5 de jul de 2013

Aécio Neves, o cambaleante senador, sozinho, tem 25 assessores

 
O cambaleante senador Aécio Neves (PSDB-MG), em seu papel de oposição, tem criticado o número de ministérios da presidência da República. Uma crítica incoerente com sua conduta, pois em seu gabinete no Senado ele tem 25 assessores. E senador não tem função executiva como tem a presidenta para justificar essa quantidade de assessores.
Além disso há certa lenda sobre o real aumento de estrutura ministerial. Da conta de 39 ministérios criticada, alguns são órgãos que já existiam e apenas ganharam status de ministério. É o caso do Banco Central, da Advocacia-Geral da União, do Gabinete de Segurança Institucional (antiga Casa Militar) e da Controladoria-Geral da União. E há dez secretarias dentro da estrutura da presidência da República. Grande parte já existia em governos passados ou eram estruturas de segundo escalão, sob outra hierarquia, que agora tem status de ministério. Sobram vinte e quatro órgãos com a nomenclatura de ministério, além da Casa Civil.
Alguns ministérios ou secretárias não são estruturas criadas do nada. O Ministério das Cidades substituiu a antiga Secretaria Especial de Desenvolvimento Urbano, ganhando corpo com programas como o Minha Casa, Minha Vida, com programas para saneamento e mobilidade urbana. Outros ministérios foram desmembrados. A Secretaria Especial dos Portos ganhou autonomia em função da importância e especialização exigida, mas antes já existia uma estrutura semelhante dentro do Ministério dos Transportes. Da mesma forma o ministério da Pesca foi desmembrado do Ministério da Agricultura, e é justificável pela especialização exigida para desenvolver a economia do setor na enorme costa marítima brasileira. O ministério da pequena e microempresa é outro caso de necessidade de dedicação específica para o setor, que não cabia dentro do ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, mais voltado para políticas industriais de grandes empreendimentos.
É há secretarias com status de ministério que foram criadas por necessidade de atender demandas sociais populares, como a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) e a Secretaria de Políticas para as Mulheres.
Enfim há muita lenda sobre "inchaço" de ministérios que não corresponde à realidade, e vira alvo de críticas populistas. Se o tucano quer passar uma imagem de austeridade, deveria começar por seu próprio gabinete, avaliando a necessidade de 25 assessores, senão esse discurso soa mais falso do que uma nota de três reais.
E cabe uma pergunta: Quais ministérios o senador tucano tem a pretensão de extinguir? É importante saber, para os setores populares ligados aos programas destes ministérios conhecerem o comprometimento do tucano com suas causas.
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Charge online - Bessinha - # 1848

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Muito além do plebiscito

O anúncio do plebiscito da reforma política teve o mérito de jogar o tema na pauta do dia. Mas é evidente que o modelo político, a democracia representativa – tal como desenvolvida historicamente – não dá conta da era digital.
Em um ponto qualquer do futuro, quando estiverem mais claras as ideias, não haverá como fugir de uma discussão ampla sobre o modelo constitucional brasileiro.
E será um desafio grandioso navegar pelas águas turvas dos grandes plebiscitos online, sem ceder aos movimentos de manada que, em geral, exploram os lados mais obscuros da personalidade social de um país – como o estímulo aos linchamentos, aos sentimentos de vingança etc.
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O aprimoramento das democracias dava-se, até agora, pelos processos históricos de inclusão permanente. Na República Velha, as câmaras de vereadores eram compostas pelos comerciantes e fazendeiros das cidades, não se permitia o voto feminino nem do analfabeto, o voto de cabresto campeava.
A inclusão se dava à medida em que grupos se organizavam e se disciplinavam para entrar no jogo político. Com todos os defeitos, os partidos políticos surgiram para disciplinar as disputas políticas selvagens nos mais distintos rincões do país; os sindicatos se impuseram sobre os movimentos anarquistas; as organizações sociais cresceram e se fortaleceram abraçando causas comuns a grupos; as religiões desempenharam seu papel aglutinador.
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O paradoxo das democracias serem péssimas – mas serem o melhor sistema – explicava-se pelos próprios mecanismos de autocorreção, necessariamente lentos, demorados para manter a previsibilidade dos regimes.
No caso brasileiro, há um claro processo de oligarquização dos partidos políticos, em muitos casos dominados por famílias, por grupos políticos que impedem o revezamento e o arejamento, da mesma maneira que os clubes sociais e de futebol. Há um predomínio indesejável do fator econômico, através dos financiamentos privados de campanha. E uma indução ampla à picaretagem, com os partidos de aluguel que vicejam em todo o país.
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Um plebiscito pode amenizar alguns dos problemas. Mas, mesmo que contivesse menos imperfeições, o modelo político brasileiro é disfuncional.
As democracias nunca estimularam o associativismo. O cidadão é fundamentalmente um individualista, que luta diuturnamente para manter sua posição social, não se sentir excluído de grupos. As lutas sociais permitiram avanços e abriram espaço para o cidadão militante – o que comparecia em assembleias, greves, piquetes, aderia à militância partidária. Mas a imensa maioria só se manifestava nas eleições ou em períodos de catarse – grandes traumas públicos.
Os grandes avanços civilizatórios se deram a partir de elites – por mais que esse termo choque. Foram as elites jurídicas, políticas, sindicais, acadêmicas que permitiram os avanços. O senso comum jamais aceitaria a maior parte dos avanços sociais e de costumes.
Há que se ter um novo arcabouço que possa atender às demandas de milhões desses novos cidadãos. Mas qual a nova forma que disciplinará as novas massas, que permitirá que caminhem para uma nova ordem, sem o caos comunicacional das redes sociais.
Essa é a grande discussão que o país terá que enfrentar.
Luis Nassif
No Advivo
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De que Renan os coxinhas protestam?

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Salários de médicos esfolam prefeituras de cidades pequenas e pobres

Uma categoria comprometida com a verdade e a gramática

Cidade do interior de MT paga salário de R$ 30 mil para segurar médico

Flávia Foreque | Johanna Nublat
De Brasília - no fAlha
Há 18 dias, Khariny Gonçalves e Silva, 33, assumiu a função de única médica de Novo Santo Antônio (MT), cidade a 1.100 km da capital de Cuiabá. Salário: R$ 30 mil.
"Não tem asfalto, não tem esgoto nem água encanada", diz Eleandro Turatti, marido da médica.
A estrutura que encontrou na unidade de saúde não era boa, mas está melhorando, diz Khariny. "O prefeito não sabe o que o posto precisa. Se peço um remédio, na outra semana está chegando."
Com grande rotatividade e dificuldade de fixar um médico, a prefeitura de Novo Santo Antônio - cidade de 2.000 habitantes - diz que é obrigada a pagar salários elevados.
"Hoje temos a médica, mas deu trabalho. Pago R$ 30 mil para ficar. Se não for [esse salário], não vem médico. E esse valor mata o município", explica Lourivan Santos, secretário municipal de Saúde.
Mesmo após os descontos, o salário de Khariny, que faz jornada de 40 horas semanais e sobreaviso, é mais que o dobro dos R$ 10 mil líquidos anunciados pelo Ministério da Saúde para o programa Mais Médicos para fixar médicos brasileiros e estrangeiros no interior do país.
No CNN
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Você confiaria numa médica dessas?

"Quero fazer a traquinagem [e exalar preconceito] mas não quero que falem de mim"

Ontem uma pessoa que se identificou como advogado da garota que segura o cartaz agressivo a Lula na foto abaixo entrou em contato com a redação da Fórum solicitando a imediata remoção da foto do site.
Depois disso, recebemos este e-mail que segue. Não sabemos se de fato a pessoa que enviou o email é a mesma da foto. Decidimos, de qualquer forma, pelo esclarecimento público. A foto é jornalística e não há necessidade de autorização neste caso, inclusive porque a fotografada estava em um espaço público num contexto de uma manifestação. De qualquer forma, a Fórum está à disposição da fotografada para os seus esclarecimentos.
Boa noite,
Venho comunicar sobre a foto postada hoje, 04/07/2013, no Blog do Rovai e Revista Forum, sobre o protesto médico ocorrido na Av. Paulista ontem.
Gostaria de comunicar que eu sou a médica da foto referida, foto esta que foi tirada sem comunicação prévia e postada sem sequer meu conhecimento, muito menos minha autorização.
Dessa forma, solicito a retirada imediata da mesma, tanto no Blog do Rovai quanto na Revista Forum online e impressa, uma vez que julgo que vocês estão denegrindo minha imagem.
Aguardo resposta e espero não precisar acionar o judiciário.
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As máscaras do conservadorismo

Com uma esquerda que debanda ou adere ao primeiro berro selvagem da direita, não surpreende que as instituições representativas, Legislativo e Executivo, respondam um tanto como baratas tontas, um tanto como gatos tentando surrupiar sardinhas. Medidas aprovadas por coação antes que por convencimento nem sempre acertam a dose ou mesmo o alvo pretendido. Os dois prá lá dois prá cá na alocação dos recursos futuros do petróleo à saúde e educação, por exemplo, podem estar contratando problemas futuros de não pouca monta.
Hospitais sem aparelhos ou médicos a contento serão focos de insatisfação antes que unidades prestadoras dos serviços esperados. O mesmo se diga de unidades escolares, em qualquer nível, sem apoio logístico material e pessoal apropriado. Falar em pessoal equivale a introduzir o tema da remuneração do serviço público, cujo montante é sempre considerado absurdamente elevado pela mesma classe média a pedir melhor atendimento nos hospitais que, aliás, não freqüenta. Exigir melhores serviços públicos e ser contra as medidas – impostos e salários públicos dignos – necessários à sua materialização é típico dos conservadores, expresso na tese de que Rousseaus, altruístas, são os outros, bastando-lhes o magnífico egoísmo individualista de Adam Smith.
Em algum momento a aprovação do passe livre universal para estudantes – não apenas para os do Pró-Uni – há de ser devidamente analisado. Enquanto os trabalhadores sem carteira assinada e os que trabalham por conta própria não forem cobertos por um programa distributivo do tipo “vale-transporte” – financiado este pelo empresariado aos que possuem carteira assinada -, o passe gratuito universal para estudantes será, em larga medida, um privilégio dos rebentos da classe média. Não esquecer que a demanda por tarifas subsidiadas para estudantes se repete anualmente há quase cem anos, em busca do mesmo mimo, assim como o pagamento de meia-entrada em centros de diversão. O problema crucial do trabalhador com carteira assinada não é o custo da passagem, mas o custo em tempo e desgaste físico do trajeto casa-trabalho-casa. Mas ai, prezados, o problema não está só do lado dos legisladores suscetíveis a suborno, mas também dos corruptores sobre os quais os anônimos não dão um pio: empreiteiras, imobiliárias, bancos, que destruíram a civilidade de nossas grandes metrópoles.
Enquanto nos Estados Unidos a população, sabendo onde mora o perigo, ocupa Wall Street, aqui os muito bem treinados mascarados conduzem a multidão a depredar Assembléias Legislativas, justamente as Casas criadas para ajudar a defender os vulneráveis dos instintos canibalescos dos mercados.
E a cereja do bolo: a reforma política – a mais peçonhenta manobra sacada por políticos acuados para escapar a uma prestação de contas de respeito. No caso atual, não há nem uma proposta em circulação que seja nova ou que aumente a liberdade dos cidadãos. Ao contrário, várias visam justamente reduzir sua capacidade de intervenção. Enquanto necessário escreverei às terças e quintas analisando o perjúrio em andamento.
Wanderley Guilherme dos Santos
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A Globo e Joaquim Barbosa são um caso indefensável de conflito de interesses

Com seu filho empregado na Globo, JB fica moralmente impedido de julgar coisas relativas à Globo.
JB com João Roberto Marinho num prêmio que o Globo lhe ofereceu

JB com João Roberto Marinho num prêmio que o Globo lhe ofereceu
Devem imaginar que nós somos idiotas, a Globo e Joaquim Barbosa.
Não há outra explicação.
Como pode a Globo dar emprego ao filho de JB? E como JB pode deixar que isso ocorra?
Neste exato momento, a Globo enfrenta uma questão multimilionária na Receita Federal. Documentos vazados – demorou para que isso ocorresse – por alguém da Receita contaram uma história escabrosa.
Os documentos revelam, usemos a palavra certa, uma trapaça. Com o uso de um paraíso fiscal, a Globo fingiu que estava fazendo uma coisa quando comprava os direitos de transmissão da Copa de 2002.
A Globo admitiu a multa que recebeu da Receita. E em nota alegou ter quitado a dívida.
Mas a fonte da Receita disse que não é verdade. E pelo blog O Cafezinho, que trouxe o escândalo, desafiou a Globo a mostrar o recibo.
Apenas para constar.
O dinheiro que a Globo não recolheu constrói escolas, hospitais, portos, aeroportos etc etc.
Mas, não pago, ele termina na conta dos acionistas.
Foi, além do mais, usado um paraíso fiscal, coisa que está dando prisão na Europa hoje em dia.
Isto tudo posto, vamos supor que uma questão dessas termine no STF.
Qual a isenção de JB para julgar?
É uma empresa amiga: emprega o filho dele.
Dá para julgar?
E a sociedade, como fica?
Gosto de citar um dos maiores jornalistas da história, Joe Pulitzer. Às equipes que chefiei, citava exaustivamente uma frase que é vital para o exercício do bom jornalismo.
“Jornalista não tem amigo”, escreveu Pulitzer.
O que Pulitzer dizia: se você tem amigos, você não vai tratá-los com a neutralidade devida como repórter ou editor.
A Globo está cheia de amigos, e esta é uma das razões pelas quais seu jornalismo é tão viciado – e seus donos tão ricos.
Mas as amizades de JB são ainda mais preocupantes, dado o cargo que ele ocupa.
A Justiça brasileira é um problema dramático.  Recentemente, os brasileiros souberam das estreitas relações entre o ministro Fux, também do Supremo, e um dos maiores escritórios de advocacia do Rio.
Sua filha, advogada, é empregada deste escritório. Como Fux pode julgar uma causa deste escritório?
Não pode.
Há um claro conflito de interesses.
O mesmo vale para Joaquim Barbosa.
Quem acredita que ele não enxergou o conflito de interesses no emprego dado a seu filho na Globo acredita em tudo.
É um caso tão indefensável que a Globo, inicialmente, negou a informação, obtida pela jornalista Keila Jimenez, da Folha. Procurada, a Globo, diz a Folha, negou a contratação. Disse que o filho de JB fora “apenas fazer uma visita ao Projac.
Só depois admitiu.
É uma história particularmente revoltante quando se lembra a severidade com que JB comandou o julgamento do Mensalão.
Ele fez pose de Catão com suas catilinárias anticorrupção, e impressionou muitos brasileiros que podem ser catalogados na faixa dos inocentes úteis.
Mas se fosse Catão não permitiria que seu filho trabalhasse na Globo. Não pagaria – como revelou o Diário – com dinheiro público a viagem de uma jornalista do Globo para uma viagem de completa irrelevância para a Costa Rica, apenas para obter cobertura positiva do jornal.
Não usaria, como se soube agora, recursos públicos para ver um jogo do Brasil num camarote de apresentadores – claro – da Globo.
E provavelmente Catão também jamais gastasse o equivalente a 90 000 reais, em dinheiro do contribuinte, para uma reforma.
Joaquim Barbosa não tem autoridade moral para ocupar o cargo que ocupa:  infelizmente os fatos são claros.
Ele é um drama, uma calamidade nacional.
Sêneca dizia que era mais fácil começar uma coisa errada do que depois resolvê-la.
A nomeação de JB por Lula – que procurava um juiz negro para o Supremo — foi um erro monumental.
Resolvê-lo agora é uma enorme, uma trágica dificuldade.
Paulo Nogueira
No DCM
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Como o usuário se comporta nas redes digitais?

Alguns dados relevantes do infográfico:
- A cada 5 minutos online, um minuto é dedicado às mídias sociais;
- De 2007 a 2012 as pessoas amentaram 20% do tempo total gasto online;
- Na vida real as pessoas possuem, em média, 150 amigos, porém nas mídias sociais esse número salta para 245;
- 80% dos posts nas mídias sociais são sobre quem posta;
- Por que as pessoas adicionam amigos? 82% conhecem na vida real e 60% possuem amigos em comum.

infografico_redessociais
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Poderes

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Jornalistas à beira de um ataque de nervos

 Atualização às 16h15min 

Leio no Portal Imprensa que o jornalista Paulo Henrique Amorim foi condenado a 20 meses de prisão por "injúria preconceituosa" de cunho racista contra o colega Heraldo Pereira (veja aqui), podendo, contudo, a pena ser substituída por alguma restrição de direito a ser definida; e que Boris Casoy e Jorge Kajuru trocam pesadas acusações pelo Youtube (veja aqui), o primeiro tratando o segundo como um "pobre coitado" que telefonava ao bicheiro Jorginho Cachoeira para pedir dinheiro e o Kajuru retrucando que Casoy seria "elitista", "racista", "fascista" e "pedófilo" (veja aqui).
Os leitores podem tirar suas conclusões clicando nos quatro links acima. Eu apenas destaco que a catilinária de Kajuru contra Casoy foi a mais ofensiva de que já tomei conhecimento numa refrega entre jornalistas, daí eu estranhar que "o Boris não irá se manifestar sobre esse assunto", segundo a assessoria de imprensa da Band.
Como alguma resposta ele terá de dar em função da gravidade das imputações, presumo que vá novamente acionar a Justiça.
Então, quero deixar registrado meu inconformismo com a estranha prática de jornalistas recorrerem aos tribunais, quando o instrumento e arma do nosso ofício é o teclado. Heraldo, Boris e todos os outros que assim têm procedido, deveriam confiar mais nos próprios tacos do que nas togas.
Um Paulo Francis, p. ex., sempre encontrava o que responder, mesmo quando um Caetano Veloso o qualificava de "bicha amarga", "boneca travada", etc. Na minha opinião, ao esnobar Caetano como mero "fabricante de ruídos populares", ele causou mais danos ao ego do adversário do que conseguiria se também apelasse para baixarias.
No Náufrago da Utopia
* * *

Queijo absolve PHA de racismo. De novo!

O Supremo garante a liberdade de expressão!
A propósito de informações parciais e que refletem o desejo incontido de calar o ansioso blogueiro, a excelente advogada Maria Elizabeth Queijo informa importante decisão da Justiça de Brasília:
“PHA foi absolvido, em primeiro e segundo graus, pelo crime de racismo.
Quanto à alegada injúria racial, a decisão no Tribunal não foi unânime e a matéria será rediscutida no próprio Tribunal, com o objetivo de ver reconhecida a liberdade de expressão, assegurada na Constituição.”
No Conversa Afiada
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Consulta Pública sobre Reforma Política

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IPCA de junho fica em 0,26%

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de junho apresentou variação de 0,26% e ficou abaixo da taxa de 0,37% de maio em 0,11 ponto percentual, constituindo-se no menor IPCA desde junho de 2012, quando chegou perto da estabilidade, com 0,08%. Com isto, a variação no ano foi para 3,15%, enquanto havia se situado em patamar inferior em igual período de 2012, com 2,32%. Considerando os últimos 12 meses, o índice ficou em 6,70%, acima dos 6,50% relativos aos 12 meses anteriores. A publicação completa da pesquisa pode ser acessada na página
http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/indicadores/precos/inpc_ipca/defaultinpc.shtm.
Continuando em desaceleração, o grupo alimentação e bebidas foi de 0,31% em maio para 0,04% em junho, o menor resultado desde julho de 2011, quando ocorreu deflação de 0,34%. Pela quinta vez consecutiva, o grupo ficou abaixo do mês anterior, mas o primeiro semestre fechou em 6,02%, acima dos 3,26% do primeiro de 2012. Os transportes exerceram forte pressão no índice do mês, tendo em vista que, da deflação de 0,25%, foi para a alta de 0,14%.
Alimentos (de 0,31% em maio para 0,04% em junho), remédios (de 1,61% para zero) e combustíveis (de –0,75% para –1,67%) tiveram forte influência no movimento descendente do IPCA de junho. No grupo alimentação e bebidas, vários produtos passaram a custar menos de um mês para o outro.
No grupo saúde e cuidados pessoais, que saiu de 0,94% em maio para 0,36% em junho, a principal influência veio dos remédios. Com preços estáveis em junho, após terem aumentado 1,61% em maio, os remédios, refletindo basicamente o reajuste de 04 de abril, completaram alta de 4,79% neste primeiro semestre do ano, acima dos 3,33% do ano anterior.
O grupo transportes, embora tenha acelerado de -0,25% em maio para 0,14% em junho, teve o preço da gasolina caindo ainda mais (de –0,52% para –0,93%) e do etanol (de –1,97% para –5,33%). Foram os mais expressivos impactos para baixo, a gasolina com -0,04 e o etanol com 0,05 ponto percentual, deixando o item combustível com queda de 1,67% e impacto de –0,08 ponto. Por outro lado, as tarifas dos ônibus urbanos lideraram os impactos em junho, com 0,07 ponto percentual, tendo alta de 2,61%, ao passo que em maio haviam caído 0,02%. A alta nas tarifas refletiu as variações no Rio de Janeiro (5,09%), cujo reajuste de 7,20% vigorou de 1º a 20 de junho; São Paulo (4,67%), com reajuste de 6,75% em vigor de 02 a 20 de junho; e em Goiânia (2,90%), dado o reajuste de 11%, que valeu de 22 de maio a 13 de junho. Quanto a Recife, houve queda de 1,44%, pois o valor que vigorava desde 06 de janeiro foi reduzido em 4,30% a partir do dia 20 de junho. Além disso, houve pressão das passagens aéreas (de -3,43% em maio para 6,71% em junho) e das tarifas dos ônibus intermunicipais (de –0,01% para 1,03%).
Ainda no sentido de contribuir para a desaceleração do IPCA de maio para junho, itens importantes no orçamento das famílias subiram bem menos de um mês para o outro. É o caso do item empregado doméstico (de 0,76% para 0,50%), mão-de-obra para pequenos reparos (de 1,94% para 0,35%) e artigos de limpeza (de 0,83% para 0,12%). Os artigos de vestuário passaram de 0,84% para 0,50%, enquanto os eletrodomésticos, que haviam subido 0,49% em maio, chegaram a apresentar queda de 0,56% em junho.
Dentre os índices regionais, o maior foi o do Rio de Janeiro (0,65%), onde os alimentos consumidos fora de casa aumentaram 1,64%. Houve pressão também dos ônibus urbanos (5,09%), que refletiram o reajuste de 7,20% vigente de 1º a 20 de junho. Os menores índices foram os de Belém (-0,07%) e de Curitiba (-0,01%). Em Belém, os preços dos alimentos caíram 0,61%, com impacto de -0,21 ponto percentual no índice da região. Já em Curitiba foram os combustíveis, que, com queda de 6,49%, exerceram impacto de -0,37 ponto percentual.
O IPCA é calculado pelo IBGE desde 1980, se refere às famílias com rendimento monetário de 01 a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte, e abrange nove regiões metropolitanas do país, além do município de Goiânia e de Brasília. Para cálculo do índice do mês foram comparados os preços coletados no período de 29 de maio a 28 de junho de 2013 (referência) com os preços vigentes no período de 27 de abril a 28 de maio de 2013 (base).
INPC variou 0,28% em junho
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) apresentou variação de 0,28% em junho, abaixo do resultado de 0,35% de maio em 0,07 ponto percentual. Com isto, a variação no ano foi de 3,30%, acima da taxa de 2,56% relativa a igual período de 2012. Considerando os últimos 12 meses, o índice situou-se em 6,97%, muito próximo à taxa dos 6,95% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em junho de 2012, o INPC havia ficado em 0,26%.
Os alimentos apresentaram variação de -0,10% em junho, enquanto os não alimentícios aumentaram 0,44%. Em maio, os resultados ficaram em 0,27% e 0,38%, respectivamente.
Dentre os índices regionais, o maior foi o do Rio de Janeiro (0,72%), onde os alimentos consumidos fora de casa aumentaram 1,62%. Houve pressão, também, dos ônibus urbanos (5,09%), que refletiram o reajuste de 7,20% vigente do dia 1º a 20 de junho. Os menor índice foi o de Belém (-0,10%), onde os preços dos alimentos chegaram a cair 0,62 %, com impacto de -0,24 ponto percentual no índice da região.
O INPC é calculado pelo IBGE desde 1979, se refere às famílias com rendimento monetário de 01 a 05 salários mínimos, sendo o chefe assalariado, e abrange nove regiões metropolitanas do país, além do município de Goiânia e de Brasília. Para cálculo do índice do mês foram comparados os preços coletados no período de 29 de maio a 28 de junho de 2013 (referência) com os preços vigentes no período de 27 de abril a 28 de maio de 2013 (base).
No IBGE
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Filho de Joaquim Barbosa é contratado pela Globo para programa de Huck

http://1.bp.blogspot.com/-w69sxyWgYAA/UdbClWbdgTI/AAAAAAABlao/jdABIXCUHFc/s640/images_cms-image-000323548.jpg

O mais novo contratado da produção do “Caldeirão do Huck” (Globo) é Felipe Barbosa, filho do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa. A Globo e fontes na produção da atração negaram para a coluna a recente contratação do rapaz. Disseram que ele foi apenas fazer uma visita ao Projac, no Rio.
Mais tarde, a emissora confirmou que Felipe fora mesmo contratado para um trabalho de pesquisa temporário no programa de Luciano Huck. O jovem é formado em comunicação social.
No Jornal da Mídia
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Charge online - Bessinha - # 1847

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Venezuela conmemora 202 años de su Declaración de Independencia

Venezuela firmó su Acta de Independencia el 5 de Julio de 1811
Los venezolanos conmemoran este viernes 202 años de su Declaración de Independencia, realizando una serie de actividades especiales que incluyen la izada de la bandera tricolor en el Panteón Nacional, un desfile cívico-militar en el popular Paseo Los Próceres de Caracas y una sesión solemne en el Parlamento.
Este año la fecha tiene otro motivo para conmemorar, los cuatro meses de la partida física del líder de la Revolución Bolivariana, Hugo Chávez Frías, motivo por el cual a las 16H25 locales (20.55 GMT) sonará una salva de artillería disparada desde el Cuartel de la Montaña de Caracas, instalación donde descansa el Comandante.
"A cuatro meses de tu partida Comandante, hemos convertido el dolor en fuerza de lucha y vida para seguir en la Batalla por nuestra Patria", escribió el presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, en su cuenta en la red social Twitter.
El mandatario destacó que "hoy cinco de Julio a 202 años de la declaración de Independencia tenemos Patria Bolivariana que nadie se equivoque Que Viva Bolívar Y Chávez".
La jornada conmemorativa comenzó a las 06H00 locales (10.30 GMT), cuando autoridades del Gobierno presidieron la izada de la bandera tricolor en el Panteón Nacional, en la ciudad capital, junto al sepulcro donde reposan los restos del Libertador Simón Bolívar.
Posteriormente la actividad se trasladará hasta la plaza Bolívar de Caracas, donde también se izará la Bandera nacional, tal como se realiza anualmente, precediendo a la sesión solemne del Parlamento.
La segunda vicepresidenta de la Asamblea Nacional, Blanca Eekhout, adelantó el día jueves que el orador de orden del acto de conmemoración por el Día de la Patria, a celebrarse en el hemiciclo del Legislativo, será el canciller Elías Jaua.
En horas de la tarde, el presidente Nicolás Maduro otorgará los ascensos de grados correspondientes a los oficiales superiores de la Fuerza Armada Nacional Bolivariana, en el emblemático Cuartel de la Montaña, también conocido ahora como Museo de la Revolución.
Seguidamente, el propio jefe de Estado presidirá el desfile cívico-militar que tendrá lugar en el monumental Paseo Los Próceres, una tradición que se celebra anualmente con motivo de la jornada patria.
En esta ocasión, las Milicias Obreras, cuya creación fue ordenada públicamente en mayo pasado por el presidente Maduro, desfilarán por primera vez este viernes. Dicho cuerpo civil forma parte de las Milicias Bolivarianas, que actualmente involucra a unas 500 mil personas.
El Comandante Chávez expresó en una ocasión que “todo el pueblo en Revolución debe defender su independencia y el territorio nacional. El pueblo se ha dado cuenta de que la única forma de alcanzar la defensa integral es el pueblo en armas, una corresponsabilidad del Estado y del pueblo".
El 5 de julio de 1811, el Congreso de Venezuela declaró solemnemente la emancipación nacional mediante el documento conocido como Acta de la Declaración de Independencia. En aquel entonces, representantes de las siete provincias pertenecientes a la entonces Capitanía General de Venezuela, reunidos en la Capilla Santa Rosa de Lima, en Caracas, hicieron patente la separación de la Corona española y establecieron la nueva nación.
No teleSUR

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O heroi da Veja diz que bandido bom é bandido morto

Maycon Freitas é a vanguarda do atraso.
Desequilibrado, agressivo e fanático: o heroi da Veja
Desequilibrado, agressivo e fanático: o heroi da Veja
Obtusidade? Má fé cínica? Ambas?
Faça sua escolha.
Tantos jovens brilhantes emergindo nos protestos, e eis que a Veja consegue escolher, para dar nas suas Páginas Amarelas, um certo Maycon Freitas que tem sido, justificadamente, chamado de ‘débil mental’ nas mídias sociais.
Maycon, segundo a Veja, teria se destacado nas manifestações do Rio.
Wellington diria que quem acredita nisso acredita em tudo, mas o ponto não é a liderança, ou pseudoliderança, que ele possa ter exercido.
São suas ideias, cruamente expostas em sua página no Facebook.
Uma mensagem conta quase tudo.
“Marcelo Freixo, vai dar meia hora de cu com o relógio parado e chupar um canavial de rola, seu filho da puta. Direitos humanos é o caralho, seu FROUXOOOOO!!!!!!”
Outra mensagem de Maycon afirma o seguinte: “Bandido bom é bandido morto”.
Maycon se declara presidente de uma certa UCC, União Contra a Corrupção.  Não se sabe direito o que ele faz quando você percorre sua página.
Numa hora, ele aparece vendendo dólares e aparelhos eletrônicos. Mas num vídeo que circula hoje pela internet ele diz, histericamente, ser funcionário da Globo.
Viaja muito, e publica fotos das viagens, muitas delas sem camisa. Diz ser faixa preta de alguma luta marcial, para enfrentar pessoas maiores.
Seu heroi, claro,  é Joaquim Barbosa, o “guerreiro”.
“Fique firme, suporte com galhardia e não esmoreça jamais”, escreveu ele sobre JB. “Toda a nação depende do senhor.”
Aprecia também o promotor paulista Rogério Zagallo, que recentemente sugeriu que a tropa de choque paulistana abrisse fogo contra manifestantes do MPL.
A terra de sua adoração são os Estados Unidos. Ele vibrou quando a família do jovem acusado em Boston não encontrou cemitério. “Por isso que sou fã dos EUA. Enterrar vagabundo é o cacete. Manda pro Brasil. Aqui vagabundo tem direito.”
O Brasil é um “país de merda”, por este tipo de coisa, composto por um “povo de merda”.
Em outro texto, ele diz: “E vai tomar no cu quem é a favor de direitos humanos”.
Ele diz que é vascaíno ao publicar uma foto de uma latinha de Coca Zero com a inscrição “Flamerda”.
Teme a ‘ditadura comunista’, bem como a ‘ditadura bolivariana’, e isso mostra que ele é, essencialmente, um homem assustado.
Importante notar: ele é irrelevante. Não influencia ninguém.
Seus posts no Facebook, pré-Amarelas, em geral não tinham nenhum comentário e nenhum “curti”.
Alguns raros tinham duas ou três manifestações, uma das quais vinha sempre de sua mulher, Cris.
Nada da mente fanática de Maycon apareceu na entrevista, feita pelo jornalista Álvaro Vale, ao qual ele agradeceu a gentileza no Facebook.
Álvaro é um jornalista de verdade? Se é, por que não confrontou Maycon com algumas de suas aberrações publicadas? Um dia talvez ele, Álvaro, se dê conta de quanto sua reputação se mancha ao fazer um jornalismo tão desonesto.
Você lê e se pergunta: é esse o Brasil que emergiu?
Só para a Veja.
Queremos um Brasil à imagem e semelhança de Maycon Freitas?
Talvez a Veja queira.
Mas os brasileiros de bem não querem isso.
Paulo Nogueira
No DCM

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