3 de mai de 2014

Em Minas, público protesta e tucano nem consegue falar

A Nova Central Sindical dos Trabalhadores, ligada ao PSDB, armou nesta quinta-feira, 01, em Belo Horizonte um palanque para o pré-candidato do partido ao governo de Minas, Pimenta da Veiga. O tucano, porém, não conseguiu falar. Vaiado, limitou-se a anunciar a próxima atração do showmício, MC Leozinho. Constrangido, Pimenta desceu do palanque e, em entrevista, fez ataques à presidente Dilma Rousseff por causa de seu pronunciamento na TV na noite de quarta-feira, 30. "Ela não foi presidente, ela foi candidata", afirmou.

Indiciado sob suspeita de lavagem de dinheiro em um dos inquéritos decorrentes do mensalão mineiro, Pimenta enfrenta dificuldades dentro do próprio PSDB em Minas, que está receoso com o fato de o pré-candidato ter recebido R$ 300 mil, em 2003, de uma das agências do empresário Marcos Valério, já condenado pelo mensalão federal.

No Estadão
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Aécio Neves e o controle da mídia em Minas Gerais








Para complementar, relembramos a imagem retirada do site do jornal Estado de Minas, às 19:00 do dia 10/04/2014. Nesse dia o pré-candidato do PSDB ao governo do estado, Pimenta da Veiga, foi indiciado pela polícia federal pelo recebimento de R$300 mil de Marcos Valério. O maior jornal do estado não deu UMA LINHA sobre o assunto. O MGTV (telejornal da globo) também não falou nada.

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Este post é dedicado aos aecistas que nos atacam no You Tube. De fato, parece mesmo que a campanha do senador está determinada a “limpar” a internet, principalmente as buscas do Google, de qualquer conteúdo crítico a ele. Se for verdade, é uma vergonha!

No DesmascarandoGloboFolha e Viomundo
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Ticiana Villas Boas, apresentadora da Band e mulher do dono da Friboi, fala de sua falta de noção da realidade


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O crescimento biônico de Aécio na pesquisa Sensus

Neste ritmo, terá mais de 100% dos votos
Se ainda sobrou alguma coisa das garrafas de tequila que Paulinho da Força encomendou para calibrar sua fala no Primeiro de Maio, Aécio poderia pedir a ele para comemorar a pesquisa do instituto Sensus.

Aécio cresceu quase 50%. Dos 16% em que parecia estacionado, foi para mais de 23%. Isso sem fazer nada. Aliás: fazendo coisas como garantir à plutocracia que seu governo tomará “medidas impopulares”.

O único problema, na celebração aeciana, é que o crescimento extraordinário é biônico. O Sensus — que nos últimos tempos tem prestado serviços ao PSDB — decidiu inovar, aspas.

Os nomes, nas pesquisas, aparecem num círculo, para que não haja favorecimento visual a nenhum deles.

O Sensus optou — sabe-se lá por quê, ou melhor, sabe-se bem por quê — pela ordem alfabética. Se Aécio se chamasse Zaratustra, o Sensus talvez tivesse escolhido a ordem alfabética ao inverso. Você bate o olho no cartão da pesquisa e o nome de Aécio se destaca amplamente, em detrimento dos demais.

Quem denunciou a invenção do Sensus foi o insuspeito Estadão, pelo bom blogueiro José Roberto de Toledo.

No ritmo do crescimento apontado pelo Sensus, Aécio pode chegar às eleições com mais de 100% dos votos. Talvez na próxima pesquisa o Sensus possa retirar os outros nomes. A ascensão irresistível de Aécio se confirmará plenamente.

Se algum partido reclamar na Justiça, a decisão deve caber ao campeão da neutralidade Joaquim Barbosa. Pausa para rir, ou chorar.

Não é a primeira vez que o Sensus faz algo estranho, notou Toledo em seu blog. “Na disputa presidencial de 2002, o instituto também fez uma pesquisa surpreendente na fase da pré-campanha. No final de 2001, o instituto divulgou pesquisa que colocava Roseana Sarney (então no PFL) empatada com Lula, em primeiro lugar. Razão: antes de perguntar a intenção de voto, o Sensus perguntava ao eleitor sobre um escândalo envolvendo o PT, e sobre o racionamento de energia elétrica, o que prejudicava José Serra (PSDB).”

O fato é que o episódio mostra que é mais que hora de investigar as pesquisas. Como são feitas, quais os critérios etc.

O brasileiro já é manipulado demais pelo noticiário das grandes empresas jornalísticas para que seja engambelado também pelas pesquisas.

Paulo Nogueira
No DCM
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Blogueros que comparten material de RT reciben sospechosos avisos de advertencia


Algunos blogueros que periódicamente comparten material publicado por el canal RT denuncian que han recibido varios avisos de advertencia sobre la divulgación de dicho contenido.

Los autores de varios blogs que publican noticias alternativas y a menudo comparten material de la cadena quedaron desconcertados tras recibir un mensaje presuntamente enviado por el departamento de prensa de la cadena informándoles de que no estaban autorizados a copiar dicho contenido, ni tan siquiera mostrando el enlace de la fuente.

Sin embargo, el autor del portal Periodismo Alternativo, Iván Torregrosa Gutiérrez, decidió contactar con el equipo de RT, que quedó igualmente sorprendido y le aseguró que la nota no fue enviada por su departamento de prensa. Una entrada del blog publicada este mismo sábado confirmaba esta información.

"Me han confirmado que ellos no me han enviado ningún correo, ni a mí ni al administrador de la web Eternity […]. Me han comentado que ya podemos publicar", escribió el bloguero, que no descarta que se trate de un ataque por parte de 'hackers'.

"A partir de ahora ya volveréis a ver noticias de RT, Saludos", indicó.

Según Torregrosa Gutiérrez, el objetivo del mensaje es conseguir "por todos los medios posibles" que la gente "tenga miedo" a compartir los artículos del canal ruso.

"Pienso que podría venir de EE.UU., justo ahora que John Kerry hizo esa crítica a RT", aseguró el bloguero de Periodismo Alternativo, que sospecha que a más internautas les ha sucedido lo mismo.

El equipo de RT está investigando lo sucedido y anima a todos los internautas a compartir los artículos, vídeos, galerías y blogs publicados en su sitio web, citando la fuente original.


No RT
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Neonazistas de Kiev incendiam o Leste da Ucrânia

Kiev inicia un operativo militar en la ciudad portuaria de Mariupol


Las fuerzas especiales de Ucrania han iniciado un operativo en la ciudad portuaria de Mariupol. Mientras, en la plaza central se han congregado cerca de 300 civiles dispuestos a oponer resistencia a los atacantes.

"Varias unidades de las tropas especiales ya se encuentran en el centro urbano", aseguró a la agencia de noticias rusa Interfax un portavoz de las autodefensas. "Mayormente se han desplegado en los patios y desde allí abren fuego de advertencia".

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La misma fuente aseguró que los vecinos que se reunieron en el centro no tienen armas y se dedican a montar barricadas de los neumáticos desechados y otros materiales que obstaculicen el paso de los vehículos blindados.

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Según los datos del sitio web Vesti.ua, una columna con pasamontañas y camuflados sin distintivos asalta en estos momentos el edificio del Ayuntamiento de Mariupol, controlado por los 'federales'.

"Todo allí está en llamas. Actúa la maquinaria acorazada", dijo el portavoz de las milicias, quien avisó también sobre un ultimátum de los atacantes que amenazaron a los defensores del Ayuntamiento con abrir el fuego a discreción.


"¿Es éste mi pueblo?". Impactantes imágenes de la tragedia de Odesa


El incendio provocado intencionadamente por el Sector Derecho la noche del sábado en Odesa se saldó con 46 muertes. Las autoridades anunciaron dos días de luto nacional por las víctimas de estos trágicos acontecimientos en la ciudad ucraniana.

Según afirman varios testigos, milicianos del Sector Derecho llegaron desde Járkov a Odesa, atacaron el centro de la ciudad y luego se trasladaron al campamento de los manifestantes anti Kiev con cócteles molotov. Asimismo, los radicales lanzaron granadas aturdidoras y gases lacrimógenos en el edificio.

Uno de los videos publicados en YouTube, titulado '¿Es éste mi pueblo?', muestra imágenes impactantes del asalto a la Casa de los Sindicatos por los radicales.


Muchos de los manifestantes contrarios al Gobierno de Kiev finalmente se refugiaron en el interior del edificio sindical.



Las personas que lograban escapar de la Casa de los Sindicatos en llamas eran golpeadas a las puertas del edificio por parte de los atacantes del Sector Derecho.



Varias personas perdieron la vida al arrojarse por las ventanas y decenas de partidarios de la federalización atrapados en el edificio de la Casa de los Sindicatos se asfixiaron por la intensa humareda.


El primer vice primer ministro de Ucrania, Vitali Yarema, informó que durante el incendio en la Casa de los Sindicatos, las víctimas murieron de forma inmediata debido a la combustión de una sustancia desconocida.


Los vecinos de Odesa siguen llevando flores a la entrada del edificio incendiado.


Los rusos también rinden homenaje a las víctimas del incendio de la ciudad portuaria llevando velas y flores a la embajada de Ucrania en Moscú.



No RT
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Quem está mais calibrado?

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O bispo vermelho que partiu


Dom Tomás Balduino nasceu em Posse, no norte goiano, em dia 31 de dezembro de 1922. Registrado como Paulo Balduino de Sousa Décio, ao ser ordenado religioso dominicano, em Minas Gerais, ele recebeu o nome de Frei Tomás, como era costume.

O religioso ainda cursou filosofia em São Paulo e Teologia em Saint Maximin, na França, onde também fez mestrado em Teologia. Em 1950, ele lecionou filosofia em Uberaba. Em 1951 foi transferido para Juiz de Fora como vice-reitor da então Escola Apostólica Dominicana e também lecionou filosofia.

Em 1957, Dom Tomás foi nomeado superior da missão dos dominicanos da Prelazia de Conceição do Araguaia, no Pará, onde viveu de perto a realidade indígena e sertaneja. Na época a Pastoral da Prelazia acompanhava sete grupos indígenas. Para desenvolver um trabalho mais eficaz junto aos índios, o religioso fez mestrado em Antropologia e Linguística, na Universidade Nacional de Brasília, que concluiu em 1965. Estudou e aprendeu a língua dos índios Xicrin, do grupo Bacajá, e Kayapó.

O religioso foi nomeado Prelado de Conceição do Araguaia em 1965. Na época, ele defendeu os indígenas da ocupação de suas terras por empresas agropecuárias.

Em 1967, Dom Tomás foi nomeado bispo diocesano da cidade de Goiás, onde permaneceu durante 31 anos. Ao completar 75 anos, em 1999, ele apresentou sua renúncia e mudou-se para Goiânia. Dom Tomás Também ajudou pessoas perseguidas pela Ditadura Militar.

Dom Tomás foi personagem fundamental no processo de criação do Conselho Indigenista Missionário (CIMI), em 1972, e da Comissão Pastoral da Terra (CPT), em 1975. A Assembleia Geral da CPT, em 2005, o nomeou Conselheiro Permanente. Por sua atuação firme e corajosa recebeu diversas condecorações e homenagens no Brasil e no exterior.

No dia 8 de novembro de 2006, Dom Tomás recebeu da Universidade Católica de Goiás (UCG) o título de Doutor Honoris Causa, devido ao comprometimento de Dom Tomás com a luta pelo povo pobre.

Dom Tomás recebeu da Oklahoma City National Memorial Foudation o prêmio Reflections of Hope, em 2008. A organização considerou que as ações de Dom Tomás são exemplos de esperança na solução das causas que levam a miséria de tantas pessoas em todo o mundo.

A Universidade Federal de Goiás (UFG) também outorgou o título de Doutor Honoris Causa a Dom Tomás em 2012.

Calou-se uma voz dos oprimidos

Calou-se a voz de Tomás Balduíno,
nessa noite de 2 de maio.
Uma voz que nunca quiz ser sozinha,
sabia, desde os anos de chumbo:
uma voz solitária não suspende a manhã.
Quiz ser uma voz entre vozes,
ergueu sua voz dentro do vasto coro dos oprimidos:
os índios, os posseiros, os lavradores,
os retirantes da seca e da cerca
e os que se levantam contra elas,
as mulheres, os negros, os migrantes, os peregrinos
para forçar claridades, para ensinar amanhecer.

Tomás é palavra.
A palavra que banha como bálsamo.
A palavra que fustiga.
Incendeia.
A palavra que perdoa
mas aponta - sempre - o caminho da Justiça.
E o que somos na vida?
Somos os ossos das palavras
que povoam o caminho de pedra ou flores
que sangram os pés dos nossos filhos.

Tomás é sertão.
O sertão e suas armadilhas.
O sertão e suas infinitas contradições.
Tomás é sertão
onde se dobram os ventos de Goiás e Minas,
onde nascem águas
nessa infinita geografia
que alimenta nossas esperanças.

Calou-se a voz de Tomás Balduíno.
Permanecerá sua palavra.
Tomás é sertão:
gesto de fé nessa gente que não se dobra.

Pedro Tierra, Brasilia, Manhã de 3 de maio 2014, como um quadro de Goya.
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Minha casa, minha vida — Fev 2014

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Só de manipulação


Aécio aparece primeiro na cartela do Sensus

A pesquisa Sensus divulgada neste sábado vai dar o que falar. Se não pelos seus números, ao menos pelos seus métodos. O instituto, que vinha trabalhando para o PSDB até pouco tempo atrás, foi criativo ao apresentar as perguntas aos eleitores.

Em vez de mostrar ao eleitor um cartão circular com os nomes dos candidatos — para não privilegiar nenhum deles —, o instituto mineiro apresentou uma lista em ordem alfabética. Desse modo, o nome de Aécio Neves (PSDB) aparece sempre em primeiro lugar.

Além de contrariar a prática do mercado (institutos como Ibope e Datafolha apresentam a cartela circular), o Sensus mudou sua própria maneira de fazer a pergunta de intenção de voto. Em eleições passadas, como em 2010, o instituto sempre usou a cartela circular, e não a lista em ordem alfabética.


Na pré-campanha, quando a maioria dos eleitores não tem o nome de um candidato na ponta da língua, qualquer tratamento diferenciado a um deles pode inflar sua intenção de voto. No começo de 2010, por exemplo, Sensus e Vox Populi colocavam o partido do candidato ao lado do seu nome, o que aumentava a intenção de voto da então desconhecida Dilma Rousseff, porque o eleitor descobria, pelas mãos do pesquisador, que ela era do PT.

Desta vez, a criatividade na maneira de apresentar as perguntas pelo Sensus deve atrapalhar e não ajudar a presidente. Além de colocar seu adversário Aécio em evidência na pesquisa de intenção de voto, o instituto incluiu uma pergunta sobre aumento do preços dos alimentos antes de pedir ao eleitor para avaliar o governo federal como ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo.

Não é a primeira vez que o Sensus faz algo do gênero. Na disputa presidencial de 2002, o instituto também fez uma pesquisa surpreendente na fase da pré-campanha. No final de 2001, o instituto divulgou pesquisa que colocava Roseana Sarney (então no PFL) empatada com Lula, em primeiro lugar. Razão: antes de perguntar a intenção de voto, o Sensus perguntava ao eleitor sobre um escândalo envolvendo o PT, e sobre o racionamento de energia elétrica, o que prejudicava José Serra (PSDB).

Outro fato chama a atenção nesta sondagem do Sensus: o registro da pesquisa no TSE ocorreu bem depois de as entrevistas terem terminado. A pesquisa de campo foi feita entre os dias 22 e 24 de abril, mas só foi registrada no dia 28. Ou seja, ao registrá-la é provável que o instituto já soubesse o resultado – o que pode ou não ter influenciado na decisão divulgá-la.

Como no caso da MDA/CNT, a pesquisa do Sensus foi feita logo após a propaganda eleitoral do PSDB no rádio e na TV. E terminou muito antes do pronunciamento de Dilma na véspera do 1º de Maio. Mas como demorou tanto a ser divulgada, vai ficar parecendo que a sondagem do Sensus é mais recente do que de fato é.

A pesquisa foi paga pelo próprio Sensus, segundo o registro no TSE. Mas será divulgada com exclusividade pela revista IstoÉ. Segundo o site da publicação, a parceria envolverá a divulgação de sete sondagens sobre a eleição presidencial este ano.

PS: Só para comparar, abaixo o cartão da pesquisa Datafolha registrada nesta sexta (sai quarta-feira):


José Roberto de Toledo
No Estadão
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Para relaxar

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O racismo no futebol tem uma chance de acabar se Pelé ficar calado

Ele, dançando lambada
Lembrei de Pelé ao ler uma citação do escritor Albert Camus. Está no livro “O Mito de Sísifo” e diz que “um homem é mais homem pelas coisas que silencia do que pelas que diz”.  Pelé mais uma vez silenciou sobre um caso de agressão racista no futebol — desta vez foi a já emblemática ofensa sofrida por Daniel Alves, do Barcelona.

Quer dizer, o silêncio não foi literal. Ao ser perguntado sobre a provocação, deu um passe de canela. “Racismo não é no futebol, tem em todos os setores da sociedade há muito tempo. O que não podemos deixar é uma coisa tão banal, de um carinha que jogou uma banana, e fazer do limão uma limonada”, disse o Rei do Futebol.

Mas relevar uma agressão racista chamando-a de “banal” e a repercussão do fato de “tempestade em copo d’água” é o mesmo que calar-se e desviar o olhar de um problema que só tem crescido no futebol profissional. Vindo de umas das personalidades negras mais conhecidas do mundo, é nocivo, deletério para o combate ao preconceito racial.

Pelé disse que em seu tempo “jogavam jaca, manga”. Simbolismos à parte, levar uma manga na cabeça deve doer mais que uma bananada. Jaca, então, melhor nem imaginar. Comparando essas frutas à que arremessaram em Daniel Alves, Pelé minimiza o insulto ocorrido no estádio do Villarreal e outros tantos, como os sofridos pelo lateral Roberto Carlos, anos atrás, e Yaya Touré, do Manchester City.

Embora não tenha recebido mangas ou jacas na cabeça, Touré seguiu o caminho oposto ao de Pelé e ameaça liderar um boicote de jogadores negros na Copa de 2018. A Rússia, país sede, é um dos principais palcos de episódios racistas no futebol.

Na luta pelo fim do racismo, o meio-campista nascido na Costa do Marfim tabela com um dos carrascos do Brasil na Copa da França, em 1998. Ex-zagueiro, o francês Lilian Thuram criou uma fundação cujo objetivo é erradicar o racismo por meio da educação.

Se fosse possível somar os talentos futebolísticos de Touré e Thuram não teríamos um terço da habilidade que Pelé teve dentro do campo. Fora das quatro linhas, com a militância dos dois, o jogo muda. Pelé vira um perna de pau clássico, dos que só entram para completar a pelada na várzea.

Marcos Sacramento
No DCM
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Pelé minimiza ato racista de torcedor contra Daniel Alves: 'Foi banal'

Pelé calado é um poeta!
Pelé minimizou nesta sexta-feira o ato de racismo cometido contra o lateral-direito da seleção brasileira e do Barcelona, Daniel Alves, no último domingo, durante jogo do Campeonato Espanhol. O ex-jogador considerou "banal" o fato de um torcedor do Villarreal jogar uma banana em direção ao atleta, que comeu a fruta, ato que trouxe repercussão mundial no combate ao racismo.

"Racismo não é no futebol, tem em todos os setores da sociedade há muito tempo. O que não podemos deixar uma coisa tão banal, de um carinha que jogou uma banana, e fazer do limão uma limonada", disse Pelé, durante visita a Ribeirão Preto, no interior paulista, na tarde desta sexta-feira.

Pelé indagou aos jornalistas presentes quais outros casos semelhantes ao de Daniel Alves tinham ocorrido no futebol mundial e foi lembrado dos atos contra o ex-lateral-esquerdo da seleção Roberto Carlos e do atacante italiano Mario Balotelli. "Quantos eventos de futebol têm no mundo? Não é tanto assim", disse o Rei do Futebol.

"No meu tempo jogavam jaca, manga", completou o astro, dizendo não ter visto também a campanha contra o racismo promovida por Neymar após o fato ocorrido com Daniel Alves. O atacante do Barcelona postou uma foto em que aparece segurando uma banana, além de ter feito críticas e desabafado contra o racismo no futebol por meio de sua rede social.
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Conversa sobre bananas, haitianos e hipócritas

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We Are One (Ole Ola) — The Official 2014 FIFA World Cup Song

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