4 de jun de 2014

Duas últimas forçadas de barra do Globo

A gente e todo o mundo sabe que O Globo é useiro e vezeiro em forçar a barra e que a capacidade do jornalão carioca de distorcer os fatos, principalmente em campanha eleitoral ou na proximidade delas, não tem limites. Mas, de vez em quando, O Globo se supera e surpreende até suas vítimas e aqueles que mais estão acostumados com suas distorções e manipulações.

É o caso de duas do jornalão carioca nas duas últimas semanas. Uma é hoje. Na edição desta 4ª feira, O Globo tenta forçar e, sem nenhum pudor, procura reavivar uma polêmica no momento absolutamente inexistente. Título da matéria, com chamada inclusive na 1ª página com que tenta forçar isto hoje: “Dilma defende aborto por causas ‘médicas e legais’ ”.

Dentro, o jornal publica uma página (a 3) sobre o assunto, com manchete no alto da página: “Dilma defende aborto no SUS”. Você lê todo o material, toda a página e nada mais é do que a presidenta Dilma Rousseff defendendo apenas o que já prevê a lei, a assistência na rede pública às mulheres que abortem ou precisem abortar nos casos previstos pela legislação. Que, aliás, sempre foi a sua posição.

Jornal tenta reeditar polêmica sobre aborto

Mas é O Globo tentando suscitar, dois meses antes do início da campanha eleitoral (a partir do início de agosto) e quatro meses antes da eleição nacional em que a presidenta Dilma concorre à reeleição, a grande polêmica registrada na campanha eleitoral de 2010. Naquele ano, como todos se recordam, o candidato tucano ao Planalto, José Serra, fez da questão aborto um dos pontos mais polêmicos da disputa, tudo numa tentativa de acossar a candidata Dilma que, segundo ele, seria uma defensora da prática.

Para ressuscitar o assunto e a polêmica, O Globo ouviu ou lembra e publica hoje, inclusive as posições dos candidatos da oposição, do concorrente do PSB, o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, para quem, registra o jornal, “a legislação atual já trata de forma adequada os casos em que o aborto deve ser autorizado”, e o dos tucanos, senador Aécio Neves (PSDB-MG), que não quis se manifestar a respeito.

E a outra forçada de barra de O Globo? O jornalão é o único que sustentou durante quase duas semanas que o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, anunciou há pouco mais de uma semana que se aposenta até o final deste mês pelo fato de ter sofrido ameaças. O Globo falou de ameaças nas redes sociais e de agressão de um petista ao ministro há meses, à saída de um restaurante em Brasília.

À época o ministro disse que nem havia percebido a agressão. Agora, depois de anunciar sua aposentadoria, afirmou recentemente que as ameaças que sofreu não têm nada a ver com sua saída da Corte. Nenhum outro veículo da mídia atribuiu sua saída às ameaças, ou deu ênfase a isto. Só O Globo.

No Blog do Zé
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Médicos e planos de carreira

Há estudos mostrando que colocar os médicos na situação semelhante à dos magistrados é absolutamente inviável técnica, estrutural e financeiramente.

A demanda das organizações médicas corporativistas é para que se ofereça salários compatíveis com os dos juízes, algo em torno de 20 mil reais, salário justo para quem se dispusesse a trabalhar em qualquer recanto do país como os médicos cubanos e outros estão fazendo (e por muito menos).

O custo total desta reivindicação, dependendo do número de médicos participantes é a seguinte: se dos 400 mil médicos do país, apenas 200 mil entrassem no programa, o custo total seria de 4 bilhões de reais anuais. Os encargos sociais, aumentariam esses valores em cerca de 80%. E nestes cálculos não estão incluídos os salários dos demais componentes das equipes de saúde como enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, pessoal da limpeza, motoristas, alimentação, moradia etc., etc. que ganhariam salários semelhantes ao dos funcionários da justiça, bem maiores, acentue-se, do que os trabalhadores da saúde. 

 Assim,  a mal avaliada ideia das entidades médicas corporativas sobre os Planos Médicos de Carreira, se incluiria no orçamento anual da nação numa fatia de  cerca de 50 bilhões de reais.

Claro, logo e de forma justa, todos os demais profissionais da saúde no setor da atenção primária, obteriam através de decisões judiciais os mesmos salários de seus colegas “carreiristas”.

Assim, sugerimos aos colegas dirigentes da categoria profissional, hoje engajados numa campanha eleitoral, corporativista, elitista e ideologicamente da direita política,  que andem  devagar e mais cuidadosamente em sua luta pela sua já prolongada permanência no poder, pois como se dizia em tempos mais serenos e reflexivos que ”o santo é de barro“.

Franklin Cunha — Ex-Diretor da AMRIGS; Ex-Conselheiro do SIMERS; Ex-Instrutor Chefe do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia do HMIPV; Membro da Academia Rio-Grandense de Letras (cadeira nº 9) e Membro do Conselho Estadual de Cultura
No Imagem Política
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No fAlha: Barbeiro de Lula cortou o pescoço do primo do vizinho de Aécio


PS do Viomundo: Sugerido pelo LC. A reportagem acima saiu de verdade, na Folha. Pergunta: o que é que o ex-presidente tem a ver com o assassinato? Se a Folha preservou o nome dos suspeitos, não deveria ter preservado o nome de quem não tinha nada a ver com o caso, Lula?
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AP 470: PGR opina pela concessão de prisão domiciliar a Genoíno

Segundo parecer, medida excepcional deve ser mantida enquanto persistir a debilidade de saúde apresentada pelo ex-deputado, que alega apresentar problemas de coagulação sanguínea

Em parecer enviado, nesta quarta-feira, ao Supremo Tribunal Federal (STF), o procurador-geral da República (PGR), Rodrigo Janot, manifestou-se pela concessão de prisão domiciliar a José Genoíno, condenado na Ação Penal 470, enquanto persistir a debilidade de saúde apresentada pelo ex-deputado, que alega apresentar problemas de coagulação sanguínea.

O relator do caso no STF, ministro Joaquim Barbosa, indeferiu, em 5 de maio de 2014, o pedido de conversão do regime prisional do sentenciado do semiaberto para o domiciliar, determinando o seu imediato retorno ao sistema prisional do Distrito Federal. A defesa de Genoíno apresentou agravo regimental, no qual solicita a conversão do regime, apontando ter sido desconsiderada na decisão o parecer do médico responsável pelo acompanhamento de sua saúde em Brasília, além de alegar que o sistema penitenciário do DF não tem condições de garantir a Genoíno o acesso a exames indispensáveis.

Embora Genoíno tenha sido avaliado por uma junta médica que concluiu pela estabilização de seu quadro clínico, o ex-deputado alega ter apresentado piora em seu estado de saúde após retorno ao regime semiaberto. "Malgrado o relatório apresentado pela conceituada junta médica do Hospital Universitário de Brasília, e em especial pelas intercorrências surgidas após o retorno ao regime semiaberto, emerge razoável dúvida quanto à possibilidade de o sentenciado cumprir pena, sem riscos substanciais à sua vida e saúde", sustentou o PGR.

Para Janot, "presente essa dúvida, há de ser resolvida em favor da proteção da vida e saúde do preso, bem jurídico de maior relevância."

No MPF Notícias
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CPI da Petrobras investigará FHC?

A oposição demotucana e a mídia venal levaram um baita susto no final da tarde de terça-feira (3). Os integrantes da CPI da Petrobras aprovaram o pedido de acesso a documentos que envolvem a situação na estatal no triste reinado do PSDB — inclusive sobre o grave acidente da plataforma P-36. Chocado, o Estadão registrou: “Oposição ‘cochila’ e CPI da Petrobras pede papeis da gestão FHC”. A comissão foi criada com o objetivo de desgastar o governo Dilma num ano de eleição presidencial. Diante da arapuca, a base governista decidiu dar o troco e partir para a ofensiva. Uma investigação profunda sobre a trajetória recente da poderosa estatal poderia resultar num tiro no pé dos partidos da direita.

Segundo Ricardo Brito, do jornal Estadão, os demos — fieis aliados dos tucanos — ainda tentaram evitar o contragolpe. “Durante os debates, o deputado de oposição Onyx Lorenzoni (DEM-RS) pediu a exclusão de votação de quatro requerimentos que pediam cópia de relatórios e demais documentos referentes ao acidente da plataforma P-36, que afundou em março de 2001 durante o governo FHC, e dos processos que tramitam no Superior Tribunal de Justiça, que envolvem a troca de ativos entre a Petrobrás e a companhia ibero-americana Repsol YPF, referente à refinaria de Bahia Blanca, no mesmo ano. Eles foram numerados como 440, 447, 525 e 528”. Mas a manobra não deu certo!

O pedido de investigação foi feito pelos relatores das CPIs mista e exclusiva do Senado — deputado Marco Maia (PT-RS) e o senador José Pimentel (PT-CE). Eles argumentaram que a tragédia da P-36 tirou a vida de 11 trabalhadores e gerou um custo para a estatal de US$ 2,2 bilhões. Já sobre a refinaria Bahia Blanca, eles alegaram que a operação pode ter causado um prejuízo de US$ 2,5 bilhões à Petrobrás. Diante da pressão do demo, os relatores até aceitaram excluir os pedidos. “Ocorre que não foi retirado da lista o requerimento de número 520, que pedia à Agência Nacional de Petróleo (ANP) cópia de relatórios relativos ao acidente na P-36. Ou seja, esse pedido foi aprovado sem que os oposicionistas percebessem”.

A decisão da CPI deve jogar os tucanos da defensiva. Aécio Neves, o cambaleante presidenciável do PSDB, terá maiores dificuldades para atrair os holofotes da mídia com os seus falsos discursos sobre “ética”. A tendência, segundo os próprios jornalões, é a do esvaziamento das duas comissões de inquérito. É uma pena! Seria uma ótima oportunidade para analisar o desastre causado pelo governo FHC na Petrobras, que quase foi privatizada. Também seria uma excelente chance para desvendar os crimes cometidos pelo tucanato. O parlamento até poderia solicitar uma impressão extra do livro “A privataria tucana”, do jornalista Amaury Ribeiro Jr., que ajudou a desvendar os crimes dos PSDB.

Altamiro Borges
No Blog do Miro
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Movimentos sociais denunciam nas ruas de SP que “não vai ter água”


Central Única dos Trabalhadores
No Viomundo
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As eleições e as cartomantes

Há quem morra acreditando que o fim do mundo está próximo. E há quem viva crente de que será o beneficiário de riquezas inesperadas, conquistas inauditas.

Cartomantes, videntes, intérpretes de pesquisas eleitorais e, muito especialmente, editorialistas e colunistas muito mais especialmente ainda, não são interpelados sobre a inexatidão dos prognósticos e profecias com que assustam ou embriagam seus clientes. Certo, vez por outra recebem leves críticas pelo fiasco das previsões, sem serem acionados por charlatanice ou falsidade ideológica. E a maioria dos viciados volta a procurar todos, e todas, sempre que temem o futuro.

Convenhamos, é coisa de enorme fragilidade emocional acreditar que o que lhe está desde já reservado, caso existisse de fato, se revela na manipulação matreira de valetes de copas, azes de espada e as cobiçadas damas de alcova, quero dizer, damas de outros, ou melhor, damas de ouros. Há modos de entender o fenômeno sem a necessidade de convocar entidades sub metafísicas ou supra psicanalíticas.

Há pouco, boatos de nobre origem alimentaram a expectativa de que os computadores iriam desarranjar-se sem conserto com a passagem do século. De 1999 para 2000 ou deste para 2001, contudo, nada aconteceu. E nessa dúvida cronológica já se encontra metade dos subterfúgios com que fracassados profetas justificam o escandaloso vexame, a saber: a volubilidade do tempo e a pobreza dos calendários. Esse negócio de contar o tempo não é fácil, como se comprova por consulta ao Google ou à Wikipédia. Papas e imperadores sempre desejaram aprisionar em métricas comedidas aquelas anomalias da natureza disfarçadas de micro milionésimos de segundos ou minutos e que, quando menos se espera, viraram algumas horas, dia até, ocasionando “bolos” históricos e rupturas matrimoniais. Calendários ditos Julianos, Gregorianos, lunares, sub-lunares, solares, maias e astecas, é vasta a oferta do modo de contar o tempo. Steven J. Gould, em Questioning the Millenium, faz erudita e bem humorada recensão de todas as tentativas.

Pois é ao caráter fugidio do tempo que os profetas apelam para justificar a decepção de suas apostas. Tratar-se-ia de erro de contagem nas mensagens cifradas das cartas, nuvens, borras de café, vísceras de aves e teclados de computador. Quem sabe o 1 era 2 e o 2, 3, e o dia do Juízo Final dos computadores se dará na passagem do ano de 2 999 para 3 000? Isso, claro, se o mundo não for destruído, antes, por herético conciliábulo entre reis, rainhas, damas e valetes de heterogêneo e pecaminoso conjunto de naipes.

Ao explicar o normal andar dos dias oposto aos reboliços prometidos por mais cuidadosa leitura do tempo, preservam a suposta dádiva da antevisão e a reputação do visionário, culpando os cosmólogos por não traduzirem corretamente os indícios emitidos pelo movimento e duração dos astros (Ponho aqui “indício” de caso pensado, termo tornado célebre por juízes e repórteres ao tomá-lo, tal como as cartomantes, por equivalente a “evidência”. Nos tempos que correm, conforme o calendário Juliano ou Gregoriano, não importa, indício quer dizer evidência, ou não, só quando convém, é evidente). No caso, defendem-se os catastrofistas com a desculpa de que os indícios não apontavam para evidências e, portanto, a data anunciada ficou comprometida. Pena só se ter tomado ciência disso depois de queda nas bolsas, suicídios antecipados e uísques tomados por conta. No próximo fim de mundo, ou de governo, asseguram, não falharão.

A outra muleta de profetas do não acontecer chama-se, petulantemente, dissonância cognitiva. Trocada em miúdos, a dissonância do mal arrumado profeta refere-se ao óbvio descompasso entre o que ele vê e o mundo real dos paralelepípedos e procissões religiosas. Se cismar de perceber nestas últimas a obscenidade de ritos pagãos não há santo que os persuada do contrário.

Cantochões tomados por convites à devassidão, paramentos anunciando a variedade de strip-tease que será apresentada, e por aí vai. Em suma, reinterpreta-se o mundo para fazê-lo conferir com a pretensa cognição. Nas seitas milenaristas, que anunciam o fim dos tempos, quando a desculpa não é o calendário que teria sido mal composto, é a dissonância cognitiva, isto é, os sinais ainda não teriam atingido sua forma derradeira e estaríamos ainda às vésperas dos grandes acontecimentos.

Há quem morra acreditando que o fim do mundo está próximo. E há quem viva crente de que será o beneficiário de riquezas inesperadas, conquistas inauditas e glórias, e poder, prestígio e pesquisas. Andaço muito comum em períodos eleitorais, levando os fiéis a permanente romaria entre a dissonância e o calendário. Nada a fazer além de deixar o tempo passar e só tocar no assunto no ano seguinte. A ressaca é longa. 

Wanderley Guilherme dos Santos
No Carta Maior
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O clipe da Copa que a Globo não vai exibir — Remix

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Em defesa do direito de existir da mídia livre, Fórum vai processar IstoÉ


No sábado cedo fui surpreendido com um telefonema informando-me que a revista IstoÉ, da Editora 3, produzira uma matéria em que a Fórum era citada como parte de uma operação para caluniar e difamar o candidato a presidência da República pelo PSDB, o senador Aécio Neves. Imediatamente escrevi e publiquei um texto resposta. Há nele um desafio.

Afirmei que se IstoÉ apresentasse os contratos com o governo de Minas Gerais, Fórum revelaria os que tinha com a prefeitura de Guarulhos. A turma da Editora 3 se fez de surda. Mesmo sem a contrapartida, apresentou os “contratos” que motivaram a “denúncia” e que, segundo a revista, seriam “a ponta do novelo de um esquema mais amplo.”

O fato é que não existe um contrato entre Fórum e a Prefeitura de Guarulhos, mas duas PIs (pedidos de inserção) para um banner por 30 dias, cada qual, num valor de R$ 4.640,00. Ou seja, publicidades que foram visualizadas por aproximadamente 5 milhões de vezes por menos de 5 mil reais. E ambas as inserções, diga-se, ainda não foram faturadas.

Fórum é uma revista que existe desde 2001, com história jornalística e tem vários profissionais e colaboradores. Imaginar que se venderia por quatro mil e poucos reais por mês e que com isso conseguiria organizar um banker não pode ser algo sério.

E não era.

Havia uma outra série de ilações a partir de declarações de um suposto promotor público que não foi identificado em toda a matéria Numa das declarações esse promotor teria afirmado:

“Menções a atividades genéricas da prefeitura servem apenas para dar uma fachada de legalidade e garantir os pagamentos feitos pela municipalidade.”

Ou seja, a venda de publicidade numa revista que tem 13 anos de existência e cuja audiência é de 5 milhões de page views ao mês camuflaria operações ilegais. Foi isso que o suposto promotor de IstoÉ teria afirmado.

Também por isso, entre outros motivos, decidimos que Fórum deveria encaminhar a questão para a área jurídica. A partir desta data a revista será representada neste caso pelo advogado Pedro Estevam Serrano, mestre e doutor em direito do Estado e professor de Direito Constitucional pela PUC-SP. Ele e o seu escritório responderão juridicamente pela ação. E ela por decisão de comum acordo se dará no campo cível. Fórum nem este editor tem interesse em colocar quem quer que seja na cadeia, mas vai buscar reparações por danos morais e prejuízos econômicos. A revista quer ser ressarcida pelos prejuízos que lhe foram causados e vai acionar de maneiras diferentes a todos os envolvidos no caso.

Por enquanto, e por orientação jurídica, Fórum não aceitará publicidade da prefeitura de Guarulhos. Isso não significa, porém, que não continuará disputando cada centavo a que tem direito comercial para existir e que pode reivindicar por conta de sua reputação e audiência. Também não significa que tanto a editora quanto o seu editor vão aceitar ser interditados por quem quer que seja no seu livre direito ao trabalho e a expressão.

Além disso, também informamos a quem interessar possa, que a partir de hoje não aceitaremos mais nenhum tipo de chantagem em relação a informações de caráter comercial. Fórum não apresentará contratos, notas ou informações estratégicas que venham a ser solicitadas, principalmente, por seus concorrentes.

Aproveitamos para agradecer a todos que publicaram textos, enviaram e-mails, compartilharam nossas matérias e curtiram posts. Até porque temos certeza de que essa ação de IstoÉ, que foi repudiada de forma pública por um dos seus colunistas e editores, é apenas a ponta do iceberg de um jogo que busca calar sites e blogues independentes. Uma tentativa de calar a muitos. Mas que não vai passar. Nós prosseguiremos.

Renato Rovai
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Para Dilma, metrô em dois anos 'só na China'

Dilma: Projetos de infraestrutura são 'para todo o país, não para a Copa'
A presidente Dilma Rousseff rebateu as críticas às obras de infraestrutura inacabadas para a Copa do Mundo, afirmando que a demora ocorre "em todo lugar do mundo" e que estes são "projetos essenciais para todo o país e não apenas para a Copa".

A cerca de uma semana para a abertura do torneio, a presidente recebeu para um jantar no Palácio da Alvorada um seleto grupo de correspondentes estrangeiros, entre eles, o correspondente da BBC no Rio, Wyre Davis.

"Você não consegue terminar um metrô em dois anos. Pelo menos não no Brasil", disse a presidente aos repórteres. "Talvez só na China."

A presidente minimizou o que chamou de "histórias de horror" sobre possíveis problemas de transporte durante o Mundial, a segurança dos estádios e o risco de uma epidemia de dengue no país.

Dilma também falou de política internacional, ressaltando que pretende retomar as relações com os Estados Unidos, abaladas desde o ano passado após os escândalos de espionagem dos serviços secretos americanos.

Leia a seguir o relato de Wyre Davis:

Ela adora seriados britânicos de época e sonha com a anonimidade de uma vida "normal". Também se orgulha de apresentar aos seus convidados o local que chama de casa — certamente um dos mais finos projetos do arquiteto Oscar Niemeyer — e admite ter passeado por Brasília na garupa de uma moto.

Dilma Rousseff também defende com paixão a forma como o Brasil organizou e se preparou para a Copa do Mundo de 2014.

A presidente eleita de 200 milhões de brasileiros raramente dá entrevistas, muito menos para a imprensa estrangeira. Mas estes são tempos importantes para o Brasil, país que se encontra no centro da atenção global, nem toda ela positiva.

Faltando apenas uma semana para a abertura do torneio, a presidente me pergunta se eu acho que não vai ter Copa. A pergunta é retórica. "Claro que vai ter", responde, "e tudo vai estar pronto".

Ela diz que os grandes projetos de infraestrutura só são entregues na última hora "em todo lugar do mundo". Mas afirma que "estas obras ficarão prontas porque são projetos essenciais para todo o país, não apenas para a Copa", defende.

"Você não consegue terminar um metrô em dois anos. Pelo menos não no Brasil. Talvez só na China."

'Soluções macro'

Nosso seleto grupo conversa observando os agradáveis jardins do Palácio da Alvorada. Concordando em discordar sobre se os problemas serão esquecidos quando a bola começar a rolar, no dia 12 de junho, passamos à sala de jantar.

Dilma, a líder normalmente reticente, relaxa.

Enquanto os jornalistas se esbanjam em filé e moqueca de camarão, a presidente prefere um modesto prato de massa e não leva uma gota de álcool aos lábios em toda a noite.

Ela minimiza o que chama de histórias de horror reproduzidas pela imprensa sobre os possíveis problemas de transporte durante a Copa do Mundo, a segurança dos estádios e até uma epidemia de dengue.

Sua informalidade com pessoas que acaba de conhecer é cativante. Sua compreensão dos detalhes de questões de políticas públicas, especialmente macroeconômicas, é convincente.

A sensação é de que, apesar de estar absorvida pelas quatro semanas que duram a Copa do Mundo, suas preocupações reais são os desafios de longo prazo enfrentados pelo país.

"No Brasil, não temos projetos pequenos", conta, enquanto defende a resolução dos problemas brasileiros através de "soluções macro". Cita como exemplo os projetos de levar energia elétrica a milhões de brasileiros que vivem nas regiões mais pobres.

Dilma indica que, se for reeleita para um segundo mandato, não mexerá nos seus princípios de política econômica, que críticos veem como protecionista, marcada por excessivo intervencionismo estatal.

A presidente de centro-esquerda cita com orgulho os benefícios que tiraram 30 milhões de brasileiros da pobreza e rejeita a ideia de um livre mercado. Diz que o Estado é necessário para alcançar "melhoras" nos serviços públicos, especialmente na educação.

Dilma Rousseff/ Arquivo (Reuters)
Dilma diz que Brasil precisa de 'soluções macro'
Política internacional

Um segundo mandato de Dilma Rousseff prometeria maior engajamento no cenário internacional. Uma das razões por que a imprensa estrangeira raramente tem acesso a ela é o fato de sua plataforma dar tão pouco espaço à política externa.

No alto desta agenda está reparar as relações com os Estados Unidos. A presidente cancelou uma visita de Estado a Washington no ano passado após revelações de espionagem, de que ela, ministérios, empresas e cidadãos brasileiros teriam sido alvos.

Durante o jantar, Dilma reafirma que deseja um sinal claro de que a espionagem não voltará a ocorrer. Ao mesmo tempo, afirma que o relacionamento Brasil-Estados Unidos vive apenas uma "pausa" e não uma paralisia.

"Temos uma parceria forte, estratégica com os Estados Unidos, e tenho muito respeito pelo (presidente americano, Barack) Obama", afirma. "Não estamos casados, mas estamos meio que namorando", brinca.

Dilma receberá no dia 17 de junho, em Brasília, o vice de Obama, Joe Biden — que assistirá no dia anterior à estreia da equipe americana na Copa.

A conversa inevitavelmente retorna ao Mundial. Sem ser questionada, Dilma fala dos protestos, e diz que os manifestantes têm "100%" de direito a se manifestar.

Mas ressalva que "a maioria dos brasileiros está apoiando a Copa" e os manifestantes não podem "interferir ou atrapalhar" o torneio.

Seu governo agora parece determinado a não deixar que os protestos ganhem força, como ocorreu em junho de 2013. A mobilização de milhares de policiais e soldados nas ruas brasileiras será acompanhada de perto pela imprensa.

Democracia

Dilma Rousseff tem orgulho da democracia brasileira cada vez mais forte. E acredita que o país está no caminho certo, apesar da violência nas grandes cidades. Rejeita que seu governo esteja "usando" o torneio para colher benefícios políticos.

"Eu estava na prisão na Copa de 1970. Havia uma ditadura brutal no país", relembra Dilma. Em meio à repressão e a tortura, muitos questionavam se seu apoio à Seleção significava apoiar o regime.

"Agora é diferente. O governo ajuda a organizar a Copa mas não vejo uma relação política entre as duas coisas."

A noite com a presidente termina com anedotas sobre como adoraria poder caminhar pelas ruas sem ser notada e sobre seu paixão pela leitura. Dilma está na casa dos 60 mas não dá sinais de desacelerar.

Mesmo dormindo apenas seis horas por noite — "nem de longe" o suficiente, diz — ainda encontra tempo para ciceronear jornalistas pelo Palácio da Alvorada e posar para fotos.

É um exercício de relações públicas para uma presidente que será pressionada a aparecer mais claramente no cenário internacional se for reeleita para um segundo mandato.

Para mim, foram horas valiosas ao lado de uma das líderes mais poderosas, porém menos compreendidas, do mundo.

No BBC Brasil
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Abril só falta vender a Veja

Desses herdeiros não salva um…


Saiu na pág B7 do Valor (o PiG cheiroso, que a Dilma não lê, como não vê a Globo), título que não espelha a “verdade factual”, diria o Mino Carta:

“Tarpon compra fatia na Abril Educação”

“Gestora vai investir entre R$ 500 milhões e R$ 600 milhões em parte das ações da família Civita”

Na verdade, diz o próprio cheiroso, …“isoladamente, a gestora (Tarpon) de recursos deve se tornar a maior acionista da Abril Educação. Com a transação, haverá uma nova divisão de poder na empresa.”

Ou seja, os filhos do Robert(o) Civita serão Rainhas da Inglaterra.
Os filhos do Robert(o) já venderam o espaço em que exibiam a MTV.

Vendem, agora, a Educação, que, diziam, era o pulmão do grupo.

E só não vendem a Editora e a Veja porque ninguém compra…

Em tempo: esses herdeiros vão enterrar a obra dos pais. Os filhos do Roberto Marinho — que não têm nome próprio —, o Otavinho Frias, os Sirostky e os Civita.

Os “impérios” duraram uma geração…

Por isso os meninos eles estão aflitos: só o "Arrocho" os salva!

Em tempo2: liga o afável profeta, o Tirésias, depois de saber que os filhos do Robert(o) resolveram torrar tudo:

- Quem comprar a Veja tem que levar o Caneta junto ?

Paulo Henrique Amorim
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Imagina...

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Palácio do Planalto entra no clima da Copa

Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
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A paranóia do 'O Globo'


Alexi Lalas escreve que está no Rio: "Não fui roubado e meus órgãos não foram extraídos". O Globo traduz: "AINDA não fui roubado". Canalhas.

É assim que esta mídia de merda manipula os imbecis: pintando um Brasil pavoroso que não encontra reflexo na realidade. Querem convencer o povo de que o Brasil é digno de vergonha. O objetivo: colocar no poder quem favorece seus próprios interesses. Querem salários baixos e um povo miserável que se contenta com migalhas enquanto o 1% mais rico nada em benefícios.

No entanto, eles não têm os votos pra isso e, portanto, precisam que o POVO faça o trabalho para eles, votando contra os próprios interesses. Daí a manipulação contínua.

"Não, a imprensa não age com má fé! Isso é paranóia!". A paranóia não inventa as manchetes negativas que distorcem os fatos diariamente. Um estrangeiro escreve que "Não foi roubado" e um dos principais jornais do país traduz como "AINDA não foi roubado". Isso é o quê? Caráter? Honestidade? Como não ficar possesso de raiva diante deste tipo de canalhice? Como posso ver alguém defender a versão da mídia e ficar passivo? Não dá.

A competição faz parte da democracia. Mas a competição limpa. A imprensa deveria OBSERVAR e REPORTAR, não MOLDAR A REALIDADE e MENTIR.

Enfim. Podem ter vergonha do Brasil, seus vira-latas com complexo de colonizados. De minha parte, tenho orgulho pra caralho desse país.

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Não tem mais ingresso! Não vai ter o quê?

Brasileiros querem ir ao Maraca e ao Itaquerão. Quem não quer é a Globo!


Saiu no UOL, que acha que não vai ter Copa — quá, quá, quá!
Ingressos para jogos do Brasil e partidas em SP e RJ estão esgotados

Os ingressos para os jogos da seleção brasileira na primeira fase da Copa do Mundo já estão esgotados. A nova fase de vendas realizada pela Fifa começou à meia-noite desta quarta-feira e também já acabou com as entradas para as partidas que serão disputadas no Itaquerão, em São Paulo. Os jogos do Maracanã também acabaram nas sete primeiras horas de vendas, quando só havia poucos ingressos para pessoas portadoras de deficiências.

Também já foram esgotados os ingressos para as categorias regulares, que estavam acessíveis a todas as pessoas, para os duelos da fase de mata-mata da Copa do Mundo.

(…)
No CAf

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IBGE, o desemprego no Brasil cresceu para o seu menor nível?

O desemprego aumentou no Brasil ou desemprego nunca esteve tão baixo no Brasil?

Só o IBGE sabe a resposta.

As duas informações abaixo foram veiculadas por Veja em um intervalo de menos de 15 dias. Parecem ser diametralmente opostas e são ambas corretas.
Veja — 22/05/2014

"Taxa de desemprego recua para 4,9% em abril, informa IBGE

Trata-se do menor índice para o mês desde 2002. Número de desempregados chega a 1,17 milhão em seis regiões metropolitanas”.

Veja — 03/06/2014

“Taxa de desemprego no país sobe a 7,1% no 1º trimestre

No trimestre anterior, PNAD contínua [sic] indicou desemprego em 6,2%. Número de brasileiros sem emprego passou de 6,1 milhões para 7 milhões”.
Decorrem, creio, basicamente de uma falha de comunicação do órgão que em princípio deveria explicá-las, o IBGE.

O Brasil mudou, a partir deste primeiro trimestre de 2014, a sua forma de calcular o nível de emprego no país. Deixou de usar a PME — Pesquisa Mensal de Emprego e passou a usar a PNAD contínua — Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílio.

A PME era mensal, cobria as 6 maiores regiões metropolitanas do país. Usava o conceito de PEA – população economicamente ativa, o que consistia em incluir, para fins de coleta de dados, crianças a partir de 10 anos de idade.

A PNAD contínua é trimestral, cobre 3.500 municípios e usa o conceito de "pessoa com idade para trabalhar", ou seja, considera pessoas a partir dos 14 anos. Essas informações estão em um documento bastante didático e completo chamado pelo IBGE de comentários.

Se são duas bases de dados diferentes, como fazer comparações entre os resultados obtidos por uma e outra?

Mas o site do IBGE nada traz sobre a mudança de metodologia e pode, assim, criar uma interpretação dúbia quando informa:

“A taxa de desocupação para o Brasil, no 1º trimestre de 2014, foi estimada em 7,1%. Houve alta em relação ao do 4º trimestre de 2013 (6,2%) e queda em relação ao 1º trimestre de 2013 (8,0%). O nível da ocupação para o mesmo período (56,7%) recuou em relação ao 4º trimestre de 2013 (57,3%) e subiu frente ao 1º trimestre de 2013 (56,3%).

A PNAD Contínua utiliza os novos conceitos recomendados pela Organização Internacional do Trabalho (OIT)”. 

Posso estar enganado, mas, se essa é a primeira pesquisa pela metodologia da PNAD contínua, como afirmar que houve uma alta em relação ao índice anterior que não foi calculado por ela?

Tudo que se pode dizer é que:
  • o desemprego no Brasil é muito baixo por qualquer índice que se considere,
  • o quadro não mudou, já que historicamente o nível de emprego do primeiro trimestre de um ano é pior do que o quarto trimestre do ano anterior. Será necessário aguardar as próximas pesquisas para poder fazer alguma afirmação sobre a reversão dessa tendência e,
  • a situação melhorou, se os dados de 2014 puderem ser comparados aos do ano anterior, pois o primeiro trimestre de 2013 começou com 8% de desemprego e o ano atual começa com índice menor, 7,1%.
Normalmente é atribuído à grande imprensa, que faz oposição ao Governo Dilma, a divulgação de manchetes pessimistas que distorcem a realidade. Desta vez, aparentemente, apenas repercutiram a manchete do próprio IBGE.

Sergio Saraiva
No GGN
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Neymar chutou de chaleira a uruca da mídia

Na Internet, o jornalão envia repórteres para identificar falhas em todos os estádios. A manchete principal foi mais ou menos assim: “Estádio de Fortaleza tem vigas à mostra”. Foi a única coisa que teve para dizer. A construção do estádio, a arquitetura, a valorização do entorno, tudo foi varrido para baixo do tapete do negativismo.

Na página de cobertura da Copa desse mesmo portal, as últimas notícias são assim: “Governo reconhece que metade dos estádios na Copa terá internet lenta”, “CNN faz alerta para prostituição infantil em Fortaleza”, “Governo paga viagem e gringos sofrem tentativa de assalto no Rio”.

Os “Brasinhas” — tira que se popularizou nas redes sociais — não resistiu ao prato saboroso. O amiguinho de azul encontra outro amiguinho com bandeira dos EUA e comemora: “Ser chique, hoje, é torcer contra o Brasil”. O amiguinho pondera: “Mas... e se ele ganhar”. Ganha um catiripapo na orelha: “Deixa de pensar negativo”.

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Ontem, quando o ex-atleta e comentarista esportivo da ESPN norte-americana, Alexis Lalas, desembarcou no Galeão, foi cercado por repórteres ávidos por más notícias. Para decepção geral, ele se declarou encantado com a estrutura encontrada.

Em sua página no Twitter elogiou a rapidez e a sinalização do aeroporto e declarou que em nenhum aeroporto dos EUA o desembaraço da bagagem foi tão  rápido. Ironizou o fato de ter desembarcado no Rio e não ter nenhum “órgão” roubado. E, depois de um passeio em Copacabana, elogiou a “gente bonita, o clima bom e a segurança visível”.

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Há dois anos, a cobertura sistemática da Copa não reservou um espaço sequer para o feito nacional, com seus inúmeros atores, para preparar o país para a maior Copa da história. Divulgaram apenas a exceção, os problemas usuais em preparativos dessa ordem, e transformaram em regra.

Não conseguiram apenas comprometer o maior momento de marketing da história do país, espalhar a má imagem do país por todo o mundo: desprezaram  um imenso esforço conjunto juntando governo federal, governos estaduais de todos os partidos, prefeitos de capitais, Polícia Federal, Ministério Público, secretários de transporte, de segurança, técnicos em mobilidade urbana, especialistas em turismo,  bancos públicos, empresas de engenharia, fundos de investimento.

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Em São Paulo, os esforços juntaram governo federal, estadual e municipal. Esse mesmo trabalho foi feito em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Fortaleza.

Ao jogar para baixo o moral nacional, com a única intenção de atuar politicamente, os grupos de mídia demonstraram que seus interesses particulares estão acima do próprio interesse nacional e até de seus anunciantes.

Em nenhum momento participaram de nenhuma etapa de construção desse evento. Mas se tornaram os maiores beneficiários, recebendo um volume recorde de verbas de patrocínio.

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Julgaram que estavam cravando a bala de prata na testa de Dilma, atribuindo a ela todos os problemas, independentemente de serem da alçada do governo federal, estadual ou municipal, de clubes esportivos. Mas acertaram a bala no centro da autoestima nacional.

Mas ontem, enquanto Neymar encantava o mundo com seus passes, São Paulo parecia viver um feriado: ruas desertas para que os paulistanos esquecessem as manchetes e celebrassem o país e a Seleção. Como se dissessem, “vocês não vão matar a alegria”.

Luís Nassif
No GGN
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O CNJ pergunta: qual o maior destaque da gestão Joaquim Barbosa? E os leitores respondem


O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Joaquim Barbosa, anunciou sua decisão de se aposentar em junho após 41 anos dedicados ao serviço público. Seu mandato como presidente da Corte terminaria em novembro próximo. Na sua opinião, qual o maior destaque na atuação do ministro?

#JoaquimBarbosa #CNJ
Curtir ·  · Compartilhar · 30 de maio
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