergulhou nos dados da Receita, falou com tributaristas e especialistas e esteve no Rio de Janeiro com profissionais como Miguel do Rosário e Eduardo Goldenberg, que descobriu o paradeiro dos documentos.

Foi até as Ilhas Virgens, onde ficava a Empire Investment Goup Ltd., companhia fantasma aberta com o objetivo exclusivo, segundo a Receita, de sonegar. Contamos a história rocambólica da sobrevivência dos papeis no submundo do crime.

O escândalo global foi nossa terceira incursão no mundo do financiamento coletivo. Antes disso tivemos o “Diário de Melgaço”, sobre o programa Mais Médicos na cidade com IDH mais baixo do Brasil, e o “Helicoca”, a respeito da apreensão de 445 quilos de pasta base de cocaína no helicóptero do político e empresário Zezé Perrella. Estamos no momento nos dedicando a esmiuçar o papel da Sabesp e do governo do estado de São Paulo na crise da falta de água.

A investigação de Joaquim sobre a Globo resultou também nesta vídeo-reportagem dirigida por Alice Riff que ora compartilhamos. Agradecemos a todos aqueles que apostaram no jornalismo independente do DCM e colaboraram para o projeto se concretizar.

Leia Mais ►

Argentina: Promotor Nisman usava fundos públicos


O promotor Alberto Nisman, que morreu no dia 18 de janeiro, cometeu os crimes de peculato e corrupção para financiar um estilo de vida muito caro, de acordo com o governo argentino.

O chefe de gabinete argentino, Aníbal Fernandez revelou que o promotor falecido Alberto Nisman, responsável pela investigação do ataque à Associação Mutual Israelita Argentina (AMIA), em 1994, usou recursos públicos para levar uma vida de luxúria.

"Tudo isso da vida privada não me interessa, não me importo. O que eu me importo, e que eu digo hoje, é essa vida licenciosa e muito cara", disse Fernandez.

De acordo com Fernandez, o promotor cometeu o crime de desvio de fundos públicos para contratar funcionários que não estavam trabalhando. E também incorreu em crime de suborno, pois seu ex-auxiliar, Diego Lagomarsino, disse que metade do seu salário na procuradoria especial para a AMIA era entregue a Nisman. Fontes locais informaram que o ex-colaborador de Nisman pagava mensalmente em torno de cinco mil dólares e depositava 2 mil em uma das contas do promotor. Lagomarsino foi quem entregou a Nisman a arma que causou a sua morte, que foi encontrada no apartamento do promotor no dia de sua morte.

Leia Mais ►

Medicina cubana é uma bosta: descobriram a cura para o vitiligo

O mundo celebra esta notícia: Médicos encontram a cura para o vitiligo. Conheça os detalhes


O tratamento precoce das lesões da doença podem prevenir o câncer de pele. As causas do vitiligo ainda são desconhecidas para médicos especialistas em dermatologia. Ela está associada a fatores genéticos.

Vitiligo é uma doença que provoca a despigmentação da pele devido a problemas hereditários, grave choque emocional (estresse) e problemas com hormônios da tireóide. Esta descoloração ocorre frequentemente em áreas que estão em torno dos orifícios naturais do corpo, tais como a boca, o nariz e os órgãos genitais.

Dra. Yoli Luján, especialista em dermatologia
Yoli Luján, dermatologista, explica que ainda não se conhece a causa desta condição e só se pode falar de uma hipótese diagnóstica que desencadeia a doença. "A nível da pele se apresenta uma destruição de melanócitos, o que afeta um por cento deles em geral." A principal função dos melanócitos é produzir a melanina, uma importante proteção contra os raios solares, que atua como uma barreira de prevenção do câncer de pele. "O único sintoma são lesões de despigmentação da pele, sem causar qualquer coceira, ardor e inchaço."

A especialista explica que é muito rara condição em crianças. Geralmente se apresenta após os 20 anos. "Essas manchas de vitiligo são simétricas; ou seja, se surgir em um dos lados do corpo, surgirá do lado contrário".

Pode ser tratado


O vitiligo é uma doença que pode ser tratada por via oral ou tópica, com raios ultravioletas, injeções, maquiagem permanente para pequenas lesões, enxertos de pele, cremes e mesmo tratamentos psicológicos.

"Com o rigoroso tratamento que temos atualmente e fazendo uso adequado, além de seguir passo a passo as indicações de um especialista, que neste caso é um dermatologista, a doença pode ser curada. Graças a estes tratamentos temos tido excelentes resultados no diagnóstico de pacientes com esta lesão na pele, fazendo com que se repigmente área afetada ", diz ela.

A doutora Luján observa que existem vitiligos agressivos, que podem provocar enormes lesões e devem ser tratados imediatamente com protetores solares, e ainda impedir que as lesões durem por mais tempo, além de evitar o câncer de pele. Recomenda a todas as pessoas que sofrem desta doença manterem-se completamente protegidas da luz solar, usando roupas para cobrir as áreas afetadas. Esclarece que o vitiligo "não é uma doença que se transmite por qualquer meio, não é nenhuma infecção por alguma bactéria".

Tratamento para a cura do Vitiligo

Para receber o tratamento contra o vitiligo você deve ser consultado no Centro de Histoterapia Placentária, (ver informações deste centro). Para receber o tratamento que este centro aplica, você deve viajar para Havana e ficar em Cuba menos 4 noites e 5 dias. A consulta no Centro Histoterapia é de segunda a sexta, das 09 às 16h.

O tratamento consiste na aplicação de um medicamento chamado Melagenina Plus, que é produzido a partir da placenta humana, que possui propriedades que estimulam a produção de melanócitos

Em estudos que foram realizados, este tratamento para a cura do vitiligo, demonstraram que ele é eficaz em 86% dos casos tratados. A aplicação deste tratamento é completamente segura, sem efeitos colaterais, e se aplica a crianças, mulheres grávidas e idosos.

Na eficácia da aplicação do Melagenina Plus influem os seguintes fatores:
  • Idade
  • Raça
  • A porcentagem da área corporal afetada
  • Tempo de evolução da doença
  • As áreas do corpo afetadas
  • A aplicação correta do tratamento
O tratamento para a cura do vitiligo é realizado durante 3 dias consecutivos:

Dia 1:
Apresentação de esclarecimentos sobre o tratamento para a cura do vitiligo, consulta médica especializada e início do tratamento. Se o médico considerar necessário, será encaminhado à consulta de psicologia, sem nenhum custo adicional.

Dia 2 e 3:
Informações sobre o uso de Melagenina Plus.

Para continuar o tratamento em seu país, o paciente será instruído na consulta sobre a quantidade certa de remédio para tomar, de acordo com o grau de extensão da sua superfície corporal afetada pela doença.

Para receber o remédio não é necessário internar o paciente, uma vez que é ambulatorial.

Nota: A droga Melagenina Plus não é vendida livremente, somente após a avaliação e prescrição médica.

Custo do tratamento:

Consulta médica, mais a informação do uso do medicamento = 240 CUC. (US$ 250,00)

O custo do medicamento depende da quantidade indicada pelo médico, de acordo com a porção de pele afetada e a duração indicada.

CUBANDHEALTH — (Operador de Saúde em Cuba) — Oferece a possibilidade de fazer a consulta médica e dar o alojamento e os traslados necessários em Havana para este tratamento, é só fazer-nos um pedido preenchendo o formulário abaixo.

javascript:GoTreatmentHotel()

O medicamento:

Melagenina - sem efeitos colaterais locais ou sistêmicos
Melagenina Plus (melagenina + cloreto de cálcio) é um extrato alcoólico de placenta humana, produto farmacêutico que tem a propriedade de aumentar a reprodução de melanócitos, bem como de acelerar o processo de produção de melanina, que resulta em uma droga escolhida para o tratamento e a cura de vitiligo ao acelerar a reprodução dos melanócitos restantes na borda ou interiores das regiões enfermas do paciente.

Melagenina Plus é um produto capaz de alcançar a reversão dos casos graves de vitiligo porque potencializa a intensidade e duração do efeito estimulante da pigmentação da pele, típicas da melagenina quando adicionada ao cálcio, essencial como um ativador dos processos de reprodução celular e a síntese de melanina.

A segurança do tratamento com Melagina Plus — sem efeitos colaterais — permite a sua utilização em crianças e adultos, incluindo idosos, mulheres grávidas e mulheres durante o período menstrual.

É compatível com qualquer tipo de comida ou bebida, bem como com outros grupos de medicamentos, exceto psoralenos, corticóides e citostáticos, com o qual se manifesta antagonismo.

Apresentação: Frasco de vidro âmbar de 235 ml.
Composição: fração de lipoproteínas de placenta humana solubilizado em álcool (890 graus) 235 ml. e CaC12.

Do CubanDhealth
No Gilson Sampaio
Leia Mais ►