4 de out de 2013

Artistas rinden homenaje a Mercedes Sosa en Ecuador y Argentina


Artistas ecuatorianos y argentinos rendirán homenaje, por separados, a la cantautora argentina Mercedes Sosa, conocida como “La Negra Sosa” o “La Voz de América”, con motivo del cuarto aniversario de su desaparición física y en honor al legado musical de dejó a varias generaciones que crecieron junto a su música.

En el teatro México de la capital ecuatoriana recordarán sus canciones, en un concierto que se realizará este viernes. Artistas como Paulina Aguirre, Paula Herrera, Claudio Durán y la Orquesta de Instrumentos Andinos cantarán los temas más conocidos de la argentina.

Entre las canciones que serán ofrecidas al publico destacan "Soy pan, soy paz, soy más", "Gracias a la vida", "Alfonsina y el mar" y "Yo vengo a ofrecer mi corazón".

Por otro lado, Mercedes Sosa también será recordada con sendos tributos que dos de sus sobrinos, Coqui y Claudio, desplegarán el viernes en las localidades argentinas de Famaillá (Tucumán) y Pilar (Buenos Aires), respectivamente.

En Famaillá, donde en 2011 se erigió el primer monumento a la cantante, la Municipalidad convoca y organiza un homenaje que tendrá lugar en el Auditorio del Cabildo del Parque Temático Histórico de la ciudad, con la participación de la flautista Lina Guzmán y otros invitados.

En tanto, el homenaje a la intérprete en La Tucumanita Pilar comenzará con la proyección del documental "Cómo un pájaro libre", de Ricardo Wullicher, que retrata la vuelta de la cantora tras la dictadura militar que la empujó al exilio.

Luego, Claudio se juntará con el pianista Nacho Abad para plasmar un recorrido por buena parte del cancionero que Mercedes abrazó y motorizó en casi cuatro décadas de carrera.

Mercedes nació el 9 de julio de 1935 en Tucumán (norte) y es considerada una de los voces más notables y esenciales de la canción popular latinoamericana. Falleció el 4 de octubre de 2009 en Buenos Aires, debido a una falla cardiorespiratoria.

Por su privilegiada carrera pasó la innovación folclórica y social que propuso el Nuevo Cancionero, el repertorio testimonial de Latinoamérica, los aportes de los artistas rockeros y también la nueva corriente autoral dentro de la música nativa argentina.

En abril de este año se estrenó en Panamá el documental "Mercedes Sosa, la voz de Latinoamérica", del argentino Rodrigo Vila, que da un recorrido por la vida personal y artística de Sosa, quien fuera una de las mayores representantes del folclor argentino y de la música popular Latinoamericana.


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Kassab cria Rede Oportunidade

Barrada pelo TSE, Marina ameaçou recorrer ao Capitão Planeta

SUCUPIRA - Solícito e atencioso, o fisiólogo Gilberto Kassab criou um novo partido em 23 minutos para manter firme a sustentabilidade de Marina Silva. "Basta dominar os trâmites burocráticos, atrás, na frente, à direita, no centro, à esquerda", resumiu o ex-prefeito de São Paulo. "Criamos o Rede Oportunidade para Marina pode concorrer à presidência sem trair seus valores e, claro, sem esquecer da nossa humilde colaboração", completou, solene.

Kassab disse que o PSD apoiará o PT, o PSDB, o PMDB, o PSB, o DEM e o PSOL nas próximas eleições. "Mas também vamos apoiar o próprio PSD", revelou, sagaz, para em seguida sugerir a criação do Bolsa Partido com recursos do FAT e financiamento do BNDES. "Quantos e quantos empreendedores políticos nos rincões mais profundos do Brasil não serão beneficiados?", questionou, profético.

Tranquila, calma, sonolenta, mantendo o perfeito equilíbrio sustentável entre Gaia, os povos e o bicho-preguiça da floresta, Marina Silva convocou uma coletiva para dizer que não falará nada sobre seu futuro: "Só eu e a NSA sabemos se vou concorrer à presidência ou não".

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Príncipe da Privataria vai percorrer o Brasil

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O príncipe, o filósofo e o poeta


Considerando que o reino em que vivem está à deriva, um príncipe, um filósofo e um poeta resolveram deitar falação sobre aquilo que consideram estar errado à sua volta. “É preciso estar atento e forte”, pensaram, “não temos tempo de temer a morte”... Irmanados nos versos desta canção de conhecido menestrel do mesmo grupo litero/musical, o príncipe, o filósofo e o poeta, todos sempre prontos a disputar espaços nos mais conhecidos jornais do reino, acharam por bem – do alto de sua sabedoria – botar alguns pingos nos is e descer à ágora dos sacripantas para discordar do governo e sua corte e lançar um pouco de lenha na fogueira das vaidades e das intrigas antirepublicanas.

O povo trabalhador, de volta para casa após mais um dia de labuta, passa por aquelas figuras exóticas sem entender muito bem o que falam na ágora, mas puderam ouvir algumas frases soltas.

Dizia o príncipe envolto em seu fardão com filigranas douradas: “Marina Silva é uma reserva moral do país”... O filósofo, com cara de bravo, acenava com pedagogias democráticas: “Que ao menos fique a lição de que nenhuma invenção democrática neste país será possível sem um processo amplo, geral e irrestrito de combate à corrupção, no qual o último mensaleiro petista será, enfim, enforcado nas tripas do último mensaleiro tucano”... E como que a concordar com a animada retórica acadêmica, o poeta, de longos cabelos grisalhos, soltou o seu canto ditirâmbico: “Será que esse país tem medo de punir?”

Reserva moral, processo amplo geral e irrestrito, medo de punir, o que será que diziam aquelas sumidades, pensava a massa ignara. Alguns poucos passantes pararam para ouvir, mais pelo exotismo da cena do que propriamente pela peroração do trio.

Estava eu ali a observar todo o quadro, dividido entre falácias e sofismas de um lado e a quase perplexidade de cidadãos trabalhadores do outro, quando avistei um pouco à minha direita um senhor já de idade, atento ao discurso dos três cidadãos. Aproximei-me do senhor e perguntei-lhe se podia explicar o que diziam aqueles oradores tão empolgados e cheios de si.

O velho me olhou por detrás das lentes grossas de seus óculos, que revelavam dois olhinhos inquietos e percucientes, e disparou numa voz firme e convincente:

- Estão criticando o que se passa em nossa democracia...

- E quem são eles? Arrisquei.

- O senhor não sabe?

Considerei que fingir minha ignorância sobre tais celebridades pudesse me trazer sua opinião mais sincera, mesmo que apaixonada.

- Não, confesso que não os conheço ou, pelo menos, não conheço o que pensam.

- Ali estão um príncipe, um filósofo e um poeta, respondeu o velho senhor orgulhoso em mostrar seus conhecimentos. E vou responder em poucas palavras a sua pergunta:

- O príncipe é um senhor que conseguiu entrar para a Academia de Letras depois de pedir a todos nós que esquecêssemos o que ele escreveu, entendeu o paradoxo? Pertence a um partido político onde a honestidade está em baixa e, tal qual todo bom oportunista, resolveu puxar a brasa de uma moralidade até agora desconhecida da tal senhora que teve alguns milhões de votos na última eleição presidencial para tentar dar um respiro ao seu partido em frangalhos...

- Hum, balbuciei segurando o riso.

- O filósofo, continuou, não se sabe muito bem o que ele pensa, mas encheu-se de brios para criticar um caso de suposta corrupção ainda não esclarecido pedindo o enforcamento dos réus, sem nomeá-los, nas tripas uns dos outros, requentando uma velha e surrada expressão dos iluministas franceses que gostariam de ver o último rei enforcado nas tripas do último padre. E veja que ele, inconscientemente, usa a expressão de um general da nossa ditadura sobre abertura ampla, geral e irrestrita. Um ato falho, talvez, ou coisas de uma nova esquerda à qual ele julga pertencer...

- Com uma esquerda assim, não é preciso direita, concorda?

- O velho senhor encarou-me sem fazer qualquer comentário.

- E o poeta?

- Bem, o poeta queria saber, tal qual o filósofo, porque a suprema corte de justiça do país se acovardou numa de suas últimas decisões e, segundo, ele, esquivou-se de punir o mais rápido possível, mesmo sem provas, os tais cidadãos que merecem ser enforcados nas tripas uns dos outros... O curioso é que esse mesmo poeta disse estar arrependido de ter sido comunista um dia e que se converteu à democracia. Supõe-se que ele ainda faz parte daquele grupo de pessoas que identificam democracia com capitalismo e ditadura com socialismo... Se estiver arrependido de seus pecados deveria se confessar a um padre, não acha?

Ato contínuo, o velho senhor escafedeu-se...

Fiquei pensando se não tinha conversado por cinco minutos com o desconhecido Stanley Burburinho.

Izaías Almada
No Blog do Miro
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Na análise do golpe do Chile, Folha repete “ditabranda”


Nota sobre a imprensa liberal e golpes contra a democracia

A relação liberalismo e democracia, relevante e polêmica problemática teórica do pensamento político e social moderno, pode ser bem ilustrada por um episódio editorial recente no Brasil.

Para “não passar em branco” os 40 anos do golpe militar contra o governo democrático-popular de Salvador Allende, a Folha de S. Paulo – com alguns dias de atraso – publicou um artigo sobre este traumático episódio na história política e social da América Latina.

Na mesma direção que os ideólogos civis e militares do golpe de 1964 – que construíram a ficção segundo a qual o “totalitarismo comunista” estaria prestes a irromper no Brasil –, o articulista da FSP imaginou um tenebroso cenário social e político para a sociedade chilena, caso o golpe militar de 1973 não fosse vitorioso; ditadura implacável, fome, campos de concentração, terror etc. estariam reservados aos chilenos na hipótese do “governo comunista de Salvador Allende” estar no poder nestes últimos 40 anos!

Tal como um roteiro de filme trash, a “guerra fria”, pois, ainda não teria terminado! Mas, como observou um colega, o afresco dantesco que o texto engendrou “foi precisamente o que ocorreu no Chile com a ditadura de Pinochet”.

Para o autor do panfleto, os chilenos, hoje na vigência do capitalismo neoliberal, podem dormir sossegados; afinal, a ameaça do “terror vermelho” foi derrotada.

Moral da estória com final feliz: viva o golpe contra o governo democrático-popular de Allende!

Salve a ditadura redentora do General Augusto Pinochet que concretizou no ocidente os ideais da doutrina neoliberal!

Ao publicar o texto, a FSP – que afirma ser um jornal democrático e pluralista – teria rompido ou se afastado de sua linha editorial? Algumas observações preliminares talvez ajudem a responder a questão.

A fim de examinar os 40 anos do golpe de 1973 no Chile, na seção dedicada a temas da conjuntura (econômica, política e cultural), o jornal não promoveu um confronto de ideias e posições divergentes; convidou, sim, um único autor para examinar o controvertido assunto.

Deixando de lado, conhecidos pesquisadores da história da América Latina, foi privilegiado um colaborador sobejamente conhecido por seu reacionarismo político.

Além disso, vale sublinhar que – após ter recebido o artigo encomendado – o jornal o editou não obstante o texto transgredir normas e valores do pensamento democrático.

Ora, todos sabem que publicações que aspirem ter alguma credibilidade no debate das ideias não se obrigam editar toda e qualquer colaboração recebida ou encomendada.

Por sua vez, mesmo conhecendo a indignação que o editorial de 17/2/2009 havia provocado entre seus leitores – quando denominou de “ditabranda” o regime militar brasileiro de 1964 –, a FSP não hesitou publicar, um texto que falsifica a história na medida em que omite o verdadeiro terror instaurado pela ditadura militar de 1973 (nunca pela vitória de Allende!): prisões em massa, execuções, tortura, desaparecimentos, campos de concentração e de extermínio, censura etc.

Tudo indica, pois, que para a intelectualidade que orienta a FSP, o anti-democratismo do texto não deixaria de ser uma “tendência do pensamento contemporâneo” (um dos critérios que a seção Tendências e Debates afirma exigir a fim de justificar sua publicação no jornal).

Mas sem isentar o jornal neste episódio que ofende o pensamento democrático, devemos lembrar que a Folha de S. Paulo é, a rigor, um aparelho ideológico-cultural de orientação liberal. Como estudos críticos sobre o pensamento político moderno têm mostrado – entre eles, os trabalhos dos italianos Norberto Bobbio, Giovanni Sartori e Domenico Losurdo – inexiste um vínculo conceitual entre liberalismo e democracia.

Para estes autores, democracia e liberalismo não são categorias e realidades políticas complementares ou que se implicam mutuamente. Ou seja, autores e entidades liberais, ao longo de sua história, nem sempre defendem posições estritamente democráticas.

Se aceitarmos esta formulação, nada haveria, pois, de surpreendente no recente episódio editorial. Como comprova a história das ideias e das práticas políticas, órgãos da imprensa liberal (no Brasil e no mundo) – dependendo das circunstâncias sociais e da luta ideológica de classes – poderão divulgar textos antidemocráticos como também apoiar golpes contra governos que foram eleitos pelo voto popular.

Como se viu, a editoria da Folha de S. Paulo não hesitou publicar um texto caricatural, desinformativo e ofensivo aos valores e ideais democráticos; porém, mais significativo não foi o apoio ao golpe civil-militar de 1964 bem como o fato da FSP, durante alguns anos de governos discricionários, ter se comportado com um aparelho ideológico-cultural da ditadura militar?

Mas justiça seja feita; como recente editorial de O Globo (31/8/2013) reconhece, nesses episódios a FSP também teve a companhia de outros órgãos liberais da imprensa brasileira – entre eles, O Globo, O Estado de S. Paulo, Jornal do Brasil e o Correio da Manhã.

Decorridos quase 50 anos, o silêncio da Editoria do jornal sobre estes relevantes episódios da história da política no Brasil não deixa, pois, de reforçar a tese segundo a qual as entidades liberais nem sempre atuam no sentido de fortalecer a democracia política.

PS: Após as reações de alguns seus leitores, a FSP poderá publicar um artigo favorável ao governo democrático de Salvador Allende. Ou seja, o pluralismo de jornais liberais comporta matérias de orientação democrática como também textos ofensivos aos valores e ideais democráticos.

Caio N. de Toledo, professor aposentado da Unicamp; do comitê editorial de marxismo21
No Viomundo
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Eike Batista entra no Z-4

Eike estuda trocar o BNDES pela Unimed

ÁGUAS PROFUNDAS - Após liderar a competição brasileira de pontos corridos promovida pela revista Forbes por várias rodadas, o multiempresário Eike Batista acaba de entrar na zona de rebaixamento. "Eike é o Botafogo do mercado financeiro. Ele estava no topo, mas todo mundo sabia que ia descer", resumiu Juca Kfouri.

Para dar uma chacoalhada na equipe, Eike Batista convidou Joel Santana para ser diretor executivo da EBX Worldwide. "We will leave this situation from behind", explicou o novo executivo.

No final da tarde, Eike anunciou contratações de peso para tirar a equipe da situação incômoda. "Andei pesquisando os nomes que estão despontando no mercado. Contratamos uma trinca do Botafogo que vai turbinar o time: Josimar, Paulinho Criciúma e Perivaldo", disse. "Estamos negociando ainda com o Adriano, pela capacidade de superação desse atleta", concluiu.

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Uma homenagem ao general Giap

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Alemanha tem 72 partidos políticos


Vocês veem o Brasil, com seus 32 partidos políticos, como aberração?

Pois olhem só quantos Partidos existem na Alemanha.

Tem partido pra todo gosto.

Na lista consta o nome, logotipo, quando foi fundado, quantos membros tem, dinheiro que os financiou no ano de 2012.

Lista de partidos políticos na Alemanha

A lista a seguir mostra todos os partidos atualmente ativos que foram admitidos às eleições nos últimos seis anos. Quando disponível, o número de filiados, o valor de financiamento público aos partidos em 2012, e o ano de fundação.
 
Logotipo
Sigla
Filiados
Financiamento
 

Ano de criação
SPD logo.svg Partido Social-Democrata da Alemanha SPD 472.469
  45.585.641,47
1875
CDU-logo.svg União Democrata Cristã da Alemanha CDU 469.575
  46.435.135,82
1945
CSU-logo.svg União Social Cristã da Baviera CSU 147.965
  11.302.359,01
1945
O logo.svg Esquerda A Esquerda A Esquerda 63.036
  12.252.446,85
2007
Aliança 90 - O Logo.svg Partido Verde Aliança 90/Os Verdes VERDE 60.808
  15.154.545,27
1980
FDP logotipo 2011.svg Partido Democrático Livre FDP 58.675
  14.072.257,67
1948
Partido Pirata Alemanha Logo.svg Partido Pirata da Alemanha PIRATAS 31.394
  792,487.67
2006
Alternative-para-logo-2013.svg Alemanha Alternativa para a Alemanha AFD 14.000
-
2013
O Logo.svg FESTA Partido do Trabalho, a lei, o bem-estar animal, o apoio da elite e iniciativa popular O partido 9.000
-
2004
Baviera Partido Logo.svg Baviera Festa BP 6.000
  105.396,86
1946
ODP-Logo.svg Partido Ecológico-democrata ODP 5.945
  646.845,34
1982
Os republicanos Logo.png Os republicanos REP 5.503
  1.679.430,95
1983
NPD Logo 2013.svg Partido Nacional Democrático da Alemanha NPD 5.400
  1.435.934,96
1964
RTEmagicC cmitte.jpg.jpg Centro Cristão - Para a Alemanha aos mandamentos de Deus CM 5.000
-
1988
FDP Alemanha parteilogo.png Eleitores livres LIVRE DO ELEITOR 4.600
  614.169,79
2009
SSW-logo.svg Associação de Schleswig sul Eleitores SSW 3.700
  81.776,11
1948
Dkp.svg Partido Comunista Alemão DKP 3.500
-
1968
Bíblia Shaker Partido logo.svg cristãos Festa Shaker cristãos da Bíblia PBC 2.500
-
1989
2011.svg logotipo MLPD Partido Marxista-Leninista da Alemanha MLPD 2.300
-
1982
PRO NRW LOGO.jpg Movimento Cidadãos por NRW por NRW 1.137
  117.806,26
2007
Logo Union.png social alemão Alemão União Social DSU 1.060
-
1990
Proteção Animal Partido Logo.svg Animal de partido proteção ambiental humano O Partido de Proteção Animal 1.036
  137.066,95
1993
RRP Logo.png Aliança 21/RRP Aliança 21/RRP 1.033
-
2007
Buso parteilogo.jpg LaRouche Buso 1.000
-
1992
Festa da razão Logo.svg Festa da Razão FESTA DA RAZÃO 750
-
2009
O parteilogo.png liberdade Partido dos Direitos Civil por mais liberdade e democracia - a liberdade A LIBERDADE 750
-
2010
O violetten.JPG O violeta - para a Política espiritual A Violet 743
-
2001
Aliança para a Inovação e Justiça logo.jpg Aliança para a Inovação e Justiça BIG 700
-
2010
Centro Alemão Partido logo.svg Partido do Centro Alemão CENTRO 600
-
1870
OPEN - Partido do Trabalho, Meio Ambiente e logo.svg Família OPEN - Partido do Trabalho, Meio Ambiente e da Família ON 560
-
2008
Família Festa Logo2007.svg Festa da Família da Alemanha FAMÍLIA 555
  127.385,90
1981
Logo.jpg referendo A partir de agora ... a Democracia através do Referendo Referendo 500
-
1997
Logo.jpg Partido Feminista Feministas Partido Mulheres AS MULHERES 376
-
1995
Humanwirtschaftspartei.gif Festa Economic Human Economia Humana 360
-
1950
Reformados Partido Logo.jpg Alemanha Reformados Partido Alemanha PENSIONISTAS 350
  177.773,65
2002
Eleitores do partido não logo.jpg Partido de não-eleitores Não-eleitores 340
-
1998
Ecológica deixou parteilogo.svg Esquerda Ecológica ÖkoLinx 325
-
1991
Festa da montanha sobre partido symbol.jpg Montanha Party, o partido "over" B 320
-
2011
Bgd novo centro alemão logo.png Federação do total da Alemanha Oriental Alemanha, Central e Oeste alemão eleitores Comunidade O novo centro alemão BGD 300
-
1991
União parteilogo.png livre União livre 300
-
2009
O Logo.jpg direitos Os direitos 300
-
2012
PSG.svg Socialist Equality Party, seção da Quarta Internacional PSG 260
-
1997
Os francos Logo.jpg Partido suíço Os Francos 260
-
2009
Logodp1993.gif Partido alemão DP 250
-
1993

Livre eleitores Alemanha FWD 230
-
2009
Livre Saxônia Logo.jpg Livre Saxônia - aliança entre os eleitores independentes Livre Saxônia 200
  20.317,97
2007
O cinza-geracional festa logotipo v2.jpg Cinza Panthers Alemanha GPD Na
-
2008
Buergerbewegung por logo.png Alemanha Os cidadãos exercem a Alemanha por Alemanha 170
  61.221,50
2005

Partido Comunista da Alemanha KPD 160
-
1990
Logo da Partei.svg Democrática Alemã Partido Democrata alemão ddp 140
-
2004
Logosaevp2.svg Partido saxões Pessoas SVP 130
-
2006
Freedom Party Deutschlands.png Partido da Liberdade da Alemanha FP Alemanha 100
-
1994
LDF2010.png Os frísios Os frísios 90
-
2007
RSB.svg Socialista Revolucionário Federal / Quarta Internacional RSB 90
-
1994
União Marítima Alemanha-Logo.jpg 9232F.jpg Maritime Union Alemanha MUD 78
-
2011
Não faço ideia Logo.jpg Não! Idea NÃO!
-
2012
Direto logo.png iniciativa democracia Iniciativa Democracia Direta Democracia direta 60
-
2012
Unabhaengige.gif Candidatos independentes para a Democracia e os cidadãos direto soluções INDEPENDENTE 20
-
2002
Muçulmano União Democrática-logo.png Muçulmano União Democrática MDU 15
-
2010
Parteilogo.png Partida Partida para os direitos civis, a liberdade e a saúde PARTIDA Na
-
1998

O Westphalia Westphalia Na
-
2009
UAP.png Independent Labour Party UAP Na
-
1962
LD Logo.png Liberal Democratas - os Liberais Sociais LD Na
-
1982
Interino partido Alemanha Logo.jpg Interino partido Alemanha THE LAST! IPD Na
-
2006
APPD Logo.svg Partido Anarquista Pogo da Alemanha APPD Na
-
1981

Aliança Alternativa para a Justiça Social AB Na
-
2006

Trabalhadores Partido dos Trabalhadores da Alemanha APD Na
-
2006

Sarazzistische partido - para referendos SPV Atom Stuttgart21 SPV Na
-
2010
Parteilogo.png conservador alemão Partido Conservador Alemão Conservadores alemães Na
-
2009
Aliança Panthers cinza Logo.jpg Aliança Panthers Cinza AGP Na
-
2008
Motoristas e pessoas logo.jpg interessado Motoristas e pessoas parte interessada Avip Na
-
2011

Democracia direta ativa Adicionar Na
-
2011

No Brasil, mostra a tua cara!
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