1 de jun de 2013

Para uma noite fria e chuvosa

Leia Mais ►

Em visita, Vice-Presidente dos EUA diz que Brasil é exemplo de democracia e se encanta com Dilma

Depois de uma noite gloriosa do Galo, que conquistou uma vaga na Libertadores, nem liguei que era feriado, acordei animadíssima, corri com as minhas emas e em seguida fui para o Palácio do Planalto receber Joe Biden, vice-presidente dos Estados Unidos.
Jonjon felicíssimo e emocionado em estar ao meu lado. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Jojoe felicíssimo e emocionado em estar ao meu lado.
Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Ele chegou super simpático, todo sorridente, parecia até garoto-propaganda de comercial de creme dental. Chegou cheio de intimidade, daí tive logo que dar um chega pra lá, falei (diálogos traduzidos do inglês):
“Vai com calma, meu querido, segura a sua onda… as críticas não me abalam e os elogios não me iludem, sou o que sou e não o que pensam. Por isso, menos conversa e mais ação…“
Ele: “Perdão, ó Soberana das Maravilhosas Terras Cortadas Pelo Grande Amazonas, mas não pude me conter… agora compreendo porque o Presidente Obama se empolga tanto quando fala da Senhora e te acha tão magnífica… estamos ansiosíssimos para a sua visita em outubro.”
Eu: “Ah, foi até bom você tocar nesse assunto. Fiquei sabendo que vai rolar uma jantinha, né? Bom, eu não sou fresca pra comer sabe, mas assim, eu não como sem feijão, fico com uma fraqueza, dá até dor de cabeça… fala pro Obama colocar Michelle pra cozinhar, mas sem louro porque me dá azia…“
Ele: “Não, claro. Pode deixar, seu desejo é uma ordem!“
Eu: “Acho bom mesmo… mas desembucha, pra que você veio!?“
Jonjon: “Então Dilminha, primeiramente gostaria dizer que és uma líder que olha com o foco de raio laser para as questões que são mais importantes para o povo brasileiro, é uma verdadeira inspiração. Temos muito a aprender com vocês. A mágica do que está acontecendo aqui, a parte mais incrível da história do Brasil nos últimos 15 anos, é que vocês demonstraram para o mundo, e boa parte do mundo está lutando contra esse problema, que não é necessária a falsa escolha entre desenvolvimento e democracia. Vocês são um exemplo de democracia…“
Euzinha já ficando sem paciência, olhei pra ele, ergui o queixo e sonorizei: “Hum…!?“
Daí ele olhou para mim meio sem graça e falou: “Então, estava pensando comigo e acho que os vistos americanos para brasileiros demoram muito sabe? Acho que o ideal é que sejam emitidos em 3 dias. E também acho que a gente tem que estar mais ‘junto e misturado’, como vocês falam aqui, nas relações de comércio bilaterais. Enfim, este é um país maravilhoso e sua Presidenta não poderia ser diferente. Todo o povo americano aguarda ansiosamente a senhora em outubro…“
Respondi sincera: “Imagino… enfim, também acho que temos muito o que conversar. Temer vai discutir contigo o bagulho da nossa cadeira permanente na ONU.”
Ele: “Claro, por sinal. Achei bem curiosa essa bandeira aqui atrás entre as bandeiras de nossas nações. É bonita, o que significa?“
Euzinha orgulhosa: “Ah sim, é a bandeira do meu Galo. O Atlético Mineiro é o Brasil na Libertadores!“
Peguei a bandeira do Galo e comecei a rodopiar e sambar ao som de “Vou Festejar” da Beth Carvalho enquanto todos aplaudiam.
Euzinha com Jon Biden no orkontro Presidencial no dia seguinte da conquista do Galo. Foto: Wilson Dias/ABr | Arte: dilmabolada.com
Euzinha com Joe Biden no orkontro Presidencial no dia seguinte da conquista do Galo.
Foto: Wilson Dias/ABr | Arte: dilmabolada.com
ÊTA PRESIDENTA RECEPTIVA!!!
Brasil, país rico é país que prativa a política da boa vizinhança.
No Dilma Bolada
Leia Mais ►

Um recorde após outro. E a Petrobras “em crise”?

 
A “crise” da Petrobras, que insistentemente tem sido propagandeada pela mídia, é real? É apenas uma jogada de negócios.
Esta semana, a empresa apresentou resultados extraordinários, que pouca repercussão tiveram na imprensa.
A produção de petróleo cresceu 4,2%, recuperando a redução provocada, no mês anterior, por paradas de manutenção em algumas plataformas, um processo que não terminou e que é vital para a segurança operacional dos campos.
O pré-sal bateu recorde de produção, com 311 mil barris diários. E que logo irá cair também, com a entrada em operação plena do navio Cidade de Paraty, este da foto,que vai interligar e colocar em produção os poços do campo de Lula Nordeste, que progressivamente atingirá 120 mil barris diários de petróleo. Mais 11 novas plataformas entrarão em operação para a produção do pré-sal até o fim de 2016 e a produção de petróleo operada pela Petrobras na camada pré-sal,em 2017, passará de um milhão de barris de petróleo diários.
E o refino, que depende de forma vital da conclusão do Comperj,  em Itaboraí, e da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, também atingiu recorde, com 2,17 mil barris/dia processados, sem aumento nas plantas de produção.
O discurso entreguista, que não funcionou em relação ao petróleo em 60 anos, agora apela para uma suposta “partidarização” da Petrobras, que a estaria tornando ineficiente.
Mas ineficiente em que, diante de seus resultados?
O jogo é outro, e visa enfraquecer o controle brasileiro sobre o pré-sal.
Que está garantido, como já se demonstrou aqui.
E que representa uma galinha dos ovos de ouro em que todos querem botar a mão.
Fernando Brito
Leia Mais ►

“Tucanos perderam a sintonia com a maioria da população brasileira”

 
“Os tucanos perderam sintonia com a maioria da população brasileira”.
Ao contrário do que eles dizem, o governo Lula rompeu com a política econômica de Fernando Henrique Cardoso.
Lula, em certa medida, tornou real o sonho de Celso Furtado em relação ao desenvovimento regional.
Os números do PIB não dizem tudo sobre a economia brasileira, que durante a ditadura militar chegou a crescer 12% sem que a população em geral tirasse proveito disso.
As opiniões são de Luiz Dulci, que foi ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República e hoje é diretor do Instituto Lula. Recentemente, ele lançou o livro Um Salto para o Futuro, no qual defende a tese do rompimento que contraria a opinião da maioria dos jornalistas econômicos da grande mídia — segundo a qual Lula apenas deu continuidade às políticas de FHC.
Dulci admite que não houve rompimento na política monetária, mas sustenta que isso aconteceu nas políticas sociais, externa e no papel assumido pelo Estado na economia.
Ele diz que o crescimento médio durante os dois mandatos do governo Lula foi de 4,4%, contra 2,2% de FHC. Sustenta que quando se trata do PIB não se deve olhar apenas para o número frio, mas para a qualidade do crescimento. Nos 12% de crescimento da ditadura militar o Brasil se tornou mais desigual, afirma Dulci. Agora, não.
O ex-ministro argumenta que a oposição partidária ao governo de coalizão do PT — e aqui ele estende o comentário aos adversários do governo Dilma — está “presa aos dogmas do neoliberalismo”, apesar da crise econômica de 2008 ter resultado no questionamento dos fundamentos do modelo. Daí, o fracasso eleitoral recente dos tucanos. Segundo Dulci, eles teriam perdido a sintonia com a maioria dos eleitores.
Sobre a argumentação de que o governo Lula teria apenas tirado proveito da valorização internacional das commodities, outro argumento brandido pelos tucanos, o ex-ministro rebate exemplificando com o conjunto de iniciativas econômicas de Lula.
As empresas públicas estavam proibidas de investir no final do governo FHC, diz. O crédito, que era de 300 bilhões de reais no conjunto da economia, se multiplicou para atingir R$ 1,5 trilhão atualmente. Foram gerados 15 milhões de empregos com carteira assinada. Os aumentos do salário mínimo — que os tucanos condenavam alegando que poderiam falir a Previdência Social — injetaram R$ 60 bilhões no mercado interno.
Para Dulci, Lula criou um “novo modelo de desenvolvimento econômico” para se contrapor ao neoliberalismo, provocando a saída de 28 milhões de pessoas da extrema pobreza e colocando 38 milhões na classe trabalhadora, muitos dos quais nas chamadas “novas classes médias”.
Na História do Brasil, isso só tem paralelo na era de Getúlio Vargas, escreve Dulci.
Destaca, também, que o Brasil se tornou menos desigual, inclusive regionalmente.
Apesar do impacto inegável do Bolsa Família no Nordeste, ele lembra que a duplicação dos portos de Suape e Itaqui, a construção de 900 km da ferrovia Transnordestina, a duplicação da BR 101 e a construção de 4 das 5 novas refinarias da Petrobras na região são fatores importantes para a dinamização da economia local.
Segundo Dulci, o neoliberalismo extinguiu a Sudene, engavetou os planos de desenvolvimento regional e sucateou o Banco do Nordeste. No último ano do mandato de FHC, o banco emprestou 300 milhões de reais, mas chegou aos R$ 9 bilhões no período equivalente do governo Lula.
Para o ex-ministro, é preciso comparar números: sob Lula, os mais pobres tiveram um aumento de renda que foi o triplo do obtido pelos mais ricos. No Nordeste, o número de empregos com carteira assinada aumentou mais que no Sudeste, o que segundo ele demole a argumentação dos tucanos de que o crescimento da região baseou-se apenas nas transferências de renda do Bolsa Família.
Luiz Carlos Azenha
No Viomundo
Leia Mais ►

#PSDBNuncaMais bombou na internet

 
O programa do PSDB em rede nacional de rádio e tevê na quinta-feira (30), que cinicamente apresentou os tucanos como campeões da justiça social no país, recebeu uma resposta incisiva dos internautas. Na mesma noite e no dia seguinte, a hashtag "psdbnuncamais" bombou nas redes sociais e ocupou os primeiros lugares do "Trending Topics Brasil". O fato curioso foi registrado até pelo jornalista Fernando Rodrigues, da Folha.
O colunista do jornal tucano ainda tentou desqualificar a iniciativa, afirmando que "a hashtag foi articulada de maneira bem organizada por militantes ou simpatizantes petistas, incluindo o próprio perfil do PT". Pouco depois, ele mesmo corrigiu a sua incorreta informação. "O blog esclarece que o perfil @ptnacional não é o oficial do PT. É do PT, como está escrito, no sentido de ser alimentado por simpatizantes da legenda".
Para o jornalista da Folha, o surpreendente sucesso da hashtag "psdbnuncamais" deveria servir de alerta aos tucanos: "Fica claro que o PSDB e Aécio Neves têm de se preparar mais para entrar no ringue das redes sociais contra os petistas, um grupo muito mais coeso e preparado para esse tipo de embate". Também deveria servir para mostrar que internautas não são bobos e não aceitam as bravatas da legenda, conhecida por sua visão elitista e antidemocrática, contrária aos anseios populares.
Leia Mais ►

2013 apresenta sua arquitetura imperial

Na última sexta-feira apareceu na caixa de correspondência uma linda revista. Recheando a capa com foto de alguma paisagem e letras em alto relevo, matérias bem escritas sobre temas como ‘bem-viver’, entrevista com o prefeito de Porto Alegre, o mercado imobiliário da cidade, sustentabilidade e lançamentos de imóveis.
Um desses imóveis chama a atenção: um novo condomínio em área nobre da cidade... um apartamento com 333 metros quadrados, algumas tantas vagas na garagem e demais benesses de quem almeja viver num cenário tipo Grande Gastsby. Não está anunciado o preço, mas está posta a planta. E na análise dela se vê que o nobre arquiteto faltou algumas aulas básicas ou foi retirado pelos construtores de alguma tumba anterior à libertação dos escravos.
Foto da suíte e dependência de serviço
O desenho do imóvel mostra uma suíte master - a do casal que sabe-se lá de onde tira dinheiro para comprar tal ‘bem’ – onde só a parte de dormir e vestir tem mais de 37 metros quadrados. O banheiro da suíte, conforme tendência ‘moderna’ de prezar pela intimidade das partes associadas cartorialmente em casamento, é um espaço de mais de 15 metros, dividido em privada e bancada com pia e ducha de um lado, privada e bancada com pia e ducha do outro. Uma meia parede e, unindo as duas privacidades, uma enorme banheira de hidromassagem. Suíte de fazer inveja às instalações residenciais na nobilíssima Petrópolis do século XIX, pois naqueles tempos imperiais, o coroado D. Pedro tinha que andar uns bons 600 metros para banhar-se, na Casa das Duchas.
Essa dependência do casal limita-se por parede (dupla ou tripla, imagino) com a dependência completa da empregada, composta por vastos 3,84 metros no quarto (menor que a cama king size do quarto principal e que a banheira de hidro da suíte) e 2,88 no banho. Um latifúndio para quem passou o dia cozinhando, limpando, arrumando, lavando, dobrando... guardando enfim a imagem ostensiva da nobre família, que precisa de 15 metros para suas necessidades humanas. Ao que parece gente assim também precisa de um lugar – enorme- para mijar, cagar e limpar-se, e não menos que 30 para dormir depois de um dia exaustivo, onde uma das preocupações certamente foi descobrir forma de burlar a legislação para não pagar os 8% de FGTS para ‘aquela empregada’.
Bem vindos, nobres compradores. Parabéns, nobres modernos arquitetos que conseguem desenhar Orwell.
Foto de Marc Ferrez, de Navio Negreiro em 1882
Denise Queiroz
No Tecedora
Leia Mais ►

Suplicy e os partidos de mentirinha

http://2.bp.blogspot.com/_5QBjics7cRc/SAdD8d7TaaI/AAAAAAAAASk/a2-NwIvJ3_c/s400/suplicy_boxe.jpg 
A turma que adora dizer que o Brasil só tem partidos de mentirinha resolveu adotar Eduardo Suplicy.
O PT não quer dar a Suplicy, mais uma vez, legenda para disputar o Senado em 2014.
Os adversário de Lula, que resolveu encampar um pedido de largas fileiras do PT, dizem que isso é inaceitável e antidemocrático.
Suplicy, um dos mais achincalhados políticos brasileiros desde o tempo em que Paulo Francis lhe deu o apelido de Mogadon, ameça ser entronizado no altar das vítimas do PT.
Suplicy é um parlamentar de grandes méritos. Seu projeto de renda mínima – sempre ridicularizado pela imprensa conservadora – é um dos avôs ideológicos do Bolsa Família. O senador já mostrou, também, uma postura corajosa em vários momentos da história do país.
Mas vamos com calma. Em defesa de sua história e sua identidade muitos petistas consideram que Suplicy tem uma atuação sob medida para transformar o PT num partido de mentirinha.
Acusam o senador de sempre priorizar seus interesses eleitorais – que, no dia a dia, se traduzem num esforço para sair bem na foto dos jornais e revistas a qualquer preço - mesmo que isso prejudique o partido.
Há exemplos antigos e novos. O mais lembrado envolve a assinatura a favor da CPI do mensalão, que ajudou a oposição a colocar Lula contra a parede.
Você até pode achar que Suplicy tinha o direito de apoiar a CPI, que estava em dúvida e tudo mais.
Também pode achar que um senador, representante do partido, eleito com apoio do presidente e de toda bancada de deputados, prefeitos, vereadores, pode até ficar em dúvida e ter divergências.
Mas tem obrigação de tentar resolver e discutir dentro do partido. Não pode, numa hora dessas, dar conforto ao inimigo.
Grande esperança verde para formar uma frente de candidatos para garantir um segundo turno contra Dilma em 2014, Marina Silva também recebeu o apoio amigo de Suplicy quando os petistas resolveram criar regras há muito reclamadas pelos nossos sábios políticos para estabelecer normas estáveis para distribuição de recursos e tempo na TV a novos partidos.
Vamos combinar que nenhum partido sobrevive sem uma certa unidade de ação. Sem essa unidade, pode-se até fundar uma ONG, mas não há como participar do debate político e defender interesses de forma clara.
Não sou petista.
Com todo respeito que Eduardo Suplicy merece, é preciso avaliar quanto ele dedica a si próprio – e quanto dedica ao partido. Este é o debate.
Leia Mais ►

Mujeres latinas fueron esterilizadas forzosamente en EE.UU. décadas atrás

En California se hicieron cerca de 20 mil esterilizaciones en
 instituciones psiquiátricas bajo el pretexto de que las
pacientes eran “discapacitadas en su desarrollo”.
Pacientes con apellidos hispanos internados en asilos e instituciones psiquiátricas del estado de California, al oeste de Estados Unidos, fueron esterilizadas en tasas desproporcionadas que van del 20 al 30 por ciento, según una investigación de la Universidad de Michigan que indagó sobre este procedimiento discriminatorio practicado bajo la Ley de Eugenesia.
La investigación cuantitativa fue realizada por la profesora de Obstetricia y Cultura Alexandra Minna Stern y la estudiante de postgrado de Estudios Latinos Natalie Lira, quienes analizaron la cantidad de solicitudes de esterilización procesada en California por los superintendentes de las instituciones estatales.
Los resultados de la investigación registraron que hasta un tercio de las aproximadamente 60 mil esterilizaciones llevadas a cabo en 32 estados estadounidenses correspondían a personas con apellidos hispanos, bajo leyes discriminatorias vigentes entre 1907 y 1980, lo que refleja una discriminación étnica y racial en los procedimientos de esterilización.
En California se practicaron cerca de 20 mil esterilizaciones en instituciones psiquiátricas, bajo el pretexto de que las pacientes eran “discapacitadas en su desarrollo”, ocurridas entre 1922 y 1952 bajo la Ley de Eugenesia de 1909, anulada recientemente en 1979.
En tanto, en Carolina del Norte (este) se demostró que las esterilizaciones eran desproporcionadas en mujeres afroamericanas, y en la ciudad de Alberta (este de Canadá) las tasas más altas correspondían a las mujeres de los pueblos indígenas.
Stern realizó la investigación para registrar el legado de la eugenesia en la California contemporánea y la lucha de las mujeres por sus derechos reproductivos en la nación norteamericana.
Actualmente, la investigadora planifica la creación de un archivo digital de gran escala “que permita hacer que esta historia sea ampliamente accesible” al colectivo.
Asimismo, explicó que la esterilización forzada usó como argumentos que las mujeres presentaban desviaciones sexuales, padecían epilepsia, eran madres solteras adolescentes sin apoyo o tenían cociente intelectual por debajo de 70.
La mayoría de las jóvenes esterilizadas en California eran de origen mexicano, que por su carácter de migrante, a través de la frontera, sufrían trastornos y no tenían acceso a la educación.
El consulado mexicano y la Iglesia Católica expresaron su oposición y las familias mexicanas de las menores esterilizadas fueron quienes llevaron los casos a los tribunales.
La eugenesia, que tiene como fin mejorar la especie humana, fue una corriente del pensamiento médico y social que tuvo vigencia en las últimas décadas del siglo XIX en estudios académicos, sociedades médicas y políticas de salud pública.
Leia Mais ►

Copa 2014: Campanha para aterrorizar turistas

Brasil x Brazil

capitalism isnt working 
“Capitalism isn’t working”, gritam milhões de europeus sobre a crise que arrasa a economia de meio mundo desde 2008. O destino da humanidade é algum formato de socialismo. Como e quando isso se dará é outra história.
E a história dá voltas. Se há um obstáculo que a impede de fluir na direção do equilíbrio social, repete o ciclo até conseguir. Leve o tempo que levar. É o caso das esquerdas sul-americanas. Golpes de estado, ditaduras, perseguição e assassinatos, censura, opressão… só adiaram a necessidade dos governos se voltarem para o resgate da cidadania de milhões.
Por que eu me preocupo com essas questões que nem atingem a mim, meus familiares e amigos? Por que eu luto para que milhões de pessoas que não conheço e jamais vou conhecer recebam algum tipo de vantagem por parte do governo? O que eu tenho a ver com o Zé que mora na favela e tem 5 filhos pra criar? Por que eu não vivo minha vida, cuidando de mim e dos meus, e que o resto que se dane?
Porque me incomoda demais que essas milhões de pessoas desconhecidas vivam na miséria. É questão de dignidade, amor próprio. É essa minha consciência, que não admite que eu me conforme com a “sorte e destino alheios”. Poderia sair por aí distribuindo sopa pra morador de rua. Mas não sou Madre Tereza. Sei que a desigualdade social abismal em que vivemos tem origem e pode ser revertida na origem.
Nossa ditadura durou 21 anos e os governos militares foram um fracasso total. Endividaram o país, aprofundaram os abismos sociais, aparelharam a mídia em nome da Casa Grande e deixaram a senzala à sua própria sorte. E aqui estamos, novamente, correndo o risco de regredir, por conta da orquestração midiática aliada a grupos fascistóides que encrustaram-se nas fileiras do PSDB. O “plano” é desalojar o PT do poder a qualquer custo. Seja através do STF, seja através da desconstrução de todos os índices que gritam que o Brasil é um dos poucos países que melhor enfrentam a crise mundial.
Há que se admitir que depois de tantas lambanças do tipo “bolinha de papel”, os reaças se organizaram e mostram um teco de disciplina na conspiração atual. Enquanto a realidade mostra ao povo um país que tirou milhões da miséria absoluta, a ficção midiática mostra um país à beira de todo tipo de catástrofes.
Uma das frentes de ataque ao governo trabalhista do PT é a teoria segundo a qual, “trair e inflacionar, é só começar”. A mídia, instruída por alguma central golpista oculta, tenta resgatar e instalar a cultura da inflação para desestabilizar a economia – que é o pilar principal de sustentação do atual governo.
Outra vertente é a campanha “somos vira-latas sim, milorde e nos desculpamos pela arrogância de querer sediar os maiores eventos esportivos do planeta”. Aí está a chave do futuro próximo: a Copa do Mundo e as Olimpíadas. É curioso. O Brasil, eterna pátria dos melhores jogadores de futebol do planeta, é desqualificado por sua própria imprensa para realizar a competição. E quando algum jogador brasileiro se mostra acima da média, deve ser exportado o mais rápido possível. Somos vira-latas. Não merecemos que jogadores como Neymar insistam em permanecer no Brasil. Não merecemos, também, que o governo atual seja a marca da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016. Pior ainda: Deus nos livre de ganharmos essa Copa e de termos o melhor desempenho da história nos Jogos Olímpicos de 2016!
Não duvido nada que grupos similares ao CCC de 1968 estejam preparando “acidentes” para desmoralizar o país na Copa das Confederações. Não duvido nada de que esses grupos estejam por trás da boataria sobre o fim do Bolsa Família. A única dúvida que tenho é se eles terão sucesso em sua empreitada.
 
Leia Mais ►

Professor é preso por atentado gravissímo ao pudor

Leia Mais ►

Extermínio de ornitorrincos no Brasil

Laulo Lobelto Cequinel, O Ornitorrinco
As coisas funcionam assim:
Um domingo a Veja denuncia que o governo teria pronto um plano para eliminar todos os ornitorrincos do território nacional.
À noite, o Fantástico, com uma reportagem cheia de detalhes, dando a impressão que já a tinha preparada, rogando aos espectadores para que façam algo para parar o extermínio. E, enquanto soa uma música dramática de fundo, diz que não façam por cada um de nós, mas pelos ornitorrincos.
No dia seguinte, a Folha intitula: "Feroz investida do governo contra os ornitorrincos". "Ameaça de extinção"
Na terça, o Jô coloca a pergunta: Vão desaparecer os ornitorrincos? Como os brasileiros não reagem frente à extinção dos ornitorrincos?
Miriam Porcão fala da escassez dos ornitorrincos, com seus reflexos na inflação e na pressão para novo aumento da taxa de juros.
FHC escreve sobre a indiferença do Lula e a incompetência gerencial do governo para proteger a vida de um animal que marcou tão profundamente a identidade nacional como o ornitorrinco.
Aécio diz que está disposto a por em prática um choque de gestão, similar ao que realizou em Minas, onde a reprodução dos ornitorrincos está assegurada.
Marina diz que a ameaça de extinção dos ornitorrincos é parte essencial do plano do governo da Dilma de extinção do meio ambiente. Que assim que terminar de conseguir as assinaturas para ser candidata, vai apelar a organismos internacionais a que intervenham no Brasil para evitar a extinção dos ornitorrincos.
Marcelo Freixo denuncia que são milícias pagas pelo governo os que estão executando, fria e sistematicamente, os ornitorrincos.
Em editorial, o Estadão afirma que o extermínio dos ornitorrincos faz parte do plano de extinção da imprensa livre no Brasil e que convocará reunião extraordinária da SIP para discutir o tema.
Um repórter do Jornal Nacional aborda o ministro da Agricultura, perguntando os motivos pelos quais o governo decidiu terminar com os ornitorrincos, ao que o ministro, depois de olhar o microfone, para saber se é do CQC, respondeu: Mas se aqui não há ornitorrincos! O repórter comenta para a câmera: No governo não querem admitir a existência do plano de extermínio dos ornitorrincos, que já está sendo posto em prática.
Começam a circular mensagens na internet, que dizem: "Hoje todos somos ornitorrincos" e "Se tocam em um ornitorrinco, tocam a todos nós".
Heloisa Helena declara que os ornitorrincos são só o princípio e que o governo não tem limites na sua atuação criminosa, os coalas e os ursos pandas que se cuidem.
Uma ONG com sede em Washington lança uma campanha com o lema: "Fjght against Brazilian dictatorship!! Save the ornitorrincs!!"
O Globo, Folha e o Estadão com a mesma manchete: Sugestivo silêncio da presidente confirma culpabilidade.
Colunista do UOL diz que, de fonte segura, lhe disseram que o governo, diante da péssima repercussão do seu plano de exterminar os ornitorrincos, decidiu retroceder.
Todos os jornais editorializam, no final da semana, que os ornitorrincos do Brasil estão salvos, graças à heroica campanha da imprensa livre.
(Este artigo é a simples tradução e adaptação dos nomes para personagens locais, de um texto que corre nas redes da Argentina. As coisas funcionam assim lá e aqui)
Emir Sader
No Blog do Emir
Leia Mais ►

10 anos de governos pós-neoliberais no Brasil: Lula e Dilma


Na última década, o Brasil percorreu tão rapidamente caminhos desconhecidos em sua história que ainda não se deu conta de que uma nova geração já perdeu a referência do passado. Antes, a realidade desse país deprimido por um histórico complexo de vira-latas era caracterizada por desigualdade social crônica, inserção na política internacional nula e, sobretudo, desambição e um ceticismo em relação ao futuro.
O brasileiro jovem já incorporou à sua vida a educação superior, o direito ao emprego formal, a possibilidade de ascensão social e, sobretudo, uma vida sem fome. A maioria das crianças cujas famílias ascenderam das classes mais miseráveis nesses dez anos nunca passou por uma realidade de fome como a vivida por seus pais. E a maioria dos jovens que hoje ocupa os bancos das universidades superou uma situação de miséria na tenra infância e terá a oportunidade de dar aos seus filhos uma infância muito melhor que a que teve.
Dez anos após o início do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, em 1o de janeiro de 2013, a inteligência brasileira de esquerda vive também um momento único: o de refletir sobre o que deu certo nesse período. O outro dado novo na vida desse segmento do pensamento brasileiro é o de que ele se debruça sobre os desafios do futuro com a perspectiva de uma segunda década de continuidade de gestões progressistas, conquistadas pelo voto direto e secreto. Neste momento histórico, também a via democrática, opção feita pelas esquerdas brasileiras na década de 1980, está em debate depois de uma década de grandes acertos viabilizados por uma trajetória de luta, é certo, mas fundamentalmente pela intuição e pragmatismo do presidente eleito por essas forças.
Este livro se inicia com uma entrevista com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e reúne reflexões de alguns dos melhores pensadores brasileiros. É uma proposta de aprofundamento das discussões sobre os governos Lula e Dilma Rousseff pela ótica progressista e pela perspectiva da continuidade.
O debate é fundamental para o futuro. Como diz Lula no primeiro capítulo, “não se muda gerações de equívocos em apenas uma geração”. Isso requer ainda muita reflexão e muito trabalho.
Maria Inês Nassif
Download

No Flacso Brasil
Leia Mais ►

Balneário Camboriú terá 1ª Marcha da Maconha

 
O Instituto da Cannabis e o Coletivo Marcha da Maconha Balneário Camboriú anunciam a 1ª Marcha da Maconha na cidade.
A passeata está marcada para acontecer no dia 9 de junho, às 14h, a partir da Praça Almirante Tamandaré. Haverá breves discursos de professores, psicólogos e convidados.
Em seguida os participantes pretendem rumar até a Barra Norte, na primeira marcha “pé na areia do Brasil”. No Pontal Norte deverá acontecer shows de bandas como da já confirmada Hipertensos, de Balneário Camboriú, além de exposições de arte.
Estarão presentes representantes do Instituto da Cannabis de Florianópolis e de Balneário Camboriú, para a formalização de cadastros de sócio do InCa.
Segundo os organizadores, o objetivo é fazer um movimento pacífico em defesa da descriminalização da maconha.
A passeata de Balneário Camboriú já está no calendário nacional de marchas.

Prefeito Piriquito não liberou a Marcha da Maconha em Balneário Camboriú

O único Piriquito careta que não gosta do verde
Através da assessoria de imprensa, o prefeito Edson Renato Dias (Piriquito) (PMDB) declarou que não liberou a realização da Marcha da Maconha em Balneário Camboriú, contestando matéria publicada pelo jornal Diário do Litoral, desde quarta-feira (29).
De acordo com a assessoria da prefeitura, o prefeito teria comentado apenas que o Supremo Tribunal Federal assegurou por unanimidade que “direitos constitucionais de reunião e de livre expressão do pensamento garantem a realização dessas marchas no Brasil”.
Piriquito afirmou que sequer chegou em seu gabinete “qualquer solicitação por quem quer que seja”.
Ele também aproveitou para adiantar que “se o evento realmente acontecer e houver atos fora da lei, tais como consumo de qualquer substância entorpecente ou apologia à droga no encontro”, haverá interferência da Guarda Municipal e pedido de reforço junto à Polícia Militar.
Em Balneário Camboriú, a Marcha da Maconha está marcada para o dia 09/06, inicia na Praça Almirante Tamandaré e segue em direção ao Pontal Norte, onde haverá shows de bandas.
No Página3
Leia Mais ►

Parada Gay de São Paulo terá campanha contra os 'infelicianos'

Cena da Parada GLBT paulistana: mais que festa,
um ato político por reconhecimento de direitos
São Paulo – No domingo (2) ocorre a 17ª Parada do Orgulho LGBT , em São Paulo. Considerada a maior do gênero no mundo, a Parada do Orgulho Gay terá como tema este ano "Para o armário nunca mais", com foco na luta contra o retrocesso dos direitos adquiridos pela comunidade LGBT até agora.
"Não aceitamos esse retrocesso e não voltaremos para a invisibilidade. É uma campanha contra os 'infelicianos' que estão no poder", diz o presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT, Fernando Quaresma, em referência a Marcos Feliciano, deputado federal (PSC) que colocou na pauta da Comissão de Direitos Humanos da Câmara a votação do projeto chamado de "cura gay".
Em entrevista à Rádio Brasil Atual, Quaresma diz que um dos objetivos da Parada é dar visibilidade ao movimento LGBT e promover uma marcha contra a desigualdade social. "Ao passar dos anos, a sociedade aderiu e conseguimos reunir milhões de pessoas nas ruas. Tivemos avanços, como o direito de estar no plano de saúde do parceiro, além da união civil e o casamento. Agora, caminhamos para ter uma lei anti-homofobia", diz Quaresma, em referência ao Projeto de Lei 122/2006, proposto pela deputada Iara Bernardi (PT-SP), que prevê punição para crimes motivados por homofobia no país.
Além de reunir políticos como o prefeito Fernando Haddad (PT) e o governador Geraldo Alckmin (PSDB), a parada deste ano contará com shows de Ellen Oléria e Daniela Mercury, que se tornou figura importante para o movimento LGBT após anunciar sua união com a jornalista Malu Verçosa. Daniela fará o show de encerramento da Parada.
A 17ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo começa a partir das 12h, na Avenida Paulista, de onde os manifestantes seguem até a Praça da República.
No Rede Brasil Atual
Leia Mais ►

Tucano Álvaro Dias confessa ser contra o Bolsa Família

Em entrevista ao programa Roda Viva, o senador Álvaro Dias (PSDB/PR) revelou o pensamento tucano sobre o programa Bolsa-Família:
"O Bolsa Família não tira ninguém da miséria. Mantém na miséria, porque ESTIMULA A PREGUIÇA, inclusive... há gente que não quer trabalhar porque não quer ter carteira assinada para não perder o Bolsa Família" - disse o tucano.
Marília Gabriela, cujos patrões no Roda Viva é o governo tucano do Estado de São Paulo, entrou em pânico com a mancada, e soou o gongo antes da hora, impedindo o tucano de divagar mais suas idéias preconceituosas de tucanos que não gostam de pobres. Se deixasse o senador falar mais um pouco acabaria chamando de "bolsa-esmola".
Repare com Reinaldo Azevedo (Veja) até abaixa a cabeça, desolado...
Álvaro Dias, era líder do PSDB no Senado, por isso falava pelo partido.
E foi o candidato "puro-sangue" a vice-presidente de José Serra (PSDB/SP), por um dia, nas eleições de 2010, até ser substituído por Indio da Costa (ex-DEMos/RJ).
Como senador ocioso, que não produz nada para o país, pelo contrário, atrapalha conspirando contra o governo escolhido pelo povo, ganha R$ 26 mil por mês, e tem a cara-de-pau de chamar de preguiçoso uma pessoa do bolsa-família que recebe algo entre R$ 32,00 e R$ 70,00 per capta.

Leia Mais ►

Tributo de Veja exalta um Civita que não existiu

:
Edição especial da revista dedicada ao empresário Roberto Civita destaca um editor equilibrado, que "abominava os extremos na política" e pregava a "busca honesta da verdade"; obituário feito pela revista Forbes, no entanto, aponta a Abril como uma das casas editoriais mais odiadas do Brasil, em razão da opção pela direita radical e de sua oposição clara ao Partido dos Trabalhadores
Dificilmente, seria diferente. Mas já que Veja decidiu dedicar uma edição especial ao seu criador Roberto Civita, faltou aplicar critérios jornalísticos à apuração. Das dezenas de páginas escritas sobre o ex-presidente da Editora Abril, falecido há uma semana, emerge um editor equilibrado, apaixonado pela verdade e sem inclinações políticas ou partidárias.
No 247
Leia Mais ►

Charge online - Bessinha - # 1804

Leia Mais ►

Nicolelis perde a paciência com o PIG

Eduardo Guimarães
Leia Mais ►

Aécio mira Campos e diz: a direita sou eu!

 
O programa de ontem do PSDB deixou clara a aposta dos tucanos no terrorismo inflacionário, como forma de ressuscitar politicamente na mídia, reocupando o espaço de alternativa à sucessão o qual vinha sendo ocupado o governador de Pernambuco, Eduardo Campos.
Para isso, Aécio não foge de um figurino de Collor, Parte 2 – O Bam-Bam-Bam das Alterosas: apresentar-se como o novo, o jovem, o inimigo intransigente da inflação que ameaça o povo brasileiro, que estaria se aproveitando da leniência do Governo com a disparada de preços.
Até para o tomate a dez reais apelou. Só faltou mostrar a capa da Veja, embora ele não deva ir a supermercados para saber que o “vermelhinho” já voltou ao preço normal.
Não é Aécio quem faz a “onda inflacionária”, mas está  perdendo o juízo quando aposta tudo em surfá-la.
Talvez tenha se esquecido do que lhe disse o avô, Tancredo, quando o iniciou na política: “você não quer largar a vida de surfista e conhecer direito a sua terra?”. [Também pode ficar com essa outra informação aqui. Nota deste ComTextoLivre]
Quando uma pessoa fala o que não combina com o que pensa, é preciso ter dotes de ator para não ficar inverossímil.
Um “Aécio-que-rosna” é tão inacreditável quanto um “José Serra-que-ri”.
Serra era – e é – um agente ideologicamente ligado ao capitalismo financeiro e a candidatura presidencial, para ele, sempre esteve ligada ao desejo ideológico de servi-lo, enquanto Aécio é apenas um político convencional, mais interessado em galgar postos do que em projetos econômicos. Fica ali pelo “xoque de jestão” e não vai muito além disso.
Aécio está se “ajeitando para ser chutado”. Lula só não entrou ainda no jogo porque acha que ainda não é a hora de bater nem em Neves nem em Campos. Os dois têm um imenso telhado de vidro, pois governaram anos com Lula presidente e este sabe bem onde os seus calos apertam.
Para tomar o lugar de Campos na mídia e oferecer-se como a cara da direita, este figurino brucutu-bonitinho que Aécio está vestindo, talvez sirva. Para esvaziar os potes “até aqui de mágoa” de Serra e Geraldo Alckmin, é duvidoso.
Mas para ser um candidato com chances reais, vai precisar de muito, mas muito terrorismo econômico da mídia para que isso se viabilize.
Porque para apresentar-se como “o novo” carregando FHC nas costas não é preciso ser ator apenas.
É preciso ser mágico.
Fernando Brito
No Tijolaço
Leia Mais ►

Jornal do Brasil denuncia o golpe

 Republico o post mais importante do dia  

CONSPIRAÇÃO CONTRA A PÁTRIA

O Jornal do Brasil mantém a confiança na chefia do estado Democrático
O mundo inteiro passa por uma crise econômica e social, decorrente da ganância dos banqueiros, que controlam o valor das moedas, o fluxo de crédito, o preço internacional das commodities. Diante deles, os governos se sentem amedrontados, ou cúmplices, conforme o caso e poucos resistem.
A União Europeia desmantela-se: o fim do estado de bem-estar, o corte nos orçamentos sociais, a desconfiança entre os países associados, a indignação dos cidadãos e a incapacidade dos governantes em controlar politicamente a crise, que tem a sua expressão maior no desemprego e na pauperização de povos. Se não forem adotadas medidas corajosas contra os grandes bancos, podemos esperar o caos planetário, que a irresponsabilidade arquiteta.
A China, exposta como modelo de crescimento, é o caso mais desolador de crescente desigualdade social no mundo, com a ostentação de seus bilionários em uma região industrializada e centenas de milhões de pessoas na miséria no resto do país. Isso sem falar nas condições semiescravas de seus trabalhadores – já denunciadas como sendo inerentes ao “Sistema Asiático de Produção”. Os Estados Unidos, pátria do capitalismo liberal e neoliberal, foram obrigados a intervir pesadamente no mercado financeiro a fim de salvar e reestruturar bancos e agências de seguro, além de evitar a falência da General Motors.
Neste mundo sombrio, o Brasil se destaca com sua política social. Está eliminando, passo a passo, a pobreza absoluta, ampliando a formação universitária de jovens de origem modesta, abrindo novas fronteiras agrícolas e obtendo os menores níveis de desemprego de sua história.
Não obstante esses êxitos nacionais, o governo está sob ataque histérico dos grandes meios político-financeiros. Na falta de motivo, o pretexto agora é a inflação. Ora, todas as fontes demonstram que a inflação do governo anterior a Lula foi muito maior que nos últimos 10 anos.
O Jornal do Brasil, fiel a sua tradição secular, mantém a confiança na chefia do Estado Democrático e denuncia, como de lesa-pátria, porque sabota a economia, a campanha orquestrada contra o Governo – que lembra outros momentos de nossa história, alguns deles com desfecho trágico e o sofrimento de toda a nação.
Leia Mais ►